Arquivo do mês: abril 2012

Emater/RS-Ascar, UFRGS e Embrapa realizam pesquisa em oliveira

Cultivo de oliveiras demonstra boa adaptação a solos gaúchos *** Foto: Kátia Marcon, divulgação Emater/RS-Ascar

Resistente à estiagem, a oliveira começa a mostrar seu potencial para os produtores gaúchos.

Em Cachoeira do Sul, uma pesquisa que envolve técnicos da Emater/RS-Ascar, da UFRGS e da Embrapa está avaliando a resposta da oliveira a diferentes doses de cálcio e boro.

Segundo Clésio Gianello, professor do Departamento de Solos e do Programa de Pós-graduação em Ciência do Solo e coordenador do Laboratório de Análises de Solo e de Tecido Vegetal da UFRGS, essa pesquisa destina-se a fazer testes de nutrição da planta no que diz respeito ao uso dos elementos cálcio e boro.

“Estamos há 3 anos desenvolvendo essa pesquisa. No primeiro ano, colhemos em média 8 quilos por planta da variedade Arbequina. Já no terceiro ano, estamos retirando em média 30 quilos por planta. Esses resultados se devem, principalmente, ao crescimento das plantas”, comemora Gianello.

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Oração por Paciência

Senhor!

Fortalece-nos a fé para que a paciência esteja conosco.

Por tua paciência, vivemos.

Por tua paciência, caminhamos.

Auxilia-nos, por misericórdia, a aprender tolerância, a fim de que estejamos em tua paz.

É por tua paciência que a esperança nos ilumina e a compreensão se nos levanta no íntimo da alma.

Agradecemos todos os dons de que nos enriqueces a vida, mas te rogamos que nos resguarde a paciência de uns para com os outros, para que estejamos contigo, tanto quanto estás conosco, hoje e sempre.

Que assim seja !!

Fonte: (via Facebook)

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10 provas que demonstram que as plantas são mais inteligentes do que pensamos

É fácil perceber que as plantas têm uma sensibilidade especial à luz e ao meio ambiente em geral -como silenciosas receptoras das emissões planetárias-. No entanto, dificilmente concebemos estas serviçais entidades como seres inteligentes. E ainda que usar este termo em relação às plantas, que carecem de um cérebro, sem dúvida gera polêmica e uma quase nula aceitação científica, talvez sua sensibilidade seja um tipo de inteligência não humana, entendida como uma capacidade de processar informação e adaptar-se às mudanças.

Neste post enumeramos uma lista de 10 provas que poderiam indicar esta espécie de inteligência botânica e que ao menos contribui para que fiquemos maravilhados ante o fato de compartilhar este planeta com seres tão extraordinários. Estas manifestações mostram que as plantas, em alguns aspectos, são seres capazes de processar e emitir informação de forma que pelo menos se equipare com os mais sensíveis dos humanos.

1. As plantas comunicam-se com os insetos

Algumas plantas evoluíram uma estratégia de sobrevivência equivalente a enviar um sinal de alerta. Quando as plantas de fumo são atacadas por lagartas soltam uma substância química no ar que atrai insetos predadores que gostam de alimentar-se das lagartas. Em alguns casos esses compostos fragrantes que seduzem quando percorremos um jardim, em realidade é a forma que as plantas pedem a ajuda de seus amigos insetos.

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Restos agroindustriais inibem micro-organismos em alimentos

Talos de beterraba, película de amendoim, entre outros, apresentam componentes que podem até matar elementos contaminantes

Alguns resíduos agroindustriais como talos de beterraba,película de amendoim, bagaços e sementes de uva, além da borra gerada pela fermentação de uvas tintas e a erva-mate apresentam componentes que inibem ou matam determinados micro-organismos patogênicos (causadores de doenças) contaminantes de alimentos. Foi o que o biólogo José Guilherme Prado Martin pode constatar em sua pesquisa Atividade antimicrobiana de produtos naturais: erva-mate e resíduos agroindustriais, realizada no Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição daEscola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba.

De acordo com o pesquisador, “a escolha por resíduos decorreu do fato de que o Brasil possui forte economia agroindustrial, geradora de grande quantidade de resíduos, os quais podem muito bem ser reutilizados pela indústria alimentícia como conservantes naturais, contribuindo com a produção de alimentos mais saudáveis e reduzindo os impactos ambientais decorrentes do descarte desses resíduos”, afirma Martin.

A intenção do estudo foi avaliar que tipos de produtos naturais poderiam agir contra estes micro-organismos. O pesquisador, segundo informações da Agência USP, analisou 20 diferentes resíduos agroindustriais e subprodutos gerados pelo processamento de frutas, legumes e hortaliças.

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Plantas psicoativas utilizadas em rituais de cura

por Maria Thereza Lemos de Arruda Camargo

(Palestra proferida no Centro de Estudos do Instituto Fernandes Figueira – Rio de Janeiro – 30/9/2004)

Antes de tratarmos das plantas psicoativas, propriamente ditas, faremos algumas digressões, as quais nos ajudarão a melhor entender e explicar o papel desta categoria de plantas em rituais religiosos voltados para curas de doenças.

Primeiramente, devemos nos deter naquilo a que chamamos de espiritualidade Confere-se a essa expressão humana, seu caráter de intangibilidade. Na medida em que não se pode dar uma explicação concreta relativa a esse estado de espírito, por tratar-se de um bem imaterial, a mente humana vagueia por um universo sacralizado que ela crê existir, herança cultural de seu grupo familiar e social, para nele buscar os significados da vida, e dar-lhe, então, sentido.

Paralelamente, nos deparamos com a religiosidade que, embora congênere em alguns aspectos, difere da espiritualidade, visto que a primeira permite ao homem disciplinar suas idéias sobre o intangível universo de seus pensamentos voltados ao sagrado, obedecendo a doutrinas e regras elaboradas por sistemas de crença que congregam adeptos para, unidos pelos mesmos princípios, desempenharem, também, um papel social.

Os ambientes mais propícios para o emprego de plantas psicoativas capazes de proporcionar estados alterados de consciência em seus usuários, estão nos sistemas de crença, onde a espiritualidade e religiosidade são desenvolvidas, somadas à crença nos poderes da mediunidade, a qual permite aos humanos a comunicação com o sobrenatural.

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Turbine seu sistema imunológico com plantas e ervas medicinais

O sistema imunológico humano pode ser enfraquecido por diversos motivos, mas na feira livre mais próxima, no supermercado e até no nosso quintal podemos encontrar aliados da nossa saúde que ajudam a fortalecer o organismo.

Aqui estão apenas alguns exemplos de como estes vegetais e ervas podem auxiliar o corpo e fortalecer a imunidade natural do organismo. A sugestão é do site GreenProphet, mas vale lembrar, se você tiver algum problema de saúde, procure um médico especialista.

Astragalo: Uma erva muito utilizada na medicina tradicional chinesa que ajuda na digestão e atua como um estimulante do sistema imunológico, bem como um diurético. A erva é usada em pessoas com falta de apetite, diarreia ou fezes moles, sangue nas fezes e sangramento uterino. Ele também contém polissacarídeos, saponinas e flavonóides. Praticantes da medicina chinesa também usam a planta para tratar sintomas de HIV/AIDS; especialmente fadiga, perda de peso, suores noturnos e insônia.

Pimentão: Estes vegetais de sabor doce vêm em cores diferentes, que vão do verde claro ao vermelho. Eles contêm um carotenóide chamado licopeno que protege nosso organismo contra diversos tipos de câncer. O pimentão contém vitaminas A, C, B (1,3,5, e 6), bem como vitaminas E e K. Eles também contêm boas quantidades de outros antioxidantes carotenóides, incluindo o alfa e beta-caroteno. Compre os orgânicos, porque os não-orgânicos podem ter elevados índices de pesticidas.

Unha de Gato: Uma planta lenhosa, com ganchos parecidos com espinhos. É encontrada nas florestas tropicais sul-americanas que tem sido muito utilizada para tratar problemas de saúde, incluindo artrite, úlceras estomacais, inflamação, disenteria e febre. Também contém antioxidante e alcalóides oxindólicos, que reforçam a capacidade do sistema imunológico para destruir os agentes patogênicos.

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Presidente do Consea pede rigor com os transgênicos

Em discurso de posse como presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), Maria Emília Lisboa Pacheco defendeu ontem [17/04/2012], no Palácio do Planalto, a “restauração” da preocupação do governo com os produtos geneticamente modificados.

“É socialmente inaceitável que o mercado seja o regulador das decisões tecnológicas. A consciência dos consumidores e a manifestação de suas incertezas devem ser consideradas. Defendemos a rotulagem obrigatória de todos os alimentos transgênicos, assegurando ao consumidor o direito à informação”, afirmou a nova presidente do Consea diante da presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto.

Criado em 2003, o Consea tem caráter consultivo e auxilia a Presidência da República na formulação de políticas e diretrizes ligadas ao direito à alimentação.

A posição crítica de Maria Emília sobre os transgênicos contraria a posição defendida pelo novo presidente da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), Flávio Finardi Filho.

Em entrevista ao Valor, Finardi declarou considerar necessário “ter mais organismos geneticamente modificados para que seja garantido o aumento da produção na agricultura e a saúde dos animais”.

Há um embate ideológico no governo em relação aos transgênicos que se arrasta desde 1997, quando a CTNBio autorizou a comercialização da soja produzida pela multinacional Monsanto.

A nova presidente do Consea também pediu que o governo mantenha o veto à utilização da chamada tecnologia genética com restrição de uso (GURT), defendida pelos produtores rurais. Essa manipulação produz sementes estéreis e seria utilizada para manter a capacidade produtiva das plantas, muitas vezes afetada pelo florescimento.

Pelo menos dois projetos em tramitação no Congresso Nacional pretendem derrubar a proibição: um do deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS) e outro da senadora Kátia Abreu (PSD-TO), ambos representantes da influente bancada ruralista no Congresso.

Fonte: [ CEBES ]

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Mata de Santa Genebra é palco de pesquisa para estudantes da Unicamp

A Mata Santa Genebra recebeu a visita de 12 alunos do 2º e 3º anos do curso de Farmácia da Unicamp, nesta segunda-feira, 16 de abril. Os estudantes estão realizando uma pesquisa de coleta de plantas para depósito em herbário na universidade e coleta de informações etnobiológicas.

Neste semestre, a equipe está estudando a disciplina de etnobiologia – estudo científico da dinâmica de relacionamentos entre pessoas e seus grupos culturais e o meio ambiente, desde o passado distante até o presente imediato.

Os alunos colheram duas espécies de plantas na unidade, a assa-peixe e a piper. O grupo ainda assistiu a palestra ministrada pelo monitor da atividade, Rodrigo do Prado, que inclui a história da Mata de Santa Genebra, doada em 1981, ao Poder Executivo.

Além disso, os alunos realizaram o percurso da trilha-leste da Unidade de Conservação e conheceram o complexo Borboletário, que consiste em uma casa de criação, de acompanhamento de pesquisas e o viveiro.

Trabalho de campo

“Desde o início do ano estamos aprendendo a teoria em sala de aula e eu não via a hora de sair a campo. A Mata de Santa Genebra é um ótimo lugar para colher mais informações sobre nosso trabalho’’, diz a estudante Valeria Holsback.

Segundo os biólogos da Fundação, o melhor período para a coleta dessas plantas é a primavera, onde as espécies arbóreas florescem com mais intensidade.

A presidente Tereza Dóro reforça que a Fundação José Pedro de Oliveira está à disposição das universidades e escolas da região para utilizar a Mata de Santa Genebra, em pesquisas e demais trabalhos sobre meio ambiente.

Fonte: [ POrtal Novidade ]

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Gene promete revolução biotecnológica

Bióloga conseguiu isolar um gene resistente à seca que, enxertado em soja, milho e trigo, promete multiplicar rendimentos

Em um modesto laboratório universitário em plena região agrícola argentina, a bióloga Raquel Chan conseguiu isolar um gene resistente à seca que, enxertado em soja, milho e trigo, promete multiplicar rendimentos em uma verdadeira revolução biotecnológica.

À frente do Instituto de Agrobiotecnologia da Universidade Nacional do Litoral), Chan coordenou um grupo de pesquisas que estudou o girassol e conseguiu identificar em seu complexo genoma o gene HAHB-4, que o torna resistente à seca e à salinidade do solo.

Inoculados com esse gene, a soja, o trigo e o milho “aumentam enormemente a produtividade”, explica a cientista de 52 anos, com voz grave que dissimula a paixão por seu trabalho. “Para os produtores agropecuários, aumentar a produtividade em 10% já é uma maravilha, e isto dá muito mais, chegando inclusive a duplicá-la em um caso. O que posso assegurar é que em nenhum caso a planta transgênica produziu menos do que a não transformada” geneticamente, entusiasma-se.

Segundo ela, “quanto pior for a condição climática, maior é a diferença a favor da planta manipulada com relação à não manipulada”. Ser resistente à seca não significa que a soja crescerá no deserto, alerta esta mulher afável, que recebeu a AFP em seu laboratório, sem maquiagem e esquiva às câmeras.

“Tem que haver um pouco de água. Será possível cultivar terras com um regime pluviométrico de 500 mm ao ano, o que é muito pouco, e onde hoje não há nada. Claro que nunca serão os Pampas úmidos”, admite a cientista, bióloga molecular.

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Acordos mostram potencial dos biocombustíveis para indústria de aviação

Biocombustíveis para aviões

Uma série de acordos firmados nos últimos meses envolvendo o desenvolvimento de biocombustíveis para a aviação confirmam uma tendência irreversível para a indústria aeronáutica, que cada vez mais tem procurado alternativas para redução de dióxido de carbono (CO2), avalia Alfred Szwarc, consultor de Emissões e Tecnologia da UNICA.

Segundo ele, o fato desta mesma indústria ser grande emissora de poluentes em um cenário global em que se discute justamente o oposto, tem levado a maiores investimentos.

“O recente encontro em Washington (09-04) dos presidentes do Brasil, Dilma Rousseff, e dos Estados Unidos, Barack Obama, mostra a importância do tema. A assinatura de um memorando na área de aviação civil, para viabilizar parcerias, investimentos e discussões na área de regulação, meio ambiente e céus abertos, é importantíssimo também para o setor sucroenergético brasileiro,” afirma Szwarc.

No inicio de abril de 2012, a brasileira Embraer e a americana Boeing anunciaram um acordo de cooperação mútua para a melhoria de eficiência operacional, segurança e produtividade de aeronaves. As duas companhias já haviam se comprometido, em julho de 2011, com o financiamento e análise para produção de combustível de aviação a partir da cana-de-açúcar.

“A Embraer tem um claro compromisso com a inovação lato sensu, bem como com a segurança e a eficiência na aviação,” afirmou Frederico Curado, presidente da Embraer, sobre a cooperação mútua acertada com a Boeing. “Tenho certeza que a colaboração com a Boeing em assuntos de ponta será benéfica para a indústria e estreitará as relações entre Brasil e EUA.”

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