Arquivo do mês: agosto 2006

Plâncton é menos eficaz do que se acreditava na absorção de CO2 no Pacífico

Plâncton é menos eficaz do que se acreditava na absorção de CO2 no Pacífico

O fitoplâncton pode ser consideravelmente menos eficaz do que os cientistas acreditavam até agora na absorção do gás carbônico no oceano Pacífico, de acordo com um estudo divulgado nesta quinta-feira pela revista britânica Nature.

A cada ano, estas minúsculas plantas marinhas que se alimentam principalmente de dióxido de carbono (CO2) em águas tropicais do Pacífico, absorveriam uns 2,5 milhões de toneladas a menos que o indicado em estudos anteriores, afirmam os pesquisadores da universidade americana Corvallis (Oregon) liderados por Michael Behrenfeld.

Os cientistas consideram ainda que a quantidade de carbono absorvido pelo plâncton no oceano Pacífico, que libera mais CO2 na atmosfera que em qualquer outra parte do globo, poderia ser superestimado pelos estudos com base em imagens de satélite.

Michael Behrenfeld e sua equipe coletaram amostras de plâncton nesta região durante doze anos se baseando na fluorescência emitida por estes organismos para avaliar o crescimento.

Fonte: [ Terra Notícias ]

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Infestação de plantas aquáticas atinge Rio Paraíba em SP

Prefeitura de São José dos Campos gastará R$ 145 mil para combater a infestação conhecida como capituva

Simone Menocchi

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS – O Rio Paraíba do Sul, no trecho paulista, está sofrendo uma infestação da vegetação chamada popularmente de capituva. Alimentadas pelo esgoto doméstico jogado no rio e pelo lixo, as plantas aquáticas têm caules grossos, se proliferam rapidamente e ameaçam as estruturas das pontes de pelo menos doze municípios da região. Em São José dos Campos a prefeitura anunciou nesta segunda-feira, 28, que vai gastar R$ 145 mil para limpar um trecho do Paraíba e dele tentar tirar a capituva. O processo de licitação deve ter início na quarta-feira.

Na ponte Minas Gerais, acesso ao bairro Alto da Ponte, em São José dos Campos, os moradores já se cansaram de reclamar e lamentam tanta sujeira. “Outro dia eu vi um boi caído aí. Ele ficou debaixo da planta e morreu”, contou o aposentado José Aparecido da Silva, que todos os dias passa pela ponte, onde a vegetação avança. “Antes a gente pescava aos montes, agora é só poluição e mau cheiro”, reclama o aposentado, que mora há 66 anos no local.

A capituva – que também é conhecida por alface d´água – ainda retém o lixo no rio, jogado freqüentemente pelos próprios moradores, o que torna o problema ainda maior. Para o ex-pescador, a “sujeirada” virou até atração turística. “Todo mundo para pra ver essa tristeza.”

No ano passado, as cidades de Tremembé e Caçapava também tiveram problemas nas pontes dos municípios, que chegaram a ser interditadas por causa das plantas aquáticas.

O problema é recorrente e, por este motivo, o diretor da Agência Nacional de Águas (ANA), Oscar de Moraes Cordeiro Neto, e o Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee), convocaram doze municípios, entre eles São José dos Campos, Jacareí, Taubaté e Guaratinguetá, para uma reunião na próxima sexta-feira, 1º de setembro, às 10 horas, em Jacareí.

A ANA considera grave o problema da proliferação das plantas aquáticas que se alastram também por causa da alta concentração de esgoto doméstico no Paraíba do Sul. Atualmente, um bilhão de litros de esgotos domésticos, praticamente sem tratamento, são despejados diariamente nos rios da bacia do Paraíba e 90% dos municípios da bacia não contam com estação de tratamento de esgoto.

Fonte: [ Estadão ]

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Jamelão pode combater câncer

Raquel Lima, da Agência Anhanguera*/Especial para BR Press

(Campinas/SP, BR Press) – O mesmo pigmento que dá ao jamelão (também conhecido como “jambolão”) o inconveniente de manchar as mãos, os tecidos das roupas, os calçamentos das ruas e a pintura dos carros apresenta um potencial para destruir células cancerígenas. É o que mostra uma pesquisa realizada em laboratório pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O estudo constatou que o extrato da fruta que contém antocianinas, substâncias presentes na pigmentação, levou à morte uma média de 90% das células leucêmicas. Os testes foram realizados ainda em células sadias, das quais 20% morreram.

O que os pesquisadores querem descobrir agora é se a morte foi causada pela substância na sua forma original ou em razão de um produto metabólico. “Ainda há um longo caminho a ser percorrido e muitos estudos a serem feitos. No entanto, estamos empolgados com o resultado”, declarou a pesquisadora Daniella Dias Palombino de Campos. “Utilizamos dierentes concentrações do extrato e chegamos a um ponto ideal. Mas outros estudos são necessários para esclarecer os mecanismos envolvidos”, completou Daniella.

De acordo com a professora Adriana Vitorini Rossi, do Instituto de Química (IQ) e orientadora da pesquisa, o jamelão apresenta uma característica própria em relação a frutas como jabuticaba, amora e uva, que também possuem antocianinas. “Antocianina é uma classe de moléculas diversificadas, mas com esqueleto comum. Geralmente as frutas apresentam, em média, oito tipos de antocianinas. Já o jamelão apresenta apenas três. Quanto menor o número de moléculas, mais fácil fica o estudo”, explicou a professora do IQ. Os ensaios biológicos contaram com a colaboração da professora Carmem Veríssima Ferreira, do Laboratório de Bioquímica, e de Hiroshi Aoyama, do Instituto de Biologia.

Desde 1998, as frutas que contêm antocianinas são estudadas pelo grupo de Adriana. Desde então, surgiram muitos resultados, que renderam inclusive uma maior aproximação co a indústria por meio de convênio. No momento, as pesquisas do grupo concentram-se em desenvolver e caracterizar extratos para aplicação industrial.

Outras propriedades

Pesquisa realizada no Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) da Fiocruz revelou que o chá da folha do jamelão não só combate à inflamação como também tem ação antialérgica, com propriedades semelhantes às da dexametasona, corticóide comum no uso contra casos de alergias.

Além do jamelão, foram estudadas quatro espécies da família Myrtacea: Eugenia aquea (um tipo de jambo), E. involucatra (cereja-do-Rio-Grande), E. brasiliensis (grumixama) e E. sulcata (tipo de pitanga).

Resultados em cobaias

Os pesquisadores injetaram na pata de camundongos uma substância química que induz a um processo de inflamação, provocando um inchaço no local. Em quatro horas, o extrato aquoso da folha de cada uma das cinco plantas analisadas se mostrou capaz de reduzir o inchaço em cerca de 50%, de acordo com a Fiocruz.

Em outro expeimento, as patas das cobaias receberam uma substância indutora de um quadro que simula uma reação alérgica, o que também gerou um inchaço. Neste ensaio, a administração oral dos extratos não surtiu efeito benéfico significativo, exceto no caso do jamelão, cujo chá, depois de meia hora, permitiu uma redução de cerca de 80% do inchaço.

Para confirmar esse achado sobre a ação antialérgica do jamelão, foram feitos outros testes, desta vez com camundongos alérgicos à albumina (tipo de proteína encontrada no ovo, por exemplo). Esses animais receberam injeções de albumina na pata e na cavidade torácica. O uso oral do extrato aquoso de jamelão novamente garantiu, em meia hora, cerca de 80% de redução do inchaço na pata.

O jamelão faz parte da família Myrtacea, que é formada por árvores frutíferas que têm usos variados na medicina popular e são de grande interesse para os químicos, já que suas folhas produzem óleos essenciais.

SAIBA MAIS

Nome popular: jamelão, jambolão, jambeiro e azeitona

Nome centífico: Eugenia jambolana

Família botânica: Myrtaceae

Origem: Índia

Características da planta:

Árvore de até 10 metros de altura. Copa ampla e muito ramificada. Folhas lisas e brilhantes. Flores creme ou brancas, com pétalas arredondadas, em forma de capuz.

Fruto: forma ovóide, pequeno, de coloração roxo-avermelhada a quase negra, quando maduro. Polpa carnosa que envolve uma semente.

Cultivo: multiplica-se por sementes, desenvolve-se bem em qualquer tipo de solo, porém permeáveis e profundos. Prefere climas quentes e úmidos, principalmente de regiões litorâneas. Frutifica de janeiro a maio.

Fonte: Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro

disponível online em: [ Yahoo! Notícias ]

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Projeto de lei quer autorizar cultivo da maconha industrial na Califórnia

19:38 28/08

Patricia Leigh Brown

STRATFORD, Califórnia – A política de Charles Meyer é tão estável e invariável como as fileiras da plantação de algodão em sua fazenda em Central Valley. Com seus olhos azuis e comportamento à la Clint Eastwood, ele é firmemente a favor da guerra no Iraque, contra o controle da posse de armas e acredita que as pessoas que não queiram recitar o voto da obediência deveriam ser expulsas dos Estados Unidos, e logo.

Mas o que o deixa animado é a plantação que ele vê como uma sorte inesperada em potencial para os fazendeiros californianos: a maconha industrial, ou cannabis sativa(*). O rápido crescimento da planta com uma variedade de usos aparentemente infinita se opõe às leis federais americanas devido a sua associação com sua irmã gêmea maquiavélica, a popularmente conhecida como marijuana.

“A maconha industrial é um produto benéfico”, afirmou Meyer, 65 anos, que afirma que sempre manteve distância de qualquer entorpecente ou alucinógeno.

“O fato de nós não plantarmos é estúpido”, afirmou Meyer.

As coisas poderiam mudar caso uma medida fosse aprovada pelos legisladores em Sacramento e a partir daí que o governador Arnold Schwarzenegger a transformasse em lei. O projeto de lei chegou à mesa do governador na semana passada. Ele agora tem 30 dias para assiná-lo ou vetá-lo.

Sete estados americanos aprovaram projetos de lei apoiando a plantação da maconha industrial; sua estratégia tem sido tentar obter permissão do Drug Enforcement Administration (DEA) para procederem. Porém a Califórnia é o primeiro estado que iria desafiar diretamente a proibição federal, argumentando que ele não necessita de uma permissão do DEA, ecoando a luta do estado com as autoridades federais para a legalização da maconha para fins medicinais. O projeto de lei da maconha exigiria que os fazendeiros que a produzem fizessem testes nas plantações para garantir que a variedade da maconha é não-alucinógena, e os autores do projeto afirmam que ele foi escrito com muita cautela para evitar conflitos com o Ato de Controle de Substâncias.

No entanto, tais esforços não satisfizeram as autoridades estaduais e federais responsáveis, que argumentam que os campos da maconha industrial só serviriam como esconderijos para a maconha ilícita. A Narcotic Officers Association da Califórnia é contra o projeto de lei, e um porta-voz do gabinete nacional de Políticas de Controle de Drogas, em Washington, afirmou que a medida é impraticável.

Schwarzenegger, governador republicano disputando a re-eleição, não declara suas opiniões ou intenções.

Centenas de produtos feitos a partir da maconha, de barras energéticas a óleo de maconha, são feitos na Califórnia, dando à planta proibida uma aura capitalista. Porém, os fabricantes devem importar a matéria-prima, a maior parte do Canadá, onde o cultivo da maconha foi legalizado em 1998.

Fonte: [ Último Segundo ]

(*) Na verdade, trata-se da espécie Cannabis ruderalis, com teor quase inexistente de THC. [N.E.]

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Docente da UNESP/Dracena pesquisa efeitos tóxicos de plantas utilizadas na produção animal

O docente Fábio Erminio Mingatto, do Campus Experimental da UNESP em Dracena, juntamente com quatro alunos de Iniciação Científica e o técnico de laboratório estão estudando os efeitos tóxicos de plantas que podem ser utilizadas para a produção animal.

O projeto financiado pela FAPESP – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, teve início em maio de 2005 e está com previsão de término em abril de 2009. A pesquisa se faz necessária, pois a ingestão de plantas tóxicas é uma das principais causas de morte em animais de produção no Brasil.

A profilaxia e o controle das intoxicações por plantas tem-se resumido apenas ao conhecimento dos fatores associados às plantas, aos animais, ao ambiente ou ao manejo que determinam a ocorrência, freqüência e distribuição geográfica das intoxicações, sem se preocupar com os mecanismos relacionados aos efeitos tóxicos.

A monocrotalina é um alcalóide pirrolizidínico encontrado em plantas, principalmente naquelas do gênero Crotalaria, uma leguminosa comumente utilizada como adubação verde. A hepatotoxicidade está entre os efeitos tóxicos provocados pela ingestão dessa substância em animais e humanos, porém, seu mecanismo de toxicidade ainda não está muito bem descrito.

Segundo Fábio Mingatto a elucidação do mecanismo de hepatotoxicidade da monocrotalina em mitocôndrias e em hepatócitos isolados de rato seria uma importante contribuição para o combate aos seus efeitos tóxicos, auxiliando na descoberta de compostos que possam ser utilizados no tratamento de animais expostos a essa substância.

O projeto tem como objetivo estudar os efeitos da monocrotalina sobre mitocôndrias e hepatócitos isolados de rato, com relação a parâmetros associados à bioenergética, homeostase do cálcio e geração de Eros para tentar esclarecer seu mecanismo de toxicidade e auxiliar no tratamento de animais expostos a essa substância.

Com os resultados, pesquisadores da área de Saúde Animal poderão desenvolver antídotos para o tratamento de animais intoxicados pela monocrotalina, diz Mingatto.

Os objetivos específicos da pesquisa são:

I – Avaliar os efeitos da monocrotalina sobre parâmetros relacionados à bioenergética das mitocôndrias isoladas de fígado de rato (Respiração Mitocondrial, Potencial de Membrana Mitocondrial e Níveis de ATP).

II – Avaliar os efeitos da monocrotalina sobre parâmetros relacionados à homeostase do cálcio e ao estresse oxidativo das mitocôndrias isoladas de fígado de rato (Inchamento Mitocondrial, Efluxo de Cálcio, Produção de Eros, Oxidação de GSH, Lipoperoxidação de Membrana e Oxidação de Nucleotídeos de Piridina).

III – Avaliar os efeitos tóxicos da monocrotalina em hepatócitos isolados de rato (Viabilidade Celular, Liberação de LDH, Potencial de Membrana Mitocondrial e Síntese de ATP).

Fonte: UNESP

disponível online em: [ Universia ]

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Merendeiras aprendem a usar produtos sem agrotóxicos

Na horta da escola as crianças aprendem as técnicas do cultivo de produtos orgânicos sem agrotóxicos. Na cozinha, as partes desperdiçadas dos vegetais e hortaliças, como sementes, cascas, talos e folhas dão origem a receitas saborosas que vão à mesa na hora da merenda escolar.

O que não é aproveitado volta à horta para entrar no processo de compostagem e produção do adubo. Em sala de aula, a cadeia ecológica realizada na própria escola serve de vivência para que professores de diferentes disciplinas introduzam lições sobre segurança alimentar, cuidados com o meio ambiente, pirâmide nutritiva e funcionamento do corpo.

Assim funciona na Escola José Maria da Veiga, na Enseada de Brito, na Grande Florianópolis, o Projeto de Educação Ambiental e Alimentar (Ambial), da Secretaria de Estado da Educação, que nesta quarta-feira inicia em Agronômica, na Regional de Rio do Sul, um novo curso de capacitação para 15 escolas da rede pública estadual que aderiram ao projeto este ano.

Durante o Curso de Educação Ambiental e Alimentar, que se estende até o dia 1°de setembro, no Centro de Treinamento da Epagri, 30 merendeiras de todas as regiões do Estado vão aprender a fazer pratos inusitados e saborosos como bolo de casca de maracujá, doce de casca de melancia e pão multicolorido, feito de beterraba, espinafre e cenoura.

Também desenvolvem o técnicas alimentares de combate a desnutrição e subnutrição, como o preparo de farinhas enriquecidas com vitaminas (multimistura) e semente de abóbora. São ainda capacitadas para o aproveitamento integral dos alimentos dentro das normas da segurança alimentar, explica Roseméri Beza, coordenadora estadual do Projeto pela SED. Orientadas por técnicos da Epagri e da Secretaria segundo o conceito de sustentabilidade ambiental, desenvolvem o cultivo de hortaliças e plantas medicinais.

O objetivo é resgatar a cultura da horta doméstica e valorizar os produtos típicos de cada região, como a maçã e o pinhão no Planalto Serrano e o fruto do mar no litoral, caso da escola José Maria da Veiga.

Mais do que cozinheiras que garantem alimentação saudável nas cinco refeições por dia (incluindo almoço) oferecidas pelas 95 escolas Ambial em Santa Catarina, onde as crianças cumprem jornada em tempo integral, as merendeiras são agentes multiplicadores do projeto pedagógico.

São elas que vão irradiar para a comunidade o conhecimento sobre o cultivo e o preparo de alimentos que preservam a saúde e a natureza e ainda geram renda. Dos cursos de merendeiras e das oficinas oferecidas às famílias formam-se grupos de mãe que comercializam pães, bolos, artesanatos.

Na Escola Maria da Veiga, por exemplo, a comunidade construiu em sistema de mutirão a oficina de reciclagem de papel e o dinheiro obtido com a venda dos produtos é revertido em ações solidárias a estudantes e famílias que precisam de apoio financeiro. “O projeto Ambial fortalece a função pedagógica e social da escola”, explica Roseméri.

Todas as escolas Ambial receberam da Secretaria cozinha com equipamentos industriais (forno, freezer, fogão, geladeira) e para construção da horta, estufa e minhocário (carrinho de mão, mangueira), além de equipamento para captação da água de chuva. No ano passado, a Secretaria capacitou 124 merendeiras de 62 escolas.

Em 15 outras unidades a Secretaria firmou convênio com as prefeituras para que o poder local construa o espaço físico da cozinha enquanto a Secretaria entra com os equipamento, capacitação, merenda, recursos humanos e manutenção. Nos dois turnos que passa na escola, o aluno segue um currículo interdisciplinar, com atividades extracurriculares de artes, esportes, línguas, informática, pesquisa.

Na José da Veiga, por exemplo, os alunos das séries iniciais estão aprendendo a confecicionar brinquedos tradicionais, como carrinho de lata, peão, perna-de-pau, com material de sucata, ou seja, aprendem a brincar evitando o aumento da produção do lixo.

Fonte: [ O Barriga Verde ]

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Mais de meio milhão de árvores plantadas nas Filipinas

Iniciativa visa combater poluição atmosférica

Mais de meio milhão de árvores foram plantadas ao longo de 3.439 quilómetros das principais estradas das Filipinas, numa iniciativa que contou com a participação de dois milhões de voluntários.

No âmbito desta campanha nacional, denominada «Estradas Filipinas Verdes», foram seleccionadas árvores como as acácias ou os mognos, entre outras espécies que se adaptam a qualquer ambiente e que têm maiores probabilidades de sobreviverem nas proximidades das estradas.

De acordo com as autoridades filipinas, 70% da poluição do ar no país é proveniente dos veículos, daí a iniciativa de plantar estas árvores junto às principais estradas.

Paralelamente à componente ambiental, a iniciativa tem também como objectivo bater o recorde do maior número de árvores plantas em simultâneo, uma marca estabelecida na Índia em 2005, quando 16.317 pessoas plantaram 300.587 árvores.

Fonte: [ Fábrica de Conteúdos ]

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“Tabela de plantio” é método desenvolvido por agricultor paraibano para plantar algodão sem agrotóxico

Praga não suporta altas temperaturas e deixa plantações intactas

O agricultor José Sinésio dos Santos, do município de Remígio, no Curimataú paraibano, desenvolveu uma técnica de plantio do algodão que dispensa o uso de agrotóxico para combater uma praga conhecida por bicudo. Segundo Sinésio, o segredo está em algumas técnicas a exemplo da época de plantio, variedade a ser utilizada, escolha do solo e, especialmente, o espaçamento.

Apoiados pelas organizações de agricultores vinculadas ao Pólo Sindical do Compartimento, técnicos pesquisadores da Embrapa Algodão e Embrapa Transferência de Tecnologias, escritório de Campina Grande, os agricultores estão desenvolvendo o plantio do algodão 8 H dentre outras variedade da Embrapa e, garantem que desde o ano de 2004 estão conseguindo produzir a cultura com estratégias que evitam a utilizarão dos produtos que causem impactos negativos ao bolso do agricultor e ao meio ambiente.

“Vou produzir algodão, pois não tenho medo do bicudo. Venho lutando a mais de dois anos sem veneno e alcançando resultados positivos”, justificou Sinésio à Rádio Serrada de Araruna, ao contatar com os ouvintes do Programa Domingo Rural, evidenciando que o segredo está numa ‘Tabela de plantio’, por ele desenvolvida e que consiste em utilizar um espaçamento largo já que segundo sua observação o bicudo não suporta as altas temperaturas registradas na região.

“Uso a tabela de plantio porque sei que se ele não encontrar sobra ele não resiste”, comemorou. Plantar de forma espaçosa parece ser o milagre encontrado pelo agricultor já que diversos praguicidas foram desenvolvidos pelos grandes centros de pesquisas com elevados custos, devastação a fauna e flora e sem apresentar resultados ambientalmente corretos de produção.

“A tabela consiste em plantar o algodão num espaçamento de 1,10 m entre linhas por 0,40 m entre as plantas com poucos pés, porque tem gente que ainda está naquele tempo de pensar que produz-se muito formando uma touceira, mas não é, a produção só aumenta plantando-se de um a dois pés por cova”, justificou. Baseado nas informações repassadas, ele informou que no ano de 2004 conseguiu produzir 1,6 toneladas por hectares. Nesta safra, o agricultor está com a cultura em faze de formação das maçãs e floração da cultura sem que tenha-se notado a presença do temível bicudo.

Fonte: [ WSCOM ]

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Obra na Câmara é alterada para poupar árvores

Fabiana de Oliveira / Agência Anhangüera

Duas árvores nativas de aproximadamente 50 anos foram poupadas do corte no projeto da concha acústica que está sendo construída no estacionamento da Câmara Municipal de Campinas. Há pouco mais de uma semana, os engenheiros perceberam que a construção do camarim e de um banheiro, localizados atrás do palco, custaria a retirada da planta rara Casuarina e da Pau-Ferro, mais comum na região Sudeste.

O projeto foi remodelado nos últimos dias e será utilizado apenas o espaço entre as duas árvores. “Não vamos arrancar essas árvores de jeito nenhum, justamente por isso, já estamos com o projeto novo” , explicou o presidente da Câmara, Dário Saadi (PSDB). A obra faz parte do pacote que envolve a construção de uma rampa, dos banheiros e do plenário e deve estar pronta em menos de um mês e meio.

A preservação das plantas é assegurada pela legislação, segundo informou o engenheiro agrônomo Ernesto Paulella, que também participa da obra. Para a retirada, a Câmara deveria ter uma autorização, obtida através de um processo de licenciamento, além de ser obrigada a plantar cerca de 50 mudas por cada árvore removida. “Mas desde o início foi decidido que não seriam retiradas. São plantas nativas, grandes e bonitas e o projeto foi facilmente readequado” , explicou Paulella. Além das duas árvores maiores, dois Jacarandás ocupam o espaço próximo à construção e também não serão sacrificadas.

A concha acústica terá capacidade de abrigar pelo menos mil pessoas, segundo explicou o presidente da Câmara e foi idealizada para receber programações culturais nos finais de semana e durante a noite, quando o espaço não é utilizado. “Vamos aproveitar o espaço para criar um local que receberá programações culturais. O plenário que está sendo construído também será utilizado para fins culturais nas horas vagas” , explicou Dário.

Segundo o engenheiro responsável pela obra, Antônio Carlos Elias, no projeto inicial da concha, não foi notado que as árvores seriam sacrificadas com a construção. Ele explica que não houve problemas na readequação. “Vamos preservar as plantas e evitar que aconteça problemas futuros. Que as raízes provoquem rachaduras na concha, ou que a própria planta seja prejudicada pela construção. Resolvemos reposicionar o projeto” , detalhou. Depois de inaugurada, a concha acústica também deve receber uma programação educativa para as escolas de Campinas, como a apresentação de vídeos, segundo informou a Câmara.

Fonte: [ Cosmo Online ]

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Arborização urbana com planta nativa será tema de palestra

Terça, 29 de Agosto de 2006 20h53

Prefeitura de João Pessoa (PMJP) está promovendo, através da Secretaria Executiva do Meio Ambiente (Semam), uma palestra sobre o tema ‘Colheita de sementes, beneficiamento, plantio e manutenção de plantas arbóreas nativas’, a ser proferida pelo professor Robério Anastácio Ferreira, da Universidade Federal de Sergipe. O expositor é doutor em Agronomia pela Universidade Federal de Lavras, Minas Gerais. A palestra será no próximo dia 5 de setembro, às 14h30, no auditório do Sesc-Centro, localizado na rua Desembargador Souto Maior.

A iniciativa é parte do esforço que a Semam está realizando para implementar a nova política de arborização urbana e recuperação de áreas degradadas do município de João Pessoa. O professor Robério Ferreira também fará uma visita ao Viveiro Municipal de Plantas Nativas que está sendo desenvolvido no Sesc-Gravatá, em Gramame. O Viveiro já está cultivando mais de 40 espécies nativas e há uma previsão de que vá fornecer mais de 20 mil mudas em 2007. As mudas destinam-se principalmente às praças, parques e jardins públicos de João Pessoa.

Embora pareça um tema muito específico, qualquer pessoa interessada está convidada a assistir à palestra, já que é intenção desta gestão disseminar informações sobre plantio em áreas urbanas. A entrada é franqueada ao público.

As informações são da Secom-JP

Fonte: [ O Norte Online ]

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