Curso de HORTAS em Pequenos Espaços – Online

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Introdução ao cultivo de hortas orgânicas em pequenos espaços. Cultive temperos, plantas aromáticas e seu próprio alimento usando espaços cimentados, paredes, varanda do apartamento ou mesmo pequenos pedaços de terra no quintal.

O curso terá início dia 5 de NOVEMBRO de 2014, 3 dias seguidos, acontecendo de QUARTA À SEXTA-FEIRA, na parte da tarde. Previsão inicial de 3 aulas de até 2 horas cada, de 15h às 17h, podendo haver uma aula extra, caso necessário.

Curso COM DESCONTO para participantes de nosso grupo de estudos. Apenas 20 VAGAS.

Valor e inscrições até 03/11, via emai: tudosobreplantas@gmail.com

Vocês assistiram as aulas no conforto de sua casa ou trabalho, via ambiente virtual de EAD (Educação à Distância), com apresentação de slides e áudio transmitido online em tempo real.

Serão apresentadas informações sobre compostagem, substratos, plantio e germinação de sementes, transplante, tratos culturais, adubação, irrigação e colheita. Foi criado um grupo específico para o curso, para que os alunos possam trocar experiências e receber orientações durante e após o curso.

VALOR: R$ 48,00 (quarenta e oito reais).

Pagamento via boleto bancário ou depósito em conta.

TODOS aqueles que já contribuíram com doações para o projeto estão automaticamente convidados para o curso e não pagam NADA! Basta entrar em contato por email, informando a vontade de participar.

+ infos: tudosobreplantas@gmail.com

Bom curso a todos!

SiSTSP – Guapuruvu (Schizolobium parahyba)

NOME CIENTIFICO: Schizolobium parahyba
NOME(S) POPULAR(ES): Guapuruvu, Ficheira, Pataqueira, Baageiro, Bacumbú, Bacuparu, Bacuru, Bacurubu, Bacuruva, Espanador-do-céu, Fava-divina, Bageiro, Bandarra, Beri, Birosca, Bocurubu, Breu, Bucuruva, Faveira, Faveiro, Ficha, Ficheiro, Gabiruvu, Garapuava, Garapuvu, Guaburuvu, Guaperubu, Guaperuvu, Guapiruvu, Guapivuçu, Guaporuva, Guapububu, Guapurubu, Guapururru, Guarapuvu, Igarapobu, Paricá, Pau-vintém, Pau-de-canoa, Pau-de-tambor, Pau-de-vintém, Pinho, Pinho-branco, Pino, Pirosca
FAMILIA (Cronquist): Fabaceae
FAMILIA (APG): Fabaceae
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O guapuruvu (Schizolobium parahyba) é uma árvore da família das fabáceas, notável pela sua velocidade de crescimento que pode atingir 3 metros por ano.

Foi inicialmente descrita por J. M. C. Vellozo em 1825 sob o nome de Cassia parahyba.

Guapuruvu é o simbolo da vale do Paraiba.[3]

A árvore atinge rapidamente boa altura, porém tem galhos frágeis que se quebram facilmente em ventanias. Em geral a árvore adulta morre após algumas dezenas de anos (40 a 50 anos).[2]

Quando em condições ambientais e de cultivo adequada, o guapuruvu é uma das espécies de mais rápido crescimento nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, impressionando pelo crescimento inicial e pela forma das plantas.[4]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=24896
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 13/10/2014 14:59:40, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Hosta-africana (Drimiopsis maculata)

NOME CIENTIFICO: Drimiopsis maculata
NOME(S) POPULAR(ES): Hosta-africana
FAMILIA (Cronquist): Asparagaceae
FAMILIA (APG): Asparagaceae
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Da mesma família dos Jacintos, a hosta africana é uma folhagem de origem sul-africana bem difundida no Brasil como planta de interior.

Trata-se de uma espécie altamente resistente a situações extremas de sombra e seca, cujo principal atrativo são folhas vistosas, de um verde escuro marcante.

As flores são de uma importância ornamental secundária, sendo desprezada por alguns admiradores desta espécie.[2]

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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=16688
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 10/10/2014 21:50:57, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Maria-preta (Solanum americanum)

NOME CIENTIFICO: Solanum americanum
NOME(S) POPULAR(ES): Maria-preta, Maria-pretinha, Aguarágua, Aguaraquiá, Aguaraquiá-açú, Araxixu, Caaxixá, Carachichu, Caraxiocu, Caraxixá, Caraxixu, Erva-de-bicho, Erva-mocó, Erva-moura, Guaraquim, Guaraquinha, Pimenta, Pimenta-de-cachorro, Pimenta-de-galinha, Pimenta-de-rato, Sué, Erva-de-Santa-Maria
FAMILIA (Cronquist): Solanaceae
FAMILIA (APG): Asparagaceae
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A Solanum americanum, popularmente conhecida como maria-pretinha, é uma erva daninha pertencente à família das solanáceas nativa das Américas com ocorrência entre o sudoeste dos Estados Unidos da América e o sul do Peru e do Paraguai, sendo uma planta muito comum no Brasil.

Apesar de possuir bagas comestíveis, com valor medicinal, deve ser ingeridos com prudência, pois os seu frutos negros podem ser confundidos com os da beladona, planta de elevado grau de toxicidade.

A espécie encontra-se naturalizada em todas as regiões tropicais e subtropicais, sendo considerada por alguns autores como nativa do Hawaii ou pelo menos como uma introdução remota, provavelmente devida aos povos polinésios. É usada como planta medicinal nos Camarões, Quénia, Hawaii, Panamá, Serra Leoa e Tanzânia.[3]

Os frutos verdes são tóxicos, possuem um princípio ativo chamado alcalóide indólico.[4]

É considerada como planta daninha, infestando lavouras, pomares, cafezais, jardins e terrenos baldios.[4]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=21398
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 10/10/2014 19:22:10, por Anderson Porto.
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Resolução do CREMESP libera a prescrição de Canabidiol

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CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA
RESOLUÇÃO CREMESP Nº 268, de 07 de outubro de 2014

Regulamenta o uso do canabidiol nas epilepsias mioclônicas graves do lactente e da infância, refratárias a tratamentos convencionais já registrados na ANVISA.

O CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE SÃO PAULO, no uso das atribuições conferidas pela Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, regulamentada pelo Decreto nº 44.045, de 19 de julho de 1958, respectiva e posteriormente alterados pela Lei nº 11.000, de 15 de dezembro de 2004 e Decreto nº 6.821, de 14 de abril de 2009; e

CONSIDERANDO que nos termos do inciso II dos Princípios Fundamentais do Código de Ética Médica, o alvo de toda a atenção do médico é a saúde do ser humano, em benefício da qual deverá agir com o máximo de zelo e o melhor de sua capacidade profissional;

CONSIDERANDO que nos termos do inciso XIX dos Princípios Fundamentais do Código de Ética Médica, o médico se responsabilizará, em caráter pessoal e nunca presumido, pelos seus atos profissionais, resultantes de relação particular de confiança e executados com diligência, competência e prudência;

CONSIDERANDO que, na história da Medicina e da Farmácia, o uso empírico de extratos vegetais no tratamento de inúmeras doenças humanas, evoluiu para o isolamento e a síntese de princípios ativos terapêuticos, e que estes, submetidos a ensaios clínicos cientificamente controlados, podem expressar o seu perfil de eficácia e tolerância;

CONSIDERANDO que a Cannabis sativa contém, dentre seus inúmeros componentes, ora designados canabinóides, o canabidiol (CBD) e que este pode ser isolado ou sintetizado por métodos laboratoriais seguros e confiáveis;

CONSIDERANDO que o CBD não induz efeitos alucinógenos ou indutores de psicose, ou mesmo efeitos inibitórios relevantes na cognição humana; e que possui, nos estudos disponíveis até então, um perfil de segurança adequado e com boa tolerabilidade;

CONSIDERANDO que o CBD tem mostrado em alguns ensaios clínicos placebo-controlados redução de crises convulsivas em pacientes com epilepsia refratária a tratamentos convencionais, ainda que os estudos até agora não exibam, em face do pequeno número de casos, significância estatística comprovada;

CONSIDERANDO que formulações estrangeiras já disponíveis em veiculações para uso oral e com alto nível de pureza de CBD, apresentando teor de delta-9- tetrahidrocanabinol (THC) menor do que 0,6% da solução, tal como o recomendado pelo Food and Drug Administration (FDA/USA);

CONSIDERANDO que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA/Brasil) tem permitido a importação de CBD, em formulações como a referida acima, mediante prescrição e laudo médico que contenha o CID, descrição do caso e justificativa para a utilização do medicamento não registrado no Brasil, em face de refratariedade a alternativas terapêuticas convencionais e já registradas;

CONSIDERANDO que a ANVISA, além do referido acima, tem exigido, para liberar a importação e o uso clínico do fármaco, termo de responsabilidade assinado pelo médico e paciente, ou responsável legal, mediante ciência de que a medicação ainda não foi submetida a eficácia e segurança comprovadas pela referida Agência Nacional;

CONSIDERANDO que algumas das epilepsias mioclônicas graves do lactente e da infância, segundo classificação da Liga Internacional contra a Epilepsia (ILAE), como a síndrome de Dravet, síndrome de West, síndrome de Lennox-Gastaut, assim como a síndrome de Doose, têm evolução natural com alta morbidade e mortalidade, e podem evoluir, em casos refratários a medicações convencionais, para encefalopatia crônica com retardo mental grave, ou profundo, e autismo;

CONSIDERANDO que o uso do CBD é um procedimento terapêutico restrito e excepcional, ainda não registrado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, porém promissor e de boa tolerabilidade nas situações clínicas acima especificadas e quando adequadamente diagnosticadas;

CONSIDERANDO que a criteriosa ponderação entre os princípios bioéticos da beneficência, não maleficência, justiça e autonomia permitem, nas situações clínicas acima referidas, o uso do CBD, conforme os requisitos justificados acima;

CONSIDERANDO, finalmente, a aprovação na 51ª Reunião de Diretoria de 07/10/2014 e a homologação na 4626ª Sessão Plenária de 07/10/2014;

RESOLVE:

Art. 1º. O canabidiol poderá ser prescrito pelo médico mediante assentimento do paciente e consentimento livre e esclarecido assinado pelo seu responsável legal, para o tratamento das epilepsias mioclônicas graves do lactente e da infância refratárias a tratamentos convencionais.

Art. 2º. A presente Resolução entrará em vigência na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário.

São Paulo, 07 de outubro de 2014.

João Ladislau Rosa – Presidente do CREMESP

APROVADA NA 51ª REUNIÃO DE DIRETORIA DE 07/10/2014 E HOMOLOGADA NA 4626ª SESSÃO PLENÁRIA DE 07/10/2014.

Diário Oficial do Estado; Poder executivo, São Paulo, SP. 9 out. 2014. Seção I, p.204

Fonte: [ CREMESP ]

Após oito anos de pesquisas, relatório confirma vinculação glifosato/câncer

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Por Darío Aranda
Do Página/12*

Oito anos de pesquisa, quinze publicações científicas e uma certeza: os agrotóxicos causam alterações genéticas e aumentam as probabilidades de contrair câncer, sofrer abortos espontâneos e nascimentos com malformações. A declaração vem do Grupo de Genética e Mutagêneses Ambiental (GEMA), pesquisadores da Universidade Nacional de Río Cuarto (UNRC), que confirmaram com estudos em pessoas e animais, as consequências sanitárias do modelo agropecuário. Glifosato, endosulfam, atrazina, clorpirifos e cipermetrina são alguns dos agrotóxicos prejudiciais. “A vinculação entre alteração genética e câncer é clara”, reafirmou Fernando Mañas, pesquisador da UNRC.

“La genotoxicidad del glifosato evaluada por el ensayo cometa y pruebas citogenéticas” é o título que leva a pesquisa publicada na revista científica Toxicologia Ambiental e Farmacologia (da Holanda). O trabalho descreve o efeito genotóxico (o efeito sobre o material genético) do glifosato sobre células humanas e ratos, que, inclusive, confirmaram alterações genéticas em células humanas com doses de glifosato em concentrações até vinte vezes inferiores às utilizadas nas pulverizações em campo.

Outra pesquisa se chama “Genotoxicidad del AMPA (metabolito ambiental del glifosato), evaluada por el ensayo cometa y pruebas citogenéticas”. Publicada na revista Ecotoxicologia e Segurança Ambiental (dos EUA). O AMPA é o principal produto da degradação do glifosato (o herbicida se transforma, principalmente, pela ação de enzimas bacterianas do solo, na AMPA). Confirmaram que o AMPA aumentou a alteração no DNA de em culturas celulares e em cromossomos em culturas de sangue humano. “O AMPA demonstrou ter tanta ou maior capacidade genotóxica que sua molécula parental, o glifosato”, afirma a pesquisa da universidade pública.

“Em diversas pesquisas confirmamos alterações genéticas em pessoas expostas a agrotóxicos. A alteração cromossômica que vimos, indica quem tem mais risco de sofrer de câncer, a médio e longo prazo. Assim como outras doenças cardiovasculares, malformações, abortos”, explicou Fernando Mañas, doutor em Ciências Biológicas e parte da equipe da UNRC.

Mañas trabalha junto com Delia Aiassa e juntos coordenam, desde 2006, o grupo de pesquisa. No início eram cinco pesquisadores. Atualmente são 21 com enfoque multidisciplinar (biólogos, veterinários, microbiólogos, psicopedagogos, veterinários e advogados). O eixo em comum são os efeitos da exposição às substâncias químicas sobre a saúde humana, ambiental e animal. Trabalham junto às populações expostas a agrotóxicos, estudam os cromossomos, o DNA e o funcionamento do material genético.

Em seus quinze artigos científicos os pesquisadores confirmaram o efeito dos agrotóxicos sobre o material genético, tanto em animais de laboratório como em populações humanas expostas pelo trabalho e involuntariamente às substancias químicas. A última pesquisa, de 2014, foi realizada entre crianças entre 05 e 12 anos de Marcos Juárez e Oncativo (Córdoba, Argentina) onde também verificou-se um aumento da alteração no material genético das crianças.

Explicam que os estudos nos cromossomos são sobre o material genético. Eles descobriram altos níveis de alterações genéticas em pessoas expostas a produtos químicos. O dano em cromossomos (material genético) alerta que a pessoa está sob o risco de desenvolver algumas doenças. “Quanto maior o dano genético, maior a probabilidade de câncer”, afimrou Mañas.

Ao longo de suas quinze pesquisas, utilizaram diferentes técnicas. Em todas confirmaram a alteração genética. “Os agrotóxicos e a alteração que provocam estão absolutamente vinculados ao modelo agropecuário vigente”, afirma Mañas, mesmo que esclareça que é uma opinião individual e não uma postura de toda a equipe de pesquisa. Primeiro trabalharam com uma mostra de vinte pessoas, da periferia de Río Cuarto. Aprofundaram com 50 pessoas em outras localidades e, logo, com 80 de Las Vertientes, Marcos Juárez, Saira, Rodeo Viejo e Gigena. Os produtos mais encontrados e que provocam mais dano são o glifosato, atrazina, cipermetrina, clorpirifos e endosulfam.

“Estrés oxidativo y ensayo cometa en tejidos de ratones tratados con glifosato y AMPA” é o título de outra pesquisa publicada na revista Genética Básica e Aplicada da Argentina. Confirmaram o “aumento significativo” no dano ao DNA no fígado e no sangue. Na revista científica Boletim de Contaminação Ambiental e Toxicologia (dos Estados Unidos) confirmaram o dano genético nos trabalhadores rurais. “Estes resultados mostram que a exposição humana à mescla de agrotóxicos pode aumentar o risco que desenvolver doenças relacionadas com a genetoxidade (câncer, problemas reprodutivos e/ou na descendência)”, aponta a publicação científica.

Boa parte das pesquisas do grupo acadêmico está presente no livro “Plaguicidas a la carta. Daño genético y outros riesgos” que trata das características dos pesticidas, os seus efeitos sobre o material genético humano e de animais silvestres, a susceptibilidade das pessoas e os efeitos do glifosato, entre outros agrotóxicos.

*A tradução é do Cepat.

Fonte: [ MST ]

<h2:AGROTÓXICO É ISENTO DE IMPOSTO!

IMPOSTO, se cobrar de quem produz algo que mata, quem sabe sobre pra ajudar o povo a viver melhor!

Isenções fiscais e tributá-rias concedidas, até hoje, ao comércio destes VENENOS. Através do Convênio ICMS 100/97 (Veja o link 1 abaixo), o governo federal concede redução de 60% da alíquota de cobrança do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) A TODOS OS AGROTÓXICOS. Além disso, o Decreto 6.006/06 (Veja o link 2 abaixo) isenta completamente da cobrança de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) os AGROTÓXICOS fabricados a partir de uma lista de dezenas de ingredientes ativos (incluindo alguns altamente perigosos como o metamidofós e o endossulfam, que recentemente tiveram o banimento determinado pela Anvisa). E não é só. O Decreto 5.630/05 (Veja o link 3 abaixo) isenta da cobrança de PIS/PASEP (Programa de Integração Social/Programa de Formação do Patrimônio do Servidor) e de COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) os “defensivos agropecuários classificados na posição 38.08 da NCM e suas matérias-primas”. A posição 3808 da NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) compreende produtos diversos das indústrias químicas como inseticidas, fungicidas e herbicidas.

Além das isenções federais, há as isenções complementares determinadas por alguns estados. No Ceará, por exemplo, a isenção de ICMS, IPI, COFINS e PIS/PASEP para atividades envolvendo agrotóxicos chega a 100%.

1- Disponível em: http://www.fazenda.gov.br/confaz/confaz/convenios/ICMS/1997/CV100_97.htm

2- O Decreto 6.006/08 está disponível em: http://www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/decretos/2006/dec6006.htm – Seu Art. 1º aprova a Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados – TIPI, que está disponível em: http://www.receita.fazenda.gov.br/Aliquotas/DownloadArqTIPI.htm – os agrotóxicos estão na Seção VI – Produtos das Indústrias Químicas ou das Indústrias Conexas – SEÇÃO VI – Cap. 28 a 38 (consultado em 19/05/2011).

3- O Decreto 5.630/05 está disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/Decreto/D5630.htm. Ele revogou e substituiu o Decreto 5.195/04 (disponível em: http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/Decretos/2004/dec5195.htm), que já concedia a isenção de PIS/PASEP e COFINS aos agrotóxicos.

E não é só. O Decreto 5.630/053 isenta da cobrança de PIS/PASEP (Programa de Integração Social/ Programa de Formação do Patrimônio do Servidor) e de COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) os “defensivos agropecuários classificados na posição 38.08 da NCM e suas matérias-primas”. A posição 3808 da NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) compreende produtos diversos das indústrias químicas como inseticidas, fungicidas e herbicidas.

Além das isenções federais, há as isenções complementares determinadas por alguns estados. No Ceará, por exemplo, a isenção de ICMS, IPI, COFINS e PIS/PASEP para atividades envolvendo agrotóxicos chega a 100%.

Fonte: [ CÂMARA DOS DEPUTADOS - COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA - SUBCOMISSÃO ESPECIAL SOBRE O USO DE AGROTÓXICOS E SUAS CONSEQUÊNCIAS À SAÚDE ]

Encontrada a cura do câncer? Semente de planta da Austrália consegue destruir tumores em humanos e animais

008-2 Cientistas australianos estão animados após encontrarem uma semente de uma planta tropical que teria potencial de curar o câncer.

Os testes inicias com a planta chamada Blushwood [Hylandia dockrillii] encontrou 70% de eficácia. Uma droga experimental a partir de suas sementes mostrou-se poderosa no tratamento de câncer em animais.

Os pesquisadores do QIMR Berghofer Medical Reserach Institute conseguiram isolar a droga EBC-46, transformando-a em uma injeção. A substância leva a rápida decomposição de uma grande série de tumores humanos.

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A pesquisa, considerada importantíssima, foi publicada na revista PLoS One, liderada pelo Dr. Glen Boyle. Segundo ele, a droga pode ser eficaz em pacientes humanos e não apenas em animais.

“Nós fomos capazes de obter resultados muito fortes através da injeção de EBC-46 diretamente em modelos de melanoma (câncer de pele), assim como cânceres de cabeça, pescoço e colo”, comentou Dr. Boyle. Na maioria dos casos, o tratamento com uma única injeção causou a perda da viabilidade de células cancerosas em apenas 4 horas, destruindo os tumores em seguida.

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Dr. Boyle ainda afirmou que a EBC-46 funciona, em parte, por desencadear uma resposta celular efetiva, cortando o fornecimento de sangue ao tumor. “Em mais de 70% dos casos pré-clínicos, a resposta de cura foi grande, com pouca reincidência durante um período de 12 meses”.

EBCEBC-46 é um composto extraído do fruto da árvore de Blushwood, encontrado nas florestas úmidas ao norte de Queensland, na Austrália. A droga está sendo desenvolvida e testada como um produto farmacêutico para humanos e uso veterinário através da empresa QBiotics, subsidiária da EcoBiotics.

A droga experimental já está sendo aplicada em animais com tumores – incluindo cães, gatos e cavalos.

A QBiotics está, atualmente, realizando ensaios clínicos veterinários com todos os protocolos necessários na Austrália e nos Estados Unidos.

A aprovação regulatória final para ensaios clínicos de Fase 1 em humanos está em análise. O Dr. Boyle diz que a empresa está determinada em investigar ainda mais para aumentar a eficácia da droga.

Fonte: [ Jornal Ciência ]

Cartilha Adubos Verdes para agricultores orgânicos

Cartilha Adubos Verdes

Essa cartilha foi produzida pela FUNDAG (Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola), com informações sobre novas técnicas verdes de adubação, seus benefícios, características, formas de produção e outros fatores.

CLIQUE NA IMAGEM PARA ACESSAR !!

via: [ CI Orgânicos ]

SiSTSP – Chapéu-chinês (Holmskioldia sanguinea)

NOME CIENTIFICO: Holmskioldia sanguinea
NOME(S) POPULAR(ES): Chapéu-chinês, Chapéu-de-mandarim
FAMILIA (Cronquist): Verbenaceae
FAMILIA (APG): Lamiaceae
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As flores são um espetáculo à parte, possuem formato de trompete com o cálice em formato de chapéu, o que deu origem ao nome popular.

As flores são originalmente vermelhas ou alaranjadas, mas ocorre uma variedade completamente amarela.

A espécie é muito rústica tem um crescimento rápido e suporta maus tratos recuperando-se rápido de danos causados.

Ganha destaque especial quando plantado isolado, sobre extensos gramados, mas também forma excelentes renques em grupos.

Devido aos ramos longos, pode ser conduzido como trepadeira sobre treliças e outros suportes, desde que adequadamente tutorada e amarrada.

É considerada uma planta troquilógama, isto é, apropriada para a alimentação dos beija-flores.
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=16555
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 30/09/2014 18:16:13, por Anderson Porto.
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Receitas de Defensivos Naturais

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DEFENSIVO DE FUMO

RECEITA 1: controle de pulgões, cochonilhas e grilos.
Fumo – 2 pacotes
Água – 0,5 litro
Colocar o fumo de molho na água durante um dia. No momento de pulverizar as plantas utilizar a dosagem de 500 ml do preparo para 20 litros de água no pulverizador.

RECEITA 2: controle pulgões, lagartas, percevejos e mariposas.
Fumo – 5 cm de fumo de corda
Álcool – 1 litro
Água – 1 litro
Picar o fumo, juntar a água e o álcool deixar curtir por 24 horas (um dia). Diluir 1 litro da mistura para 20 litros de água.

RECEITA 3: para controle de pulgões, cochonilhas e grilos.
INGREDIENTES: fumo de corda – 15 a 20 cm
Água – 1 litro
Coloque o fumo em corda deixando de molho durante 24 h. Aplicação: coar, e para cada 19 litros da água, use 500 ml do produto.

RECEITA 4: controle de lagartas e pulgões em plantas frutíferas e hortaliças.
INGREDIENTES: fumo de corda – 100 g
Álcool – 1 litro
Sabão de coco – 100 g
Misture 100 g de fumo em corda cortado em pedacinhos com 1 litro de álcool. Junte 100 g de sabão e deixe curtir por 2 dias. Aplicação: para pulverizar plantas utilize 1 copo do produto em 15 litros de água.

RECEITA 5: controle de vaquinhas, pulgões, cochonilhas, lagartas.
INGREDIENTES: fumo de corda – 10 e 15 cm
Álcool – 500 ml
Água – 500 ml
Sabão de coco – 100 g
Corte o fumo em pequenos pedaços e junte a água e o álcool. Misture em um recipiente deixando curtir durante 15 dias. Decorrido esse tempo, dissolva o sabão em 10 litros de água e junte com a mistura já curtida de fumo e álcool. Aplicação: pode ser aplicado com pulverizador ou regador.

RECEITA 6: controle de pulgões, vaquinhas, cochonilhas.
INGREDIENTES: querosene – 100 ml
Sabão em pó – 3 colheres (sopa)
Fumo – 1 litro de calda
Água – 10 litros
Para o preparo da água de fumo coloque 20 g de fumo de corda e picado em 1 litro de água, fervendo essa mistura durante 30 minutos. Após, côa-la em pano fino, adicione 3-4 litros de água limpa e utilize o produto obtido no mesmo dia. Em seguida, aqueça 10 litros de água e junte os 100 ml de querosene e as 3 colheres (sopa) de sabão em pó. Deixe resfriar em temperatura ambiente e adicione então 1 litro de calda de fumo.

RECEITA 7: controle de pulgões, lagartas e trips.
INGREDIENTES: Folhas de fumo – 1 kg
Água – 15 litros
Juntar as folhas de fumo e os 15 litros de água por 24 h. Preparo: a solução é coada e adicionada em um pouco de sabão. Aplicação: pulverizar conforme a receita acima ou no solo na forma de pó feito com folhas secas ou pedaços de folhas colocadas no chão em cobertura.

RECEITA 8: controlar brocas em arvores frutíferas.
INGREDIENTES: fumo picado – 100 g
Água – 2 litros
Ferver o fumo na água por 20 minutos. Juntar este extrato com pasta sulfocálcica e pincelar sobre os furos das brocas.
Obs.: – Não usar no tomate e batata;
– Os preparos que somente utiliza água devem ser utilizados no mesmo dia, o produto perde o efeito se guardado por mais de 8 horas;
– Somente 3 dias após a aplicação do fumo deve-se fazer a colheita;
– Os preparos feitos à base de álcool podem ser armazenados desde que protegidos à luz solar com jornal etc. (duram até 6 meses).

DEFENSIVO DE QUEROSENE E SABÃO
INGRENDIENTES: sabão de coco – 200 g
Querosene – 1 litro
Água – 1 litro
Pegar as 200 gramas de sabão de coco e desmanchar em 1 litro de água quente. Depois, na mistura ainda quente, acrescente 1 litro de querosene.

RECEITA 1: controle de lagartas
Usar 200 ml (copo americano) do produto e acrescentar 20 litros de água para aplicar em pulverização.

RECEITA 2: controle de cochonilhas, pulgões, ácaros, mosca-da-fruta, percevejo.
Usar 1 litro do produto para 19 litros de água e pulverizar as plantas.
Obs. : – Para aplicação em pincelamento de caules, engrossar a calda adicionando farinha de trigo.

DEFENSIVO COM ÁGUA DE SABÃO

FUNÇÃO: O sabão serve para repelir os insetos como pulgão, cochonilhas e lagartas.

INGREDIENTES: sabão de coco – 1 Kg (5 barras – 200 g)
Água – 5 litros
Lacere 1 Kg ou (5 barras – 200 g) do sabão para desmanchar em 5 litros de água quente mexendo bem. Aplicação: acrescentar 15 litros de água. Pulverizar esta mistura imediatamente sobre as plantas.

DEFENSIVO DE ÁGUA COM CINZA

FUNÇÃO: A cinza originada da queima de madeira ou lenha contém potássio e outros minerais, que além de fertilizante serve como repelente de pragas.

RECEITA 1: controle de lagartas e vaquinhas.
Cinza de madeira – 9 copos
Cal virgem – 9 copos
Água – 18 litros
A cinza deve ser colocada em água, deixando repousar por, pelo menos, 24 horas. Em seguida, misturada com a cal virgem e coada. Pulverizar sobre as plantas.

RECEITA 2: controle de insetos sugadores e larva minadora.
Cinza de madeira – 9 coposÁgua – 18 litros

Querosene – 300 ml
Misturar a cinza a água e deixar descansar por 24 horas. Coar e acrescentar 300 ml de querosene. Misturar e pulverizar sobre as plantas.

RECEITA 3: controle de lagartas e pulgões.
Cinza de madeira – 2 kg
Água – 10 litros
Deixar a mistura descansar por 1 dia. Depois de pronto coar e pulverizar sobre as plantas.

RECEITA 4: para prevenir doenças das raízes de repolho, couve, beterraba, etc.; polvilhar cinza fortemente ao redor das plantas. Para proteger árvores do ataque de brocas, faça uma pasta de cinza e água e reboque os troncos.

DEFENSIVO DE CINZA E CAL / QUEROSENE

RECEITA 1: controlar barbas, algas, liquens e musgos em frutíferas.
INGREDIENTES: cal virgem – 300 g
Cinza – 100 g
Água – 10 litros
Dissolver a cal na água e juntar a cinza. Mexer bem. Depois coar. Usar em pulverizações sobre as plantas, durante o inverno, após as podas.
Obs.: se pincelar nos troncos, não há necessidade de coar a mistura.

RECEITA 2: controla lagartas e vaquinhas.
INGREDIENTES: cinza – 2 copos e meio
Cal virgem – 2 copos e meio
Água – 19 litros de água
A cinza será colocada em água 24 h antes do preparo, deixando em repouso. Aplicação: após coar a solução, elimina-se a parte sólida e o liquido mistura-se com a cal virgem, e pulverizam-se as plantas.

RECEITA 3: controla insetos sugadores e larvas minadoras.
INGREDIENTES: cinza – 2 copos e meio
Querosene – 70 ml
Água – 19 litros
O preparo é o mesmo da receita 2, onde é trocado a cal virgem pelo querosene.

DEFENSIVO DE SAMAMBAIA

Esta samambaia é planta típica de solos ácidas facilmente encontradas em potreiros e áreas de pousio.
FUNÇÃO: Controlar pulgões e lagartas em hortas e lavouras.
INGREDIENTES: 500 gramas de folhas frescas de samambaia
2 litros de água
PREPARO: Colocar as folhas na água, levar ao fogo para ferver durante 30 minutos. Após isto, deixar descansar durante 24 horas. Aplicação: misturar 1 litro deste líquido para cada 10 litros de água e pulverizar sobre as plantas, usando pulverizador ou regador.

DEFENSIVO DE SABÃO E ÓLEO MINERAL

FUNÇÃO: controle de cochonilha, pulgões, lagartas e outros insetos.
INGREDIENTES: sabão de coco – 200 gramas
Óleo mineral – meio litro
Água – meio litro
Derreter o sabão na água quente e depois misturar ao óleo mineral. Aplicação: depois de pronto, usar 200 ml (copinho americano) da mistura em 20 litros de água, pulverizar as plantas. Repetir a pulverização a cada 15 dias.

DEFENSIVO DE ÓLEO DIESEL E SABÃO
FUNÇÃO: usado no controle de cochonilhas e pulgões.
INGREDIENTES: óleo diesel – 200 ml
Sabão de coco – 3 barras de 200 g
Água – 3 litros
Derreter o sabão na água quente e depois misturar ao óleo diesel. Aplicação: misturar o produto em 16 litros de água e pulverizar.

DEFENSIVO DE URTIGA
FUNÇÃO: serve como repelente para pulgões e lagartas em qualquer planta. Também como fortificante (dar força à planta).
INGREDIENTES: folhas da urtiga frescas – 500 g
Água – 1 litro
Colocar as 500 g de folhas frescas dentro de uma vasilha com 1 litro de água, esmagar bem e deixar descansar durante 2 dias. Aplicação: depois retirar a urtiga, colocar a solução em 10 litros de água e regar as plantas a cada 15 dias ou, em menores espaços de tempo, quando necessário.
Obs.: Trata-se da urtiga verdadeira que tem as folhas pequenas e tem uma substância que causa irritação. Ao colher a urtiga proteger às mãos com sacos plásticos, porque a planta provoca irritação na pele.

DEFENSIVO DE MANIPUEIRA
FUNÇÃO: combate formigas e nematóides.
FORMIGAS: coloca-se manipueira de mandioca diretamente no formigueiro.
NEMATÓDES: pulverizar as áreas atingidas com a manipueira pura.

DEFENSIVO DE URINA DE VACA
FUNÇÃO: controle de lagartas, formigas, cascudos, pulgões, cochonilhas e previne o ataque de algumas doenças.
INGREDIENTES: urina de vaca – 500 ml
Água – 20 litros
Coletar a urina, colocar em recipiente plástico fechado durante 3 dias, tempo necessário para que a uréia se transforme em amônia. Aplicação: diluir a urina na proporção de 200 ml de urina para 20 litros de água e pulverizar as plantas atingidas.
Obs.: – este produto deve ser aplicado de 15 em 15 dias;
– Na alface o produto deve ser aplicado no solo e não sobre a planta.

DEFENSIVO DE ANGICO PRETO

INGREDIENTES: angico – 1 kg folhas de angico preto
Água – 10 litros
Macerar as folhas do angico e misturar a água, deixar curtir por 10 dias, completado esse período, coar e engarrafar para guardar, em local escuro de preferência enrolar com um pano.

RECEITA 1: controle de lagartas, vaquinhas e besouros.
Diluir 1 litro do produto para cada 10 litros de água. E pulverizar as plantas.

RECEITA 2: controle de formigas e cupins.
Coloca-se puro, com regador ou pulverizador.

DEFENSIVO DE ALHO

RECEITA 1: controle de pulgões, cochonilhas e ácaros.
Alho – 200 g
Água – 20 litros
Esmagar o alho e adicionar a água, coar e usar.

RECEITA 2: controle de fungos, bactérias, míldio e ferrugem.
Alho – 1 kgÁgua – 5 litros

Sabão – 100 g
Óleo mineral – 20 colheres de sopa

Os dentes de alho devem ser moídos e deixados repousar por 24 h, em 20 colheres de sopa de óleo mineral. Em outro vasilhame, dissolve-se 100 g de sabão de coco (picado) em 5 litros de água, de preferência quente. Após a dissolução do sabão, mistura-se a solução de alho. Antes de usar, é aconselhável filtrar e diluir a mistura em 15 litros de água. As concentrações variam de acordo com o tipo de pragas que se quer combater.
Obs.: – Quando pulverizado sobre as plantas depois de 36 h não deixa cheiro nos produtos agrícolas.

DEFENSIVO DE NIM
INDICAÇÕES: mosca branca, pulgões, lagartas, cochonilhas, ácaros, besouros, gafanhotos, nematóides, fungos, trips.

RECEITA 1: Sementes secas e moídas – 200 g
Água – 200 ml
Sabão de coco – 5 g (1 colher de sopa)
Colocar as sementes moídas em um saco de pano, amarrar e colocar na água. Depois de 12 h espremer e dissolver o sabão neste extrato. Misturar bem e acrescentar água para obter 20 litros do preparo. Aplicar sobre as plantas infestadas, imediatamente após o preparo.

RECEITA 2: Folhas verdes ou frutos inteiros – 2 kg
Água – 15 litros
Bater no liquidificador as folhas ou frutos do Nim com um pouco de água. Deixar descansando por uma noite com um pouco mais de água. Antes de aplicar, filtrar e diluir com água para obter 15 litros do preparado. Pode ser armazenado em frasco em local escuro por 3 dias.

RECEITA 3: Folhas verdes – 250 g
Água – 2 litros
Pilar bem as folhas verdes. Adicionar 2 litros de água. Deixar em repouso num local escuro por 12 h. Coar, diluir em 19 litros de água e usar. Pode ser armazenado em frasco em local escuro por 3 dias.

RECEITA 4: Óleo de Nim – 0,5% (100 ml em 20 litros de água)
Pulverizar sobre a folhagem e frutos.

DEFENSIVO DE SAL E VINAGRE
INDICAÇÕES: combate pulgões, lagartas do repolho, lesma, caramujos e mosca branca.
INGREDIENTES: sal – 100 g
Vinagre – 380 ml
Água – 19 litros
Sabão de coco – 100 g
Misturar todos os ingredientes e pulverizar as plantas atacadas.

DEFENSIVO DE CRAVO DE DEFUNTO (Tagetes sp)

RECEITA 1: controlar os nematóides (vermes do solo), nas plantas de horta e como repelente de insetos.
INGREDIENTES: ramos e folhas – 100 g
Álcool – 1 litros
Plantar em forma de bordadura ao redor da horta. Esta prática usada durante 3 a 4 meses reduz 90% da infestação de nematóides.
Pegar 100 g de ramos e folhas, picar bem miudinho. Deixar repousar em 1 litro de álcool por 24 horas. Aplicação: Antes de aplicar, filtrar. Pulverizar sobre os insetos usando 1 litro desse defensivo em 10 litro da água.

RECEITA 2: combate a pulgões, ácaros e algumas lagartas.
INGREDIENTES: talo e folhas – 1 kg
Água – 10 litros
Misturar 1 kg de folhas e/ ou talo de cravo de defunto. Levar ao fogo e deixar ferver durante meia hora ou então deixar de molho (picado) por dois dias. Aplicação: coar o caldo obtido e pulverizar as plantas atacadas.

RECEITA 3: repelente de insetos e nematóides
folhas e talos de cravo de defunto – 200 g
Álcool – 1 litro
Macerar e misturar as folhas e talos com álcool por 12 h. Diluir este preparo em 19 litros de água. Coar e pulverizar o preparo sobre as plantas.

DEFENSIVO DE PIMENTA VERMELHA (MALAGUETA)
INDICAÇÕES: pode ser empregada como um defensivo natural em pequenas hortas e pomares. Tem boa eficiência quando concentrada e misturada com outros defensivos naturais, no combate a pulgões, vaquinhas, grilos e lagartas. Obedecer a um período de carência mínima de 12 dias da colheita, para evitar obter frutos com fortes odores.

RECEITA 1: fumo de corda picado – 50 g
Pimenta vermelha (malagueta) – um punhado
Álcool – 1 litro
Sabão em pó – 250 g
Dentro de 1 litro de álcool, coloque o fumo e a pimenta, deixando essa mistura curtir durante 7 dias. Para usar essa solução, dilua o conteúdo em 10 litros de água contendo 250 g de sabão em pó dissolva ou então, detergente, de modo que o defensivo grude nas folhas e nos frutos.

RECEITA 2: pimenta vermelha (malagueta) – 1,250 g
Água – 500 ml
Sabão de coco ou em pó – 12 colheres (sopa)
Bater as pimentas em um liquidificador com 500 ml de água até a maceração total. Coar o preparado e misturar com 12 colheres (sopa) de sabão de coco ou em pó, acrescentar então os 10 litros de água, pulverizar sobre as plantas.
Obs.: No caso de hortaliças e plantas medicinais, aconselha-se respeitar um intervalo mínimo de 12 dias antes da colheita.

DEFENSIVO DE PIMENTA-DO-REINO
FUNÇÕES: combate de pulgões, ácaros e cochonilhas.
INGREDIENTES: pimenta-do-reino (moída) – 100 g
Sabão de coco – 60 g
Álcool – 1 litro
Água – 1 litro
Deixar a pimenta-do-reino no álcool durante 7 dias. Dissolver o sabão na água fervente. Retirar do fogo e juntar as duas misturas. Utilizar um copo cheio para cada 10 litros de água, fazendo 3 pulverizações, com intervalo de 3 dias entre elas.

DEFENSIVO DE PRIMAVERA, MARAVILHA OU BULGAVILLE.
FUNÇÕES: vírus do tomateiro (vira-cabeça), viroses do feijoeiro.
INGREDIENTES:
Folhas de primavera (rosa ou roxa) – 1 litro
Água – 1 litro
Juntar as folhas com a água e bater no liquidificador. Coar em pano fino e diluir em 19 litros de água. Pulverizar imediatamente em horas frescas do dia. Não pode ser armazenado. Aplicar 2 vezes por semana a partir de 10 dias de germinação até o início da frutificação.

DEFENSIVO DE TIMBÓ
FUNÇÕES: combate pulgões, certas lagartas, trips (raspador) e alguns ácaros.

RECEITA 1: raízes de timbó com diâmetro de 1 cm – 100 g
Água- 10 litros
Sabão de coco – 50 g
Misturar as raízes de timbó, lavadas em pedaços ou transformadas em pó, com a água e o sabão e deixar descansar por 24 h, filtrar e pulverizar sobre as plantas.

RECEITA 2: raízes de timbó – 500 g
Acetona ou álcool – 2 copos e meio
Pegar as 500 g de raízes de timbó, picar em pedaços finos e deixar secar a sombra por 3 a 4 dias. Depois de secas pegar estes pedacinhos e triturar (pode ser usado forrageiro) de forma que fique semelhante à serragem, colocar num vidro com tampa e acrescentar os 2 copos e meio de acetona ou álcool (etanol). Tampar bem e deixar descansar por 24 h. Aplicação: antes de usar, filtrar o produto com um pano fino. Usar 100 ml de produto para 10 litros de água e pulverizar sobre as plantas.

RECEITA 3: macerar as raízes em água, o que resulta em líquido leitoso, que é pulverizado sobre as plantas. Aplicação: 200 ml do líquido para 19 litros de água.

DEFENSIVO DE LEITE
FUNÇÕES: controle de ácaros, doenças fúngicas e viróticas.
IGREDIENTES:
Leite – 1 litro
Bicarbonato de sódio – 100 g
Água – 20 litros
Misturar o leite com a água e pulverizar sobre as plantas. Repetir depois de 10 dias. Pode ser utilizado para atrair lesma. Distribuir no chão, ao redor das plantas, estopa ou saco de pano molhado com água e um pouco de leite. De manhã, virar a estopa ou saco e matar as que se reunirem embaixo.

DEFENSIVO DE CAVALINHA (Equisitum sp) E CAMOMILA
FUNÇÃO: como fortificante, ajudar controlar doenças nas folhas do tomateiro.
INGREDIENTES: cavalinha (seca) – 300 g
Camomila – 100 g
Água – 11 litros
1º) colocar de molho em 1 litro de água, por 2 dias, as flores de camomila.
2º) ferver a cavalinha nos 10 litros de água, durante 20 minutos. Deixar amornar, com a vasilha tampada.
3º) colocar no chá de cavalinha água de camomila, que deve ter sido preparada 2 dias antes.
Para cada 20 litros de água, usar 1 litro de preparo e pulverizar as plantas.
Obs.: outra forma de usar a camomila é a seguinte: deixa-la de molho em água por 2 dias, misturar água e pulverizar sobre as plantas.

DEFENSIVO DE CEBOLA (Allium cepa) E ALHO (Allium salivumI)
FUNÇÃO: controlar pulgões em cebola, beterraba e feijão.
INGREDIENTES: cebolas – 3 médias
Alho – 3 dentes
Água – 10 litros
Moer ou triturar a cebola e o alho, misturar bem em 5 litros de água, espremer bem para sair todo suco, coar e misturar ao restante da água. Aplicação: coar e pulverizar sobre as plantas 1 vez por semana.

DEFENSIVO DE EXTRATO DE PIMENTA DO REINO COM ALHO E SABÃO
FUNÇÃO: controlar pragas das solanáceas (batata inglesa, berinjela, pimentão, tomate), mas também pragas de flores, hortaliças, frutíferas, grãos e cereais.
INGREDIENTES: pimenta do reino (moída) – 100 g
Álcool – 2 litros
Alho – 100 g
Sabão de coco – 50 g
Pegar as 100 g de pimenta, juntar a 1 litro de álcool em vidro ou garrafa, com tampa. Deixar em repouso por uma semana. Triturar as 100 g de alho e juntar a 1 litro de álcool em vidro ou garrafa, com tampa. Deixar em repouso por uma semana. Aplicação: na hora de usar, dissolver as 50 g de sabão em 1 litro de água quente, pegar um copo de extrato de alho, misturar bem e colocar no pulverizador com 10 litros de água. Agitar bem a mistura e completar com o restante de água, ou seja, até completar 20 litros.
Obs.: dar carência (intervalo) de 5 dias entre a pulverização e a colheita. Pulverizar nas horas mais frescas do dia e usando roupas de proteção.

DEFENSIVO DE EXTRATO DE PIMENTA DO REINO, PIMENTA MALAGUETA, PIMENTA CUMARI E ALHO.
FUNÇÃO: combate pulgão, vaquinha e bicho minador.
INGREDIENTES: pinga – 2 litros
Alho – 200 g
Pimenta do reino – 50 g
Pimenta malagueta – 50 g
Pimenta cumari – 50 g
O alho é amassado e vai para o galão com casca e tudo. A pimenta malagueta é cortada, a cumari, amassada e a pimenta-do-reino, moída. A pinga vai logo depois, colocando em poucas proporções e sempre chacoalhando toda a mistura, terminado os 2 litros de pinga, a calda vai ficar 20 dias no mínimo. Quanto mais tempo ficar melhor. Aplicação: da solução, vão 20 g de açúcar mascavo, o que corresponde a uma colher de sopa bem cheia. 10 litros de água, 50 ml da calda, o que dá 3 colheres de sopa e meia do produto, e 35 ml, ou 2 colheres de sopa e meia, de vinagre.

EXTRATO DE CONFREI (Symphytum officinalis)
FUNÇÃO: controlar clorose foliar (amarelecimento) e murcha, em brotação de plantas de vaso. Repor fósforo e promove o crescimento.
INGREDIENTES: planta verde sem raízes – 2 kg ou seca – 150 g
Água – 2 litros
Picar bem a planta e sobre ela colocar água fervendo e tampar. Deixar ate amornar. Aplicação: para cada 19 litros de água usar 1 litro de extrato. Pulverizar toda a planta, de preferência antes da brotação.
Obs. Tomar o cuidado de umedecer bem o solo na região das raízes.

DEFENSIVO DE MACELA (Achyzoclyne satureioides)
FUNÇÃO: controlar pulgões.
INGREDIENTES: macela – um punhado de flores
Água – 2 litros
Ferver 2 litros de água, derramar sobre a macela. Deixar amornar e coar. Aplicação: esta quantidade serve para preparar 10 litros de defensivo, que deve ser pulverizado sobre as plantas.

DEFENSIVO DE ARRUDA (Ruta graveolens)
FUNÇÃO: repelir diversos tipos de insetos e formigas.
INGREDIENTES: folhas – 100 g
Água – 1 litro
Picar as folhas, colocar na água, aguardar 24 h. Depois de pronto coar e misturar a 19 litros de água. Pulverizar sobre as plantas, e nos locais aonde aparecem às formigas.

DEFENSIVO DE ENXOFRE
FUNÇÃO: controle de doenças como o oídio em parreiras de uva, pepino e melancia; controle de pragas como cochonilhas, ácaros, carunchos e gorgulhos (furão);

RECEITA 1: Para pulverização de plantas
INGREDIENTES: enxofre ventilado ou puro – 100 g
Água – 20 litros
Óleo mineral – 20 ml (1%)
Umedecer aos poucos o enxofre até formar uma pasta; depois, acrescentar o restante da água e misturar bem. Após de bem misturado, coloque o óleo mineral, misturando mais uma vez. A solução deve ficar bem misturada. Aplicação: pulverizar as plantas, evitando usar na época de florescimento.

RECEITA 2: Para usar em galpões e barracões contra carunchos e gorgulhos (furão) que atacam os grãos armazenados
INGREDIENTES: enxofre puro – 10 g
Álcool – 25 ml
Misture o enxofre e o álcool. Aplicação: colocar a mistura de enxofre e álcool em uma vasilha (bacia de alumínio) levá-la ao barracão onde estão armazenados os grãos a serem tratados. O barracão deve estar bem vedado para que os gases não escapem. Isto feito por mais três dias e depois abrir para ventilar.
Esta receita serve para fumigar aproximadamente 850 kg de grãos.

ISCAS DE CABAÇAS VERDES
FUNÇÃO: atrair as vaquinhas e evitar o infestamento da lavoura.
Cortar as cabaças ao meio da lavoura. E importante proteger as cabaças do sol e da chuva, para durarem mais. Pedaços de latas ou garrafas plásticas, sem o fundo, podem ser usadas para esta proteção. Aplicação: colocar de 2 a 4 estacas a cada 10 metros quadrados ( 10 metros x 1 metro ou 5 metros x 2 metros), trocar as iscas a cada 7 a 15 dias conforme as condições do tempo e das iscas. Todos os dias: verificar as iscas e esmagar as vaquinhas presentes nelas.

ISCAS PARA MOSCA-DAS-FRUTAS
FUNÇÃO: atrair as moscas e evitar que coloquem ovos, diminuindo, assim o nível de infestação de brocas nas frutas.
INGREDIENTES: vinagre – 1 colher pequena
Açúcar mascavo, mel ou suco de frutas – 700 g.
Água – 10 litros
Misturar os ingredientes. Em uma garrafa plástica fazer 4 furos (um de cada lado) de 2 cm cada na parte mais alta da mesma. Enchê-la até o meio com a mistura. Aplicação: pendurar os frascos nas árvores a mais ou menos 1 metro e meio de altura, sempre do lado que o sol nasce. Distribuir os frascos pelo pomar mais ou menos 2 frascos por planta. Trocar duas vezes por semana.

Fonte: [ CERAC ]