Desmatamento zero = ordens da NOM – nova ordem mundial

Desmatamento zero = burrice
Fonte: http://www.msia.org.br

A estadunidense David Gardiner & Associates (DGA) fez um relatório com o título: Farms Here, Forests There (Fazendas aqui, florestas Lá – traduzindo: desmatamento nos trópicos e competitividade dos EUA na agricultura e na indústria madeireira), por encomenda da ONG Avoided Deforestation Partners e da National Farmers Union (União Nacional de Produtores Rurais), influentes entidades de lobby daquele país.
A suprema papagaiada do relatório é que a destruição das florestas tropicais para a produção de grãos, gado e madeira tem causado não apenas um agravamento nas mudanças climáticas – mentiroso “aquecimento global” -, como também levou a uma dramática expansão de commodities que competem diretamente com produtos dos EUA. Como está dirigido claramente para a Amazônia, o documento tem recebido ampla divulgação no Brasil, tendo o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), relator da comissão especial de revisão do Código Florestal, o mencionado em repetidas manifestações públicas, inclusive um artigo no jornal O Estado de S. Paulo de 30 de junho.

O objetivo principal dos patrocinadores do relatório é convencer o Congresso estadunidense a aprovar a controversa lei de mudanças climáticas proposta do presidente Barack Obama, que está atualmente emperrada do Senado. O “mapa da mina” está explícito neste parágrafo do documento:

Acabar com o desmatamento [de florestas tropicais] por meio de incentivos dos EUA e internacionais de ação climática poderia aumentar a renda agrícola estadunidense em cerca de 190 a 270 bilhões de dólares, entre 2012 e 2030.

Este aumento inclui de 141 a 221 bilhões de dólares em benefícios diretos do aumento da produção de soja, carne bovina, madeira, óleo vegetal e substitutos para óleo vegetal, além de uma economia estimada em 49 bilhões de dólares, nos custos do cumprimento de regulamentações climáticas, devido aos custos mais baixos de energia e fertilizantes, resultantes da inclusão de compensações [offsets] das florestas tropicais, de custos relativamente baixos.

Em resumo, poderiam matar vários coelhos com uma só cajadada: “economizariam” dezenas de bilhões de dólares para continuar a emitir o demonizado dióxido de carbono, embolsariam outras dezenas de bilhões com as vendas de soja e outros produtos que não seriam mais produzidos pelo Brasil, impulsionariam o bilionário mercado de créditos de carbono na Bolsa Climática de Chicago (CCE) e, de quebra, poderiam posar de bons moços como “salvadores” da Floresta Amazônica.

O texto é tão explícito e escandaloso que se poderia até mesmo suspeitar de que se trataria de mais um documento apócrifo sobre a Amazônia para confundir ou desacreditar os seus legítimos defensores, mas não é o caso.

David McLane Gardiner, fundador e presidente da DGA, é um ambientalista egresso da ONG Sierra Club, onde trabalhou por 15 anos, e foi importante assessor da Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos EUA no governo Clinton. Entre outras atribuições, chefiou a Força Tarefa para Mudanças Climáticas da Casa Branca e integrou várias delegações oficiais dos EUA, incluindo a que negociou o Protocolo de Kyoto.

Como tantos outros, Gardiner desempenha um importante papel como elo de ligação entre conhecida instituições do governo estadunidense e as redes de ONGs ambientalistas. Por exemplo, Bill White, vice-presidente da DGA e ex-funcionário da EPA, é também membro da diretoria do Conservation Strategy Fund (CSF), uma das muitas ONGs estadunidenses que operam na Amazônia.

Por sua vez, o CFS recebe financiamento do governo americano via USAID, além de receber contribuições do WWF, Conservation International, The Nature Conservancy e fundações “filantrópicas” como a Gordon & Betty Moore Foundation, do milionário dono da empresa Intel.

O CSF integra a rede de “parceiros” da USAID para operacionalizar o Amazon Basin Conservation Initiative (ABCI), o famigerado programa de 65 milhões de dólares da USAID para a Amazônia, denunciado em 2008 pelo Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Com certa regularidade, o CSF produz “documentos” atacando a consecução de obras de infra-estrutura na Amazônia, como o asfaltamento das rodovias BR-163 (Cuiabá-Santarém) e BR-319 (Manaus-Porto Velho) e a hidrelétrica de Belo Monte.

De fato, trata-se de uma outra tentativa de grandes produtores rurais estadunidenses para tentar “controlar” a produção brasileira da oleaginosa. Apenas para recordar, em 2002, a FOCUS ON SABBATICAL (FOS), entidade que reúne produtores rurais do Canadá e EUA, trouxe aos seus congêneres brasileiros a idéia de reduzir em 29 milhões de toneladas a produção mundial de soja (então estimada em 182 milhões de toneladas), para “forçar” uma reversão na queda dos preços do grão no mercado internacional verificada nos anos anteriores e, com isso, aumentar a renda dos sojicultores.

O plano da FOS era formar um fundo entre os sojicultores dos EUA, Canadá e Austrália, para pagar 165 dólares por hectare da “produção evitada” no Brasil e na Argentina. Para que a idéia se concretizasse, o Brasil, por exemplo, teria que reduzir sua produção de soja em 15% por um ano e a terra não plantada ficaria “repousando” neste ano “sabático”, daí o nome da entidade. Felizmente, os produtores brasileiros rejeitaram a proposta, mas ficou o precedente.

Existem ainda outros esquemas para pagar o tal “desmatamento evitado” na Amazônia e outras florestas tropicais. O mais badalado deles é o esquema financeiro conhecido como REDD, sigla em inglês para “Reduzindo Emissões do Desmatamento e Degradação”, efusivamente patrocinado pelo príncipe Charles, herdeiro do trono britânico. O objetivo declarado de seus mentores é transformá-lo na principal engenhoca pós-Kyoto para combater o suposto aquecimento global antropogênico e foi desenhado sob medida para os países tropicais.

Em qualquer das vertentes, o conceito básico é um só: a promessa – que jamais será cumprida – de grandes somas de dinheiro para que produtores rurais brasileiros (e outros do “Sul”) deixem de produzir, seja em nome de causas nobres, como o da necessária proteção ambiental, ou de outras meramente mercantis. Por detrás do ardiloso “desmatamento evitado”, se encontra mesmo é a insidiosa “produção evitada”.

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6 Comentários

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6 Respostas para “Desmatamento zero = ordens da NOM – nova ordem mundial

  1. O que os capixabas pensam sobre Mudanças Climáticas?

    De modo a conhecer o perfil de percepção ambiental da sociedade frente à problemática (causas, efeitos, prós e contras) das Mudanças Climáticas, tendo como base a Região da Grande Vitória, ES – municípios de Vitória, Vila Velha, Serra e Cariacica – o Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA (grupo sem fins lucrativos), desenvolveu uma pesquisa (35 aspectos abordados) com 960 pessoas (+ – 3% de erro e 95% de intervalo de confiança), com o apoio da Brasitália Mineração Espírito Santense.

    Metade dos entrevistados foi de pessoas com formação católica e, os demais, evangélica. Apesar de a amostra ter sido constituída dessa forma o objetivo da pesquisa não visa individualizar os resultados para cada segmento religioso em questão. Em um segundo estágio da análise dos dados (banco de dados do SPSS) isso ocorrerá, quando serão explicitadas diferenças de percepção ambiental dos dois grupos – católicos e evangélicos – mas sem nominar a origem de formação religiosa dos membros da amostra.

    Os entrevistados admitem ler regularmente jornais e revistas (48,1%), assistem TV (58,3%), não participam de Audiências Públicas convocadas pelos órgãos normativos de controle ambiental (88,9%), bem como de atividades ligadas ao Meio Ambiente junto às comunidades (não – 43,2% / não, mas gostaria – 39,7%), apresentam um reduzido conhecimento das ONGs ambientalistas (4,9%), não acessam (72,8%) sites ligados à temática ambiental (19,1% não tem acesso a computador), além de indicarem o baixo desempenho das lideranças comunitárias no trato das questões ambientais (29,2% / sendo que 40,0% admitem não conhecer as lideranças de suas comunidades), e admitem interesse por temas ligados à temática ambiental (42,3% / 44,2% apenas às vezes).

    Admitem conhecer termos (não verificada a profundidade do conhecimento assumido) como biodiversidade (63,6%), Metano (51,7%), Efeito Estufa (81,3%), Mudanças Climáticas (84,7%), Crédito de Carbono (26,0%), Chuva Ácida (57,8%), Agenda 21 (16,5%), Gás Carbônico (60,9%), Clorofuorcarbonos (36,6%), Aquecimento Global (85,4%), bicombustíveis (74,1%), Camada de Ozônio (74,3%) e Desenvolvimento Sustentável (69,5%), com 70,0% do grupo relacionando às atividades humanas às Mudanças Climáticas e que a mídia divulga muito pouco os temas relacionados ao meio ambiente (44,2%), apesar da importância do tema.

    A ação do Poder Público em relação ao meio ambiente é considerada fraca (48,2%) ou muito fraca (30,2%), os assuntos ligados à temática ambiental são pouco discutidos no âmbito das famílias (60,1% / 15,5% admitem nunca serem discutidos), enquanto a adoção da prática da Coleta Seletiva só será adotada pela sociedade se for através de uma obrigação legal (34,3%) e que espontaneamente apenas 35,7% adotariam o sistema. Indicam que os mais consumos de água são o “abastecimento público” (30,3%), seguido das “indústrias” (22,9%) e só depois a “agricultura” (10,7%), percepção inversa a realidade.

    Em análises em andamento, os resultados da pesquisa serão correlacionados com variáveis como “idade”, “gênero”, “nível de instrução”, “nível salarial”, “município de origem”, entre outras, contexto que irá enriquecer muito a consolidação final dos resultados, aspectos de grande importância para os gestores públicos e privados que poderão, tendo como base uma pesquisa pioneira no ES, definir ações preventivas e corretivas voltadas ao processo de aprimoramento da conscientização ambiental da sociedade.

    É importante explicitar que, com o apoio do NEPA, está pesquisa já está sendo iniciada em outras capitais. O grupo está aberto a realizar parcerias de modo a assegurar, progressivamente, o conhecimento do perfil nacional da sociedade em relação à temática das Mudanças Climáticas. Não há como ignorar, se é que ainda não se deu a plena atenção a este fato, a importância da participação consciente da sociedade nas discussões que envolvem este importante tema.

    Roosevelt S. Fernandes, M. Sc.
    COEMA – CNI
    CONSUMA – FINDES
    COMARH – FAES
    Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA
    roosevelt@ebrnet.com.br

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  2. Tá, tudo bem.
    É importante crescer e ocupar o espaço que é nosso.

    Agora, vão poluir? Desmatar na marra? Destruir e pilhar? Colher o que plantar?

    Desmatar é uma coisa, plantar é outra.

    Como os países irão crescer – por que vão crescer, é certo! –
    sem destruir aquilo que temos? A gente precisa do planeta e somos levados a pensar em como manter.

    É preciso uma guinada 180 graus ou dá pra continuar nesse ritmo que a sociedade criou?

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  3. Meus caros

    Em muitos países já ocorre a redução de habitantes… principalemnte onde o poder aquisitivo é maior, como na Europa.

    Não defendo a destruição, mas o uso racional das matas.
    Aliás, qualquer floresta na Europa é replantada… e não precisa replantar com monocultura… como fazem até hoje…
    Papel por exemplo, fica até melhor se feito com uma salada de espécies arbóreas.

    HidroEólicosBioAbraços

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  4. E mais um detalhe:
    Ser contra o desmatamento zero não significa desmatar tudo…
    São 2 coisas bem distintas.

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  5. ONGs
    05 de julho de 2010 | 0h 00
    Denis Lerrer Rosenfield – O Estado de S.Paulo
    Para que se possa melhor compreender o debate sobre o Código Florestal e o parecer do deputado Aldo Rebelo é necessário analisar o trabalho de ONGs nacionais e internacionais que atuam fortemente no Congresso e entre os formadores de opinião. Apesar de sua aura de politicamente corretos, representam interesses concretos, mormente de países do Primeiro Mundo que competem com o Brasil e gostariam de ter maior ingerência em nossos assuntos. Agricultura, pecuária, agronegócio e energia ficariam com eles, enquanto nós deveríamos cuidar de nossas florestas. Se a posição deles prevalecer o País se tornará um grande museu ambiental, um zoológico de luxo, enquanto eles se dedicarão às atividades produtivas. Economia de mercado protegida para eles, atraso para nós.
    Observe-se, ademais, que essas ONGs, de “direita” e de “esquerda”, atuam como verdadeiros lobbies, fazendo valer seus interesses. Seria interessante que fosse aprovada uma lei de regulamentação da atuação de lobbies, em que algumas condições básicas seriam estabelecidas: 1) Quem são seus dirigentes? 2) Quem são seus apoiadores e financiadores? 3) Quais são os seus respectivos orçamentos? 4) Quanto ganham seus executivos e operadores? Trata-se de uma questão básica de transparência, para além do palavreado de defesa da “humanidade”.
    Aliás, a “humanidade” deles é bastante curiosa, pois o que vale para nós não vale para eles. Em nosso Código Florestal atual existe a “reserva legal”, pela qual toda terra cultivável deve preservar, de florestas e biomas nativos, no Sul, 20% da área; no Cerrado, 35%; e na Amazônica, 80%. Ora, esse instituto não existe nos EUA e na Europa. Eles não são obrigados a preservar nada, poluem o planeta com seu estilo de vida e exigem que nosso país seja preservacionista. Os países de Primeiro Mundo devastaram praticamente todas as suas florestas nativas.
    Vejamos alguns desses movimentos e ONGs.
    O WWF Brasil, ONG sediada nos EUA, tem fortes financiadores e apoiadores, contando com grande equipe. Sua atuação no Brasil, além de militar contra a revisão do Código Florestal, situa-se nas áreas de infraestrutura e agricultura. É contra a construção do Terminal Portuário de Morrinhos (MT), do Terminal Portuário da Bamin, do Porto Sul (BA) e a soja produzida no País.
    O Greenpeace, ONG cada vez mais acusada de fraudes na Europa e de utilização dos recursos coletados para seus dirigentes, é contra a construção da Hidrelétrica de Belo Monte, os transgênicos, a pecuária na Amazônia, além de ser evidentemente contra a revisão do Código Florestal. Seus financiadores e apoiadores são expressivos.
    O Instituto Socioambiental (ISA), ONG ambientalista e indigenista, além de ser contra a revisão do Código Florestal, é contra a construção de hidrelétricas, centrando seus ataques em Belo Monte. Seus apoiadores e financiadores se dizem defensores dos “povos da floresta”. Dentre eles, além de empresas e fundações, temos governos estrangeiros.
    O Centro de Apoio Sócio-Ambiental (Casa), por sua vez, segue a orientação da Teologia da Libertação, no sentido de promover, inclusive, movimentos de criação no País de “nações indígenas”. Além de suas ações contrárias à revisão do Código Florestal, o Casa posiciona-se contra a construção de hidrelétricas, em particular a de Belo Monte. Procura igualmente condicionar os financiamentos do BNDES às suas próprias condições, evidentemente apresentadas como de “preservação da natureza”. Seus apoiadores internacionais são importantes, misturando-se igrejas, empresas, ONGs e fundações.
    O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), braço do MST, além de contrário à revisão do Código Florestal, é contra a transposição do Rio São Francisco e a construção das hidrelétricas em geral. Centra suas ações nos projetos de Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira, de Belo Monte, Riacho Seco e Pedra Branca, na Bahia, e de Itapiranga, na fronteira do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, entre outras. Já a Via Campesina-MST atua também contra a revisão do Código Florestal, os transgênicos, o agronegócio, a cultura de cana-de-açúcar e a produção de etanol, as florestas de eucaliptos e a cultura da soja. Ademais, tem forte atuação junto aos movimentos indigenistas e quilombolas.
    A Conservation International tem vasta atuação internacional, está presente no Peru, no Equador, na Selva Lacandona (México), centro operacional dos “zapatistas”. No Brasil, posiciona-se contra a revisão do Código Florestal e a agricultura em Minas Gerais e na Bahia, por meio da ampliação em 150 mil hectares do Parque Nacional Grande Sertão Veredas. É contra a construção do Terminal Portuário da Bamin, do Porto Sul (BA) e do traçado final da Ferrovia de Integração Leste-Oeste (Fiol). Tem fortes apoiadores empresariais, de fundações e governos estrangeiros.
    A Amigos da Terra, forte ONG internacional, tem entre seus fundadores Brice Lalonde, que foi ministro do Meio Ambiente de Mitterrand. Ele chegou a declarar que o Brasil deveria “renunciar a parcelas de sua soberania sobre a região amazônica”. Destaca-se na Europa por sua campanha contra o etanol brasileiro.
    A lista apresentada não é, evidentemente, exaustiva, mas permite um olhar um pouco mais abrangente sobre os interesses em jogo. Todos lutam pela preservação da “reserva legal”, isentando-se de qualquer ação do mesmo tipo em seus países de origem. Se não fossem hipócritas, deveriam usar os mesmos critérios. Fica uma sugestão: o Brasil poderia comprometer-se com o “desmatamento zero” e essas ONGs, com todos os seus recursos e apoiadores, deveriam comprometer-se com a criação da “reserva legal” nos EUA e na Europa, com a recriação de “florestas nativas”. Utilizariam todo o conhecimento e tecnologia de suas grandes universidades. Poderiam começar com 20%, o mínimo existente no Brasil. Mostrariam sua verdadeira vocação ambiental e planetária.
    PROFESSOR DE FILOSOFIA NA UFRGS. E-MAIL: DENISROSENFIELD@TERRA.COM.BR

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  6. PERCEPÇÃO AMBIENTAL DE PRODUTORES RURAIS

    A Federação da Agricultura do Estado do Espírito Santo (FAES), através de seu Conselho de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (COMARH), com o apoio do Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA, está iniciando uma pesquisa (inéditas e em âmbito estadual) voltada ao estudo da percepção ambiental dos produtores rurais. Entre outros objetivos, a pesquisa visa assegurar à FAES informações adicionais para seu programa de conscientização ambiental do segmento dos produtores rurais. É pretensão do NEPA levar (posteriormente) esta importante pesquisa para outros Estados de modo a, progressivamente, ter o cenário da percepção ambiental nacional do segmento O NEPA acaba de concluir na Região da Grande Vitória (ES), pesquisa também inédita para a região, um estudo da percepção ambiental da sociedade frente à problemática (causas, efeitos, prós e contras) das mudanças climáticas.

    Roosevelt S. Fernandes, M. Sc.
    Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA
    roosevelt@ebrnet.com.br

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