Palestra sobre Alimentação Viva / Biochip, com Ana Branco

Ana Branco é professora do Departamento de Artes da PUC-Rio desde 1981 e orientadora do grupo BioChip. Em sua fala no TED, ela explica a Alimentação Viva, uma forma de alimentação baseada em alimentos naturais crus, frescos e secos (e em seguida hidratados).

Comparando a um chip de computador, que precisa de moléculas de água para armazenar informações, ela defende que através dos alimentos crus e vivos, nós temos acesso às últimas informações enviadas pelo Sol à Terra. No final, ainda demonstra como essa experiência pode ser prazerosa preparando um suco com vários vegetais crus e brindando à vida!

Rifa de Mudas Frutíferas

rifa_frutiferas_flora_monte_claro_tsp

[ CLIQUE AQUI PARA COMPRAR SUA RIFA ]

Você escolhe 01 muda e compra quantas rifas desejar.
O sorteado recebe em casa a muda que escolher.(*)

MUDAS DISPONÍVEIS(*):

LARANJEIRAS
Abacaxi
Açúcar
Champagne
Lanelate
Lima
Natal
Navelina
Pêra IAC
Sanguínea de Mombuca

TANGERINEIRAS
Clemenules
Mexerica do Rio
Mexerica (Comum Enxertada)
Montenegrina (Tardia)
Murcott (Tardia)
Okitsu (Precoce s/ semente)
Ponkan

LIMEIRAS ÁCIDAS
Fortunella
Xim Xim (Doce)
Lima da Pércia (Doce)
Limão Cravo (Tempero)
Limão Galego
Limão Siciliano (Suco)
Limão Tahiti

CAQUIZEIROS
Caqui Comum
Caqui Kioto
Caqui Fuyu

MACIEIRA
Maçã Ana(Vermelha)
Maçã Julieta(Vermelha)
Maçã Eva (Vermelha)
Maçã Fuji (Vermelha)
Maçã Gala (Vermelha)
Maçã Golden (Verde)

FIGUEIRAS
Figo Branco
Figo Roxo de Valinhos

AMEIXEIRAS
Amarelinha
Coração de Boi
Irati
Letícia
Pluma 7
Reubennel
Roxa Comum

PEREIRAS
Pêra Branca (Mole)
Pêra D’água (Mole)
Pêra Hossui (Mole)
Pêra Kaifer (Dura)

PESSEGUEIROS
Chiripá
Coral
Diamante
Eragil
Ouro
Mel
Precocinho
Premier

FRUTÍFERAS DIVERSAS
Araça
Canela Doce
Castanha Portuguesa
Cereja
Cravo da Índia
Framboesa
Guabiroba
Ingá
Jaca
Louro Tempero
Marmelo Doce
Nogueira Pecã
Romã
Uvaia

(*) sujeito à disponibilidade de mudas em estoque

SiSTSP – Capim-carona (Elionurus muticus)

NOME CIENTIFICO: Elionurus muticus
NOME(S) POPULAR(ES): Capim-carona, Capim-cheiroso
FAMILIA (Cronquist): Poaceae
FAMILIA (APG): Poaceae
=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-
É uma das gramíneas mais abundantes na porção centro-meridional do Pantanal matogrossense, que tem como principal característica o solo pobre e os constantes alagamentos.[3]

Possui propriedades antimicrobianas.
=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-
ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=38692
=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-

=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-
| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis
| Projeto Tudo Sobre Plantas
=-=-
Registro atualizado em: 09/07/2014 16:59:04, por Anderson Porto.
=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-

Bebida ‘estranha’ feita com nabo japonês poderia curar infecções e a gripe suína

550

A bebida probiótica é feita a partir de um tradicional nabo japonês em conserva.

Ele teria a capacidade de prevenir a gripe, dizem os cientistas. Uma nova pesquisa sugere que as moscas que ‘lambem’ o nabo, tornam-se imunes a alguns microrganismos graças aos Lactobacillus encontrados em uma conserva de nabo japonês, também chamado de Suguki. Além disso, estima-se que ele possa combater vírus.

Pensa-se que essas bactérias possam impedir que as cepas mais virulentas da gripe, bem como a H1N1 (conhecida como gripe suína) e a H7N9 (a gripe aviária descoberta recentemente na China) infectem o corpo humano.

A bebida contém a cepa KB290 e ela está sendo estudada em seres humanos e em ratos. Os fãs do vegetal alegam há muitas décadas que o nabo japonês tem propriedades de ‘superalimento’, mas somente agora os pesquisadores tiveram a curiosidade de pesquisá-lo em laboratório.

Naoko Waki, que pesquisou as bactérias do nabo da empresa Kagome, disse: “Nossos resultados mostram que, quando uma determinada cepa de bactéria (Lactobacillus brevis) é engolida por camundongos, os pequenos mamíferos ganham propriedades protetoras contra infecções de vírus da gripe”.

Os resultados do estudo foram publicados no jornal Letters in Applied Microbiology. Eles mostram que uma classe de açúcares chamada exopolissacarídeos forma uma camada que protege as bactérias contra o suco gástrico dos animais, permitindo passarem vivas até o intestino.

“Sabemos que os exopolissacarídeos têm efeitos imunológicos em outras bactérias semelhantes, por isso nós queremos saber se os mesmos encontrados na KB290 (Lactobacillus brevis) são os responsáveis pelo efeito que observamos”, disse Waki

A pesquisa mostrou que as bactérias estimularam o corpo dos roedores a produzirem mais anticorpos para combater a gripe.

Fonte: [ Jornal Ciência ]

Visão Global – Uma Nova Perspectiva de Nosso Planeta

“Quando olhamos para baixo sobre a Terra a partir do espaço, vemos este indescritivelmente belo planeta”, diz o astronauta Ron Garan em um curto documentário lançado no final do ano passado, chamado Visão geral. “Parece que um organismo vivo e respirando. Mas também, ao mesmo tempo parece extremamente frágil.”

Na verdade, essa perspectiva surpreendente, apelidado de “efeito visão geral ‘, pode ser o legado mais duradouro da viagem espacial – a sensação de uma casa que está intimamente compartilhada com todos.

“Nós todos estamos basicamente vivendo em um presente ecossistema chamado Terra”, Garan acrescenta. “E tudo que você faz em um lado do ecossistema afeta o outro lado.”

CTNBio libera experimentos a campo com mosca das frutas transgênica e preocupa importadores europeus

Tephritidae_Ceratitis_capitata,_male

A CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança) autorizou, em abril deste ano, a realização de experimentos a campo com mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) geneticamente modificada. Os experimentos envolvem a liberação de milhões de insetos transgênicos em pomares brasileiros. A data para o início dos testes ainda não foi anunciada.

Espera-se que, quando liberados, os insetos transgênicos cruzem com insetos “selvagens” e que as larvas fêmeas geradas por esses cruzamentos sejam incapazes de atingir a fase adulta. Contudo, muitos dos insetos gerados através desse cruzamento morrerão na fase larval dentro das frutas. O objetivo da tecnologia é reduzir a população natural de moscas das frutas, que atacam pomares de diversas espécies. Mas para que se possa atingir este objetivo a proporção de insetos transgênicos no ambiente deve ser 10 vezes maior do que a população selvagem, o que demandaria a liberação de milhões de insetos transgênicos.

O Brasil é um grande exportador de frutas como melão, manga, uva, maçã, mamão-papaia e ameixa, sendo a Europa seu maior comprador. Em 2013 a Inglaterra e a Holanda foram responsáveis por quase dois terços das exportações, seguidas pela Espanha, EUA, Alemanha, Portugal, França, Uruguai, Emirados Árabes, Canadá, Bangladesh, Itália e Argentina.

No Reino Unido, a ONG GeneWatch está divulgando um alerta sobre o fato de que, com a liberação concedida pela CTNBio, as frutas importadas do Brasil poderão conter larvas transgênicas não autorizadas na Europa.

Na Europa vigora a exigência de que alimentos contendo organismos geneticamente modificados tenham sua segurança avaliada e sejam rotulados, embora nenhum procedimento específico tenha sido adotado até agora para identificar a presença de larvas transgênicas em frutas importadas. Além disso, como alerta a ONG, como o mecanismo genético que determina a morte das larvas só afeta as fêmeas, larvas transgênicas macho podem ainda ser transportadas vivas dentro das frutas.

Genetically modified maggots expected in fruit imports after go-ahead for Brazil GM fruit fly experiments – GeneWatch UK, 04/06/2014

Reunião da CTNBio

(via Boletim AS-PTA)

Legalização da maconha acabou com tráfico de drogas no Uruguai

legalizacao-maconha-acabou-trafico-uruguai-560

Redação – Agência Senado

No Brasil, o primeiro debate para tentar definir se a regulamentação do comércio e uso da maconha deve ser discutida como um projeto de lei no Senado aconteceu na segunda-feira (2).

O principal convidado à audiência, o secretário Nacional de Drogas do Uruguai, Julio Calzada, destacou o efeito positivo da legalização do comércio da droga sobre a criminalidade no país. Segundo ele, o narcotráfico e os crimes correlatos foram destruídos no país com uma série de medidas descriminalizadoras. Ele ressaltou que o Uruguai despenalizou o uso de drogas há 40 anos e a evolução do consumo e seus aspectos colaterais são semelhantes aos dos países que ainda criminalizam o uso.

“Temos a convicção de que um país que alcança a cidadania plena é aquele que melhor convive, e não necessariamente o que mais reprime”, afirmou.

Calzada destacou, contudo, que a liberação exige educação para evitar o hábito do consumo. No Uruguai, desde 2006, o mercado do tabaco tem sido regulado pelo Estado, com proibição da publicidade. Como resposta, o consumo de tabaco, que era de 31% entre meninos e adolescentes em 2006, caiu a 12% em 2012.

No caso da maconha, há também normas para o controle do consumo, com o registro dos usuários no momento da compra e limites para o plantio. Uma pessoa pode ter até seis pés de maconha em casa, longe de crianças, e pode haver clubes de até 45 membros com 99 plantas.

“A maioria das pessoas não vai querer plantar em casa, mas pode recorrer ao comércio legal. Isso é respeitar os direitos humanos. Mas entendemos que a maconha precisa ter controle, porque tem riscos para a saúde. É preciso uma intervenção direta do Estado para garantir que o marco legal seja respeitado, assim como seus limites”, disse Calzada.

Como ressaltou, o Uruguai acabou com o narcotráfico, mas há a consciência de que não existe a possibilidade de um mundo sem drogas. “E por que a pessoa que deseja usar a maconha para fins medicinais ou recreativos precisa se envolver com o narcotráfico, com pessoas sem escrúpulos, com a máfia? O fenômeno do narcotráfico é absolutamente econômico. No Uruguai, o mercado de maconha representava 90% das drogas ilegais em narcotráfico”.

ENQUANTO ISSO, NO BRASIL…

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF), responsável por elaborar parecer na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) à sugestão popular que define regras para o uso recreativo, medicinal e industrial da maconha fez questão de ressaltar que regulamentação não é liberação. “Nosso desafio é quebrar o tráfico e eliminar a necessidade de drogas para satisfazer o vazio que cada um sente e que leva ao uso”, disse.

Pela sugestão, enviada pelo Portal e-Cidadania, seria considerado legal “o cultivo caseiro, o registro de clubes de cultivadores, o licenciamento de estabelecimentos de cultivo e de venda de maconha no atacado e no varejo e a regularização do uso medicinal”.

Entre os que acompanhavam o debate no Senado, houve muito mais opiniões contrárias do que favoráveis à regulamentação da maconha. Por outro lado, as manifestações dos internautas pela página interativa da audiência pública foram mais favoráveis à liberação do consumo.

Fonte: [ Planeta Sustentável ]