Arquivo do mês: novembro 2006

Medicamentos fitoterápicos no SUS são destaque em encontro do Mercosul

Neste ano, duas medidas normatizaram o uso de fitoterápicos e plantas medicinais nas unidades do SUS. A Portaria 971 do Ministério da Saúde (de 03/05/2006) e o Decreto Presidencial 5.813 (de 22/06/2006) harmonizaram os critérios e procedimentos para a oferta de terapias integrativas e complementares (adicionais aos procedimentos convencionais de saúde) no SUS de forma a garantir segurança, eficácia e qualidade aos usuários desses tipos de terapias.

Contudo, de acordo com a Assessoria de Imprensa do Ministério da Saúde, as experiências e políticas públicas do Brasil utilizando plantas medicinais e medicamentos fitoterápicos (oriundos de plantas medicinais) no Sistema Único de Saúde (SUS), foram destaques no II Mercofito, encontro de países do Mercosul que terminou ontem, em Foz do Iguaçu, no Paraná.

Foram também discutidas as principais práticas definidas na Portaria 971 – a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) – que são o uso de plantas medicinais e fitoterapia, homeopatia, acupuntura, medicina antroposófica e termalismo (uso de águas minerais para tratamento de saúde). Essas práticas são monitoradas pelo sistema nacional de vigilância sanitária do Brasil, que participou da definição dos padrões de qualidade que as unidades de saúde devem atender.

A PNPIC, segundo a Assessoria, atende a uma demanda da sociedade brasileira, amplia os serviços oferecidos no SUS e contribui para a consolidação de uma política de assistência à saúde ainda mais ampla e segura. (RR)

Fonte: Gazeta de Limeira

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Príncipe Charles lança livro de receitas com pratos da realeza

LONDRES (Reuters) – O príncipe Charles mergulhou em suas raízes gastronômicas.

O herdeiro do trono britânico apresenta, em um novo livro de receitas, uma coleção de pratos que exalta a tão criticada comida britânica e que oferece um panorama interessante dos gostos de seus antepassados monárquicos.

“Aprenda a trabalhar com a natureza, não contra ela”, diz o príncipe na introdução do “Duchy Originals Cookbook”, que usa como ingredientes os 200 produtos cultivados organicamente pela empresa agrícola de Charles, chamada Duchy Originals.

O príncipe, que chegou a ser ridicularizado ao dizer que incentivava as plantas a crescerem cantando para elas, parece ter rido por último.

Rebelando-se contra o que chamou de a “comida sem alma e produzida em massa que domina a dieta do homem moderno”, ele deu início a uma cruzada para reaproximar os agricultores dos consumidores.

A Duchy Originals, que começou produzindo um biscoito de aveia, conta agora com um faturamento de 56 milhões de libras (109 milhões de dólares). Grande parte desse dinheiro é destinada a programas de caridade.

“Eu sempre quis divulgar uma forma sustentável de se encarar a agricultura”, afirma. Ele disse que espera “inspirar o maior número possível de pessoas a se preocuparem com o que comem e com a origem do que comem”.

Essa postura casa-se com o atual interesse dos britânicos por alimentos mais saudáveis.

Os pratos tradicionais reunidos no livro pelo escritor Johnny Acton e pelo chef Nick Sandler passaram pelo crivo de Charles e refletem, certamente, o gosto do príncipe.

Uma série de receitas usa a carne de carneiro. O príncipe defende há muito tempo que esse tipo de prato volte a fazer parte do cardápio dos britânicos.

Fonte: Últmo Segundo

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Agricultura: câmara discute autorização para semente transgênica

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural pode votar nesta manhã o Projeto de Lei 5964/05, da deputada Kátia Abreu (PFL-TO), que autoriza, em duas circunstâncias, a utilização das “tecnologias genéticas de restrição de uso”, conhecidas internacionalmente pela sigla Gurt. Essas tecnologias esterilizam a parte masculina ou feminina de um vegetal e permitem a produção de plantas sem sementes, como uvas e melancias, além de materiais híbridos, importantes na agricultura moderna. Essa técnica, segundo a deputada, é uma ferramenta de melhoramento genético.

O projeto autoriza o uso, a comercialização, o registro e o licenciamento dessas sementes apenas quando a tecnologia comprovadamente não impedir a multiplicação vegetativa da variedade geneticamente modificada, deixando, assim, de causar uma restrição total do uso da variedade; e quando o uso da tecnologia comprovadamente constituir uma medida de biossegurança benéfica à realização da atividade. O relator, deputado Eduardo Sciarra (PFL-PR), é a favor da aprovação da proposta. Reforma agrária

Outro item da pauta é o Projeto de Lei 5774/05, do deputado Eliseu Padilha (PMDB-RS), que prevê a formação de uma comissão tripartite para definir os índices de uso da terra e de eficiência na sua exploração para fins de reforma agrária. Padilha sugere que a comissão seja formada por dois representantes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), dois da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e dois da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).

O relator, deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), é a favor da aprovação, mas recomenda mudanças no texto original. Entre elas, Thame sugere a criação de outra comissão, com a função de ajustar os indicadores do conceito de produtividade, levando em conta o progresso científico e tecnológico da agricultura e o desenvolvimento regional. Essa comissão será formada por um integrante do Ministério do Desenvolvimento Agrário, um do Ministério da Agricultura, dois da CNA e dois da Contag. Atualmente, segundo a Lei 8629/93, essa responsabilidade é do Ministério da Agricultura, ouvido o Conselho Nacional de Política Agrícola.

Mendes Thame também sugere que os parâmetros e índices que informam o conceito de produtividade sejam revistos de dez em dez anos, e que aqueles atualmente aplicados sejam reajustados até 180 dias após a publicação da lei decorrente do projeto. A reunião será realizada às 10 horas, no plenário 6. As informações são da Agência Câmara. (RR)

Fonte: Último Segundo

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Biomassa florestal: Brasil é o país com maior potencial de expansão

A energia gerada pela combustão do carvão vegetal representa 30% do consumo energético brasileiro. Entre as vantagens do seu consumo, destaca-se o fato de ser um combustível renovável com impacto nulo sobre o efeito estufa. Com efeito, o Brasil é apontado pelos especialistas como o país com maior potencial de projetar-se como líder no mercado bioenergético. As oportunidades comerciais para o Brasil e as mudanças da matriz energética brasileira são alguns dos temas da primeira Conferência Internacional de Agroenergia – Conae – realizada entre os dias 11 e 13 de dezembro em Londrina, Paraná.

Segundo o pesquisador da Embrapa Florestas, Helton Damin da Silva, que coordenará o painel “Biomassa Florestal” no primeiro dia do evento, apesar de países como a Rússia e a China estarem investido na expansão de florestas para produção de energia renovável, o Brasil é o que reúne mais características favoráveis para liderar a produção mundial. “A localização geográfica, o nível de conhecimento em silvicultura e a adaptação de espécies florestais a praticamente todas as regiões do país, são decisivas na alta produção e produtividades de biomassa florestal. Condições semelhantes não são observadas em nenhum país do mundo além do Brasil”, ressalta.

De acordo com o especialista, o mercado de carvão vegetal atravessa por uma mudança estrutural, marcada pelo crescimento de demanda externa. “Este rearranjo dos novos plantios tem contribuído significativamente na descontração de renda e na geração de empregos permanentes”, observa. Isso porque, a produção, que antes era concentrada em grandes empresas, hoje é também praticada por pequenos e médios proprietários rurais.

Já existem diretrizes governamentais que prevêem a expansão da utilização das florestas como matrizes energéticas brasileiras. Contudo, o uso de biomassa florestal, ao contrário do que se pode especular, não deve contribuir para o processo de devastação das florestas brasileiras. “É preciso criar normas para que o uso de biomassa como fonte de energia seja exclusivamente a partir de florestas plantadas, e certificadas e produzidas em condições de boas de práticas de manejo”, avalia.

Durante o painel, serão discutidos ainda: os cenários da indústria florestal; as tecnologias e o mercado atual de carvão vegetal; o aproveitamento do licor negro; o adensamento energético; o aproveitamento dos derivados de madeira como chips e briquetes; a biomassa proveniente de plantas forrageiras, ou seja, que servem para a alimentação de gado – e não florestais. “A biomassa sempre foi e continuará sendo uma importante fonte de energia para a humanidade. O desafio é buscar soluções que possibilitem usar de forma cada vez mais eficiente esse recurso natural”, afirma.

Conae

Ao longo dos três dias de evento, pesquisadores nacionais e internacionais participarão de 18 painéis e 8 conferências sobre temas como: Mercado de Etanol, Mercado de Carbono, Aproveitamento de Co-produtos, Produção de Biodiesel, Ameaças e Oportunidades da Agroenergia, entre outros. Paralelo à Conae, haverá a primeira Exposição e Feira de Tecnologia para a Geração de Energia Renovável e Alternativas Energéticas.

Podem participar engenheiros, arquitetos, pesquisadores, professores, fabricantes de veículos e máquinas, agricultores, entidades governamentais, organizações não governamentais, estudantes, ecologistas, economistas, jornalistas e formadores de opinião.

A Conferência é uma iniciativa é da Federação de Associações de Engenheiros Agrônomos do Paraná e Associação dos Engenheiros Agrônomos de Londrina e conta com o apoio de universidades, Embrapa, Ministério da Agricultura, Ministério do Turismo, Sociedade Rural, Embratur, Londrina Convention & Visitours Bureau, Itaipu Binacional, Universidade Tecnológica, Adetec, Confea / Crea.

Serviço:

Conferência Internacional de Agroenergia

Data: 11 a 13 de Dezembro

Local: Centro de Convenções do Hotel Sumatra Londrina -PR

Inscrições: http://www.pjeventos.com.br/eventos/agroenergia

Fonte: Paraná Shop

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Projeto de Lei pretende estender patentes sobre formas de vida

De autoria do deputado Mendes Thame, presidente da CPI contra a Biopirataria, PL nº 4.961/05 amplia o escopo de patentes sobre moléculas e substâncias naturais isoladas, inclusive de origem humana, distorcendo o sistema de propriedade intelectual e “loteando” o patrimônio genético brasileiro em favor de corporações privadas

Tramita atualmente na Câmara dos Deputados uma iniciativa legislativa especialmente perigosa para a pesquisa científica e a soberania sobre a biodiversidade brasileira: o Projeto de Lei n º 4.961/05, de autoria do deputado Mendes Thame (PSDB-SP), que altera a Lei de Propriedade Industrial – LPI (Lei n º 9.279/96) para permitir o patenteamento de substâncias ou materiais extraídos, obtidos ou isolados de seres vivos.

O projeto, que atualmente se encontra na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável recebeu inicialmente parecer desfavorável do relator, deputado Jorge Pinheiro (PL-DF). Ele argumentou que o projeto dificultará a pesquisa científica no país, já que o acesso ao material genético passaria a ser controlado pelo detentor da patente, na maioria dos casos corporações privadas estrangeiras. O parecer questiona também a possibilidade de patenteamento de descobertas em que não há qualquer atividade inventiva do homem, distorcendo assim o princípio básico do sistema de patentes.

Em abril de 2006, no entanto, parecer do deputado Hamilton Casara (PSDB-RO) questionou o relator, apresentando posição favorável ao projeto, sob o argumento de sua importância para o desenvolvimento da indústria biotecnológica farmacêutica. Curiosamente, em 22 de novembro último, novo parecer do relator Jorge Pinheiro foi apresentado, dessa vez favorável ao projeto.

A mudança no entendimento do relator, no entanto, é contraditória com a própria fundamentação de seu parecer, onde simplesmente foi enxertada a fundamentação do parecer favorável do Deputado Casara.

A contradição de fundamentos em um mesmo parecer indica a pressão exercida sobre o relator para mudar sua posição. O PL nº 4.961/05 está sujeito a apreciação conclusiva por quatro comissões da Câmara, o que significa que não precisa se sujeitar a votação no Plenário para sua aprovação.

[…]

Leia a matéria completa [ aqui ].

Fonte: Instituto Socioambiental

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Curso distribui plantas medicinais em Cuiabá

Os alunos do curso de farmácia do Univag vão desenvolver nesta sexta-feira (dia 1º), na praça Alencastro, no centro de Cuiabá, um trabalho social para divulgação do “Projeto Univag de Plantas medicinais”. O evento tem como objetivo realizar orientações sobre identificação, modo correto de preparo e efeitos adversos das plantas medicinais, numa atividade que tem apoio da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá.

Durante o evento serão comercializadas, com um custo simbólico de R$ 0,50, cerca de duzentas mudas, que foram produzidas no viveiro do Univag. Dentre as mudas comercializadas estão: arruda, alecrim, mangerona, manjericão, cidra, entre outras.

A distribuição começa a partir das 8 horas. Mais informações pelo telefone 3688-6136.

Fonte: Redação 24HorasNews

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Chá verde: nova ‘febre’ a favor da saúde

ERNESTO BRAGA

O consumo milenar do chá verde no Japão e China, para favorecer a longevidade, está caindo cada dia mais no gosto dos brasileiros. O chá é feito à base da planta Camellia sinensis, que contém grande quantidade de catequinas – substâncias antioxidantes que neutralizam os radicais livres no organismo.

Estudos científicos apontam que as catequinas retardam o envelhecimento das células. Especialistas afirmam que este efeito pode evitar o surgimento de vários tipos de câncer e doenças degenerativas. A Camellia sinensis faz parte das famílias das plantas estimulantes, como o café e o guaraná, e dela também é produzido o chá preto.

“O chá preto é feito da planta fermentada, que perdeu as catequinas, sendo mais consumido pelos europeus. Os orientais preferem o chá verde que, além de estimulante, tem essa função antioxidante”, observou a farmacêutica Maria das Graças Lins Brandão, professora da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e especialista em fitoterápicos e plantas medicinais.

Ela explicou que os radicais livres são “entidades” químicas altamente radiotivas que destroem as células do corpo humano. “O aumento dos radicais livres está relacionado a fatores da vida moderna, como o estresse, a poluição e a alimentação ruim”, disse a farmacêutica.

Segundo ela, ao neutralizar esses vilões, as catequinas encontradas no chá verde combatem doenças como a artrite e arteriosclerose. “Os orientais apresentam pequenas taxas de doenças degenerativas, como mal de Alzheimer. Os antioxidantes também inibem cânceres de mama, próstata e intestino”, ressaltou.

Segundo a nutricionista Regina Viana Lima, as catequinas são mais eficazes no combate aos radicais livres do que as vitaminas C e E. Ela afirmou que o chá verde acelera o metabolismo e promove a queima de gordura corporal. Além disso, segundo a nutricionista, o produto desintoxica e ajuda na digestação.

“Há estudos feitos no Brasil que comprovam que pessoas que se submeteram a uma dieta, acompanhada do chá verde, conseguiram perder mais gordura localizada do que aquelas que fizeram apenas a dieta durante o mesmo período”, disse Regina Lima.

Cosméticos

Além do consumo do chá, a presidente do Departamento de Dermatologia da Associação Médica de Minas Gerais, Maria Silvia Laborne, afirmou que os cosméticos contendo Camellia sinensis em sua composição estão começando a aparecer no mercado brasileiro, como cremes hidratantes.

Segundo ela, a regeneração e a proteção da pele contra os efeitos maléficos dos raios solares são atribuídos ao poder antioxidante das catequinas. “Não há estudos científicos que comprovem estes benefícios, mas é certo que esse antioxidante tem ação de proteção contra danos igual às vitaminas”, ressaltou.

Fonte: Jornal O Tempo

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EUA descobrem a taioba

Não seria o máximo chegar num mercado aqui na Flórida e encontrar nas prateleiras folhas de taioba fresquinhas? Pois é, então prepare-se. Graças a um programa pioneiro da Universidade de Massachusetts (UMass-Amherst), um grupo de agrônomos está produzindo hortaliças brasileiras em território norte-americano e, no dia 2 de dezembro (sábado), vai disponibilizar no Supermercado Rocha – antigo Brazilian Food Market – o produto em larga escala.

O projeto conduzido na UMass nasceu em 2002, quando o professor e pesquisador do Departamento de Plantas e ciências do Solo Frank Mangan trouxe do Brasil sementes de jiló. Apaixonado pela cultura brasileira, devido ao convívio com membros da comunidade naquele estado, Mangan iniciou o cultivo da cultura na fazenda experimental da universidade e a iniciativa foi um sucesso.
Desde então, outras culturas passaram a ser testadas, como o ma-xixe, pimenta, abóbora japonesa, abóbora tradicional e, agora, taioba. “O sucesso do projeto tem relação com a presença de brasileiros na equipe”, diz o pesquisador.

Fazem parte do time as estudantes Raquel Mendonça, que cursa Marketing na UMass, e Samanta Nunes, estudante de Agronomia pela Universidade de São Paulo e que está num estágio nos EUA.

Pesquisa da UMasse já existe há um ano

A equipe da UMasse está trabalhando com a taioba há aproximadamente um ano e, segundo os participantes do projeto, a reação das pessoas ao verem a planta é surpreendente: “É um produto muito desejado pelos brasileiros e ainda não era encontrado em supermercados”, explica Samanta. A grande procura pela taioba fez com que os pesquisadores da UMass buscassem uma parceria com uma instituição brasileira, no caso com a Universidade de Viçosa, de onde o professor Fernando Finger envia as raízes para a produção da hortaliça na estufa em Massachusetts.

“Como o inverno no norte dos EUA é rigoroso, temos apenas cinco meses entre o plantio e a colheita da taioba, mas é tempo suficiente pois a hortaliça tem o ciclo curto e se reproduz rapidamente”, diz Samanta, que está de retorno marcado para o Brasil, mas deve voltar à Universidade de Massachusetts em 2007 para cursar o Mestrado. Ela lembra que a quantidade de vasos de taioba é limitada, portanto a venda no dia 2 de dezembro deverá ser bastante concorrida.

“Quem perder a oportunidade agora, só terá taioba fresquinha no verão do próximo ano”, adverte. O supermercado fica na West Atlantic Boulevard, em Margate.

A taioba é uma raiz utilizada como digestivo, sendo rica em cálcio, fósforo, ferro e proteínas. Assim como do inhame, consi-derado seu parente distante, da taioba também pode se aproveitar o tubérculo, as folhas e as hastes. Entre receitas famosas tendo a folha como ingrediente, vale citar a salada de taioba, arroz de taioba e até a torta de taioba.

Fonte: AcheiUSA

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IAC mostra os avanços em hortaliças

Vilma Gasques / Agência Anhangüera

O desenvolvimento de novas variedades de hortaliças e as mais novas tecnologias aplicadas à produção foram apresentadas aos produtores rurais no Agroshow Tomatec 2006, realizado no Instituto Agronômico de Campinas (IAC) na terça-feira e nesta quinta-feira.

Durante o evento, 15 produtos agroalimentares foram expostos em sua fase de desenvolvimento de planta na Fazenda Santa Elisa, do IAC, para que os agricultores pudessem visualizar a atividade agrícola como negócio.

E para mudar a visão de que a cultura de hortaliças não é rentável, de acordo com o gerente da Tomatec Agro Comercial, Natalino Miquelutti Neto, na região de Campinas, somente na cultura de tomates há cerca de 30 milhões pés cultivados, o que movimenta R$ 60 milhões por ano.

Mas não é somente esta cultura que movimenta a região. No encontro foram mostradas tecnologias e novas variedades de alface, repolho, brócolis, abóbora italiana, abóbora menina, melancia, pimentão, beterraba, rúcula, almeirão, couve-flor, acelga, pepino e melão. “Não temos como precisar quantos agricultores na região são envolvidos com estas culturas e quanto isso movimenta em negócios. Somente a Tomatec possui um cadastro com três mil clientes”, conta.

O evento foi uma parceria entre a Tomatec e o IAC, que cedeu o espaço para a realização da Agroshow. No total, 12 empresas participaram do evento, exposto novas tecnologias de irrigação, defensivos agrícolas, variedades de plantas e fertilizantes. “São empresas atuantes na cadeia produtiva do setor de hortaliças a fim de promover o encontro de profissionais do setor e diminuir as distâncias entre a pesquisa, as empresas, os atacadistas e os produtores. O contato com os atacadistas é importante para o agricultor conhecer os critérios que levam à agregação de valor do produto”, diz o pesquisador do IAC, Wilson Tivelli.

Ao todo, cerca de 600 produtores rurais passaram pelo evento e tiveram acesso às tecnologias aplicadas no campo que proporcionam melhores resultados nas culturas, garantindo melhores ganhos nos negócios. “Uma das tecnologias é a de irrigação por gotejamento. É importante mostrar que esta é uma forma de irrigação que utiliza o recurso hídrico com maior eficiência”, afirma.

Fonte: Cosmo Online

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Biônica – A natureza está certa

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Pesquisando as formas de plantas e animais, os engenheiros tentam construir o carro perfeito. Seja bem-vindo à biônica
Por Paulo Campo Grande

Desde os primórdios, o homem sempre se inspirou na natureza para criar ferramentas e máquinas. O avião, que surgiu como uma tentativa de imitar os pássaros, é o exemplo mais conhecido dessa relação. Desde o fim dos anos 50, porém, a biônica – cujo nome é resultado da junção de “biologia” e “técnica” – dedica-se à investigação sistemática de animais e plantas com o objetivo de desenvolver novas tecnologias. Suas pesquisas já renderam frutos em diversas áreas, como na medicina e na arquitetura. Para a indústria automobilística, os benefícios começam a surgir agora.

No fim do ano passado, a Mercedes-Benz apresentou um carro-conceito inteiramente desenvolvido segundo os preceitos da biônica. Para projetar o Carro Biônico, os alemães foram ao Museu Natural de Stuttgart (Alemanha) para buscar referências. “Procuramos soluções em diversas formas de vida, como pingüins, tubarões, tartarugas e besouros”, diz o engenheiro Dieter Gürtler. O modelo escolhido foi um peixe tropical. O peixe-cofre – do inglês boxfish – demonstrou ter excelente hidrodinâmica, apesar de suas formas nada convencionais, além de esqueleto leve e alta resistência mecânica. Radiografado e fotografado de todos os ângulos, o Ostracion meleagris – nome científico do bichinho – cedeu suas formas ao protótipo, que recebeu um motor 1.4 diesel de 140 cavalos.

A Mercedes não tem planos de fabricar o Carro Biônico em escala comercial, tal qual foi apresentado. Para a empresa, no entanto, ele vale mais como vitrine tecnológica e laboratório para futuros lançamentos. Mas outros produtos biônicos já estão entre nós. Os coletores de escapamento do motor V6 3.0 da Audi, por exemplo, foram construídos segundo os mesmos critérios do monobloco do Carro Biônico. Esse princípio copia o crescimento dos ossos (e das árvores), os quais se tornam mais resistentes nas regiões que sofrem maior esforço e mais frágeis – com menos material – onde são menos exigidos. “A natureza não desperdiça energia nem materiais”, diz a pesquisadora Anja-Karina Pahl, da Universidade de Bath, na Inglaterra.

Para imitar o esqueleto animal, os engenheiros tiveram que estudar o mecanismo de crescimento dos ossos e colocar as informações encontradas em um computador encarregado de reproduzi-las ao projetar as peças. Um outro exemplo de artefato biônico são as rodas das motos BMW K1200, que imitam as presas de um tigre. De acordo com a BMW, a construção espiralada torna os dentes quase inquebráveis e, no caso da moto, aumenta muito a resistência das rodas.

Quem viver verá mais novidades motorizadas inspiradas na biônica nos próximos anos. O homem ainda tem muito que aprender com a natureza, que guarda segredos de milhões de anos de evolução.

Fonte: QUATRO RODAS

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