A abelha é nativa; o mel, clandestino

por Janaina Fidalgo

As abelhas indígenas sem ferrão (Meliponíneas) são nativas do Brasil e sempre voaram por aí, de flor em flor, produzindo mel de ótima qualidade. Ops, mel não, porque o alimento produzido pelas abelhas indígenas não pode ser chamado de mel.

A legislação vigente se baseia nos padrões físico-químicos do mel produzido por abelhas estrangeiras (Apis mellifera e Apis mellifera scutellata) – esse que está nas prateleiras de qualquer supermercado.

Para ser “considerado” mel, o produto das abelhas indígenas deveria ter umidade máxima de 20% – mas chega a 35% – e, no mínimo, 65% de açúcares redutores (tem 50%). Por isso, o “mel” de jataís, mandaçaias, borás, uruçus e tubunas continua desconhecido. E clandestino.

Mel

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Geógrafo produz broto de trigo, matéria-prima do *suco de clorofila*

Em apenas dez dias, Hypso colhe os brotos germinados e tritura as folhas em máquinas para extrair o suco Foto: Thiago Louza
Por: Maria Laura Machado

Hoje, o niteroiense distribui para grandes mercados, hortifrútis e lojas especializadas de produtos naturais, produzindo, em média, duas toneladas de broto de trigo por ano

Quando o geógrafo niteroiense Hypso Nascimento Junior, 39 anos, deu carona para um espanhol a caminho de Mauá, na região do Médio Paraíba, não imaginava que aprenderia com ele um ofício que mudaria sua vida e seria febre entre a geração saúde ávida por produtos naturais.

Isso aconteceu em 1999, quando o Hypso foi um dos pioneiros a produzir bebida de broto de trigo, o conhecido “suco de clorofila”. Hoje, Hypso distribui para grandes mercados, hortifrútis e lojas especializadas de produtos naturais, produzindo, em média, duas toneladas de broto de trigo por ano.

A simplicidade do processo foi o que mais impressionou o geógrafo. Em sua fazenda em Teresópolis, Região Serrana, com apenas três ajudantes ele consegue atender à demanda. Foi quase sem querer que ele aprendeu a mexer com o broto, que leva em média dez dias entre a germinação e a colheita.

Como adubo, são usados os próprios bagaços triturados e as sementes germinadas são dispostas em caixas de madeira, colocadas em uma estufa de plantação vertical.

“Eu sempre fui curioso para aprender a mexer com o broto de trigo, mas meu antigo sócio espanhol não queria ensinar. Foi no Havaí que ele conheceu o suco com broto e, depois de ver que muita gente produzia além do que poderia consumir, fez a ponte mostrando o congelamento de polpa de fruta para conservar o excesso. Um dia, ele precisou viajar e me pediu para tomar conta da produção. Na volta, viu que cuidei bem e passamos a trabalhar juntos”, conta.

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Peças de Lego dão origem a uma estufa para plantas

Por Fernanda Morales

Dentro da estufa são cultivados vegetais e flores de verdade.

O Lego é um dos brinquedos mais encantadores de todos os tempos, mexendo com a criatividade de adultos e crianças. E as invenções com as peças do tão famoso brinquedo não param, a NASA já enviou bonecos do Lego para Júpiter e até um tijolo no formato das peças foi inventado.

E no Festival de Design de Londres 2011, evento anual que promove as empresas de design mais criativas da Inglaterra, as peças de Lego se transformaram em uma incrível estufa, totalmente funcional.

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Reconhecedor automático de nomes científicos de plantas

Oi pessoal,

Hoje vou apresentar para vocês uma novidade bem interessante.

Trata-se da nova ferramenta de reconhecimento, desenvolvida pelo projeto Tudo Sobre Plantas, que irá transformar em links todos os Nomes Científicos presentes nos textos do blog, apontando para as respectivas fichas de espécies do Banco de Plantas Notáveis do projeto.

Vejam dois exemplos em funcionamento, em:

http://www.tudosobreplantas.com.br/blog/index.php/2009/05/20/lista-com-todas-as-frutas-brasileiras/

http://www.tudosobreplantas.com.br/blog/index.php/2009/05/15/arvores-simbolo-de-cada-estado-brasileiro/

A partir de agora todas as postagens que tiverem nomes científicos válidos, encontrados no Banco de Plantas do projeto, se tornarão automaticamente links para as fichas.

Ex.: Anacardium occidentale, Erythrina speciosa, Adenium obesum, Camellia sinensis, Annona muricata, Zingiber officinale, Aloe vera etc).

Abraços!

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Anderson C. Porto
Brasil +55 / RJ (21) 9688-9521
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Sonhar, sem fazer dos sonhos teus senhores” (Rudyard Kipling)

Grão livre de transgenia ganha espaço no mercado

Mato-grossense reforça oferta de sementes convencionais para safra

Da Redação

MT deve manter 35% da área total de soja ao cultivo convencional
O Brasil é o principal fornecedor de soja livre – convencional, sem transgenia – do mundo e, Mato Grosso, maior produtor nacional da oleaginosa, destina 35% das lavouras ao cultivo desta variedade.

Mesmo com o predomínio do plantio de soja transgênica, o consumo do grão livre começa a ganhar destaque no mercado, principalmente, o internacional.

A demanda pelo produto em crescimento na comunidade européia, Japão, Coréia, Austrália, Nova Zelândia e China, que começam a solicitar produtos segregados e certificados como “Livres de Transgênicos”.

Países da Europa e Ásia compraram 5 milhões de toneladas de soja livre em 2010, o equivalente a 18% do total destinado à exportação. Os europeus e asiáticos ainda consumiram 6,5 milhões de toneladas de farelo de soja durante o ano passado.

A crescente procura pelo grão não geneticamente modificado por parte do mercado internacional tem feito com que os sojicultores mato-grossenses reivindiquem o aumento da oferta por mais disponibilidade de sementes e novas variedades.

Dentro deste cenário, a Agro Norte Pesquisa e Sementes desenvolveu, ao longo de nove anos de pesquisa, cinco novas variedades de soja convencional. “Essas variedades possuem alto nível de produtividade, rusticidade, tolerância à seca e algumas tolerância à chuva”, afirmou o engenheiro agrônomo e diretor da Agro Norte, Ângelo Maronezzi.

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Dia da Árvore

21 DE SETEMBRO

No hemisfério sul, o dia 21 de Setembro prenuncia a chegada da primavera, no dia 23, estação onde a natureza parece recuperar toda a vida que estava adormecida pelos dias frios de inverno.

No Brasil, em 24 de fevereiro de 1965, formalizou-se o dia 21 de Setembro como o Dia da Árvore – o dia que marca um novo ciclo para o meio ambiente.[1]

DIA MUNDIAL DA ÁRVORE

O Dia Mundial da Árvore ou Dia Mundial da Floresta festeja-se em 21 de Março. A comemoração oficial do Dia da Árvore teve lugar pela primeira vez no estado norte-americano do Nebraska, em 1872. Nos EUA, é comemorado no dia 23 de Setembro, junto do aniversário de Julius Sterling Morton, morador da Nebrasca, que incentivou a plantação de árvores naquele estado.[2]

CURIOSIDADE – Apesar de celebrarmos o Dia da Árvore neste dia 21, a comemoração foi definida nesta data apenas para as regiões Sul e Sudeste do Brasil.

No Norte e Nordeste, o correto é comemorarmos a Festa Anual da Árvore, na última semana de março. Essas duas festividades foram criadas em 1965, através de um decreto presidencial ( Decreto nº. 55.765 de 24/02/1965 ), e têm datas tão distintas por contas das diferenças entre os climas das região Norte e Nordeste em relação ao Sul e Sudeste brasileiros.

A professora da URFPE Isabelle Maunier conta que a escolha do mês de março para a data das comemorações no Nordeste têm a ver com o período das chuvas nos estados da região. É nessa época, por exemplo, que os agricultores plantam o milho que será colhido para o período junino.[3]

Fontes:

1 – [ Dia da Árvore ], 2 – [ Wikipédia ], 3 – [ NE10 ]

Embrapa – Nova tecnologia de transformação genética

Nova tecnologia de transformação genética

Para chegar às variedades geneticamente modificadas [vide tag: transgênicos], os pesquisadores da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Francisco Aragão, e da Embrapa Arroz e Feijão, Josias Faria , utilizaram quatro estratégias de transformação genética.

Em linhas gerais, eles modificaram geneticamente a planta para que ela produzisse pequenos fragmentos de RNA responsáveis pela ativação de seu mecanismo de defesa contra o vírus mosaico dourado, devastador à lavoura.

“Mimetizamos o sistema natural”, diz Francisco Aragão, explicando que a grande vantagem dessa nova técnica é que não há produção de novas proteínas nas plantas, e consequentemente não há possibilidade de alergenicidade e toxidez. Além disso, os fragmentos de RNA podem causar resistência a várias estirpes do mesmo vírus.

Os pesquisadores construíram um vetor para geração de plantas transgênicas com o objetivo de bloquear a multiplicação do DNA viral.

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