Arquivo do mês: julho 2007

Horto da Univali produzirá plantas fitoterápicas em Biguaçu

Uma prática de ensino, pesquisa e extensão integra moradores de Biguaçu e acadêmicos da Universidade do Vale do Itajaí (Univali). Chamado de Bio-Verde, o projeto, desenvolvido pelo curso de Enfermagem do Campus da Univali em Biguaçu, incentiva o desenvolvimento e resgate do uso de plantas medicinais.

A socialização do projeto com agentes comunitários de saúde, comunidade e acadêmicos foi concluída e, agora, tem inicio a parte prática, com desenvolvimento do horto que terá metas de auto-sustentabilidade.

O horto terá duzentos metros quadrados onde serão plantadas as espécies com fins fitoterápicos. Os grupos da terceira idade de Biguaçu auxiliam no projeto socializando seus conhecimentos no uso das plantas.

O uso de ervas medicinais foi, por muito tempo, o principal auxílio terapêutico. A substituição por medicamentos sintéticos aconteceu, principalmente, após a segunda guerra mundial.

Segundo Maria Lígia dos Reis Bellaguarda, coordenadora do curso de enfermagem da Univali em Biguaçu, com esse projeto, a Univali proporciona integração propondo novos caminhos no ensino superior por meio da integração entre os saberes científico e popular, universalizando o uso das plantas medicinais.

Fonte: [ Universia Brasil ]

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Projeto da Uerj alerta para perigos em plantas medicinais

Fluminense

Orientar as pessoas para que não façam uso indiscriminado de plantas medicinais, o que pode causar mais prejuízos à saúde do que a cura pretendida, é a essência do projeto ‘Plantas Medicinais e Tóxicas no Rio de Janeiro: Promovendo a Educação e a Saúde da Comunidade’, coordenado por Maria Cristina Ferreira Santos e Marcelo Guerra Santos, professores da Faculdade de Formação de Professores (FFP) e do Instituto de Aplicação Fernando Rodrigues da Silveira (CAp), unidades acadêmicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), e realizado em parceria com o Departamento de Biologia Geral, da Universidade Federal Fluminense (UFF).
Atuante em comunidades de diferentes municípios, como Rio, São Gonçalo, Niterói e Itaboraí, o projeto tem como atividades básicas palestras em escolas e instituições de longa permanência de idosos, ministradas por alunos do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da FFP. A preocupação é alertar os usuários para perigos ocultos em plantas medicinais. As informações são da Secretaria estadual de Comunicação Social.

Com a urbanização e a evolução da ciência, os remédios naturais, usados desde o início da Humanidade na cura de doenças, tinham perdido espaço, em especial nas grandes metrópoles, para medicamentos de resultados mais rápidos. Contudo, os efeitos colaterais indesejáveis dessas drogas acabaram provocando a volta do uso de ervas medicinais.

Uso que merece cuidados considerando as propriedades tóxicas de algumas espécies de plantas. A dosagem, em certos casos, tem de ser adequada. É o caso do confrei (Symphytum officinale L.), planta que apresenta substância considerada cancerígena e hepatotóxica. O uso por via oral é proibido em vários países, embora a utilização local como cicatrizante seja permitida e estimulada, segundo Maria Cristina Ferreira Santos.

Plantas medicinais são vendidas livremente, como mostra pesquisa realizada no município de São Gonçalo. A pessoa pode encontrá-las em bancas de jornais, floriculturas, lojas de produtos naturais e com ambulantes. Metade delas é vendida com nomes populares diferentes, sem a denominação científica, ou apresenta nomenclatura errada na embalagem, o que pode levar a usos equivocados e provocar graves riscos à saúde.

O maior problema é a falta de orientação à população. Certas plantas comercializadas, como abajeru, cainca, catuaba e pinhão-roxo, ainda não têm eficácia terapêutica comprovada.

– Elas são utilizadas apenas com base nas informações oferecidas pela medicina popular e sem qualquer referência científica – alerta a professora.

Algumas são citadas como causadoras de intoxicações: comigo-ninguém-pode, pinhão, trombeta, pó-de-mico, buchinha-do-norte e mamona. Os sintomas mais comuns são náuseas, vômito, diarréia, irritação de mucosa, edema e alucinações. Em casos mais graves, o uso incorreto pode levar à morte. Segundo Maria Cristina, as crianças com idade inferior a 12 anos formam o maior grupo de risco, representando 73% dos casos por intoxicação relatados.

Fonte: [ Diário Online ]

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Plantas perderão capacidade de absorver CO2 até 2100, diz estudo

Londres, 25 jul (EFE).- Os níveis de ozônio superficial, que se acumula na camada mais baixa da atmosfera, aumentarão até 2100, dificultando o crescimento das plantas e reduzindo sua capacidade de absorver dióxido de carbono (CO2).
Esta é a conclusão de um relatório publicado esta semana na revista científica britânica “Nature”. O estudo foi elaborado por pesquisadores que trabalham em diversas instituições científicas do Reino Unido, como a Universidade de Exeter, no sul da Inglaterra.

O documento adverte que a concentração do ozônio superficial, também chamado troposférico, disparou nas últimas décadas e, por enquanto, não apresenta sinais de que vai parar de aumentar.

Este ozônio troposférico é diferente do que forma a camada de ozônio que preserva a Terra das radiações ultravioletas, segundo os pesquisadores. Os estudiosos afirmam que o aumento em sua quantidade é causado, em parte, pelas emissões poluentes da indústria e pelo aumento do uso de veículos.

Os pesquisadores acreditam, ainda, que a situação não melhorará, já que o excesso de CO2 na atmosfera obstrui os poros das plantas que absorvem o ozônio troposférico, em um círculo vicioso.

De acordo com os cientistas, as emissões associadas às queimadas de florestas e à queima de combustíveis fósseis, que liberam CO2 para a atmosfera, “aproximadamente dobrou a concentração de ozônio troposférico”, que deve aumentar ainda mais nos próximos anos.

O quadro tem conseqüências sobre o processo de aquecimento global.

O fato de as plantas não serem capazes de absorver nem o ozônio, nem o CO2 da atmosfera – um dos responsáveis pela intensificação do efeito estufa e, conseqüentemente, pela elevação das temperaturas -, será muito mais determinante para o aquecimento da Terra que a maior concentração desses gases, afirmam os pesquisadores.

Neste sentido, a evolução do clima do planeta durante o século XXI dependerá, em grande parte, do ritmo com que as plantas forem capazes de absorver o CO2, concluem os cientistas. EFE lj-mcs is/ma

Fonte: [ Último Segundo ]

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Canadá facilita visualização de itens orgânicos

SÃO PAULO, 23 de julho de 2007 – A Agência Canadense de Inspeção de Alimentos apresentou hoje o novo logo que será utilizado na apresentação dos produtos orgânicos comercializados no País. O objetivo, segundo o representante do órgão governamental, Chuck Strahl, é facilitar a identificação de tais produtos para o consumidor canadense.

O novo logo faz parte de um amplo projeto proposto pelo governo local para aperfeiçoar a regulação dos produtos orgânicos no país e só poderá ser concedido aos produtos que passarem por uma análise criteriosa de sua composição. Esses produtos deverão contar com no mínimo 95% de seus ingredientes de base orgânica. (Redação com agências internacionais – InvestNews)

Fonte: [ Gazeta Mercantil ]

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Petrobras aposta em biodiesel a partir de sementes brasileiras

Da AE – Natal

Além de tentar buscar a liderança na produção de biodiesel no País, a Petrobras está apostando no desenvolvimento de tecnologias próprias para usar, na fabricação do combustível, sementes oleaginosas de plantas tipicamente brasileiras, como a mamona, o dendê e o pinhão-manso. A idéia central da empresa é diversificar as matérias-primas usadas na produção de biodiesel para evitar as oscilações de preços de outras sementes que estão sujeitas ao mercado de alimentos, como é o caso da soja.

Em entrevista coletiva em Natal (RN) para falar do projeto da Petrobras para o biodiesel, o gerente de Desenvolvimento Energético da estatal, Mozart Schmitt, anunciou hoje que, do ponto de vista técnico, a empresa já está conseguindo provar que o desempenho do biodiesel de mamona não fica atrás do combustível feito a partir da soja. Ele citou dados preliminares de um estudo que está sendo feito pela empresa, em conjunto com a Ford e a Unifacs, da Bahia, que comparam o desempenho do diesel comum com misturas de 5% (o chamado B5) de biodiesel feito apenas com mamona ou apenas com soja nos motores de seis veículos Ford Ranger. “Até o momento, os veículos testados já rodaram 45 mil quilômetros e não houve diferença entre os combustíveis”, disse Schmitt.

Outro importante braço de pesquisas da Petrobras na área de biodiesel está no Rio Grande do Norte. A estatal montou duas unidades experimentais de produção de biodiesel em seu parque industrial de Guamaré. Ambas as unidades produzem a partir da mamona e de outras oleaginosas e podem começar a operar comercialmente já no ano que vem. Quando começarem a operar de modo contínuo, as duas plantas terão, somadas, capacidade para produzir entre 18 mil e 20 mil toneladas de biodiesel por ano, o suficiente para abastecer o mercado potiguar da mistura de 5% (B5) de biodiesel ao diesel comum, que só começará a ser obrigatória em 2013. Ao todo, a Petrobrás está investindo cerca de R$ 20 milhões nesses dois projetos.

Uma dessas plantas opera com a tecnologia tradicional de produção de biodiesel, que usa óleos vegetais para produzir o combustível. A outra planta, porém, já usa uma nova tecnologia desenvolvida pela própria Petrobras: a de produção do biodiesel diretamente da semente. “A vantagem desse procedimento é exatamente a de pular uma das etapas da produção”, disse o consultor-sênior da Petrobras responsável pela tecnologia, Carlos Khalil, explicando que, com essa nova técnica, não é necessário transformar as sementes em óleos vegetais.

A Petrobras ainda está analisando se o processo de fabricação a partir da semente é, de fato, mais eficiente do que o que usa os óleos. Mozart Schmitt destacou que uma vantagem clara da produção por sementes é a possibilidade de se instalar usinas de biodiesel em locais mais isolados, próximos dos produtores de grãos, mas distantes de unidades de fabricação de óleos. O custo também pode ser uma vantagem. Segundo Schmitt, a compra do óleo representa cerca de 80% do custo de produção do biodiesel.

As técnicas que estão sendo desenvolvidas nesses dois projetos deverão ser utilizadas pela Petrobras para adaptar as três grandes usinas que a estatal está construindo em Candeias (BA), Quixadá (CE) e Montes Claros (MG) e que devem começar a operar no fim deste ano. Para construir essas unidades, a Petrobras contratou a empresa Intecnial, que usa tecnologia americana de produção, que prioriza o processamento da soja.

A experiência no Rio Grande do Norte, contudo, servirá para adaptar esses três projetos para produzir também a partir de outras oleaginosas, como a mamona, o dendê e o girassol. As três grandes usinas terão, somadas, capacidade para produzir 171 milhões de litros de biodiesel por ano, suficiente para abastecer cerca de 20% dos 800 milhões de litros que serão necessários para que, conforme determina a lei, todo o diesel vendido no país contenha 2% de biodiesel a partir do ano que vem

A meta principal da Petrobras é a de atingir, no longo prazo, a liderança na produção de biodiesel no país. A expectativa da empresa é a de atingir, em 2011, uma produção de 855 milhões de litros.

Fonte: [ Diário de Cuiabá ]

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Transações on-line poderiam salvar 16,5 milhões de árvores

  • O que aconteceria se todos os lares americanos visualizassem e pagassem suas contas on-line?
  • De acordo com a Javelin Strategy & Research, 2,3 milhões de toneladas de madeira ou 16,5 milhões de árvores seriam salvas.
  • Atualmente, 61 milhões de domicílios fazem uso de bankline (53% dos lares norte-americanos), com previsão de chegar a 82 milhões (67% dos lares) até 2012.
  • Segundo o relatório, 39 milhões de famílias utilizam sites na internet para pagar suas contas, número que deve atingir 50 milhões em cinco anos.

Por Equipe Partner Report

(24/07/07) – O que aconteceria se todos os lares americanos visualizassem e pagassem suas contas on-line? De acordo com o relatório da Javelin Strategy & Research, com esse tipo de comportamento quase 2,3 milhões de toneladas de madeira ou 16,5 milhões de árvores seriam salvas.

O estudo aponta ainda que o consumo de combustíveis seria reduzido em 26 milhões de BTUs. Também teria redução da poluição: diminuiria os poluentes tóxicos no ar em aproximadamente 2 bilhões de quilos de CO²; baixaria a poluição na água em 49 bilhões de litros; e removeria 8,5 milhões de partículas e 12,6 milhões de óxido de nitrogênio do ar.

Atualmente, 61 milhões de domicílios fazem uso de bankline (53% dos lares norte-americanos), com previsão de chegar a 82 milhões (67% dos lares) até 2012. Segundo o relatório, 39 milhões de famílias utilizam sites na internet para pagar suas contas, número que deve atingir 50 milhões em cinco anos.

A conclusão da Javelin Strategy & Research é que as pessoas administram seus ativos e contas no ambiente on-line para ganhar tempo, segurança e rentabilidade. De olho nisso, os bancos podem usar a internet como um potencial canal para atingir as necessidades dos clientes e ainda prestar um grande benefício ao meio ambiente.

Fonte: [ Partner Report ]

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Países das Américas discutem impacto ambiental e biocombustíveis

Antigua (Guatemala), 23 jul (EFE).- A discussão sobre o impacto do aquecimento global abriu hoje a Semana da Agricultura e Vida Rural das Américas na cidade guatemalteca de Antigua, com a participação de ministros de 34 países do continente.

Chelston Brathwaite, diretor do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), disse à agência Efe que, para enfrentar os efeitos negativos das mudanças climáticas na agricultura, a instituição vai propor “retomar o programa de seguros para a agricultura”.

“Antes, outorgar seguros agrícolas não era um tema rentável para as grandes empresas seguradoras”, disse. Isto era devido aos milionários danos causados por fenômenos naturais, como os furacões, as secas e as inundações.

No entanto, ele acredita “que é necessária uma aliança entre o setor privado e os Governos”.

Segundo Brathwaite, “é mais barato”, especialmente para os países mais pobres do continente, “ter seguros agrícolas”. Com isso, seria possível garantir os investimentos e evitar crise alimentares geradas pelos efeitos do aquecimento global.

Junto a esta medida, de acordo com o diretor, devem ser incentivados programas para promover “práticas agrícolas modernas”, como a proteção de bacias hidrográficas e a reparação de terrenos dedicados à agricultura. De acordo com Brathwaite, estes planos devem estar “em harmonia com a proteção dos recursos naturais”.

As mudanças climáticas “já são uma realidade, e revertê-las é algo muito difícil”. Por isso, para ele, é preciso tomar medidas drásticas imediatamente para atenuar os efeitos e evitar que o fenômeno aprofunde os altos níveis de pobreza.

A reunião americana servirá de marco para a realização, de forma paralela, do Fórum Hemisférico de Delegados Ministeriais do Grupo de Implementação e Coordenação dos Acordos sobre Agricultura e Vida Rural (Grica).

Além disso, também serão realizadas a IV Reunião Ministerial de Agricultura e Vida Rural nas Américas e a XIV Reunião Ordinária da Junta Interamericana de Agricultura.

O encontro na Guatemala termina no dia 27 de julho.

O ministro de Agricultura guatemalteco, Bernardo López, afirmou a jornalistas que além dos impactos das mudanças climáticas na agricultura, os ministros debaterão “o desenvolvimento da agricultura e seu papel na redução da pobreza rural e urbana” no continente.

Além disso, segundo López, os ministros falarão sobre “a produção de biocombustíveis gerados com produtos agrícolas e o impacto da biotecnologia na agricultura”.

De acordo com Brathwaite, os acordos alcançados sobre esses temas nas reuniões “contribuirão para o cumprimento das Metas do Milênio” da ONU, “especialmente no que diz respeito à redução da pobreza até 2015”.

O diretor do IICA disse que “77% dos pobres do mundo dependem diretamente da agricultura”, o que obriga os Governos a dedicar especial atenção ao desenvolvimento desta atividade, “vital para a sobrevivência da humanidade”, em sua opinião.

Quanto à produção de combustíveis alternativos com base em produtos agrícolas, Brathwaite afirmou que esta é uma opção que deve ser “otimizada”.

Ele negou que exista um dilema ético a respeito. Para ele, “os biocombustíveis não devem afetar a segurança alimentar”, porque sua principal fonte “são os produtos não-alimentícios”, como os resíduos da cana-de-açúcar e a palmeira africana.

O milho, base nutricional de milhões de pessoas no continente, e cujo uso potencial na fabricação de etanol provocou debates e polêmicas, “não é uma opção aceitável”, ressaltou Brathwaite.

Para conseguir avanços na exploração da agroenergia e nos biocombustíveis, durante o encontro, o IICTA vai propor um programa de cooperação “para trocar experiências” com os países mais avançados nessas matérias. Também serão estabelecidos marcos jurídicos “para atrair investimentos estrangeiros”. EFE ca is/pa

Fonte: [ Último Segundo ]

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Frei Betto critica programa de biocombustíveis

Uma das idéias mais caras ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o projeto de biocombustíveis, é o mais novo alvo do Conselho Nacional de Segurança Alimentar (Consea). Com sede no Planalto e usando um e-mail ‘planalto.gov.br’, o Consea distribuiu, ontem, para os correspondentes, um artigo de Frei Betto, que foi assessor especial da Presidência e um dos conselheiros, chamando o programa de “necrocombustíveis” – necro é o prefixo de origem grega para morte.

O artigo de Frei Betto não foi nem mesmo escrito para o Conselho ou para avaliação de seus integrantes. Foi publicado na sexta-feira, 20, pela Agência de Notícias da América Latina e Caribe. A assessoria do Consea o distribuiu por considerar que trata de tema que pode ser analisado pelos conselheiros.

O texto é duro com a política de biocombustíveis. Frei Betto usa os argumentos dos presidentes de Cuba, Fidel Castro, e da Venezuela, Hugo Chávez, que acusam os interessados de transferir para combustíveis a produção de comida. “Vamos alimentar carros e desnutrir pessoas. Há 800 milhões de veículos automotores no mundo. O mesmo número de pessoas sobrevive em desnutrição crônica.

O entusiasmo de Bush e Lula pelo etanol faz com que usineiros alagoanos e paulistas disputem cada pedaço de terra do Triângulo Mineiro”. Frei Betto foi assessor especial de Lula até dezembro de 2004. Saiu dizendo que não tinha vocação para o serviço público. (das agências)

Fonte: [ O Povo ]

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N.E.: Sabemos, por diversas pesquisas recentes, que o problema de falta de alimentos está, evidencialmente, em dois fatores principais: distribuição e desperdício. Devemos nós acreditar que faltará terra e água para plantar? Ou tudo não passa de uma jogada mercadológica, para aumentar os preços dos combustíveis?

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Petrobrás recebe adesões na produção de biocombustíveis

As empresas Toyota Tsusho, Odebrechet e Queiroz Galvão assinaram nesta sexta-feira (20), na sede da Petrobras, documento de adesão ao Memorando de Entendimento firmado pela empresa no mês passado. O objetivo do documento é avaliar o potencial de produção de biocombustíveis bioetanol, biodiesel e bioeletricidade na região denominada Canal do Sertão Pernambucano, situada nos estados da Bahia e Pernambuco.

A adesão das empresas deve trazer benefícios do crescente mercado internacional dos biocombustíveis para a região do semi-árido brasileiro, com ganhos sociais, econômicos e ambientais.

O memorando foi assinado no dia 8 de junho de 2007, objetivando avaliar o potencial de produção de bioetanol, biodiesel e bioeletricidade, a partir da cana-de-açúcar e oleaginosas diversas, naquela área do nordeste.

O Canal do Sertão Pernambucano é uma região lque abrange 16 municípios do Estado de Pernambuco, entre os quais Petrolina, Ouricuri, Trindade, Araripina, além do Município de Casa Nova, no Estado da Bahia.

Os estudos contemplarão a produção de biocombustíveis, como o etanol a partir da cana-de-açúcar e o biodiesel a partir de pinhão manso, mamona e dendê, utilizando a irrigação como principal fonte de fornecimento de água para a garantia de produção dos biocombustíveis, evitando a sazonalidade climática que se tem em outras regiões do país.

Será avaliada, também, a melhor logística de escoamento da futura produção, para atender, de forma segura e competitiva, tanto o mercado japonês como os demais mercados potenciais em outras partes do mundo.

Fonte: [ DM Online ]

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