Estacas de jabuticaba

Oi pessoal,

Sempre tive paixão por jabuticabas e pelo menos em três episódios elas participaram da minha vida de forma, creio eu, a me incentivar a criar este projeto. Este é um dos motivos de ter escolhido a jabuticaba para aprender sobre bonsai.

Sempre li que era impossível, ou quase impossível, fazer mudas de jabuticaba a partir de estacas. Resolvi fazer um teste: peguei um galho cortado de uma das podas (com todas as folhas) e plantei em um substrato compacto e rico em matéria orgânica, na sombra.

Passados quase três meses, pude verificar que as folhas não caíram e ao trocar para um vaso, descobri que tinha criado raízes.

Lição que aprendi: duvide sempre quando disserem que “não pode” ou “é impossível” fazer isto ou aquilo com plantas. Mesmo que pareça ilógico ou trabalhoso, elas sempre nos surpreendem. Tentem e vejam por si mesmo os resultados. Algumas vezes pode dar certo, outras não. O que vale é experimentar!

😉

Abraços!
_____________________________________
Anderson C. Porto
Brasil +55 / RJ (21) 99688-9521
|/ Comunidade Tudo Sobre Plantas |/
http://www.tudosobreplantas.com.br
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

“Sonhar, sem fazer dos sonhos teus senhores” (Rudyard Kipling)

CPQBA demonstra eficiência do guaco contra úlcera e outros males

por RONEI THEZOLIN

O guaco (Mikania laevigata) é uma planta do tipo cipó-trepadeira, com folhas largas e flores pequenas que exalam leve aroma de baunilha quando amassadas. As flores atraem abelhas e seu odor agradável se torna mais intenso depois da chuva. Popularmente, o guaco é um dos fitoterápicos de maior consumo, utilizado principalmente no tratamento de afecções respiratórias. Contudo, estudos desenvolvidos no Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas (CPQBA) da Unicamp, revelam outros efeitos farmacológicos da planta.

A pesquisa foi iniciada em 1998 com duas espécies de guaco (Mikania glomerata e Mikania laevigata), pelas equipes dos professores Pedro Mellilo de Magalhães (Divisão de Agrotecnologia), Vera Lúcia Garcia Rehder (Química) e João Ernesto de Carvalho (Farmacologia e Toxicologia). A primeira etapa consistiu de cultivo controlado e em grande escala da erva; na segunda, a extração e purificação do extrato, com o objetivo de identificar quimicamente as substâncias ativas; e a terceira teve a finalidade de comprovar as propriedades farmacológicas e toxicológicas.

Continue Lendo “CPQBA demonstra eficiência do guaco contra úlcera e outros males”

Está quente? Não! Está faltando árvore!

Está quente? Não! Está faltando árvore!

(Responda isso cada vez que alguém reclamar do calor ou do aquecimento global)

Reclamar não soluciona nada!

A temperatura do planeta é o que é. O aquecimento global é o que é. Estes não são os “culpados”, mas nós e as grandes empresas sim.

Continue Lendo “Está quente? Não! Está faltando árvore!”

É bom para quê? Parte 5

‘É bom para quê?’ mostra a importância dos testes para uso dos fitoterápicos

Dr. Drauzio Varella recomenda: ‘Para tratar doenças, não tome nada que não tenha rótulo e nem bula’.

Nos últimos domingos, o Doutor Drauzio Varella mostrou no fantástico os riscos que a gente corre quando usa um preparado de ervas. Hoje, ele vai apresentar pessoas que dedicam a vida ao estudo das plantas. Do tubo de ensaio ao balcão da farmácia. Tudo para que você possa tomar o seu chazinho em segurança.

Continue Lendo “É bom para quê? Parte 5”

Quadro de Dráuzio Varella no "Fantástico" muda foco após reclamações

Redação Portal IMPRENSA

Divulgação: Drauzio Varella

A série “É Bom Pra Quê?”, apresentada pelo médico Dráuzio Varella no “Fantástico”, da Rede Globo, teria mudado o foco após receber protestos dos telespectadores. O quadro, que esclarece mitos e verdades sobre o uso de plantas e chás para tratamento de doenças, é um dos maiores ibopes do programa dominical.
Continue Lendo “Quadro de Dráuzio Varella no "Fantástico" muda foco após reclamações”

Plantio de maconha em casa para o consumo próprio divide especialistas

Critérios para diferenciar cultivo para uso ou tráfico seriam muito subjetivos

por Maria Elisa Alves

Plantar maconha em casa para não financiar bandidos tem sido um discurso cada vez mais comum entre usuários de classe média. Mas, na última terça-feira, a prisão de um engenheiro de 67 anos e de seu filho de 31, que cultivavam 108 pés da droga numa cobertura no Recreio, trouxe à tona uma polêmica: o que pode ser classificado como cultivo para uso próprio (como os dois alegaram) e o que pode ser caracterizado como tráfico (como a polícia vê o caso)? Vale a pena ter mudas em casa ou droga é droga? A discussão tem mobilizado usuários, especialistas no tratamento de dependentes, advogados e policiais.

Para a presidente do Conselho Municipal Antidrogas, Sílvia Pontes, não há dúvidas. Para ela, é um absurdo cultivar maconha em casa: — Maconha é droga, é proibido. Em vez de plantar, este pai deveria ter dado princípios morais e éticos ao filho, conscientizálo sobre os malefícios.

Facilidade de acesso pode levar ao uso exagerado Menos veemente, mas também contrário ao cultivo, o psiquiatra Jorge Jaber, sócio de uma clínica de recuperação de dependentes, diz que um dos perigos de ter a Cannabis em casa é aumentar o consumo da droga pela facilidade de acesso.

Continue Lendo “Plantio de maconha em casa para o consumo próprio divide especialistas”

França e Itália se opõem às plantas geneticamente modificadas

Agência AFP

BRUXELAS – França e Itália se declararam contrárias nesta segunda-feira à proposta da Comissão Europeia de deixar que os Estados membros da UE decidam individualmente permitir ou não o cultivo de plantas geneticamente modificadas em seus territórios.

Não, a Itália não apoia a proposta da Comissão (…). A atitude de cada um por si vai contra as bases da política agrícola comum“, declarou Giancarlo Galan, ministro italiano da Agricultura, que está em Bruxelas para participar com seus pares de uma reunião sobre organismos geneticamente modificados (OGM).

Continue Lendo “França e Itália se opõem às plantas geneticamente modificadas”