Arquivo do mês: maio 2007

Vandalismo destrói 5 mil árvores

Curitiba perde cinco mil árvores por ano para o vandalismo

Franklin de Freitas

Árvores recém-plantadas são as mais visadas pelos vândalos
Curitiba perde cinco mil árvores por ano para o vandalismo. O número corresponde a 40% do total de mudas de árvores plantadas por ano nas ruas da cidade. Para reduzir a depredação das árvores, a Prefeitura de Curitiba começou ontem uma campanha de educação ambiental. A campanha faz parte do novo Plano Diretor de Arborização Viária de Curitiba.

“Quem depreda árvores está cometendo um crime contra o meio ambiente e contra o patrimônio público”, diz o prefeito Beto Richa. “O vandalismo causa prejuízo financeiro e, principalmente, danos à arborização, que faz parte da qualidade de vida de nossa cidade.” Para plantar cerca de 12 mil árvores por ano, a Prefeitura tem gastos com água, sementes, embalagens, transporte e mão-de-obra do cultivo e da supervisão de engenharia florestal.

A maioria das árvores depredadas é atacada por vândalos logo após o plantio, ainda na fase de adaptação. Os ataques ocorrem geralmente à noite. Os vândalos quebram os galhos e troncos das árvores. No início do ano, a Prefeitura de Curitiba teve de refazer o plantio da rua Conselheiro Laurindo, no trecho da rua Engenheiros Rebouças à Nilo Cairo, onde todas as árvores foram depredadas.

Em 2007, a Prefeitura vai intensificar o plantio de árvores nas ruas da cidade. Com o novo Plano Diretor de Arborização Pública, que está sendo executado, a previsão é chegar ao fim do ano com 20 mil árvores plantadas.

Para que o trabalho não seja comprometido, equipes de educação ambiental estão visitando residências, comércio, escolas, associações de moradores e outras organizações sociais em bairros da cidade onde a Prefeitura está implantando o Plano de Arborização.

Fonte: [ Bem Paraná ]

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Projeto “A Terra pede a sua ajuda” promoverá o plantio de árvores

Meio Ambiente – A Sociedade Beneficente Casa da Esperança (Kibô-no-Iê), em parceria com funcionários da Honda e com a colaboração da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Saneamento de Itaquaquecetuba, idealizou o projeto “A Terra pede a sua ajuda”.

Trata-se de uma ação de plantio de 5 mil mudas de árvores nativas (doadas pela ONG SOS Mata Atlântica) em uma área de aproximadamento 25 mil metros no Lar Oficina da entidade, que abriga em regime de internato 93 portadores de necessidades especiais (deficientes mentais-físicos).

A campanha tem por objetivo principal contribuir com a diminuição do aquecimento global, ajudando também a manter nosso planeta um local saudável para as futuras gerações.

Além disso trará outros benefícios indiretos para a entidade e para a comunidade local, como a valorização da área, a melhoria da qualidade de vida dos internos e a aproximação do voluntariado e da instituição em uma atividade em comum.

O lançamento oficial será no dia 3 de junho, às 10 horas, com a presença de autoridades, parceiros e pessoas ligadas a ONGs, entre outros convidados.

Grupos de escoteiros e de voluntários estarão envolvidos neste trabalho de conscientização da necessidade de cuidar do meio ambiente e adotar a filosofia do consumo racional, que também contará com a distribuição de publicações e informativos referentes ao assunto.

Na ocasião, os voluntários e demais convidados poderão colaborar plantando as mudinhas e participando da Festa Junina/Kiboi-no-Rolete, evento anual realizado no Lar Oficina para arrecadar fundos para a entidade.

Serviço:

Data: 03.06.2007 – 10h (domingo)

Local: Lar e Oficina Abrigada – Itaquaquecetuba – SP

Trav. Hideharu Yamazaki s/n da Estrada Aracília – altura do km 206 da Via Dutra

Editoria: Vininha F.Carvalho – diretora da Del Valle Editoria

Editora do Portal Revista Ecotour … www.revistaecotour.com.br

Contato: vininha@vininha.com

Fonte: O Radical

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Cientistas russos apontam efeitos nocivos dos transgênicos na saúde humana

A soja transgénica neles utilizada produziu mutilações sérias nos órgãos internos dos ratos e na arquitetura celular e histológica

“Os resultados das nossas pesquisas sobre a influência dos organismos geneticamente modificados (OGM) nos organismos vivos tornam duvidosa a sua inocuidade”, afirmou Alaxander Baranov, presidente da Associação Nacional para a Segurança Genética, numa conferência de imprensa no Centro REGNUM em Moscovo.

“Isto deve tornar-se motivo para uma reflexão séria nas instituições oficiais governamentais”, disse ainda Baranov. Membros desta Associação apresentaram resultados da pesquisa conduzida na Universidade Agrícola de Vavilov (Saratov). A pesquisa registrou desvios patológicos nos animais que comeram OGM.

A biotecnóloga Maria Konovalova, que conduziu pessoalmente os testes, disse que a soja transgénica neles utilizada produziu mutilações sérias nos órgãos internos dos ratos (fígado, rins e testículos) e na arquitetura celular e histológica. Além disso também influenciou o número de nascimentos por ninhada, alterou a taxa de mortalidade dos descendentes, e ainda resultou num aumento da agressividade e perda do instinto maternal.

Alexander Baranov acrescentou que tinha sido enviada uma carta aberta a Gennady Onishchenko, responsável máximo pela Inspecção Sanitária Russa, salientando a necessidade de uma moratória tanto à utilização dos OGM já autorizados na Rússia como à aprovação de novos OGM até que a sua influência no organismo humano esteja completamente estudada.

Baranov aponta que neste momento se atingiu uma situação terrível “Alimentamos as nossas crianças com alimentos cuja segurança ninguém pode garantir”. E ainda “Não andamos à procura de um culpado. Na nossa carta a Gennady Onishchenko propomos algumas medidas para uma rápida resolução do problema”.

Como anteriormente noticiado via Regnum, em Outubro de 2005 a investigadora russa Irina Ermakova tornou públicos os resultados de experiências onde se mostrava que a soja transgénica afecta a descendência.

Fonte: [ Agência Estadual de Notícias ]

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Propriedades medicinais popularizam chá verde no Brasil

Por Eduardo DIÓRIO
São Paulo, 17 (AE)

No Japão e na China ele foi praticamente substituído pela água. Por aqui, ganha, cada vez mais, novos adeptos.

O chá verde – também conhecido com banchá -, de acordo com estudiosos, é capaz de controlar o colesterol alto e neutralizar os radicais livres encontrados no corpo humano. Além disso, é um poderoso antiinflamatório e antigripal. A causadora de tantos “milagres” é uma simples planta, batizada de camellia sinensis, originária da Índia e da China.

Reza a lenda que há quase 3 mil anos antes de Cristo, o imperador chinês Shen Nung relaxava debaixo de uma árvore e, de repente, algumas folhas caíram numa vasilha de água. Atraído pelo cheiro, resolveu ferver a planta e provar o líquido. A partir deste dia, nascia o chá. Verdadeira ou não, a história é considerada o ponto de partida para os estudos sobre a infusão das folhas. Hoje em dia, cerca de 3 mil produtos levam o nome de chá. Apontada como a bebida mais consumida no mundo, depois da água, 3 bilhões de quilos de chá são produzidos anualmente.

“O chá verde, por exemplo, pode ser misturado com outros sabores, como o capim cidreira, a hortelã e a camomila. A degustação fica mais prazerosa”, afirma Maria Laura Álvares Lobo, farmacêutica da Meissen, empresa que desenvolve produtos naturais. Segundo a especialista, há dois tipos de preparo para o chá: a infusão, em que primeiramente se ferve a água e somente depois acrescenta o sachê (com o fogo desligado) e a docção, onde ferve-se a água juntamente com a erva.

De acordo com Jocelem Mastrodi Salgado, professora titular de nutrição da Universidade de São Paulo (USP) e presidente da Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais, o chá verde é rico em polifenóis, substâncias com forte ação antioxidante. “Os estudos mostram que estas substâncias são capazes de reduzir o risco de doenças cardiovasculares e certos tipos de câncer, como o de mama”, garante. Para ela, as pesquisas mostram que “o consumo regular do chá aumenta o gasto energético e a oxidação de gordura, ajudando no processo de emagrecimento”.

EFICÁCIA COMPROVADA – Publicado no “Journal of the American Medical Association”, nos Estados Unidos e divulgado pela agência de notícias BBC, um estudo realizado com mais de 40 mil japoneses revelou que, ao consumir o chá verde, o risco de doenças cardiovasculares fatais pode ser reduzido em mais de 25%. Porém, os especialistas britânicos afirmam que os benefícios podem estar ligados à dieta dos japoneses como um todo, que é mais saudável do que a adotada no resto do mundo.

No entanto, ao comparar as pessoas que bebiam menos de uma xícara de chá verde por dia com as que consumiram cinco ou mais xícaras diárias, os especialistas notaram que as que bebia um número maior apresentaram um risco menor em 16% de morrer de qualquer doença e 26% de falecer de doença cardiovascular. Para Shinchi Kuriyama, responsável pela pesquisa, a descoberta mais importante foi a de que o chá verde prolonga a vida das pessoas ao reduzir os riscos de doenças cardiovasculares.

SERVIÇO: Meissen Tel.: 0800-11-65-00

OS TIPOS DE CHÁS E COMO SÃO FEITOS AROMATIZADOS – Qualquer tipo de chá pode receber a adição de outras plantas, frutas ou flores

PRETO – As folhas sofrem um processo de fermentação que dá ao líquido um tom avermelhado e um sabor intenso e forte

OOLONG – Comum no Ocidente, passa por um processo de fermentação e de secagem e as folhas vão para um tanque

VERDE – Amargas, as folhas são passadas pelo calor após colheita, evitando a fermentação

Fonte: [ Agência Estado ]

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Parauapebas ganha horto de plantas medicinais

Da Redação

No mês de junho, o município de Parauapebas vai ganhar um horto comunitário de plantas medicinais. A implantação é responsabilidade da Emater, com o apoio da Pastoral da Terra e do governo municipal. O horto vai ganhar pelo menos mil mudas de 35 espécies no viveiro da prefeitura.

Durante esse mês, técnicos trabalham na manipulação científica pelo cultivo orientado de 270 mudas, para que sejam multiplicadas e se transformem nas mil.

O viveiro está localizado a 19km da sede de Parauapebas. O horto vai funcionar como centro didático e laboratorial para alunos do ensino municipal e como fonte de produtos medicinais a serem processados pelos próprios produtores rurais, beneficiados pela assistência técnica da Emater e por cursos de capacitação.

Desde janeiro, a partir da nova gestão, a Emater revitaliza essa linha de projetos. Segundo o engenheiro agrônomo, Eduardo Benício Gomes, mestre em Cultivo de Plantas Medicinais pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), investir nesse cultivo “valoriza os potenciais botânicos de cada região, além de instruir a população e capacitar mão-de-obra, gerando renda”.

A Emater planeja instalar, ao longo deste ano, pelo menos 30 hortos em cerca de 10 municípios.

Fonte: [ Agência Pará ]

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Crianças plantam árvores frutíferas no Bosque do Papa

AN Curitiba [25/05/2007]

O plantio de 120 mudas de árvores nativas no Bosque do Papa, no Centro Cívico, foi uma aula de educação ambiental para 30 crianças da Escola Municipal Duílio Calderari. O plantio, feito nesta sexta-feira (25), é mais uma etapa da campanha “Preservar também é nosso papel”, da editora Fama, com apoio da Prefeitura de Curitiba. A Fama edita a revista Where Curitiba.

O aluno Leonardo Francisco Fin participou do plantio com seus colegas da terceira série. “Vou lembrar pra sempre que plantei uma árvore aqui. Quando ela crescer os pássaros vão se alimentar e a gente vai ter ar mais puro também”, afirmou.

A maioria das espécies selecionadas é de árvores frutíferas. São pitangas, araçás e guabirobas que foram plantadas numa área atrás do Tribunal de Contas, próximo à ciclovia. O plantio foi acompanhado pelo superintendente de obras e serviços da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Paulinho Dalmaz. “Esta ação segue a determinação do prefeito Beto Richa de incentivo à preservação do meio ambiente”, disse Dalmaz.

Este é o segundo plantio promovido pela editora Fama em Curitiba. O primeiro foi no Parque Barigüi, em abril. A campanha plantará 120 árvores nativas por mês em parques, ruas e bosques da cidade para neutralizar o gás carbônico e o consumo de matéria-prima resultantes das atividades de produção da editora.

A proposta da direção da Fama é compensar o gás carbônico lançado na atmosfera, resultante das atividades de produção da revista, desde a ida dos funcionários da editora para o trabalho até a quantidade de lixo produzida e a energia consumida na produção. “Esperamos que várias empresas e instituições sigam nosso exemplo”, afirmou o diretor da revista, Faruk El-Khatib.

As espécies das mudas adquiridas pela editora para os plantios da campanha são indicadas pelos técnicos da Secretaria Municipal do Meio Ambiente. A Prefeitura também dá apoio operacional aos plantios, preparando os terrenos.

“O envolvimento de crianças nos plantios é uma maneira prática de se trabalhar conceitos ambientais com as gerações futuras. O resultado é muito positivo, pois as crianças voltam ao local dos plantios para ver as árvores que ajudaram a plantar”, disse a representante do Grupo de Educação Ambiental da Secretaria Municipal de Educação, Cíntia Maria Fernandes de Paula.

Fonte: [ Paraná-online ]

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Projeto prevê proibição de árvores que atrapalham fiação e calçadas

A Secretaria da Agricultura e Meio Ambiente (Sama) prepara desde o ano passado um projeto para reformular o panorama paisagístico de Limeira. A idéia é padronizar o plantio de árvores na cidade, proibindo espécies que crescem de forma desordenada e recuperar, com mudas nativas, a mata ciliar de córregos e ribeirões.

O projeto foi relatado à Gazeta pelo prefeito Sílvio Félix (PDT) na manhã de ontem, após a reinauguração de uma praça no Jardim Vista Alegre (ver matéria nesta edição). Mesmo sem data prevista para o início, Félix disse que reservou R$ 150 mil para investimentos na reformulação paisagística do município, cujo projeto será feito em parceria com a concessionária Elektro.

Ele disse que o município desenvolveu-se nos últimos quarenta anos sem um planejamento urbanístico, o que fez com que muitas espécies impróprias para as calçadas fossem plantadas. “A sibipiruna, por exemplo, é uma árvore bonita, mas cresce de forma desordenada e atrapalha a fiação elétrica”, disse.

Félix explicou que a arborização em Limeira avançou sem planejamento, principalmente a partir da década de 60, período em que o município destacou-se pelo surgimento de grandes indústrias, inclusive no perímetro urbano. “Temos muitas árvores cujas raízes estragam as calçadas e geram custos à Prefeitura”, disse.

Como exemplo de árvore imprópria, Félix citou o eucalipto, bastante encontrado na região do Horto Florestal. “É uma espécie de origem australiana, que não tem qualquer relação com a mata nativa de nossa região”, comentou Félix. A Sama já fez diversos plantios de árvores em torno da área, sempre com espécies originais na tentativa de recompor a paisagem.

As linhas do projeto, segundo a Gazeta apurou, dão prioridade ao plantio de árvores de pequeno porte, justamente para evitar complicações com a fiação elétrica. Além da sibipiruna, o fícus também deverá ser proibido de ser plantado nas calçadas. O projeto prevê recuperação da mata ciliar dos córregos que cortam Limeira. Segundo o titular da Sama, Richard Drago, a proposta ainda não tem data para ser concretizada, os estudos estão em andamento. (RS)

Fonte: [ Gazeta de Limeira ]

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Prefeitura homologa adoção de 26 árvores no Recreio dos Bandeirantes e em Botafogo

RIO – Dois termos de adoção de áreas verdes, para conservação de 12 árvores na Rua Professora Isolina Sartore, no Recreio dos Bandeirantes, e de 14 ipês na Rua Paulino Fernandes, em Botafogo, foram homologados pela Prefeitura, por intermédio da Fundação Parques e Jardins.

Pessoas físicas e jurídicas foram os adotantes, pelo prazo de dois anos, conforme comunicado do órgão da Secretaria Municipal de Meio Ambiente publicado no Diário Oficial do Município na edição do dia 25 de maio de 2007.

Fonte: [ ABN ]

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Câmara de Sementes ajuda a preservar plantas

Cada semente, por menor que seja, é como uma cápsula do tempo, carregando material genético resultante de milhões de anos de evolução e originando novas plantas.

Para garantir a preservação da vida vegetal, a natureza utiliza artifícios que impressionam, mas enfrentam a ação do ser humano na degradação do meio ambiente.

Por conta disso, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) criou há oito anos a Câmara de Sementes Florestais de Alagoas com o objetivo de preservar cerca de 80 espécies diferentes de árvores e plantas nativas.

Fonte: GazetaWeb

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IAP divulga lista de espécies exóticas invasoras

São 57 plantas e 26 animais que não fazem parte de nossa fauna original

O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) divulgou esta semana (portaria 95) o relatório que aponta as 57 espécies de plantas exóticas invasoras do Estado e 26 espécies de animais exóticos invasores. O levantamento é parte do trabalho de monitoramento e controle de contaminação biológica por espécies introduzidas no meio ambiente paranaense.

“A portaria também aponta os tipos de plantios comerciais de espécies exóticas, que devem adotar medidas preventivas de controle para não se transformem em vegetação invasora”, declarou o presidente do IAP, Vitor Hugo Burko.

As espécies exóticas “invasoras” se diferenciam das espécies exóticas por serem capazes de reproduzir-se rapidamente no local onde foram plantadas, podendo prejudicar a biodiversidade local. Na lista estão incluídas espécies de fauna como Caramujo africano, Caracol asiático, Bagre de canal e mexilhão dourado. Entre as espécies de plantas estão Eucalipto, Pinnus, Braquiaria, Amora-preta, Santa Barbara, Beijinho, entre outras.

Segundo o diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do IAP, João Baptista Campos, um bom exemplo é o Pinus, espécie de alto valor econômico – que quando plantada com devido controle e monitoramento contra dispersão são extremamente viáveis. “Mas quando invadem regiões de campo são prejudiciais à vegetação nativa”, explicou o diretor.

A portaria prevê ainda que os 412 viveiros de produção de mudas existentes no Paraná deverão gerar mudas de espécies nativas, usando as espécies exóticas somente com fins de pesquisa. Além disso, imóveis públicos que constataram presença de espécies exóticas invasoras devem promover a erradicação das mesmas, ou controle para evitar contaminação biológica.

A medida em que forem identificadas novas espécies invasoras elas serão incluídas na lista formulado pelo o IAP.

A Lei Federal de Crimes Ambientais n° 9.605, artigo 61, prevê punição para quem disseminar doença ou praga ou espécies que possam causar dano a agricultura, à pecuária, à flora e à fauna nativa nacional.

No anexo, espécies exóticas invasoras da Flora e Fauna no Paraná.

Fonte: Bem Paraná

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