Arquivo do mês: abril 2006

ESALQ realiza simpósio de plantas oleaginosas para Biodiesel

O segundo “Simpósio do Agronegócio de Plantas Oleaginosas: matérias-primas para o biodiesel” será realizado na Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (USP/ESALQ).

Promovido pelo Departamento de Produção, o evento ocorrerá durante os dias 9 e 10 de maio, nas dependências do anfiteatro do Pavilhão de Engenharia.

O encontro visa promover a exposição e o intercâmbio de conhecimentos voltados à produção nacional de combustíveis vegetais, com ênfase na capacidade nacional de produção agrícola, na qualidade de matérias-primas para a obtenção do biodiesel e no potencial agroindustrial em larga escala.

O simpósio será dividido em três grandes módulos. O primeiro versará sobre o “Plano Nacional de Agroenergia e Matérias-Primas Potenciais”. O segundo módulo abordará “Matérias-Primas e Qualidade do Biodiesel”. O terceiro dará destaque às “Estratégias da Iniciativa Privada para Utilização do Biodiesel”.

O evento é voltado para pesquisadores, professores, estudantes e empreendedores. Porém, deve interessar também aos produtores de matérias-primas para biodiesel, fornecedores de máquinas e equipamentos para produção e processamento industrial.

A programação completa do seminário e mais informações no site [ http://www.ciagri.usp.br/~simpol/ ].

Fonte: USP

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Reposição de mudas na orla marítima irá conter avanço da areia em calçadas

27/04/2006 – 11:02h

SÃO LUÍS – Uma reposição florística da orla marítima deve ser feita para conter o avanço das dunas nas praias da capital. O trabalho feito com o plantio de mudas de salsa foi concluído na avenida Litorânea e iniciado no Olho d’Água.

Sem vegetação, a areia da praia estava avançando sobre a calçada em vários pontos da orla marítima de São Luís. A remoção diária da areia – que causava transtornos a pedestres e dificultava o tráfego de veículos – tornou-se um trabalho oneroso para a superintendência de Limpeza Pública da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), o que motivou o projeto de reposição florística.

Os agentes do Impur utilizam a salsa da espécie Ipoméa fistulosa, a que mais se adapta às áreas de praia. As mudas são coletadas em terrenos baldios na Ponta d’Areia, no Olho d’Água e no Calhau, e depois de selecionadas são replantadas a 30 metros das calçadas que separam a areia das vias asfaltadas, com espaçamento de 20 a 30 centímetros entre as plantas. E não é usado qualquer produto químico nesse processo.

Na avenida Litorânea o plantio já foi concluído. Em 6 mil metros quadrados foram plantadas 60 mil mudas que são constantemente irrigadas. “O índice de rebrota (produção de novos ramos da salsa) é de 90% e a área trabalhada deve estar totalmente revestida pela planta em um prazo que varia de 120 a 150 dias”, explica o engenheiro agrônomo Jonas Monroe dos Santos, que coordena o projeto de contenção das dunas.

Jonas Monroe ressalta que, para o sucesso do projeto, é necessária a colaboração dos pedestres e dos condutores de veículos, já que tem sido necessária a reposição das mudas que são pisadas no final de semana. Ele citou como exemplo a colaboração da moradora Romain Melo, que fez o plantio das primeiras mudas de salsa na área onde foi iniciado na última quarta-feira (26) o trabalho dos agentes do Impur, no Olho d’Água.

“Com o sucesso dessa iniciativa, haverá uma melhoria socio-ambiental e estética da orla marítima”, finalizou o engenheiro.

fonte: [ link ]

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Projeto Linha Verde – Trem do Corcovado

O Trem do Corcovado inaugura no dia 23 de maio, às 9hs., o Projeto LINHA VERDE. Trata-se de um projeto de revitalização da área da encosta da via férrea com plantas tropicais e nativas, esculturas, sinalização e um programa cultural contextualizando áreas e fatos históricos da região.

O projeto abrange quatro aspectos básicos: paisagismo, sinalização, esculturas e informação ecológica que será fornecida aos turistas que estiverem visitando o Corcovado. A intenção de Marília Neves, Presidente da Estrada de Ferro Trem do Corcovado, é fazer dos 22 minutos de viagem do Cosme Velho ao Alto do Corcovado, um percurso histórico e fantástico.

Assim surgiu o Projeto LINHA VERDE.

“A idéia central foi fazer do trajeto do Trem do Corcovado uma atração diferenciada e rica em informações importantes e divertidas para os turistas, transformando o meio de transporte num novo conceito de viagem, com seu percurso cheio de curiosidades”, afirma Sávio Neves. Ele ainda afirma que o Projeto LINHA VERDE é como se fosse uma galeria em percurso a céu aberto, onde o panorama da flora e da fauna são representados em meio aos destaques da região.

Com o apoio da artista plástica e paisagista Janaína André, a Estrada de Ferro do Corcovado elaborou um informativo sobre fatos históricos do Rio de Janeiro, aspectos ecológicos da Mata Atlântica, cultura nacional e outras curiosidades para atender o interesse dos diversos turistas que receberão esse programa de viagem, a partir de maio, ao embarcarem no Trem do Corcovado.

Ao todo são dez jardins temáticos com características próprias conforme a localização e os elementos dispostos em cada um deles, como plantas e esculturas. Cada jardim está minuciosamente sinalizado por placas ao longo da via. A sinalização também aponta pontos geográficos, estações e árvores de destaque.

  1. Jardim Mil Flores – Diversas flores e plantas exóticas trazem um colorido ao longo da via férrea onde há também uma árvore esculpida pelo artista plástico Otávio Avancini que homenageia tribos indígenas que habitavam a região do e ntorno do Corcovado em tempos coloniais. Trata-se do primeiro monumento instalado na Estrada Férrea do Corcovado.

    A escultura “Cadê Cunhambebe?” ocupará o primeiro jardim temático do trajeto. “Cunhambebe” foi o primeiro índio tupinambá líder da confederação dos tamoios a assinar, em 1563, um tratado de paz junto ao Governo Português. Para simbolizar esse herói esquecido na história, Otávio Avancini idealizou a imagem de um peixe que mergulha para a terra buscando suas origens. O caminhar para as profundezas da terra em busca da ancestralidade estabelece uma rica contraposição com a imagem do Cristo Redentor que abre seus braços para a cidade no seu movimento para o céu.

    [img:escultura_no_corcovado.jpg,full]

  2. Jardim Tropical – Foram plantadas mais de 200 árvores frutíferas cultivadas no país e, inclusive, pés de café para lembrar que, em tempos Imperiais, grandes cafezais se localizavam nesta região.
  3. Jardim das Helicônias – Esse jardim expõe uma coleção de ‘Musaceae’ (família das bananeiras) que dificilmente se encontra em países frios. São flores exóticas de peculiar beleza e atualmente de grande interesse no mercado de exportação.
  4. Jardim Silvestre – Neste jardim, diversas árvores nativas da Mata Atlântica que representam a fauna da região foram plantadas e sinalizadas enquanto esculturas desenvolvidas por Betto Almeida e Janaína André.
  5. Jardim Burle Marx – Este jardim foi idealizado em homenagem ao importante paisagista moderno e contou com o apoio do Sitio Roberto Burle Marx que, gentilmente, nos cedeu o projeto.
  6. Jardim Entre Pontes – Bromélias rupestres foram instaladas em uma área entre as duas Pontes que se encontram ao longo do caminho: a Ponte das Velhas e a das Caboclas.
  7. Jardim Folclórico – Esculturas de figuras folclóricas que defendem a mata e a floresta foram instaladas inspirando a consciência ecológica e a preservação da natureza.
  8. Jardim Paineiras – Ao longo da tradicional Estação Paineiras, um colorido jardim estampa variadas flores e replanta a referida espécie Paineira, hoje pouco existente naquela região.
  9. Jardim Árvore Grossa – Destaca um centenário Jequitibá e outras árvores e arbustos de floração nativas da Mata Atlântica.
  10. Jardim de Todos Os Santos – Imagens de seis santos e de Nossa Senhora Aparecida, a Padroeira do Brasil, reforçam o apelo religioso que envolve a imagem do Cristo Redentor.

(release enviado por email)

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Agrotóxicos: veneno destrói anos de pesquisa em horto medicinal no Mato Grosso, Brasil

Para a população de Lucas do Rio Verde (MT) farão falta as plantas medicinais utilizadas pelo Horto Medicinal da Fundação Instituto Padre João Peter, danificadas pela utilização criminosa de agrotóxicos, uma vez que era a partir delas que a bióloga Lindonésia Andrade preparava os medicamentos que servia gratuitamente aos doentes carentes da cidade que a procuravam

Leia a reportagem de Paulo Machado, enviado especial da Agência Brasil, e comentário da revista Consciência.Net, em abril de 2006

O segundo maior produtor de grãos do Brasil, o município de Lucas do Rio Verde, sofreu um acidente ambiental dentro de sua área urbana. As casas, as plantas frutíferas, ornamentais e medicinais, e as próprias pessoas ficaram expostas aos efeitos de uma pulverização ilegal de agrotóxicos. Segundo a associação de pequenos produtores, sindicatos locais e especialistas, o veneno era um herbicida dessecante para apressar a colheita da soja, cultura que trouxe os lucros para os grandes produtores da região.

Despejado irregularmente com um avião monomotor no início de março, o veneno é amplamente utilizado na monocultura da soja. O produto pode causar imediatamente vômitos, diarréias, dores de cabeça e, a longo prazo, até câncer. Para debater os efeitos do grande uso dos agrotóxicos, a Agência Brasil publica, a partir de hoje (13/4), uma série de reportagens sobre a contaminação, os efeitos dos venenos, a investigação do crime na cidade e o modelo de desenvolvimento baseado no agronegócio.

O estrago se estendeu desde as dezenas de pequenas hortas particulares, plantas frutíferas e ornamentais, o Horto de Plantas Medicinais, ligado à Fundação Padre Peter, e até as pessoas, que se queixaram de diarréias, vômitos e urticárias. Cerca de uma semana depois do acidente, dois especialistas chegaram ao município para avaliar o impacto do acidente ambiental: Wanderley Antonio Pignati, mestre em saúde coletiva da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), e o engenheiro agrônomo James Cabral da Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (Fase).

Para ler a reportagem completa, < clique aqui >

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O homem e o seu ambiente

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Quem viver no campo terá que se empenhar em poupar a terra, e não explorá-la.

Deverá procurar conservar e até aumentar a fertilidade do solo.

Observando o campo, aprenderá que não faz parte da ordem natural das coisas praticar uma só cultura, ou manter uma só espécie de animais no mesmo pedaço de terra.

Dará preferência ao maior número possível de espécies vegetais e animais.

Deixará mesmo (se puder ou quiser) uma parte da sua terra sem cultivar, para que nela possa desenvolver uma vida verdadeiramente selvagem.

Pensará sempre, e em cada instante, nas necessidades da sua terra, julgando cada planta e cada animal pelo efeito benéfico que exercem um sobre o outro e sobre a terra.

E, sobretudo, terá plena consciência de que quando intervém na corrente da vida, de que ele próprio é um elo, o faz correndo riscos, pois não deve perturbar o equilíbrio natural da vida.

fonte: Guia Prático da Auto-Suficiência de John Seymour

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Primeiro contato imediato

Tudo Sobre PlantasSejam bem vindos ao novo espaço do Tudo Sobre Plantas, nosso diário de notícias em formato Blog.

Aqui será um espaço multi-disciplinar e com diversas seções criadas por nossos colaboradores, editores, autores e usuários.

A missão deste blog é informar com qualidade, sobretudo quando assuntos, normalmente ignorados pela cobertura jornalística televisiva, se mostrarem incompletos ou faltarem informações necessárias e importantes.

Aqui terá espaços com dicas de jardinagem, agendas para veiculação de eventos, dicas de blogs e websites ligados à plantas e meio ambiente… Tudo produzido e organizado por quem entende do assunto.

Seja bem vindo, até a próxima atualização, quando iniciaremos de modo definitivo.

Tudo de bom,

Anderson Porto
http://www.TudoSobrePlantas.com.br

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