“Independência ou Bike”: Pedal com Rios e Ruas

Renata Falzoni

Independência ou Bike: Renata Falzoni acompanhou a Expedição organizada pelo Sesc Ipiranga em parceria com a galera do Rios e Ruas. Cerca de 40 ciclistas saíram do Museu do Ipiranga em direção ao Jardim Botânico. No caminho cruzaram com o Rio Ipiranga e algumas nascentes que o abastecem.

Mas foi ao final do passeio que os participantes tiveram a oportunidade de conhecer o Córrego Pirarungáua. Após a reforma do Jardim Botânico, em 2008, a nascente foi revitalizada e aberta a visitação do público.

visto em: [ Bike é Legal ]

Feira de Trocas Culturais Sustentáveis

Chamada para o próximo evento da Feira de Trocas Culturais Sustentáveis, dia 6 de setembro, das 9h às 20h, no MAC Niterói.

✨ Venham participar! ✨

A Feira de Trocas Culturais Sustentáveis é um evento que acontece no pátio do Museu de Arte Contemporânea de Niterói, todo primeiro sábado do mês. Esta feira visa uma maior integração entre o museu e a comunidade, através de um evento acolhedor, dinâmico, descontraído e que tem como objetivo contribuir para uma maior conscientização ambiental.

A próxima edição acontece no sábado, dia 06 de setembro, a partir das 09h.

+ infos: [ Mac Niterói ]

Artemísia, a planta do absinto, combate o câncer

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A erva chinesa pouco conhecida pode ser elegível para a crescente lista de assassinos de câncer através de métodos alternativos de tratamento. De acordo com estudos publicados em Life Sciences, Cancer Letters and Anticancer Drugs, Artemisinina, um derivado da planta artemísia comumente usada na medicina chinesa, pode matar células cancerosas, e fazê-lo a uma taxa de 12.000 células cancerosas para cada célula saudável.

“Por si só, a artemisinina é cerca de 100 vezes mais seletivo em matar as células cancerosas ao contrário de células normais. A artemisinina é 34.000 vezes mais potente em matar as células cancerosas ao contrário de seus primos normais. Assim, o processo de marcação parece ter um grande aumento da potência das propriedades anticancerígenas de artemisinina. “- Henry Lai

+ infos (em inglês): [ The Colective Evolution ]

Os cenários fantásticos de Carl Warner

Inspirado em artistas como Salvador Dali e Patrick Woodrofe, o fotógrafo britânico Carl Warner cria cenários fantásticos à partir de alimentos usados no nosso dia-a-dia.

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Com uma equipe de montadores de maquete, designers e estilistas de produtos, Warner, inicia as criações de suas paisagens à partir de um esboço para que depois consiga imaginar qual o melhor ingrediente consegue retratar o seu delineamento inicial.

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Na série “Foodscape”, Carl Warner desenha paisagens convencionais, usando técnicas clássicas de composição, para facilitar a ilusão do espectador de ser uma imagem real à primeira vista. “Depois de alguns segundos, o observador tem a constatação de que a cena é feita de alimento e inevitavelmente, soltam um belo sorriso. Esta, para mim, é a melhor parte”.

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Guardiões de sementes, um resgate do direito à soberania alimentar

Heloisa Ribeiro

Heloisa Ribeiro

Em São Paulo, comunidades tradicionais chegam a trocar até 80 tipos de sementes crioulas nas feiras que acontecem anualmente no local associadas a saberes que só existem em sua cultura e na relação com a floresta tropical

Por Heloisa Bio

A liberdade de produzir sementes garante a autonomia dos agricultores. As variedades ainda mantidas e multiplicadas em regiões como o Vale do Ribeira, em São Paulo, surgem como recuperadoras da diversidade agrícola e, principalmente, da produção de alimentos saudáveis e adequados do ponto de vista ambiental e social. Ali, comunidades tradicionais chegam a trocar até 80 tipos de sementes crioulas nas feiras que acontecem anualmente no local, associadas a saberes que só existem em sua cultura e na relação com a floresta tropical.

Esses agricultores familiares fazem parte das comunidades quilombolas descendentes de africanos escravizados, que no Vale do Ribeira somam a maior parte das comunidades quilombolas do Brasil, com 66 quilombos identificados (mas somente seis com títulos de terra). Trata-se de um dos mais valiosos corredores socioambientais do país, em meio a maior área remanescente de Mata Atlântica (2,8 milhões de hectares), cujo contato direto com a natureza provê os meios para sua subsistência e reprodução cultural.

Pode-se dizer que as roças quilombolas extrapolam a agricultura tradicional, conforme expressam uma riqueza de conhecimentos e práticas a elas associadas, incluindo o envolvimento de homens, mulheres e crianças na atividade. Usam o sistema de corte e queima, conhecido como coivara, em que trabalham o rodízio de áreas de plantio, deixando-as em pousio (descanso ou repouso dado às terras cultiváveis) por anos até voltarem a ser produtivas.

“Há mais de 300 anos já fazíamos a preservação ambiental, nunca plantamos em topos de morro ou próximo aos mananciais, pois lá, roça não vai e não queremos ficar sem água. Após a queima, logo vê a volta das minhocas nas cinzas e das pacas e catetos”, conta Benedita Dias da Costa, do Quilombo Maria Rosa, com 20 famílias, sobre como as roças tradicionais têm garantido a diversidade no Vale do Ribeira, compreendendo altas taxas de regeneração da mata nativa.

Muitos elementos da cultura que só existem ali, a exemplo das variedades crioulas (sementes adaptadas ao ambiente local) e das práticas de troca, perderam-se com a maior proximidade urbana e, principalmente, com as restrições impostas pela legislação ambiental, que a partir de 2000 passou a exigir o licenciamento das roças tradicionais (conforme Resolução da Secretaria Estadual de Meio Ambiente de SP, de 2013).

Nesse contexto, a VII Feira de Troca de Sementes e Mudas Tradicionais das Comunidades Quilombolas, que aconteceu entre os dias 22 e 23 de agosto, com realização pelo Instituto Socioambiental (ISA), surge como um importante esforço para resgatar o conhecimento e a criatividade dos agricultores nas adaptações ao diversificado ambiente do Vale do Ribeira.

No Vale, há mais de 30 variedades de batata-doce, catalogadas recentemente pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), de Registro (SP). As diferentes etapas da roça tradicional, as formas de reprodução e a manutenção das sementes pelas comunidades vêm impedindo que a rica diversidade local se perca.

Nesse sentido, as sementes são um ponto chave para a discussão da preservação socioambiental, onde o objetivo é o potencial de se produzir e preservar diversidade para as gerações futuras e não o debate sobre capacidade de volume de produção. A relação entre as sementes crioulas e a forma de plantio tradicional é direta, pois as variedades devem ser plantadas o ano todo pelas comunidades para se manterem.

“O ideal seria criar uma rede de guardiões de sementes, cujos conhecimentos expressam um histórico genético de séculos de adaptação à natureza local. Ao contrário, hoje somos reféns das grandes corporações do agronegócio, cujas sementes híbridas são cada vez menos adaptadas e empobrecidas”, afirmou Lauro Komuro, pesquisador do Centro Paula Souza, presente no seminário que aconteceu durante a VII Feira.

A promotora de Justiça do Distrito Federal e uma das fundadoras do ISA, Juliana Santilli, destacou que o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional considera alimentação não só o atendimento das necessidades biológicas, mas a sustentabilidade socioambiental na produção, e a valorização das culturas alimentares locais. “O Brasil possui até 55 mil espécies de plantas da agrodiversidade, enquanto isso os produtos processados dos supermercados são quase totalmente baseados em quatro espécies de grãos”, destacou Juliana.

De fato, a relação entre agrodiversidade (expressão para a biodiversidade agrícola) e saberes locais é determinante para a adaptação das variedades de plantas. As experiências como o consórcio de espécies, os melhores dias para o plantio ou os segredos sobre como guardar sementes, garantiram a manutenção de cultivos tão variados no Vale do Ribeira, que segundo o coordenador geral da Associação Brasileira de Agricultura Biodinâmica, Pedro Jovchelevich, “muitas não devem ser conhecidas fora da região”.

As bananeiras dão as tradicionais banana ouro e prata, mas também a banana pacová, vinagre, preta e zinga, enquanto os nomes das variedades expostas na VII Feira revelam o quanto são pouco comuns: feijão bico de ouro, milho palha dura, mandioca manteiga, chuchu fofo, arroz vira lomba, mangarito ou cará mandioca.

“Planto todo ano e hoje estou com 73 anos, então acabo conhecendo a ‘mania’ de cada tipo, o ‘arroz três meses’ se plantar em agosto leva cinco meses para colher, mas se plantar em novembro leva três. E não tem como saber o tipo de arroz olhando só a semente, é preciso plantar e ver se nasce tudo com o mesmo verde”, revela o agricultor Hermes, do quilombo Morro Seco.

Outras experiências de preservação de sementes foram trazidas ao encontro, como a da Rede de Sementes do Xingu, criada há sete anos para atender a necessidade de restauração de áreas no Mato Grosso e, hoje, um caso de sucesso na manutenção de espécies florestais. Quando surgiu, contava com dez coletores de sementes que, aos poucos transmitiram conhecimentos aos novos interessados. Atualmente são 350 coletores (indígenas, da agricultura familiar e coletores urbanos).

Em sete anos, o projeto possibilitou uma renda de R$ 1,2 milhão para as famílias envolvidas com a venda das sementes florestais para recuperação de Áreas de Preservação Permanente, Reservas Legais e áreas de compensação ambiental, além do impacto político, de fortalecimento dos grupos locais numa região de graves conflitos sociais.

Já a fundação francesa Kokopelli, que resgata e reproduz sementes orgânicas no mundo, conseguiu catalogar em 20 anos de atividade cerca de 2,5 mil espécies da agrodiversidade, mostrando a possibilidade de criar adaptações de variedades em diferentes ecossistemas.

“Trabalhamos as variedades da chamada ‘polinização aberta’, que se desenvolvem com base nas condições locais, tornando-se cada vez mais diversificadas. Já as monoculturas buscam proteger uma única espécie agrícola e, com isso, eliminam a cadeia alimentar que a sustenta, microrganismos, insetos e outras plantas”, finaliza Clayton França, representante da Associação Kokopelli Brasil.

Fonte: [ Brasil de Fato ]

SiSTSP – Orquídea Pato-voador (Caleana major)

NOME CIENTIFICO: Caleana major
NOME(S) POPULAR(ES): Orquídea Pato-voador
FAMILIA (Cronquist): Orchidaceae
FAMILIA (APG): Orchidaceae
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A orquídea pato-voador é uma planta herbácea, terrestre e sua flor, como o próprio nome diz, lembra um pequeno pato em pleno vôo.

Por seu pequeno porte, e cores não chamativas, é bastante difícil encontrá-la na natureza.

Infelizmente ainda não foi possível cultivar ou propagar a orquídea pato-voador em viveiro, visto que suas raízes tem uma estreita relação simbiótica com um fungo que só cresce no seu habitat.

O fungo parece ser responsável por proteger a orquídea de infecções, de forma que ao tentar cultivá-la longe do seu ambiente natural, ela perece rapidamente.

Portanto, como a orquídea pato-voador é dificilmente avistada, é bem provável vê-la apenas em fotografias.[2]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=16554
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 29/08/2014 13:29:01, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Orquídea Bebê-no-Berço (Anguloa uniflora)

NOME CIENTIFICO: Anguloa uniflora
NOME(S) POPULAR(ES): Orquídea Bebê-no-Berço
FAMILIA (Cronquist): Orchidaceae
FAMILIA (APG): Orchidaceae
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A orquídea Anguloa uniflora se caracteriza pelo tamanho grande e perfil fino ideal para o cultivo em vasos cilíndricos altos.

Este tipo de orquídea cresce em climas quentes e ostenta um “tronco” verde escuro que carrega duas a três folhas decíduas, cada uma tendo de 15 a 25 centímetros de comprimento, e dois bulbos elípticos.

A haste em si, frequentemente atinge alturas de cerca de 60 centímetros.

A flor em forma de tulipa, de espessura grossa e macia exala um aroma perfumado e é conhecida como uma orquídea de longa duração, tornando-a uma boa opção para presente.
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=372169
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 29/08/2014 12:06:08, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Orquídea Sapatinho (Cypripedium calceolus)

NOME CIENTIFICO: Cypripedium calceolus
NOME(S) POPULAR(ES): Orquídea Sapatinho
FAMILIA (Cronquist): Orchidaceae
FAMILIA (APG): Orchidaceae
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O gênero Cypripedium realmente merece um capítulo à parte em qualquer narrativa sobre orquídeas terrestres.

São plantas terrestres que crescem em áreas de clima frio em grande parte do hemisfério norte. Algumas espécies crescem até no Alaska e Sibéria, um habitat extremamente frio para quase todas as outras orquídeas.

As plantas têm uma aparência exótica e das cerca de 45 espécies no mundo alguns podem ser cultivadas com sucesso em jardins em regiões com climas frios de inverno.

Com um pouco de cuidado especial, em solo bem drenado e semi-sombra, várias espécies e muitos híbridos modernos podem viver por muitos anos, assim como outras plantas perenes jardim crescendo em plantas cada vez maiores a cada ano.

Infelizmente, a beleza e a raridade da Cypripediums tem inflamado um comércio ilegal rentável em plantas de origem selvagem.

A maioria dos países hoje em dia tentar regular esse comércio com mais ou menos sucesso.

É lamentável que muitos entusiastas de horticultura têm contribuído para este comércio ilegal, quer conscientemente ou por ignorância.

Por estas razões, é um forte incentivo para propagar plantas Cypripedium artificialmente, não só não só para crescer um maior número de exemplares a preços mais razoáveis, mas também para a produção de híbridos Cypripedium incríveis modernas, que tornam as plantas selvagens menos atraente comercialmente.

Deveria ser normalmente encontrada em brejos, pântanos e prados úmidos.
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=17179
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 29/08/2014 05:26:41, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Tansagem (Plantago major)

NOME CIENTIFICO: Plantago major
NOME(S) POPULAR(ES): Tansagem, tanchagem-maior, tanchagem, língua de vaca, plantagem, tranchagem, cinco-nervos, erva-de-orelha, sete-nervos, tranchás, transage
FAMILIA (Cronquist): Plantaginaceae
FAMILIA (APG): Plantaginaceae
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Nativa do Velho Mundo, se encontra nas Antilhas, Estados Unidos, Bermudas, América Central e do Sul; naturalizada em Cuba, cresce silvestre em lugares frescos por todo o país.

As partes aéreas da tanchagem possuem elevados teores de mucilagem (polissacarídeos), taninos, glicosídeosiridóides, incluindo aucubina e catalpol, ácido salicílico, ácidos fenólicos carboxílicos, flavonóides (apigenina e luteolina) e minerais incluindo zinco e potássio.

Possui propriedades adstringente, antibacteriana e emoliente, favorecendo a eliminação de catarro do trato respiratório e a melhora em casos de bronquite crônica.

Atua auxiliando no tratamento de inflamações da mucosa oral e faríngea.[7]

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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=22615
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 27/08/2014 13:12:56, por Anderson Porto.
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Drugo

Drugo é um dragão que vive em um reino e vive cercado por pessoas. O relacionamento com ele as faz faltarem ao trabalho, esquecerem da família, se tornarem mais violentas. Até que um dia, o Rei resolve combatê-lo e decide que a melhor forma de afastar as pessoas de Drugo é bani-lo do reino.

Como era inimigo do Rei, o governante usou toda força possível em seu combate. O dragão teve de se esconder e essa situação deu origem a grupos armados que passaram a lucrar com as visitas feitas a ele às escondidas, gerando crimes e corrupção.

Entretanto, à medida que a violência aumentava, mais forte o dragão ficava. Até que um dia, pensadores se organizaram para discutir qual a melhor forma de estabelecer uma convivência pacífica entre Drugo e o reino, já que viver sem ele por perto era uma utopia.

http://www.globalcommissionondrugs.org/