Informações sobre Fitoterapia

FITOTERAPIA COMO ALTERNATIVA PARA TRATAMENTO DE LESÕES E QUEIMADURAS

ARNICA

Nome científico: Arnica montana

Família: Compostas

Aspectos botânicos: originária das montanhas européias e América do Norte, herbácea, de 20 a 60 cm de altura, perene, de porte em roseta, folhas ovaladas, flores amarelas.

Parte usada: flores.

Constituintes: óleo essencial, arnicina, saponina, esoquercitina, taninos, flavonas.

Indicações terapêuticas: uso em lesões secundárias à contusões, traumatismos e entorses. Útil em dores musculares.

Modo de usar: aplicação tópica nas áreas afetadas.

Apresentação:

1- CREME a 3%, potes de 30 e 500g
2- TINTURA, uso externo 20ml.

Posologia:
1- passar no local 2 a 3 vezes ao dia
2- diluir 1 colher (sopa) para 1 copo de água, uso tópico 2 a 3 vezes ao dia.

Conservação: armazenar em local seco e arejado. No caso de potes de 500g, manter refrigerado após aberto.

Seguimento: 3 a 7 dias.

Protocolo:
Observar as indicações terapêuticas.
Anotar as características da lesão inicial e avaliação durante o seguimento.
BABOSA

Nome científico: Aloe vera

Família: Liliaceae

Outros nomes vulgares: erva babosa, alóes, caraguatá de jardim.

Aspectos botânicos: planta perene, de 60cm a 1m de altura. Folhas grandes e carnudas, dispostas em grandes rosetas, lanceoladas, marginadas por espinhos. As folhas contém em seu interior um tecido mole, viscoso, muito rico em substâncias mucilaginosas. Caule curto, achatado e grosso. Flores hermafroditas, tubuladas, de cor amarelada, dispostas em racemos terminais densos.

Parte usada: gel das folhas frescas.

Constituintes: mucilagem

Indicações terapêuticas: lesões de pele secundárias a queimaduras térmicas ou químicas (1º e 2º graus). Exerce ação emoliente e auxilia no processo de cicatrização.

Usar com cautela em queimaduras de 3º grau ou concomitante com antibioticoterapia.

Apresentação:
GEL a 25% em embalagem de 30g e 250g.

Posologia: aplicar topicamente sobre o ferimento 3 vezes ao dia;

Conservação:
Armazenar em local fresco e seco, preferencialmente em refrigerador;
Após aberto armazenar no refrigerador (parte baixa), manter os frascos bem fechados;
Usar espátulas para manuseio dos cremes;
Potes maiores devem ser conservados em refrigerador (sugerimos na Refrimed)

Seguimento: acompanhamento diário em sala de curativos; avaliar e relatar em protocolo:
Tamanho e localização da lesão;
Presença de bolhas, eritema, secreção, efeito analgésico etc;
Agente causal.

CALÊNDULA

Nome científico: Calendula officinalis

Família: Compositae

Outros nomes vulgares: maravilha dos jardins, mal-me-quer, verrucária.

Aspectos botânicos: planta anual de crescimento em roseta. As flores ocorrem nas extremidades das hastes e têm cerca de 4cm de diâmetro.

Parte usada: flores secas.

Constituintes: óleos essenciais, carotenóides, mucilagens e flavonóides.

Indicações terapêuticas: ferimentos abertos infectados ou não, foliculite, estrófulo, eczema seborreico de couro cabeludo, crosta láctea, miliária, dermatites amoniacal e fúngicas, fissuras de mama, úlceras de estase, acne, quelóides, tinea, frieira, piodermites e molusco contagioso. É cicatrizante e antisséptico tópico.

Contra-indicações: lesão profunda e/ou extensa (maior que 1/3 do segmento), lesão disseminada, infecção local grave, antibioticoterapia tópica concomitante, lesão de pele crônica sem diagnóstico.

Apresentação:
1 – GEL a 5% em embalagem de 30g e 250g.
2 – TINTURA uso externo 20 ml.

Posologia:
1 – Aplicar topicamente sobre o ferimento 3 vezes ao dia;
2 – Diluir 1 colher (sopa) para 1 copo de água, uso tópico 2 a 3 vezes ao dia.

Conservação:
Armazenar em local fresco e seco, preferencialmente em refrigerador;
Após aberto armazenar no refrigerador (parte baixa), manter os frascos bem fechados;
Usar espátulas para manuseio dos cremes;
Potes maiores devem ser conservados em refrigerador.

Seguimento: acompanhamento diário em sala de curativos; avaliar e relatar em protocolo:
Tipo de lesão (primária ou secundária);
Localização, tamanho, presença e tipo de secreção, presença de eritema, edema, efeito analgésico, tempo de cicatrização etc.

CAMOMILA

Nome científico: Chamomilla recutita (anterior Matricaria chamomilla)

Família: Compostas

Outros nomes vulgares: camomila dos alemães, matricária.

Aspectos botânicos: de origem européia, asiática e norte americana, planta herbácea de mais ou menos 50cm, anual, de talo ramificado e folhas divididas, pétalas brancas com disco amarelo no centro e ovalado.

Parte usada: capítulos florais secos.

Constituintes: óleos essenciais, alfabisabolol, flavonóides, umbeliferona, herniarina, princípios amargos, azuleno, cumarina.

Indicações terapêuticas: antiinflamatória, antisséptico (bactericida e fungicida), cicatrizante e antiespasmódico. Indicado em afecções orais – erupção dentária dolorosa, monilíase oral (candidíase), odontalgias (coadjuvante); afecções gastrointestinais – cólicas abdominais (inclusive do lactente), gases intestinais, cólicas menstruais, diarréia (coadjuvante). Observação: a superdosagem pode causar náuseas, excitação nervosa, insônia.

Uso não indicado: gestantes.

Usar com cautela em queimaduras de 3º grau ou concomitante com antibioticoterapia.

Apresentação: embalagem de 25g de flores secas de Chamomilla recutita com doseadores de 2,5g.

Modo de Preparo: preparar o chá na forma de infusão. Verter água fervente sobre o recipiente com a quantidade indicada das flores e abafar com tampa por 10 minutos. Não adoçar.

Preparo do chá para uso interno: 6 doseadores (15g) em 500ml de água.

Posologia:
como antisséptico: 1 xícara (150ml) antes das refeições;
como antiflatulento: 1/2 xícara (75ml) após as refeições;
como antiespasmódico e analgésico: 1 xícara 3 a 4 vezes ao dia;
para faringite e amigdalite: 1 xícara 3 a 4 vezes ao dia.

Lactentes: 1 doseador (2,5g) em 240ml de água (mamadeira);
Para cólicas, erupção dentária dolorosa: tomar 60ml 3 a 4 vezes ao dia.

Uso tópico:
4 doseadores em 200ml de água.
Bochechos e gargarejos 2 a 4 vezes ao dia;
Lactentes: usar com algodão, várias vezes ao dia.

Conservação: armazenar em local seco e arejado. Evitar exposição à luz e calor.

Seguimento: Afecções orais em geral: observar efeito sobre irritabilidade e alterações do sono e apetite. No caso de monilíase oral avaliar quantidade de lesões esbranquiçadas e intensidade do eritema. Solicitação de retorno de acordo com a gravidade do caso.

GUACO

Nome científico: Mikania glomerata

Família: Compositae

Outros nomes vulgares: uaco, cipó catinga, cipó sucuriju, coração de Jesus, erva de cobra.

Aspectos botânicos: originária dos estados do sul do Brasil, cultivada desde a Bahia até o Rio Grande do Sul. Planta trepadeira perene, arbustiva. As folhas frescas são inodoras, porém quando secas ou durante a fervura possuem odor aromático agradável, devido à presença de cumarina.

Parte usada: folhas e caule.

Constituintes: taninos, saponinas, resina cumarínica e ácidos caurenóico, cinamoil e grandiflórico.

Indicações terapêuticas: tosse com componente de broncoespasmo, auxiliando na expectoração com provável ação fluidificante. Citado como broncodilatador em inúmeras referências bibliográficas.

Uso não indicado: gestantes, lactantes e crianças menores de um ano.

Contra-indicação: pacientes com problemas hepáticos (pode apresentar toxicidade com o uso prolongado) e diabéticos. Recomenda-se maior critério em quadros respiratórios crônicos não diagnosticados (afastar hipótese de tuberculose, câncer entre outros)

Posologia: xarope:
adulto – 1 colher (sopa), vezes ao dia;
criança de 4 a 7 anos: 1 colher (chá), 3 vezes ao dia
criança de 1 a 3 anos: 1 colher (chá) 2 vezes ao dia.

Apresentação: xarope a 10% em frasco de 150 ml.

Conservação: armazenar em local seco e arejado e, após aberto, manter em geladeira.

Seguimento: pedir retorno de 2 a 3 dias e em 7 dias. Não usar por tempo prolongado (mais de 4 semanas). Avaliar clinicamente: Tosse – características e duração;
Expectoração – caráter e coloração;
Sintomas associados – febre, dor pleural, dispnéia etc.;
Relatar quando da existência de exames complementares.

ESPINHEIRA-SANTA

Nome científico: Mikania glomerata
Sinonímia: Maytenus ilicifolia

Família: Celestraceae

Outros nomes vulgares: salva-vidas, coromilho do campo, espinho de Deus, sombra de touro.

Aspectos botânicos: originária da América do Sul, nativa do sul do Brasil. Árvore perene de até 4m de altura. Folhas alternadas, duras e denteadas, lembrando espinhos, que originou o nome vulgar.

Parte usada: folhas.

Constituintes: taninos, terpenos (maytensina e outros) e flavonóides.

Indicações terapêuticas: gastrite e úlceras gástrica ou duodenal.

Mecanismo de ação: não definido.

Uso não indicado: lactantes (reduz a secreção láctica), gestantes e crianças menores de um ano. Excluir pacientes com patologias crônicas descompensadas (hipertensão, diabetes melitus, DPOC, ICCinsuficiência cardíaca congestiva) ou patologia digestiva associada (tumor).

Posologia: uma xícara do chá (200ml), 3 vezes ao dia (uma hora após as refeições e uma hora antes de deitar-se).

Tempo de tratamento: em torno de 30 dias.

Apresentação: embalagem contendo 22,5g de folhas secas rasuradas de Maytenus ilicifolila, fracionadas em doses unitárias de 1,5g.

Modo de Preparo: aquecer água até a fervura e verter sobre um xícara (chá) contendo a folha moída (1,5g). Tampar a xícara e deixar esfriar antes de tomar. Não adoçar.

Conservação: armazenar em local seco e arejado.

Protocolo: Critérios de inclusão: o paciente deverá apresentar:
Tempo do início dos sintomas de mais de 4 semanas;
Endoscopia recente (até 3 meses);

DOIS OU MAIS dos seguintes sintomas:

dor epigástrica (sintoma);
plenitude pós-prandial;
pirose e/ou azia;
náuseas e/ou vômitos;
dor epigástrica (sinal);

Seguimento: Endoscopia 2 meses após o término do tratamento;
Retorno em 2 e 4 semanas;
Avaliar frequência, caráter e duração dos sintomas.

MALVA

Nome científico: Malva sylvestris

Família: Malvacea (geraniácea)

Outros nomes vulgares: malva de cheiro, malva branca.

Aspectos botânicos: originária da Europa, Ásia e África, herbácea, bianual a perene, folhas palmatilobadas, alternadas, flor rosa com 5 pétalas, talo piloso.

Parte usada: folhas.

Constituintes: mucilagens, taninos, anticianas (flavonóides), vitaminas A, B e C, óleos essenciais.

Indicações terapêuticas: emoliente, anti-inflamatório, antisséptico de pele e mucosas usado em dermatites inespecíficas, gengivites, periodontites (coadjuvante), glossites, estomatites, abcessos dentários (coadjuvante) e aftas. Também em amigdalites e faringites (quando bacterianas usar como coadjuvante).

Uso não indicado: gestantes e lactantes.

Posologia: uso externo – meio pacote (10g) para 250ml de água, na forma de infusão (verter água quente sobre o chá e tapar). Usar na forma de bochecho, gargarejo ou aplicação local 2 a 4 vezes ao dia. Em uso odontológico usar após escovação dos dentes.

Apresentação: embalagem de 20g de folhas secas com doseadores de 2g.

Conservação: armazenar em local seco e arejado.

Seguimento:
Periodontite: retorno após 3 dias do início do tratamento.
Gengivite: retorno em 7 dias.
Observar coloração da mucosa, eritema, presença ou não de secreção do sulco gengival, relato de dor espontânea ou provocada, edema.
Estomatite: retorno 1 ou 2 dias, observar presença de dor, número de lesões e febre.
Amigdalite/faringite: retorno em 1 ou 2 dias, observando dor, edema e eritema.

MARACUJÁ

Nome científico: Passiflora incarnata

Família: Passifloraceae

Outros nomes vulgares: maracujá-melão, maracujá silvestre, maracujá-guaçu, maracujá-suspiro, grenadilha, maracujá-mirim.

Aspectos botânicos: trepadeira com caule longo, podendo atingir mais de 5metros, folhas trilobadas.

Parte usada: folhas secas.

Constituintes: harmana, harmina, harmol, vitexina, isso-vitexina.

Indicações terapêuticas: distúrbios do sono leve (dificuldade em iniciar e/ou manter o sono; ou mudança no padrão habitual) e transtornos de ansiedade reativos e não cronificados. Uso oral.

Uso contra-indicado: gestantes, lactantes e crianças e contra-indicado em pacientes com distúrbios hepáticos (apresenta toxicidade hepática em uso prolongado), patologia psiquiátrica de diagnóstico definido (psicose, depressão, transtornos de ansiedade grave, alcoolismo), epilepsia, distúrbios do sono secundários à dor crônica e/ou patologia clínica associada (hipertireoidismo etc.), uso concomitante de substâncias psicoativas e pré-operatório.

Posologia: uso oral – uma xícara de chá, 2 vezes ao dia.

Apresentação: embalagem contendo 30g de folhas secas e rasuradas de Passiflora incarnata, com dosador de 1,5g.

Modo de Preparo: aquecer a água até a fervura e verter sobre uma xícara contendo 1,5g da planta moída. Abafar por 10 minutos.

Recomendações: tomar uma das doses preferencialmente uma hora antes de dormir. Não utilizar por períodos prolongados (acima de 30 dias).

Conservação: armazenar em local seco e arejado.

Seguimento: retorno em 2/14/21 dias; avaliar e relatar:
Características do sono (ex: agitado, pesadelos, não recuperador, duração, frequência do despertar etc.);
Caracterísitcas da vigília (fadiga, atenção diminuída, dificuldade de concentração etc.);
Identificar e detalhar informações tais como fator desencadeante, número de dias, frequência etc.

QUEBRA-PEDRA

Nome científico: Phyllanthus niruri

Família: Euphorbiaceae

Outros nomes vulgares: arrebenta-pedra, erva pombinha.

Aspectos botânicos: planta herbácea, anual, de ocorrência generalizada no Brasil.

Parte usada: toda a planta.

Constituintes: glicosídeos, quercitina, filocrisina (princípio amargo), sais minerais, ácidos orgânicos, tanino, mucilagem.

Indicações terapêuticas: litíase renoureteral.

Mecanismo de ação: não definido. Provoca relaxamento da musculatura lisa do ureter, facilitando a expulsão de cálculos renais. Possui efeito analgésico.

Uso não indicado: gestantes, lactantes e crianças menores de um ano.

Contra-indicado: pacientes com patologias crônicas descompensadas (hipertensão arterial, Diabetes Mellitus, doença pulmonar oclusiva crônica, insuficiência cardíaca) e uso em patologia urinária associada (câncer, tuberculose, insuficiência renal).

Posologia: uso oral – tomar l litro do chá em doses distribuídas ao longo do dia.

Apresentação: embalagem contendo 100g de folhas secas rasuradas de Phyllantus niruri, fracionadas em doses unitárias de 20g.

Modo de Preparo: aquecer 1 litro de água até a fervura e verter sobre um recipiente limpo e com tampa, contendo 20g da planta moída.(1,5g).

Conservação: armazenar em local seco e arejado.

Protocolo: Critérios de inclusão: exame por imagem recente (até 1 mês) positivo para litíase ou antecedente pessoal ou familiar positivo e 2 ou mais dos seguintes sintomas:
Cólica renoureteral aguda;
Dor lombar
punho-percussão positiva;
hematúria (micro ou macroscópica)

Seguimento:
Ecografia ou RX inicial e urina I;
Avaliar frequência, caráter e duração dos sintomas;
Retorno em 7 dias ou antes, se necessário;
Ecografia final ou pedra expelida (peneira)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS EM FITOTERAPIA

BOMBARDELLI, E. et al. Phytochem. 14:2661-2665, 1975.

CALIXTO, J. B. et. al. Antispasmodic effects of na alkaloid extractde from Phyllanthus sellowanus: a comparative study with papaverine. Braz. J. Med. Biol. Res. 17:313-321, 1984.

CARLINI e colaboradores in: Estudo de ação anti-úlcera gástrica de plantas brasileiras: Maytenus ilicifolia (Espinheira Santa) e outras. CEME, Ministério da Saúde, Brasília, 1988.

DO VALE, N. B; LEITE, J. R. Efeitos psicofarmacológicos de preparações de Passiflora edulis (maracujá). Ciência e Cultura. 35 (1):11-24, 1983.

FARMACIA VIVA. Feira de Saúde, informação, educação e comunicação da Paraíba. Encontro Estadual de agentes comunitários de saúde. João Pessoa, 1993.

GORSKI, F. et.al. Potent antinociceptive activity of a hydroalcoholic extract of Phyllanthus corcovadensis. J. Pharm. Pharmacol. 45:1046-1049, 1993.

KOCH, H; STEINEGGER, E. Planta Med. 39(3):210, 1980.

LEITE, M.G.R. et. al.. Atividade broncodilatadora em Mikania glomerata, Justicia pectoralis e Torresea cearensis. Anais do XII Simpósio de Plantas Medicinais do Brasil – Curitiba, PR, 1992.

LUTOMSKI, J. et. al. Planta Med. 27(3):112-121, 1975.

CURITIBA. Secretaria Municipal de Saude. Manual de Fitoterapia. Curitiba, 1992.

OGA, S. et. al. Planta Med. 51(4):303-306, 1984.

RIZZINI, C.J. V Simpósio de Plantas Medicinais do Brasil. Ciência e Cultura (supl.), p.59-61, 1978.

SANTOS, A.R.S. et. al. Estudos farmacológicos pré-clínicos e químicos de plantas do gênero Phyllanthus. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MEDICINA E TERAPIAS NATURAIS. Anais. 1994.p.

SOARES DE MOURA, R et. al. Efeitos da cumarina em anéis de traquéia de cobaias. Farmacologia Clínica Experimental – Hospital Universitário Pedro Ernesto – UERJ, RJ.

SOARES DE MOURA, R. et. al. Efeitos de frações obtidas de extratos hidroalcoólicos e éter de petróleo de folhas de Mikania glomerata (Guaco) na traquéia de cobais. Farmacologia Clínica Experimental – Hospital Universitário Pedro Ernesto- HUPE-UERJ, RJ.

BRASIL – Ministério da Saúde. Central de Medicamentos. Mikania glomerata. In: BRASIL. Ministerio da Saude. Programa de Pesquisa de Plantas Medicinais: primeiros resultados. Brasília, 1989.

TESKE, M; TRENTINI, A M.M. Herbarium: Compêndio de Fitoterapia. 2ª ed. Curitiba: Herbarium Laboratório Botânico, 1995.

Fonte: http://www.hospvirt.org.br

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8 Comentários

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8 Respostas para “Informações sobre Fitoterapia

  1. Maria

    Anderson, vc pode me dizer as propriedades da corama.

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  2. BOM DIA! POR FAVOR LEIA ATÉ O FINAL, SIM? Meu nome é RAILTON MESQUITA, moro em Pedreiras-Ma., Tenho um grave problema de saúde chamado ” “FIBROMIALGIA”, li na Internet que o “NONI” tem componentes inflamatórios, fiquei animado e passei então a tomar o mesmo em forma de suco nem muito forte nem muito fraco, tenho percebido que as dores que sentia antes tem
    diminuído bastante e me tem me ajudado a perder peso, pois de uns tempos para cá engordei uma média de doze quilos a mais, acontece que tenho também um sério problema de ” GASTRITE” e tenho sentido fortes dores de cabeça, que é um dos sintomas que esta enfermidade ,manifesta em mim. Quero saber se o
    “NONI” é uma fruta ácida ou semi-ácida e se existe alguma fruta que adicionada a ela possa anular a ação ácida, pois, tenho me dado muito bem com ela e não quero parar, desejo também saber notícias a respeito do “MANGOSTÃO” ou “MANGUSTÃO”, pois li num site que ela também combate a “FIBROMIALGIA”, estava querendo fazer um pedido da mesma, mas, li também que ela é uma fruta ácida. Por favor me ajude, preciso muito de esclarecimentos a respeito e se porventura vcs conhecerem alguma fruta ou algum medicamento natural ou fitoterápico que possa me ajudar em relação a esta enfermidade por favor me informem, pois, sofro diariamente com dores terríveis. Aguardo resposta e esclarecimentos, que Deus lhes abençoe! Railton Mesquita.

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  3. Manoel Vieira Neto

    Prezado amigo,
    Seria possível você enviar para meu e-mail as formulas de pomadas, extratos e óleos de ervas. É um grande favor que estará me prestando, que não sei nem como lhe pagar, mas Deus sabe e ele lhe recompensará!
    Tenho necessidade urgente!
    Espero poder contar com sua valiosa ajuda, pois é por necessidade mesmo. Fico muito agradecido pela sua atenção!
    OBRIGADO!
    Manoel.

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    • Oi Manoel,

      O que você já conseguiu? Pode compartilhar com os demais?

      Abraço!

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      • Manoel Vieira Neto

        Olá Anderson,
        Eu peço desculpas, mas não entendi sua pergunta.
        Você poderia me esclarecer?
        Se for a respeito do que lhe pedi, com certeza compartilharei.
        Lhe pedi se seria possível me enviar as formulas de como fazer POMADAS, EXTRATOS E ÓLEOS DE ERVAS e ainda não recebi.

        Abraço!

        Manoel.

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      • Sim, lhe perguntei sobre o que você já conseguiu. O que quero saber é se você já foi no Google, buscou informações… e se está separando aquilo que conseguiu de alguma forma, por exemplo, documento Word.

        Eu tenho aqui alguns arquivos sim, mas são pesquisas que venho fazendo e que se encontra facilmente na Internet.

        Agora, senti uma certa cobrança de sua parte.

        Meu trabalho é voluntário e faço isso com gosto, agora…receber cobranças? Aí já é um pouco demais, não é mesmo?

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  4. sandra leandro

    por favor sofro de herpes zoster tem alguma planta ou cha q posso fazer uso obrigado

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  5. Flor Martins

    Tenho herpes zoster há 2 anos, local: cintura – um palmo acima e um oalmo a baixo lado direito. Não passei bem com aciclovir e similares. Tenho 80 anos e noto que estou piorando, dor difícil de expressar arde, dá picadas, parece andar no local trinca, não sei nem explicar mas incomoda dia e noite, Pelo amor de Deus que faço? já fiz acupuntura e senti alguma melhora, mas não cura que faço, vou morrer com esse tormento? Obrigadíssima por uma resposta que me acalme e alivie, se não curar.

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