Arquivo do mês: setembro 2007

21 de Setembro – Dia da Árvore

por Deborah Dubner

Aprenda a amar as árvores e aprenderá amar a si mesmo” (Silvio Campos)

[img:11000.jpg,full,alinhar_esq_caixa]21 de setembro é uma data especial. Comemora-se o Dia da árvore e o Dia Internacional da Paz. Duas palavras que remetem a muita reflexão, e que combinam perfeitamente juntas. A árvore é um forte símbolo de paz. Ela traz a lembrança do tempo sem tempo, a ancestralidade das tribos e a longevidade da sabedoria. Silenciosa e generosa, ela acolhe, abriga, refresca e convida para momentos de tranqüilidade e harmonia.

A árvore nos dá seu fruto, sua sombra, cura nossas enfermidades, o ar puro que respiramos, protege a terra, rios e as nascentes. Ela carrega o simbolismo da genealogia e da vida. Não é à toa que a natureza deu à arvore centenas e centenas de anos, enquanto para os homens e outros animais, poucos anos de vida. Sua existência é carregada de memória e curiosidades.

Sensível como a árvore da maçã, elegante como a figueira ou melancólico como o chorão. Nós, seres humanos, temos muito em comum com as árvores que nos rodeiam. Confira a árvore correspondente à data do seu nascimento e divirta-se comparando as características. Clique aqui e saiba qual é a sua árvore!

Observar uma árvore traz o poder de conexão direta com a natureza, que é pura manifestação de beleza. E a paz nasce da beleza. Não há outro berço para a paz, senão o amor e a beleza. Basta olhar para uma árvore, com os olhos cheios e a mente vazia, para compreender que ela é um grande mestre da paz. Árvore é sinônimo de vida. E vida é sinônimo de paz. A manutenção da vida na terra depende da consciência de se proteger as árvores e, conseqüentemente, a natureza como um todo.

No Brasil, setembro é o mês do verde. Nesta terra tropical dotada de espécies de árvores brasileiras, comemora-se no dia 21 mais um Dia da Árvore. A data é celebrada na chegada da primavera. Isso porque os povos indígenas costumavam homenagear as árvores na época das chuvas ou quando preparavam a terra para plantar. Portanto, nada melhor do que homenagear as árvores no início desse lindo período de primavera que vem pela frente.

Em Itu e região, alguns movimentos e eventos são organizados para comemorar a data. É o caso da Primavera dos Museus, um evento que traz para Itu dois documentários de extrema importância para reflexão e mudança de atitude: “Mudança de Clima, Mudança de Vidas” e “Uma verdade inconveniente”. As escolas municipais, estaduais e particulares também estão plantando árvores. Também no dia 21, será empossado em Itu o Conselho do Meio Ambiente (COMDEMA).

Em Indaiatuba, 700 mudas de espécies nativas serão plantadas em homenagem ao Dia da Árvore.

Em Tatuí, na semana de 18 a 23 de setembro, ocorre a 2ª Semana Municipal de Arborização Urbana, que prevê a realização de palestras, cursos, “cãominhada”, caminhada ecológica e plantio de árvores.

Em Porto Feliz, a prefeitura lançará o Plano Diretor de Arborização Urbana, que prevê o plantio de árvores de forma planejada.

Nessas datas comemorativas, muitos se perguntam: o que eu posso fazer?

Há muitos caminhos. Um deles é apenas parar e reparar. Não passe em branco pelas árvores à sua volta. Sinta, ouça, cheire, honre. Se você celebra a existência das árvores, isso já é um grande passo. Para incentivar a sua jornada, preparamos uma galeria de fotos para você. Clique aqui e veja muitas árvores de Itu, cada uma com a sua beleza e personalidade.

O importante é não ficar parado e se engajar, seja na sua comunidade, na sua cidade, ou além das fronteiras físicas do seu cotidiano. Para ampliar as possibilidades, nossa equipe selecionou uma lista de sites que podem informar, formar e unir esforços. Dê o seu click!

E se quiser colocar realmente a “mão na terra”, aí vai uma sugestão da educadora ambiental, Patricia Otero: Observe as árvores pelo seu caminho. Tem algum Ipê? Nessa época eles estão espalhando milhares de sementes por todos os cantos de Itu. Colete as sementes que estão no chão e prepare num pequeno recipiente (mini vaso) enchendo-o com partes iguais de terra de jardim, composto orgânico e areia. Coloque a semente e cubra com uma camada de terra fina. Molhe frequentemente, usando um borrifador. Mantenha em local bem iluminado, mas sem a luz do sol direta. Quando a muda estiver com 10 cm, já poderá ser transplantada para o local definitivo.

Cultive esta semente e Feliz Dia da Árvore!

Fonte: [ Itu.com.br ]

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Entre na onda. Vista verde nesta sexta-feira

Flavio Moraes

Cuidar de árvores é uma das boas atitudes que a população pode fazer no Mutirão Verde

Plantar uma árvore, exigir maior arborização das praças e organizar reuniões com os vizinhos em prol do meio ambiente. Vale tudo no Mutirão Verde, nesta sexta-feira (21/9), em que é comemorado o Dia da Árvore. A Secretaria de Estado do Meio Ambiente promoverá ações em várias cidades, mas o importante é a participação ativa do cidadão. Vista verde e tenha uma atitude diferente.

A proposta do Mutirão Verde é que a população adota algumas ações, como:

1 – Plante árvores, muitas árvores.

2 – Proteja e cuide das árvores plantadas.

3 – Ofereça carinho às plantas e não permita que quebrem suas folhas e flores.

4 – Denuncie o desmatamento.

5 – Organize reuniões em defesa do meio ambiente.

6 – Exija mais verde nas praças. Mais praças.

7 – Adote uma árvore.

8 – Cante uma canção, reze pela natureza.

9 – Cuide dos vasos de plantas para que não virem depósito de bitucas de cigarros.

10 – Vista verde. Ande verde.

Cerca de 1 milhão de crianças terão suas atividades voltadas para a conscientização sobre a importância de preservar o meio ambiente. Nas mil escolas participantes, haverá plantios, orientações, aulas, observações de filmes, mutirões de jardinagem, músicas.

No Centro o destaque é para o Mercado Municipal Paulistano, que se prepara para o “Mercadão Também É Verde”, que são os eventos: “Semana da Primavera”, de 21 a 30/9, das 8h às 17h, com o comércio de flores e plantas; “Dia do Verde”, no dia 22/9, das 8h às 17h, em que uma equipe de agrônomos e veterinárias ficará a disposição para esclarecimentos sobre o manejo e cuidado com mudas de árvores; “Feira Orgânica”, todos os sábados a partir de 22/9, das 8h30 às 13h, com 25 feirantes que venderão produtos orgânicos.

Outras informações e folheto de divulgação no site http://www.ambiente.sp.gov.br/mutiraoverde/

Fonte: [ Viva o centro ]

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Emater/RS-Ascar e Embrapa implantam Quintais Orgânicos e distribuem mudas na região de Erechim

A Emater/RS-Ascar, por meio do Escritório Regional de Erechim, e a Embrapa Clima Temperado de Pelotas, a partir do Programa Quintais Orgânicos de Frutas, instalou na região cinco módulos do projeto Quintais/Pomares , sendo que cada módulo recebeu 65 mudas de frutíferas das variedades araçá, goiaba, pitanga, romã, uvaia, pêssego, laranja, caqui, entre outras. As mudas foram distribuídas em áreas indígenas de Nonoai, Planalto, Charrua, Erebango e Benjamim Constant.

O assistente técnico regional Luiz Antônio Busatta observa que esses módulos servirão de piloto para que, nos próximos anos, a Embrapa possa disponibilizar um número maior de mudas para a região. “Confiamos no programa e acreditamos que os indígenas possam incrementar a área de frutíferas”.

O objetivo do programa é melhorar a qualidade da alimentação e de vida das comunidades indígenas e assentados. Também foram distribuídos adubo fosfatado e potássio e mudas de acácia negra para utilização de quebra ventos.

Fonte: [ Emater ]

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ALIMENTOS: Soya e Liza serão identificados como transgênicos

[img:transg_115.jpg,thumb,alinhar_esq_caixa]SÃO PAULO, 20 de setembro de 2007 – A Justiça de São Paulo determinou que as duas maiores fabricantes de óleo de soja do Brasil, a Bunge e a Cargill, rotulem seus produtos, os óleos Soya e Liza, respectivamente, como transgênicos. As empresas terão de se adequar ao decreto federal de rotulagem de 2003, que obriga a constar nos rótulos a imagem do triângulo amarelo com um T no meio e a informação de que o produto foi fabricado com matéria-prima transgênica, no caso, a soja.

A ação civil pública proposta pelo Ministério Público de São Paulo resultou de uma denúncia feita pelo Greenpeace em outubro de 2005, quando cerca de 20 ativistas da organização foram à Brasília entregar ao governo um dossiê que comprovava a utilização de soja transgênica na fabricação dos óleos Soya e Liza

De acordo com o decreto de rotulagem, todos os produtos fabricados com mais de 1% de organismos geneticamente modificados devem trazer essa informação no rótulo. Isso vale para produtos como o óleo, a maionese e a margarina, em que não é possível detectar o DNA transgênico. (Redação – InvestNews)

Fonte: [ Gazeta Mercantil ]

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A vitória dos enlatados

Governo troca mistura nutricional consagrada há décadas por produtos industrializados

HUGO MARQUES

PIONEIRAHá mais de três décadas Clara Brandão criou um composto alimentar que revolucionou a nutrição infantil

[img:avitoriadosenlatados2_67.jpg,full,centralizado]

A cena foi comovente. O vice-presidente José Alencar preparava-se para plantar uma árvore em Brasília quando foi abordado por uma nissei de 65 anos e 1,60 m de altura. Era manhã da quinta-feira 6. A mulher começou a mostrar fotografias de crianças esqueléticas, brasileiros com silhueta de etíopes, mas que tinham sido recuperadas com uma farinha barata e acessível, batizada de “multimistura”. Alencar marejou os olhos. Pobre na infância no interior de Minas, o vice não conseguiu soltar uma palavra sequer. Apenas deu um longo e apertado abraço naquela mulher, a pediatra Clara Takaki Brandão. Foi ela quem criou a multimistura, composto de farelos de arroz e trigo, folha de mandioca e sementes de abóbora e gergelim. Foi esta fórmula que, nas últimas três décadas, revolucionou o trabalho da Pastoral da Criança, reduzindo as taxas de mortalidade infantil no País e ajudando o Brasil a cumprir as Metas do Milênio. E o que a pediatra foi pedir ao vicepresidente? Que não deixasse o governo tirar a multimistura da merenda das crianças. Mais do que isso, ela pediu que o composto fosse adotado oficialmente pelo governo. Clara já tinha feito o mesmo pedido ao ministro da Saúde, José Gomes Temporão – mas ele optou pelos compostos das multinacionais, bem mais caros. “O Temporão disse que não é obrigado a adotar a multimistura”, lamenta Clara.

Há duas semanas a energia elétrica da sala de Clara dentro do prédio do Ministério da Saúde foi cortada. Hoje, ela trabalha no escuro. “Já me avisaram que agora eu estou clandestina dentro do governo”, ironiza a pediatra. Mas ela nem sempre viveu na escuridão. Prova disso é que, na semana passada, o governo comemorou a redução de 13% nos óbitos de crianças entre os anos de 1999 e 2004 – período em que a multimistura tinha se propagado para todo o País.

Desde 1973, quando chegou à fórmula do composto, Clara já levou sua multimistura para quase todos os municípios brasileiros, com a ajuda da Pastoral da Criança, reduto do PT. Os compostos da multimistura têm até 20 vezes mais ferro e vitaminas C e B1 em relação à comida que se distribui nas merendas escolares de municípios que optaram por comprar produtos industrializados. Sem contar a economia: “Fica até 121% mais caro dar o lanche de marca”, compara Clara.

Quando ela começou a distribuir a multimistura em Santarém, no Pará, 70% das crianças estavam subnutridas e os agricultores da região usavam o farelo de arroz como adubo para as plantas e como comida para engordar porco. Em 1984, o Unicef constatou aumento de 220% no padrão de crescimento dos subnutridos. Dessa época, Clara guarda o diário de Joice, uma garotinha de dois anos e três meses que não sorria, não andava, não falava. Com a multimistura, um mês depois Joice começou a sorrir e a bater palmas. Hoje, a multimistura é adotada por 15 países. No Brasil só se transformou em política pública em Tocantins.

Clara acredita que enfrenta adversários poderosos. Segundo ela, no governo, a multimistura começou a ser excluída da merenda escolar para abrir espaço para o Mucilon, da Nestlé, e a farinha láctea, cujo mercado é dividido entre a Nestlé e a Procter & Gamble. “É uma política genocida substituir a multimistura pela comida industrializada”, ataca a pediatra. A coordenadora nacional da Pastoral da Criança, Zilda Arns, reconhece que a multimistura foi importante para diminuir os índices de desnutrição infantil. “A multimistura ajudou muito”, diz. “Mas só ela não é capaz de dizimar a anemia; também se deve dar importância ao aleitamento materno.” ISTOÉ procurou as autoridades do Ministério da Saúde ao longo de toda a semana, mas nenhuma delas quis se pronunciar. “O multimistura é um programa que não existe mais”, limitou-se a informar a assessoria de imprensa.

Fonte: [ IstoÉ Online ]

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Aromas naturais produzidos por microrganismos

Por Claudete Corrêa de Jesus Chiappini

Os microrganismos são freqüentemente associados à falta de qualidade ou à deterioração de alimentos. Entretanto, as biotecnologias de alimentos empíricas, praticadas há milênios, são as raízes da moderna tecnologia de alimentos e bebidas e produtos como cerveja, vinho, vinagre, queijos, pães e vegetais fermentados devem seu perfil de aroma típico a capacidade metabólica de numerosos microrganismos. Avanços recentes na biotecnologia de plantas e fungos, na tecnologia enzimática, na engenharia genética, no monitoramento de bioprocessos e nas técnicas de recuperação de produtos proporcionaram novas oportunidades em potencial para a biotecnologia de produção de aromas.

:: Leia o artigo completo em: [ Com Ciência ]

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Da evolução à extinção

A vida na Terra surgiu há milhões de anos, evoluiu lentamente e está desaparecendo a um ritmo sem precedentes: um em cada quatro mamíferos, um em cada oito pássaros, um terço de todos os anfíbios e 70 por cento das plantas catalogadas do planeta aparecem agora na Lista Vermelha de Plantas e Animais em Perigo, da World Conservation Union (IUCN), responsável pelo relatório anual das espécies em risco de extinção, segundo o qual, o ritmo de extinção atual é 10.000 vezes mais alto do que se estimava.

A atividade humana, destruindo os habitats naturais através da urbanização, agricultura e desmatamento, juntamente com as mudanças climáticas representam as maiores ameaças às plantas e animais. Hoje, 16.306 espécies estão ameaçadas de extinção, enquanto as já extintas somam 785. Nossas vidas, é bom lembrar, dependem da biodiversidade e sua proteção é essencial para a nossa sobrevivência.

Segundo o World Wildlife Fund (WWF), estamos em alerta vermelho, e a situação das espécies é um espelho da situação do planeta; elas estão sendo submetidas a enormes pressões à medida que nós sistematicamente destruímos seus habitats ou as superexploramos para sustentar nosso cada vez mais exigente modo de vida; precisamos urgentemente reverter esta ameaça e começar a viver conforme a real disponibilidade de recursos naturais do planeta.

Tradução: sustentabilidade, palavra da moda, derivada de sustentar, entre cujos significados encontram-se conservar, agüentar, suportar e, principalmente, lutar em defesa de algo. Quando se fala com tanta freqüência em desenvolvimento sustentável, incorre-se em certo abuso da expressão, a menos que se lha acrescente o adjetivo limitado. Desenvolvimento sustentável limitado, aí sim. Limitado pela quantidade de recursos naturais disponíveis, e as opiniões acerca dessa disponibilidade são controversas, há quem diga que ela já ultrapassou em muito o limite do razoável, porque estes recursos precisam ser divididos entre todos os seres vivos.

A questão da água é tão importante quanto a da energia, e um terço da humanidade – por enquanto – sofre com a sua falta, e por “água” deve-se entender aquela que se presta ao consumo, a qual está tendo sua quantidade gradualmente reduzida pela contaminação dos lençóis freáticos, lagos e rios. O maior consumidor de água é a agricultura, que requer, atualmente, 78% de toda ela, e a plantação intensiva de cana, beterraba e tudo o mais que se preste à produção de biocombustíveis tende a acentuar este consumo.

O pintor novaiorquino Walton Ford dá uma visão artística da disputa entre os seres vivos, ou melhor, entre os homens e os demais seres vivos, em sua crítica das relações dos homens com os animais e a natureza. Todas as suas obras são produto de histórias e fábulas que o autor lê e nelas se inspira. Preocupado com o meio-ambiente, Ford pinta a própria cadeia alimentar: leões que dominam humanos, gorilas que se rebelam contra as câmeras dos fotógrafos, leões que engolem crocodilos, como que ilustrando a justiça implacável da Natureza. Ele fala sobre um espécime conhecido como Martha, a remanescente única de bilhões que existiam na América do Norte no século XVII. Seu corpo foi doado ao Smithsonian Institute, onde foi mantida, empalhada, sob a epígrafe: “Martha, a última de sua espécie, falecida às 13 horas de 1º de setembro de 1914, aos 29 anos, no Zoológico de Cincinatti, Ohio. Sua obra ‘Pancha Tantra’ será publicada em novembro pela editora Taschen. http://www.taschen.com

Como se viu acima, apenas com o exemplo de algo tão comum como a água, a competição entre os seres vivos é absurdamente intensa, e pode ser amenizada se o homem mudar seus hábitos de consumo. Ou isso, ou acabará figurando na Lista Vermelha.

Luiz Leitão
luizmleitao@gmail.com
http://detudoblogue.blogspot.com

Fonte: [ Olhar Direto ]

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Entidades enviam carta a Lula contra a liberação de transgênicos

Entidades e movimentos sociais que integram o Fórum Nacional pela Reforma Agrária enviaram uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva na qual questionam a liberação do milho transgênico Liberty Link, produzido pela Bayer. No documento, os líderes dos movimentos ressaltam que a liberação pode destruir a agricultura familiar.

O milho Liberty Link é tolerante a um herbicida homônimo, que promete combater ervas daninhas.

“A liberação comercial dos transgênicos é uma séria ameaça às sementes crioulas e pode inviabilizar a continuidade da construção de um modelo sustentável de agricultura baseado na agroecologia”, diz a carta.

As entidades esperam que Lula determine ao CNBS (Conselho Nacional de Biossegurança) que suspenda as liberações comerciais dos produtos transgênicos.

Segundo o Fórum Nacional pela Reforma Agrária, a liberação do milho transgênico foi autorizada em maio pela CTNBio (Comissão Nacional de Biossegurança). Porém, entidades questionam a forma como a liberação foi autorizada, ou seja, sem estudos para garantir que os produtos transgênicos não fazem mal à saúde e ao meio ambiente.

Entre as entidades que integra o Fórum Nacional de Reforma Agrária estão o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), a CUT (Central Única dos Trabalhadores), o MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens), as pastorais sociais, entre outras.

Fonte: [ Folha Online ]

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Jardim Botânico conta histórias de árvores para crianças

RIO – Histórias sobre árvores serão contadas na Casa de Educação Ambiental do Jardim Botânico para crianças e adolescentes em comemoração ao Dia da Árvore. A atividade será na sexta-feira e será oferecida em quatro sessões: às 10h, 11h, 15h e 16h, com duração de 25 minutos.

Pela manhã, o público poderá ouvir “Sumaúma, mãe das árvores – uma história da Floresta Amazônica”, de Lynne Cherry, com tradução de Ana Maria Machado, livro dedicado à memória de Chico Mendes. Na história, os animais amazônicos conversam com um homem que dormiu após ter iniciado a derrubada de uma sumaúma. À tarde, será contada “Rubens, o Semeador”, de Ruth de Souza, que narra a história do menino Rubens, plantador de árvores, que ao crescer encontra na aquarela uma forma de traduzir seu amor pela natureza.

Os interessados poderão se inscrever pelo telefone 3874-1217 ou diretamente na sede do Núcleo de Educação Ambiental (residência Pacheco Leão), Rua Jardim Botânico 1008. Cada sessão poderá ter no máximo 35 participantes.

Fonte: [ O Globo Online ]

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3 mil espécies de plantas serão distribuídas no Dia da Árvore em Cuiabá

No dia 21 de setembro, o Brasil comemora mais um Dia da Árvore. Há décadas, os alunos costumam escrever uma redação sobre o tema e, incentivados pelos professores, plantam uma muda de árvore no pátio do colégio. Este ano não será diferente. A prefeitura de Cuiabá, através da Secretaria do Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Smades), vai distribuir 3 mil mudas de árvores para alunos e a população nas principais avenidas da cidade.

As 9h30, o dia da árvore começa com o plantio de 100 mudas de árvores da espécie pau-brasil, planta que originou o nome do nosso país, na avenida principal do CPA II, em frente à Praça Cultural. Às 15 horas, uma equipe da Smades fará a distribuição das 3 mil espécies de árvores nativas e frutíferas em seis avenidas.

Importante: Além de embelezar praças, avenidas e ruas, as árvores refrescam o ambiente, isso acontece porque dão sombra e mantêm a umidade do ar. Além disso, as plantas ajudam a diminuir a poluição porque absorvem gás carbônico na queima de combustíveis, em outras palavras, significa mais oxigênio para os seres humanos. As plantas também são verdadeiras barreiras que mudam a direção dos ventos e filtram poeira e fuligem, deixam o solo firme, sendo indispensáveis nas encostas, às margens de rios e mananciais. Sem contar com os deliciosos frutos que servem à população.

Fonte: [ Redação 24HorasNews ]

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