Flores para o mundo

Grupo de jardinagem quer novos sócios para vender flores tropicais para enfeitar o Brasil e a Europa

Juracy Xangai

Há pouco mais de um ano e Rita Brás, 36 anos, mãe de três filhos, nunca tinha cuidado de uma horta, muito menos de plantas ornamentais como as que hoje na feirinha do mercado municipal Elias Mansour representando o grupo de jardinagem do bairro Belo Jardim.

O grupo composto por três mulheres e um homem reúne-se na tarde deste domingo na casa da “Déia” no Belo Jardim para que outras pessoas também venham aprender a cuidar das plantas e juntos eles possam ampliar seus viveiros a fim de atender aos interesses que estão surgindo de todo o Brasil e até da Europa. Os moradores do Belo Jardim, interessados em participar do trabalho podem entrar em contato com Rita pelo telefone 8405-5306 ou com a Déia pelo 3221-5306.

Rita lembra que: “Há pouco mais de um ano eu tinha mania de arrancar uma folhinha ou flor quando passava por uma planta. Desdfe que participei de um curso com o professor Paulo, paisagista do Parque Zoobotânico passei a viver uma experiência muito bonita e interessantes. Hoje não faço mais aquilo. Compreendi que embora as plantas não gritem quando a gente faz isso, elas estão vivas então sofrem. Mas ficam muito mais bonitas quando são bem cuidadas”, garante ela.

No viveiro tocado em parceria por quatro pessoas eles cultivam mais de 80 variedades de plantas decorativas e medicinais. A partir de treinamentos e apoios recebidos através da Coordenadoria Municipal da Mulher e o Serviço de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae) o grupo é um dos cinco que utiliza, em sistema de rodízio, a banquinha especialmente preparada para vender plantas e flores dentro da feirinha do mercado municipal Elias Mansour.

Ela esclarece que: “Cada planta tem uma exigência muito diferente da outra, Gosto deste trabalho porque todo dia a gente descobre uma planta nova, novas técnicas, novos adubos. É muito interessante, as rosas e musaendras (rosa da Amazônia) estão dentre as mais delicadas e exigentes, já os cactos são daquele tipo que a gente planta e pode ficar sossegado, só não pode deixar o vaso ou o local muito encharcado”.

Apoiados pelo Sebrae, Rita foi uma das 12 pessoas de quatro grupos de mulheres foram conhecer em Ji-Paraná e Jaru em Rondônia os viveiros criados por pequenos produtores que agindo cooperativamente estão vendendo flores tropicais para a Europa.

“A gente já tem um começo com mudas e plantas tropicais, mas estamos precisando aumentar o número de participantes no grupo para que possamos aumentar nossos viveiros. A idéia é ampliar o grupo para pelo menos oito pessoas. Coordenadoria da mulher e Sebrae estão nos apoiando porque esse é um negócio que tem tudo para crescer rapidamente”, concluiu.

Fonte: Página 20

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