Arquivo do mês: setembro 2008

Hortas caseiras são úteis e ainda dão charme à decoração

Luciana Ackermann – O Globo

Hortas caseiras podem ser feitas em vasos médios e pequenos

[img:29_MHG_2709_Mor1.jpg,thumb,alinhar_esq_caixa]RIO – Que tal dar aquele toque especial ao seu molho com manjericão, louro e cebolinha? Ou então um chazinho de hortelã? Até parece que tudo fica ainda mais prazeroso se essas ervas aromáticas são cultivadas na sua própria casa. Engana-se quem pensa que é complicado cultivar os jardins de ervas dentro de casa. Até mesmo em apartamentos, é possível manter uma bela jardineira com suas ervas preferidas.

O paisagista Oney Barroso diz que é preciso tirar da cabeça idéia errada de que é trabalhoso cuidar de ervas aromáticas e medicinais. Também explica que não são necessários grandes espaços e vasos volumosos para obter uma horta bacana.

– Dá para cultivar as hortinhas mesmo em vasos pequenos, que podem ficar sobre os aparadores entre a cozinha e a área de serviço. Além de garantirem um toque especial aos pratos, elas também dão vida e embelezam os ambientes. Muitas ainda exalam um agradável aroma – afirma Barroso.

[img:29_MHG_2709_Mor2.jpg,thumb,alinhar_dir_caixa]O primeiro passo, segundo o paisagista, é colocar cerca de dois centímetros de pedra brita ao fundo do vaso ou da jardineira, com pequena abertura para escoar a água. As pedras garantem uma boa drenagem, evitando que as raízes apodreçam. Ele recomenda o uso de substrato orgânico, feito à base de folhas secas e cascas de verdura. Deve-se encher o recipiente até a metade com o substrato, colocar a muda ou as sementes e depois cobri-las com mais substrato. Os vasos devem ser regados três vezes por semana nos períodos mais quentes ou duas vezes na semana em dias chuvosos. As plantas também precisam de boa ventilação e iluminação. Entre 30 e 40 dias é possível colher e usar seus temperos preferidos.

A dona-de-casa Catarina Cardoso diz que cultiva, há cerca de cinco anos, seus temperos em duas jardineiras. E garante que não tem mistério.

– Costumo regá-los quatro dias por semana. Já virou rotina eu sair da cozinha durante preparação do almoço para pegar minhas folhinhas, especialmente o manjericão e o alecrim para colocá-los na comida. – afirma Catarina.

[img:29_MVG_2909_Horta.jpg,thumb,alinhar_esq_caixa]As hortas caseiras estão presentes também nas mostras de decoração. No Casa Cor Rio, por exemplo, a arquiteta Ângela Leite Barbosa investiu na horta orgânica caseira e num minipomar no Estúdio Verde. No evento Casa Boa Mesa, em São Paulo, as arquitetas Betina Barcelos, Karina Salgado e Andrea Bugarib criaram A Cozinha da Família, onde foi projetada uma horta vertical de dois metros de altura por dois de largura, que pode ser adaptada conforme a área disponível.

– Fizemos um painel de madeira com nichos, onde foram colocados os vasos com temperos e ervas aromáticas. Partimos da idéia de que cada vez mais as pessoas estão se preocupando em ter uma alimentação mais saudável e caseira. Quisemos mostrar que essas plantas além de decorativas, são úteis – afirma Betina.

Fonte: [ O Globo ]

4 Comentários

Arquivado em Alimentos, Cultivo, Plantas Medicinais

60 Dicas da Terra

[img:environmentandsociety.jpg,full,centralizado]

Economizar energia é proteger o PLANETA – Cada um tem que fazer sua parte e não esperar que o outro faça…

1. Tampe suas panelas enquanto cozinha. Parece obvio, não é? E é mesmo! Ao tampar as panelas enquanto cozinha você aproveita o calor que simplesmente se perderia no ar.

2. Use uma garrafa térmica com água gelada. Compre daquelas garrafas térmicas de acampamento, de 2 ou 5 litros. Abasteça-a de água bem gelada com uma bandeja de cubos de gelo pela manhã. Você terá água gelada até a noite e evitará o abre-fecha da geladeira toda vez que alguém quiser beber um copo de água

3. Aprenda a cozinhar em panela de pressão. Acredite… dá pra cozinhar tudo em panela de pressão: Feijão, arroz, macarrão, carne, peixe etc… Muito mais rápido e economizando 70% de gás.

4. Cozinhe com fogo mínimo. Se você não faltou às aulas de física no 2º grau você sabe: Não adianta, por mais que você aumente o fogo, sua comida não vai cozinhar mais depressa, pois a água não ultrapassa 100ºC em uma panela comum. Com o fogo alto, você vai é queimar sua comida.

5. Antes de cozinhar, retire da geladeira todos os ingredientes de uma só vez. Evite o o abre-fecha da geladeira toda vez que seu cozido precisar de uma cebola, uma cenoura etc…

6. Coma menos carne vermelha. A criação de bovinos é um dos maiores responsáveis pelo efeito estufa. Não é piada. Você já sentiu aquele cheiro pavoroso quando você se aproximou de alguma fazenda/criação de gado? Pois é: É metano, um gás inflamável, poluente, e megafedorento. Além disso, a produção de carne vermelha demanda uma quantidade enorme de água. Para você ter uma idéia: Para produzir 1 kg de carne vermelha é necessário 200 litros de água potável. O mesmo quilo de frango só consome 10 litros.

7. Não troque o seu celular. Já foi tempo que celular era sinal de status. Hoje em dia qualquer zé mané tem. Trocar por um mais moderno para tirar onda? Ninguém se importa. Fique com o antigo pelo menos enquanto estiver funcionando perfeitamente ou em bom estado. Se o problema é a bateria, considere o custo/benefício trocá-la e descartá-la adequadamente, encaminhando-a a postos de coleta. Celulares trouxeram muita comodidade à nossa vida, mas utilizam de derivados de petróleo em suas peças e metais pesados em suas baterias. Além disso, na maioria das vezes sua produção é feita utilizando mão de obra barata em países em desenvolvimento. Utilize seus gadgets até o final da vida útil deles, lembre-se de que eles certamente não foram nada baratos.

8. Compre um ventilador de teto. Nem sempre faz calor suficiente pra ser preciso ligar o ar condicionado. Na maioria das vezes um ventilador de teto é o ideal para refrescar o ambiente gastando 90% menos energia. Combinar o uso dos dois também é uma boa idéia. Regule seu ar condicionado para o mínimo e ligue o ventilador de teto.

9. Use somente pilhas e baterias recarregáveis. É certo que são caras, mas ao uso em médio e longo prazo elas se pagam com muito lucro. Duram anos e podem ser recarregadas em média 1000 vezes.

10. Limpe ou troque os filtros o seu ar condicionado. Um ar condicionado sujo representa 158 quilos de gás carbônico a mais na atmosfera por ano.

11. Troque suas lâmpadas incandescentes por fluorescentes. Lâmpadas fluorescentes gastam 60% menos energia que uma incandescente. Assim, você economizará 136 quilos de gás carbônico anualmente.

12. Escolha eletrodomésticos de baixo consumo energético. Procure por aparelhos com o selo do Procel (no caso de nacionais) ou Energy Star (no caso de importados).

13. Não deixe seus aparelhos em standby. Simplesmente desligue ou tire da tomada quando não estiver usando um eletrodoméstico. A função de standby de um aparelho usa cerca de 15% a 40% da energia consumida quando ele está em uso.

14. Mude sua geladeira ou freezer de lugar. Ao colocá-los próximos ao fogão, eles utilizam muito mais energia para compensar o ganho de temperatura. Mantenha-os afastados pelos menos 15cm das paredes para evitar o superaquecimento. Colocar roupas e tênis para secar atrás deles então, nem pensar!

15. Descongele geladeiras e freezers antigos a cada 15 ou 20 dias. O excesso de gelo reduz a circulação de ar frio no aparelho, fazendo que gaste mais energia para compensar. Se for o caso, considere trocar de aparelho. Os novos modelos consomem até metade da energia dos modelos mais antigos, o que subsidia o valor do eletrodoméstico a médio/longo prazo.

16. Use a máquina de lavar roupas/louça só quando estiverem cheias. Caso você realmente precise usá-las com metade da capacidade, selecione os modos de menor consumo de água. Se você usa lava-louças, não é necessário usar água quente para pratos e talheres pouco sujos. Só o detergente já resolve.

17. Retire imediatamente as roupas da máquina de lavar quando estiverem limpas. As roupas esquecidas na máquina de lavar ficam muito amassadas, exigindo muito mais trabalho e tempo para passar e consumindo assim muito mais energia elétrica

18. Tome banho de chuveiro. E de preferência, rápido. Um banho de banheira consome até quatro vezes mais energia e água que um chuveiro.

19. Use menos água quente. Aquecer água consome muita energia. Para lavar a louça ou as roupas, prefira usar água morna ou fria.

20. Pendure ao invés de usar a secadora. Você pode economizar mais de 317 quilos de gás carbônico se pendurar as roupas durante metade do ano ao invés de usar a secadora.

21. Nunca é demais lembrar: recicle. Recicle no trabalho e em casa. Se a sua cidade ou bairro não tem coleta seletiva, leve o lixo até um posto de coleta. Existem vários na rede Pão de Açúcar. Lembre-se de que o material reciclável deve ser lavado (no caso de plásticos, vidros e metais) e dobrado (papel).

22. Faça compostagem. Cerca de 3% do metano que ajuda a causar o efeito estufa é gerado pelo lixo orgânico doméstico. Aprenda a fazer compostagem: além de reduzir o problema, você terá um jardim saudável e bonito.

23. Reduza o uso de embalagens Embalagem menor é sinônimo de desperdício de água, combustível e recursos naturais. Prefira embalagens maiores, de preferência com refil. Evite ao máximo comprar água em garrafinhas, leve sempre com você a sua própria.

24. Compre papel reciclado Produzir papel reciclado consome de 70 a 90% menos energia do que o papel comum, e poupa nossas florestas.

25. Utilize uma sacola para as compras. Sacolinhas plásticas descartáveis são um dos grandes inimigos do meio-ambiente. Elas não apenas liberam gás carbônico e metano na atmosfera, como também poluem o solo e o mar. Quando for ao supermercado, leve uma sacola de feira ou suas próprias sacolinhas plásticas.

26. Plante uma árvore! Uma árvore absorve uma tonelada de gás carbônico durante sua vida. Plante árvores no seu jardim ou inscreva-se em programas como o SOS Mata Atlântica ou Iniciativa Verde.

27. Compre alimentos produzidos na sua região. Fazendo isso, além de economizar combustível, você incentiva o crescimento da sua comunidade, bairro ou cidade.

28. Compre alimentos frescos ao invés de congelados. Comida congelada além de mais cara, consome até 10 vezes mais energia para ser produzida. É uma praticidade que nem sempre vale a pena.

29. Compre orgânicos. Por enquanto, alimentos orgânicos são um pouco mais caros pois a demanda ainda é pequena no Brasil. Mas você sabia que, além de não usar agrotóxicos, os orgânicos respeitam os ciclos de vida de animais, insetos e ainda por cima absorvem mais gás carbônico da atmosfera que a agricultura “tradicional”? Se toda a produção de soja e milho dos EUA fosse orgânica, cerca de 240 bilhões de quilos de gás carbônico seriam removidos da atmosfera. Portanto, incentive o comércio de orgânicos para que os preços possam cair com o tempo.

30. Ande menos de carro. Use menos o carro e mais o transporte coletivo (ônibus, metrô) ou o limpo (bicicleta ou a pé). Se você deixar o carro em casa 2 vezes por semana, deixará de emitir 700 quilos de poluentes por ano.

31. Deixe o bagageiro vazio em cima do carro. Qualquer peso extra no carro causa aumento no consumo de combustível. Um bagageiro vazio gasta 10% a mais de combustível, devido ao seu peso e aumento da resistência do ar.

32. Mantenha seu carro regulado. Calibre os pneus a cada 15 dias e faça uma revisão completa a cada seis meses, ou de acordo com a recomendação do fabricante. Carros regulados poluem menos. A manutenção correta de apenas 1% da frota de veículos mundial representa meia tonelada de gás carbônico a menos na atmosfera.

33. Lave o carro a seco. Existem diversas opções de lavagem sem água, algumas até mais baratas do que a lavagem tradicional, que desperdiça centenas de litros a cada lavagem. Procure no seu posto de gasolina ou no estacionamento do shopping.

34. Quando for trocar de carro, escolha um modelo menos poluente. Apesar da dúvida sobre o álcool ser menos poluente que a gasolina ou não, existem indícios de que parte do gás carbônico emitido pela sua queima é reabsorvida pela própria cana de açúcar plantada. Carros menores e de motor 1.0 poluem menos. Em cidades como São Paulo, onde no horário de pico anda-se a 10km/h, não faz muito sentido ter carros grandes e potentes para ficar parados nos congestionamentos.

35. Use o telefone ou a Internet. A quantas reuniões de 15 minutos você já compareceu esse ano, para as quais teve que dirigir por quase uma hora para ir e outra para voltar? Usar o telefone ou skype pode poupar você de stress, além de economizar um bom dinheiro e poupar a atmosfera.

36. Voe menos, reúna-se por videoconferência Reuniões por videoconferência são tão efetivas quanto as presenciais. E deixar de pegar um avião faz uma diferença significativa para a atmosfera.

37. Economize CDs e DVDs CDs e DVDs. Sem dúvida são mídias eficientes e baratas, mas você sabia que um CD leva cerca de 450 anos para se decompor e que, ao ser incinerado, ele volta como chuva ácida (como a maioria dos plásticos)? Utilize mídias regraváveis, como CD-RWs, drives USB ou mesmo e-mail ou FTP para carregar ou partilhar seus arquivos. Hoje em dia, são poucos arquivos que não podem ser disponibilizados virtualmente ao invés de em mídias físicas.

38. Proteja as florestas Por anos os ambientalistas foram vistos como “eco-chatos”. Mas em tempos de aquecimento global, as árvores precisam de mais defensores do que nunca. O papel delas no aquecimento global é crítico, pois mantém a quantidade de gás carbônico controlada na atmosfera.

39. Considere o impacto de seus investimentos O dinheiro que você investe não rende juros sozinho. Isso só acontece quando ele é investido em empresas ou países que dão lucro. Na onda da sustentabilidade, vários bancos estão considerando o impacto ambiental das empresas em que investem o dinheiro dos seus clientes. Informe-se com o seu gerente antes de escolher o melhor investimento para você e o meio ambiente.

40. Informe-se sobre a política ambiental das empresas que você contrata. Seja o banco onde você investe ou o fabricante do shampoo que utiliza, todas as empresas deveriam ter políticas ambientais claras para seus consumidores. Ainda que a prática esteja se popularizando, muitas empresas ainda pensam mais nos lucros e na imagem institucional do que em ações concretas. Por isso, não olhe apenas para as ações que a empresa promove, mas também a sua margem de lucro alardeada todos os anos. Será mesmo que eles estão colaborando tanto assim?

41. Desligue o computador Muita gente tem o péssimo hábito de deixar o computador de casa ou da empresa ligado ininterruptamente, às vezes fazendo downloads, às vezes simplesmente por comodidade. Desligue o computador sempre que for ficar mais de 2 horas sem utilizá-lo e o monitor por até quinze minutos.

42. Considere trocar seu monitor O maior responsável pelo consumo de energia de um computador é o monitor. Monitores de LCD são mais econômicos, ocupam menos espaço na mesa e estão ficando cada vez mais baratos. O que fazer com o antigo? Doe a instituições como o Comitê para a Democratização da Informática.

43. No escritório desligue o ar condicionado uma hora antes do final do expediente Num período de 8 horas, isso equivale a 12,5% de economia diária, o que equivale a quase um mês de economia no final do ano. Além disso, no final do expediente a temperatura começa a ser mais amena.

44. Não permita que as crianças brinquem com água Banho de mangueira, guerrinha de balões de água e toda sorte de brincadeiras com água são sem dúvida divertidas, mas passam a equivocada idéia de que a água é um recurso infinito, justamente para aqueles que mais precisam de orientação, as crianças. Não deixe que seus filhos brinquem com água, ensine a eles o valor desse bem tão precioso.

45. No hotel, economize toalhas e lençóis. Use o bom senso… Você realmente precisa de uma toalha nova todo dia? Você é tão imundo assim? Em hotéis, o hóspede tem a opção de não ter as toalhas trocadas diariamente, para economizar água e energia. Trocar uma vez a cada 3 dias já está de bom tamanho. O mesmo vale para os lençois, a não ser que você faça xixi na cama…

46. Participe de ações virtuais. A Internet é uma arma poderosa na conscientização e mobilização das pessoas. Um exemplo é o site ClickÁrvore, que planta árvores com a ajuda dos internautas. Informe-se e aja!

47. Instale uma válvula na sua descarga Instale uma válvula para regular a quantidade de água liberada no seu vaso sanitário: mais quantidade para o número 2, menos para o número 1!

48. Não peça comida para viagem. Se você já foi até o restaurante ou à lanchonete, que tal sentar um pouco e curtir sua comida ao invés de pedir para viagem? Assim você economiza as embalagens de plástico e isopor utilizadas.

49. Regue as plantas à noite. Ao regar as plantas à noite ou de manhãzinha, você impede que a água se perca na evaporação, e também evita choques térmicos que podem agredir suas plantas.

50. Frequente restaurantes naturais/orgânicos. Com o aumento da consciência para a preservação ambiental, uma gama enorme de restaurantes naturais, orgânicos e vegetarianos está se espalhando pelas cidades. Ainda que você não seja vegetariano, experimente os novos sabores que essa onda verde está trazendo e assim estará incentivando o mercado de produtos orgânicos, livres de agrotóxicos e menos agressivos ao meio-ambiente.

51. Vá de escada. Para subir até dois andares ou descer três, que tal ir de escada? Além de fazer exercício, você economiza energia elétrica dos elevadores.

52. Faça sua voz ser ouvida pelos seus representantes. Use a Internet, cartas ou telefone para falar com os seus representantes em sua cidade, estado e país. Mobilize-se e certifique-se de que os seus interesses – e de todo o planeta – sejam atendidos.

53. Divulgue essa lista! Envie essa lista de dicas por e-mail para seus amigos, divulgue o link do post no seu blog ou orkut, reproduza-a livremente, e, quando possível, cite a fonte.

54. Economize tempo e papel: Pague suas contas online ou as deixe em débito automático. Um clique pode salvar bilhões de árvores. Não imprima o recibo. Todos os bancos disponibilizam os recibos em seus sites, caso seja preciso para comprovar algum pagamento.

55. Doe árvores. As árvores são importantes filtros de dióxido de carbono, além de fazerem parte do habitat de muitas espécies, inclusive a nossa.

56. Faça do seu ambiente de trabalho um espaço ecologicamente correto. É um grande passo para conscientizar as pessoas. Imprimir documentos nos dois lados da folha, usar papéis reciclados, fazer reciclagem do lixo são ações fundamentais nos dias de hoje. Tenha a certeza de que essas ações são levadas para a casa dos funcionários. Está provado por pesquisas que funcionários adotam em seus lares os ensinamentos trazidos do trabalho.

57. Economize água. Não meça esforços para diminuir o consumo de água. Muitas ações podem ser tomadas e a educação é a melhor forma de colaborar com esse precioso recurso natural.

58. Envolva-se no ambiente do seu bairro. Pequenas ações podem contribuir para a melhora do seu ambiente. Fique atento aos problemas ambientais do seu bairro, denuncie abusos e cobre os responsáveis por ações mais corretas. A saúde do planeta agradece.

59. Faça caminhadas e ande de bicicleta. Vença a preguiça e deixe seu carro em casa quando possível. Seja mais saudável e ecologicamente correto.

60. De Olho No Óleo – Essa é para as pessoas que gostam de fazer uma friturinha em casa. Não jogue o óleo de cozinha usado pelo ralo. Leia a matéria anexo ou baixeo PDF do link abaixo:


http://www.geocities.com/alumebr/Materia-DP_Coleta-de-oleo-de-cozinha_02-05-2008.pdf

Aproveite a semana da árvore para refletir:

Você tem feito alguma coisa pelo meio ambiente? Nada? Então, que tal começar? Junte garrafas pet usadas, latas de refrigerantes, cervejas, etc., garrafas e, ao invés de jogar no lixo comum, encaminhe para reciclagem, já é um começo. O mundo faz muito por você, dê uma forcinha pra ele 🙂

Ações como essas são extremamente necessárias. Vamos praticá-las!

Fonte: [ Blog Ação Direta ]

1 comentário

Arquivado em Meio Ambiente

Plantas sob estresse produzem sua própria ‘aspirina’, diz estudo

Descoberta foi feita por acaso em nogueiras na Califórnia

Uma equipe de pesquisadores americanos descobriu acidentalmente que algumas plantas são capazes de lançar no ar um gás de composição similar à de um dos analgésicos mais utilizados pelo ser humano, a aspirina, quando ameaçadas por perigos como estiagem, mudanças drásticas de temperatura ou pragas de insetos.

Os cientistas do Centro Nacional para a Investigação Atmosférica do Colorado concluíram que, da mesma forma que os seres humanos usam o ácido acetilsalicílico (nome científico da aspirina) para baixar a febre, as plantas lançam no ar uma substância química parecida com o analgésico para melhorar suas defesas e se recuperar de alguma lesão.

“Os cientistas dizem que quantidades significativas de substâncias químicas podem ser detectadas na atmosfera quando as plantas respondem a secas e outros perigos”, disse o repórter da BBC, Richard Hamilton.

Os especialistas destacaram em artigo na revista Biogeosciences que os agricultores poderiam se beneficiar desse fenômeno porque a presença de emissões de salicilato de metila tem potencial para dar aos fazendeiros um alerta antecipado para possíveis dificuldades em seus cultivos, permitindo que eles tomem medidas contra pragas, por exemplo.

A substância química liberada também pode ajudar as plantas a sinalizarem um possível perigo umas para as outras.

“Esta descoberta traz uma prova de que a comunicação entre plantas ocorre no nível do ecossistema, disse Alex Guenther, co-autor do estudo.

“Parece que as plantas têm a habilidade de se comunicar através da atmosfera.”

A equipe disse que descobriu a presença da substância química acidentalmente quando estava monitorando emissões de compostos orgânicos voláteis em uma plantação de nogueiras na Califórnia.

Fonte: [ BBC Brasil ]

Deixe um comentário

Arquivado em Árvores, Meio Ambiente

Não existe mais padrão na natureza

De acordo com o biólogo Maurício Fazi, é fácil observar essa mudança na flora e na fauna. Flores como os ipês, por exemplo, que teriam sua época de floração mais intensa no mês de setembro estão, desde maio e junho, com as espécies rosa, roxa e amarela dando as caras pela cidade. E, a mesma coisa que acontece com os animais, atinge as plantas. Algumas espécies perdem folhas durante o ano, outras não conseguem florescer e algumas aparecem fora de seu tempo.

“Isso se dá pelo estresse hídrico. Não temos mais aquele padrão de estação seca e estação chuvosa. Ou a seca é muito intensa, ou a chuva é muito forte. E os alimentos de várias espécies animais e de flores acabam tendo um padrão diversificado das estações que eram programadas. Perdemos o termostato de regulagem”, afirma o biólogo.

Ele explica ainda que existem espécies de animais que aguardam o inverno, retém energia, e esse inverno acaba nunca chegando. As espécies que não conseguem se adaptar a essas mudanças acabam extintas, não tem mais a sua casa, seu ambiente, e morrem. Já a flora está num padrão reprodutivo de um estresss de crescimento. Vivem em contínuo crescimento.

“São períodos de estresse de crescimento e o efeito desse período afeta os padrões de polinização e reprodução de todas as espécies. É tudo muito constante. Tudo está florescendo muito antes. Eles estão atendendo a um padrão climático completamente alternado. As florestas de araucária, por exemplo. Se refugiaram nas regiões mais frias, o Sul, e agora que não tem mais frio. Elas tendem a desaparecer ou se tropicalizar por todo Paraná. Não só porque o homem cortou as araucárias, mas porque o padrão climático favorece a isso”, comentou o biólogo.

De acordo com Fazi, pode ser que tenhamos picos de estresse onde flores não vão desabrochar, ou vão aparecer muito antes. Essas mensurações não podem ser feitas, e por isso, não sabemos com que tipo de flores, ou de animais, estaremos nos deparando daqui a alguns dias, quando está aberta a temporada da primavera. (FGS)

Fonte: [ Bem Paraná ]

Deixe um comentário

Arquivado em Meio Ambiente

Capacidade dos laboratórios oficiais é ociosa

A Farmácia Escola da UFC é uma das unidades oficiais cuja produção de medicamentos poderia ser bem maior

[img:lab_1.jpg,full,alinhar_dir_caixa]Em tempos de medicamentos caros, dificuldades de acesso, avanço das pesquisas e domínio estrangeiro, os laboratórios farmacêuticos que compõem a rede governamental de produção e que foram criados para fornecer medicamentos de qualidade e de baixo custo para o Sistema Único de Saúde (SUS) estão com quase 60% da capacidade de produção ociosa. Os dados são da Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil (Alfob), que reúne os 18 laboratórios do País, e revela a falta de uma política de produção nacional de remédios que inclua o setor.

[img:lab2.jpg,full,alinhar_dir_caixa]O único laboratório da rede oficial no Ceará é o da Farmácia Escola da Universidade Federal do Ceará (UFC), que, por falta de condições estruturais, restringe-se a produzir medicamentos fitoterápicos em pequena escala, para atender à demanda das unidades do Complexo Hospitalar da Universidade, formado pela Maternidade Escola Assis Chateaubriand (Meac) e pelo Hospital Universitário Walter Cantídio, e também da sociedade.

“Poderíamos seguramente estar produzindo pelo menos dois medicamentos que compõem a lista básica do SUS, como, por exemplo, um medicamento para hipertensão e outro para diabetes. Temos equipamentos modernos, temos profissionais qualificados, mas não temos paredes”, aponta o diretor da Farmácia Escola da UFC, professor Carlos Couto de Castelo Branco, sobre a falta de espaços adequados para a ampliação da produção.

Conforme ele, entre 2002 e 2003, o Governo Federal, através do Ministério da Saúde, anunciou investimentos para que a Farmácia Escola passasse a realizar a produção de medicamentos para o SUS, com a construção de um novo espaço físico. Além disso, investiu R$ 600 mil na compra de equipamentos modernos, que, no momento, segundo Carlos Couto, estão sendo subutilizados. “A UFC se preparou e cedeu até um espaço no Campus do Pici, onde seria construído o novo laboratório. O reitor da época chegou a assinar um convênio de R$ 4 milhões com o Ministério da Saúde para viabilizar a criação do novo espaço. No entanto, o Ministério da Saúde voltou atrás e o convênio foi desfeito”, lamenta.

Parte dos equipamentos adquiridos, como uma moderna máquina envasadora e encapsuladora, segundo o diretor da Farmácia Escola, não estão sendo aproveitados.

Essa situação, conforme Carlos Couto, não é restrita à UFC. Conforme ele, cinco dos 18 laboratórios oficiais do País são ligados à universidades estaduais ou federais e também sofrem com a falta de investimentos. “Juntos, os laboratórios das Universidades Federais do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Piauí e da Estadual de Maringá têm capacidade ativa de produzir mais de 411 milhões de unidades de medicamentos sólidos, líquidos ou semi-sólidos por ano”, destaca ele, informando que a produção atual é muito pequena e não chega perto disso.

Insatisfeitos com a situação, os laboratórios oficiais universitários elaboraram uma carta, em encontro, no último mês de agosto, em Natal, em que reafirmam a sua disposição e vocação para produção de medicamentos e não só para atividades relativas ao controle de qualidade. Os laboratórios universitários, conforme Carlos Couto, querem participar do sistema produtivo, viabilizando medicamentos a baixo custo, com qualidade, segurança e eficiência terapêutica.

O vice-diretor da Farmácia Escola, Sócrates Gondim, destaca que as farmácia escolas têm um papel estratégico, uma vez que detêm tanto o conhecimento como a formação dos profissionais que atuarão no mercado. “Fazer medicamento no Brasil é complicado porque existe a descontinuidade. Nas universidades é diferente porque a produção não sofre interferência política”, destaca.

FARMÁCIA ESCOLA
Remédios baratos e qualidade certa

Os pacientes do Hospital Universitário Walter Cantídio e da Maternidade Escola Assis Chateaubriand, além das inúmeras pessoas de Fortaleza que se deslocam até o Campus do Porangabussu conhecem bem a importância da Farmácia Escola da UFC e da Farmácia Universitária, que fica no Benfica.

Remédios muito mais baratos do que nas farmácias comuns, atenção farmacêutica, manipulação de medicamentos e fórmulas, além dos famosos fitoterápicos prescritos pelos médicos que compõem o complexo hospitalar da universidade, como o xarope broncodilatador de cumaru e o creme vaginal de aroeira, são exemplos da produção das duas unidades da que fazem sucesso.

A própria reportagem apurou que os medicamentos vendidos na Farmácia Escola da UFC são bem mais baratos do que os das farmácias comuns. Um remédio antigripal bastante procurado pela população chega a apresentar uma diferença de até R$ 4,00.

“A nossa maior demanda é do público do Hospital Universitário, mas vem gente de toda a cidade comprar aqui porque tem a certeza da qualidade e também do melhor preço”, destaca a farmacêutica Ana Paula Leitão. Conforme ela, cremes dermatológicos e medicamentos para osteoporose são os mais procurados.

É o caso da funcionária pública Maria José da Silva, que trabalha próximo à Farmácia e só compra os medicamentos que sua mãe toma após verificar os preços lá. “Pesquiso antes de comprar, mas aqui sempre é mais barato”, disse.

O espaço é também um importante instrumento de formação e aplicação do conhecimento para os alunos do Curso de Farmácia da universidade. Lá, cerca de 50 alunos por ano conhecem e exercem as etapas da produção, além de atuar na atenção farmacêutica.

ALERTA AO PAÍS
Produtos importados custam R$ 4 bilhões

A falta de produtividade dos laboratórios farmacêuticos oficiais voltará a ser discutidas na Câmara dos Deputados, em audiência pública. Conforme o deputado federal Raimundo Gomes de Matos (PSDB), autor do requerimento, o Brasil gastava, em 2002, R$ 1,9 bilhão com importações de medicamentos. Dois anos depois, em 2006, esse número passara para R$ 4 bilhões.

Para Matos, é preciso saber os motivos que causam a subutilização dos laboratórios farmacêuticos da rede oficial. “Essas unidades foram criadas para produzir medicamentos para o SUS e não é isso que está acontecendo. A Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais (Alfob) diz que 60% da capacidade dos 18 laboratórios está ociosa”, disse.

A inexistência de uma política nacional para o setor, conforme Raimundo Gomes de Matos, é preocupante, já que, cada vez mais esses laboratórios, que são responsáveis pela formação de recursos humanos, pesquisas e tecnologias para a produção de medicamentos, não estão recebendo os investimentos que deveriam para se desenvolver.

“Trata-se de um setor estratégico da economia brasileira. A produtividade desses laboratórios significa o barateamento dos medicamentos para a população e diminuição dos custos para o Sistema Único de Saúde (SUS)”, considera.

O deputado federal aponta, ainda, que grande parte das recomendações da CPI dos Medicamentos não foi seguida pelo Governo Federal. “A audiência, com a presença de representantes dos Ministérios da Saúde e da Ciência e Tecnologia, além do BNDES e Alfob, vai esclarecer os fatos”, disse.

Regulação do mercado

Os laboratórios oficiais têm grande importância para o setor produtivo. Conforme o vice-diretor da Farmácia Escola da Universidade Federal do Ceará (UFC), Sócrates Gondim, os laboratórios oficiais exercem o papel de regulação do mercado, evitando uma alta indiscriminada nos preços dos medicamentos.

Ele explica que o País tem um potencial grande que precisa ser aproveitado, uma vez que pesquisas já constataram que 45% do consumo de medicamentos é de genéricos. No entanto, aponta que cerca de 80% a 90% dos fármacos – componentes químicos para fabricação dos medicamentos – são importados.

“Precisamos de mais pesquisas para desenvolver a produção nacional”, disse. Conforme ele, um novo medicamento leva cerca de 12 anos para ficar pronto e requer gastos em torno de R$ 2,4 bilhões.

FIQUE POR DENTRO
CPI dos Medicamentos abordou a questão

A ociosidade dos laboratórios oficiais foi abordada durante as investigações da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Medicamentos, instaurada pela Câmara Federal em 2000.

A CPI dos Medicamentos estudou vários aspectos da política de medicamentos e da assistência farmacêutica vigente, identificando e caracterizando os problemas, vícios, direta ou indiretamente ligados a preço, qualidade e segurança de medicamentos e também à assistência farmacêutica.

No relatório da comissão, os laboratórios oficiais constavam como elementos importantes no contexto de políticas de produção, regulação e controle de preços de medicamentos e de assistência farmacêutica. Na época, os parlamentares que faziam parte da comissão chegaram a visitar várias unidades dos laboratórios oficiais, entre elas, a Farmácia Escola, e também de pesquisas, como a Unidade de Farmacologia Clínica da UFC, constatando a necessidade de mais investimentos e suporte governamental para o desenvolvimento do potencial do setor no Estado.

Entre as recomendações constavam necessidade de fortalecimento das políticas e ações específicas pelo Poder Executivo e financiamento pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico para que os laboratórios oficiais produzissem a baixo custo para a saúde pública.

PAOLA VASCONCELOS
Repórter

Fonte: [ Diário do Nordeste ]

Deixe um comentário

Arquivado em Fitoterápicos, Plantas Medicinais

Uneb inaugura Herbário e Laboratório de Sementes de Plantas Nativas do Cerrado

Salvador – Catalogar a diversidade da flora na região e encontrar soluções para o desenvolvimento de suas espécies. Com tais finalidade, o Campus IX da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), em Barreiras, inaugurou o Herbário e Laboratório de Sementes de Plantas Nativas do Cerrado. A inauguração aconteceu no Departamento de Ciências Humanas (DCH), onde os dois novos equipamentos estão instalados.

Tanto o herbário quanto o laboratório são vinculados aos cursos de Biologia e Agronomia do campus. O primeiro conta com uma coleção de espécies da flora do cerrado baiano, organizadas segundo suas características, e vai funcionar como fonte de estudos para alunos e professores, além de servir como um museu natural para a visitação da comunidade.

O Laboratório de Sementes de Plantas Nativas do Cerrado é outra conquista que vai melhorar a qualidade de ensino da universidade. Atualmente o laboratório conta com 10 monitores que vão ajudar os estudantes nas experiências e pesquisas desenvolvidas.

Fonte: [Jornal da Mídia]

Deixe um comentário

Arquivado em Sementes

Estudo: ingredientes da maconha podem combater bactérias

Pesquisadores na Itália e no Reino Unido constataram que o principal princípio ativo da maconha, o tetraidrocanabinol, ou THC, bem como compostos a ele relacionados, demonstram resultados promissores como agentes antibacterianos, especialmente contra variantes de micróbios que já se provaram resistentes a diversas outras variedades de medicamentos.

Sabe-se há décadas que a Cannabis sativa tem propriedades antibacterianas. Experiências conduzidas nos anos 50 testaram diversos preparados de maconha contra infecções de pele e outras, mas os pesquisadores não dispunham, à época, de compreensão aprofundada sobre a composição química da maconha.

As atuais pesquisas, comandadas por Giovanni Apendino, da Universidade de Leste do Piemonte, e colegas, publicadas pelo Journal of Natural Products , avaliaram as propriedades antibacterianas dos cinco canabinóides mais comuns.

Todos eles se provaram efetivos contra diversas variantes de bactérias resistentes a múltiplos tratamentos, ainda que, talvez compreensivelmente, os pesquisadores tenham ressalvado que canabinóides desprovidos de efeitos psicotrópicos poderiam se provar mais promissores para futuro uso prático.

Os pesquisadores afirmam não ter determinado até o momento de que maneira os canabinóides trabalham ou se eles seriam efetivos, já que antibióticos sistêmicos requereriam muito mais pesquisa e testes. Mas os compostos podem vir a se provar úteis mais cedo do que o previsto, como agente tópico para o tratamento do Staphylococcus aureus, ou MRSA, um vírus resistente a meticilina, com o objetivo de prevenir a colonização da pele por micróbios.

(The New York Times)

Fonte: [ Terra Online ]

Deixe um comentário

Arquivado em Cannabis, Plantas Medicinais