Arquivo do mês: abril 2009

Prefeitura realizou Roda de Estudo de Plantas em Pindamonhangaba

A Prefeitura de Pindamonhangaba, por meio do CPIC (Centro de Práticas Integrativas e Complementares), realizou na última segunda-feira (27) o 23º encontro da Rep (Roda de Estudo de Plantas).

[img:rodaestudoplanta300409.jpg,full,vazio]  [img:rodaestudoplanta300409_2.jpg,full,vazio]

O encontro acontece toda 4ª segunda-feira do mês e traz como tema o estudo de uma planta diferente a cada reunião. Na última reunião a planta da vez foi a Calêndula.

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“Morgellons disease”, nova ameaça dos transgênicos ?

[img:transg_115.jpg,full,alinhar_esq_caixa]Uma doença que provoca rupturas na pele pela erupção de fibras desconhecidas (aparentemente constituídas de celulose contendo minerais como alumina e calcita) com desfiguração e infecções secundárias, especialmente em crianças e idosos, designada “Morgellons disease“, se espalhou por todos os 50 estados dos EUA nos últimos 10 anos, concomitantemente à expansão dos transgênicos. Já há casos diagnosticados em países da Europa e África, no Japão, Filipinas, Indonésia e Austrália.

O problema se agravou ao ponto de ser instituída uma pesquisa oficial do CDC (Centers for Disease Control – USA) para determinar as causas dessa síndrome. Há indicações científicas de que é causada por Agrobacterium tumefasciens, o organismo mais alterado e trabalhado pela Enga. Genética, que ensinou ao homem essa pseudo-tecnologia e fornece as Ti-Plasmids (Ti = Tumor Inducing, que produzem tumores nas raízes), estruturas de transferência de material genético que são usadas para carregar e inserir os transgenes.

Como os Agrobacteria são muito promíscuos na aquisição de ácidos nucleicos e estão presentes em todos os solos do mundo, é provável que tenham incorporado genes de virulência para humanos, por exemplo, dos “promotores virais” usados na montagem de transgenes e seus mutantes, que continuamente se desprendem dos milhões de toneladas de resíduos transgênicos que se decompoem pelos campos cultivados espalhando-se pelo ambiente.

Vejam abaixo o resumo das pesquisas do Dr. Vitali Citovsky (da SUNY – State University of New York, Stony Brook, NY) que tem muitas publicações sobre a infectividade de Agrobacteria em animais. Ele identificou a presença de genes de Agrobacterium derivados tanto de cromossomos como da Ti-plasmid, incluindo T-DNA, nos tecidos amostrados de todos os pacientes com Morgellons analisados na pesquisa.

Informações em:

http://www.morgellons-disease-research.com/,

http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=9891 e

http://www.morgellons.org/suny.htm

Se essas suspeitas forem confirmadas fica em aberto a possibilidade de que a “Morgellons disease” seja apenas a “ponta do Iceberg” de inúmeras doenças novas, mas sem sintomas tão visíveis, que podem estar sendo geradas pela contaminação transgênica do ambiente e alimentos, pois os trangenes perduram nas micelas de argila do solo, na água e no trato digestivo de animais – onde podem ser absorvidos por inúmeros micróbios benéficos ou inóquos à saúde até o momento.

Dr. Geraldo Deffune G. de Oliveira (Eng°Agr°, PhD)

Alelopatia, Biodinâmica e Agroecologia Aplicada

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGRICULTURA BIODINÂMICA

Fonte: [ Conselho de Fiscalização do Cumprimento da Lei de Rotulagem dos Transgênicos ]

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Drauzio Varella busca cura de doenças na Amazônia

O médico Drauzio Varella, o botânico Mateus Paciência e um ex-operador de motosserra que virou guia florestal, Osmar Ferreira Barbosa, desbravam a Amazônia numa missão de estudos em busca de plantas que possam trazer novas substâncias para a fabricação de remédios para o tratamento de doenças. As informações são do jornal britânico Guardian.

A bordo de uma embarcação que abre caminho pelos rios da Amazônia adentro, os três pretendem descobrir na maior floresta tropical do planeta um novo tratamento para o câncer, relata reportagem do veículo de imprensa inglês publicada nesta segunda-feira.

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Governo brasileiro quer registro amazônico de propriedade intelectual

da Efe, em Brasília

[img:09114274.jpg,full,alinhar_esq_caixa]O governo está promovendo entre os vizinhos do Brasil na Amazônia a criação de um registro de propriedade intelectual para os produtos da região, a fim de contar com proteção legal para combater a “biopirataria”.

O ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos do Governo, Roberto Mangabeira Unger, explicou à imprensa que a ideia foi apresentada já a Colômbia e Venezuela, que inicialmente a apoiaram.

O projeto “não é só defensivo em relação à pirataria”, mas “necessário”, porque “simplesmente não existe nenhum regime” que garanta a propriedade intelectual da biodiversidade amazônica, afirmou.

O ministro apontou que o “ideal” é que todos os países da região se somem à iniciativa, pois se cada nação tentar criar um registro de forma independente, serão dadas “as condições para arbitragens jurídicas” entre eles.

Mangabeira Unger explicou que discutiu o projeto nesta quarta-feira com o ministro do Meio Ambiente da Colômbia, Carlos Costa Posada, com quem se reuniu na cidade de Cartagena das Índias e que ele mostrou “muito interesse”.

Segundo o ministro, a proposta “está em plena elaboração”, mas a discussão deve acelerar, sobretudo porque no próximo ano haverá eleições presidenciais em Brasil e Colômbia, o que poderia atrapalhar o processo de debate.

“O tempo é pouco, porque o projeto deveria estar pronto ainda este ano”, afirmou.

Fonte: [ Folha Online ]

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Maria José das ervas

As cores, cheiros e sabores das ervas que temperam nossos pratos, perfumam e curam os males do corpo e da alma

Juracy Xangai

Folhas roxas, grandes ou pequenas, em vários tons de verde; flores amarelas, laranja, aveludadas ou lisas, cada uma delas com seus cheiros, cores e sabores característicos das ervas medicinais ou aromáticas. Consumidas na forma de chás, banhos e temperos, fazem parte da tradição regional prometendo curar todos os males, desde uma simples dor de cabeça ou quebranto até ajudar na conquista de um coração desejado.

Ervas. Esse é o principal atrativo da banquinha de Maria José Campos da Silva, 45, mãe de cinco filhos, que a ajudam a cultivar em sua chácara localizada no pólo Geraldo Mesquita, na Vila Calafate, verduras e ervas que vende há 11 anos no mercado Elias Mansour.

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Dermatite de contato por plantas

Maria José Nogueira Diógines

As dermatites de contato por plantas (DCP) representam importante problema de saúde, considerando a grande utilização delas na medicina popular, medicamentos derivados de plantas, produtos cosméticos contendo extratos ou substâncias provenientes das mesmas, além das dermatites em indivíduos que se expõem ao contato com plantas em atividades de caráter profissional ou não.

De acordo com estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS), 80% da população mundial usa os recursos da medicina popular (plantas medicinais), para suprimir as necessidades de assistência médica primária.

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Profº Moacir ensina as diversas propriedades da planta CORAMA

[img:foto_corama_400.jpg,full,centralizado]

Dicas
Segue abaixo como se deve utilizar a planta CORAMA

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Espinheira Santa tem efeito comprovado na cura da gastrite

A planta, usada na produção da tintura, é uma espécie típica do sul do país

[img:espinheira_santa.jpeg,full,alinhar_esq_caixa]Maria da Conceição Silva recorreu aos medicamentos fitoterápicos para acabar com uma inflamação no estômago (gastrite), que havia desenvolvido há dois anos. Após uma consulta com a coordenadora do Programa de Fitoterapia, Terezinha Rêgo, ela iniciou um tratamento de três etapas com a Espinheira Santa, nas fórmulas de cápsulas, tintura e chá.

Após o tratamento, Maria da Conceição não sentiu mais dores no estômago. “Posso dizer que foi muito bom, houve resultado”, afirma. Durante aproximadamente um mês ela usou somente a tintura da Maytenus ilicifolium, nome científico da espinheira santa, geralmente recomendada no tratamento de úlceras e gastrite.

Segundo Terezinha Rêgo, a planta usada na produção da tintura é uma espécie típica do sul do país. Antes de a tintura ser desenvolvida no Herbário Ático Seabra da UFMA, ela já havia sido estudada e patenteada pela Central de Medicamentos do Brasil, órgão que foi transferido para o Ministério da Saúde em 1985.

A farmacêutica entrou em contato com o fitoterápico durante o período em que foi consultora da Central, em Brasília. Em 1996, quando retornou ao Maranhão, tentou trazer a tintura, mas ela não se adaptou. “O teor de álcool vegetal utilizado no preparo era maior que o recomendado para o nosso clima, que é mais quente”, revela a professora.

A espinheira santa é uma planta medicinal reconhecida no tratamento de úlcera e gastrite e, desde 2007, o Sistema Único de Saúde (SUS) fornece medicamentos à base desta planta. No entanto, há uma diferença entre a tintura produzida pelo Programa de Fitoterapia e a oferecida no comércio. “Só usamos álcool de cereais e as folhas da planta na manipulação da nossa tintura, enquanto, em outras, costumam-se associar outras plantas à solução”, esclarece Terezinha.

Esta tintura é comercializada, assim como outros fitoterápicos, no Herbário Ático Seabra no Campus do Bacanga, onde a farmacêutica possui um consultório para o atendimento da comunidade.

Lugar: UFMA / Ascom
Fonte: Seanne Melo

disponível online em: [ UFMA ]

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OS VENENOS DA MONSANTO

O livro-denúncia da jornalista francesa Marie-Monique Robin revela os escândalos da poderosa multinacional norte-americana, a maior produtora de sementes transgênicas do mundo.

Por Guilherme Saldanha

Rótulo de um produto transgênico

Resultado de quatro anos de pesquisa, “O Mundo segundo a Monsanto”, livro da jornalista francesa Marie-Monique Robin, traduzido agora para o português pela Editora Radical Livros, passa a limpo a história da empresa norte-americana, revelando seu envolvimento em diversos escândalos ocorridos no último século.

Lançada inicialmente como um documentário produzido e transmitido pelo canal de TV franco-alemão ARTE, a versão impressa de “O mundo segundo a Monsanto” já foi traduzida para doze línguas, tornando-se best-seller em diversos países.

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Extrato de planta pode prevenir a gripe

[img:tsp_17388_VG.jpg,full,alinhar_esq_caixa]O extrato da equinácea, uma planta originária da América do Norte, costuma ser utilizado como tratamento complementar para reduzir sintomas da gripe e de outras infecções respiratórias. Agora, pode também ser usado para prevenir as infecções.

Um estudo realizado pela Escola de Farmácia da Universidade de Connecticut (EUA) e publicado no periódico “Lancet Infectious Diseases” mostrou que pessoas que consomem o extrato têm 58% menos chance de pegar uma gripe. E indicou que, entre os que contraíram a infecção, o uso da equinácea reduziu o tempo da doença em 1,4 dia.

Os resultados foram obtidos a partir da análise de 14 estudos diferentes, um método chamado meta-análise, envolvendo um total de 1.600 pessoas e diferentes produtos à base de equinácea.

Também foi estudado o uso de equinácea aliado à suplementação de vitamina C, popularmente usada na prevenção da gripe, e observou-se uma redução de 86% nos casos de gripe.

Os autores da pesquisa afirmam que, apesar dos resultados positivos e do fato de a equinácea ser considerada segura, ela ainda não passou por pesquisas controladas de longo prazo. Cuidados especiais devem ser tomados por pacientes com doenças auto-imunes, como lúpus ou esclerose múltipla. A equinácea também pode causar interações medicamentosas com certas drogas farmacêuticas.

Fonte: [ Folha Online ]

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Notas do editor:

Para localizar a notícia, o blog [ Homeopatia Veterinária ] me ajudou.

Para mais informações, acesse a ficha da espécie no Portal Tudo Sobre Plantas, em: [ Echinacea angustifolia ]

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