Arquivo do mês: junho 2013

CQC mostra na pratica como será nova lei antidrogas de Osmar Terra

CQC fez uma matéria mostrando o caso de uma moça e seu namorado que foram internados involuntariamente, exatamente como permite a nova lei antidrogas (projeto de autoria do deputado Osmar Terra (PMDB-RS) atualmente.

A clinica não tinha um médico se quer e age de forma totalmente irregular, onde o dono da clinica exigia altos custos para internação, e seu tratamento era na base de isolamento social, contato muito raro com a família e algumas medidas violentas contra os usuários de drogas e dependentes quimicos que são tratados lá dentro.

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NOTA PÚBLICA CONTRA A URGÊNCIA NA TRAMITAÇÃO DO PLC 37/2013 QUE ALTERA A LEI DE DROGAS

Há algumas semanas protestos tomam conta das ruas do Brasil. As diversas demandas da sociedade civil em torno de causas históricas de interesse coletivo demonstram que o debate sobre o que a sociedade quer não é exclusividade de partidos políticos, ONGs ou movimentos sociais organizados. É inegável o caráter histórico dos últimos acontecimentos.

É importante ressaltar, porém, que esse saudável cenário de participação democrática no debate público não pode servir de justificativa para que o Legislativo aprove, a toque de caixa, e com apoio do Governo, importantes projetos de lei sem o devido debate com os diferentes atores envolvidos, sejam eles organizados ou não. Fomos todos surpreendidos com a recente decisão de colocar em regime de urgência o PLC nº 37/2013 (antigo PL 7663/2010) – que reformula o Sistema Nacional de Políticas sobre Drogas – “para responder as reivindicações por segurança” que estariam sendo feitas nas ruas.

O PLC 37/2013, sob o pretexto de atualizar a legislação de drogas, aprofunda a já fracassada política criminal brasileira sobre o tema e despreza as lutas históricas por avanços na saúde pública, interrompendo avanços na política anti-manicomial, promotora de cidadania e avessa à tortura. Ele será um instrumento catalisador do estigma carregado por pessoas em sofrimento, da política de encarceramento em massa de pobres, da criminalização dos usuários, presos indistintamente como traficantes, da indústria de internações forçadas, sabidamente ineficazes como tratamento, e da priorização da atenção em comunidades terapêuticas religiosas, que, pouco fiscalizadas, afiguram-se como perigosos locais de segregação e maus-tratos. Trata-se de um projeto que aumenta significativamente os custos do Estado ao mesmo tempo que reduz, drasticamente, o respeito aos direitos individuais das pessoas em situação de vulnerabilidade e sofrimento.

O projeto de lei em questão não representa o anseio da sociedade civil e nem encontra abrigo nas melhores práticas internacionais e nacionais sobre o tema. No processo de tramitação do projeto na Câmara, houve a exclusão das considerações estatísticas, técnicas, científicas e jurídicas que devem guiar qualquer construção de política pública, e foram ignoradas as considerações técnicas de vários ministérios do governo, entre eles o Ministério da Saúde, Ministério da Justiça e Secretaria de Direitos Humanos, que opinaram inicialmente pela rejeição absoluta do projeto. O debate sereno sobre um projeto de lei de tamanha importância é fundamental para que as distâncias existentes entre os poderes constituídos e a sociedade civil sejam finalmente reduzidas, e não aprofundadas, como ocorrerá caso o açodamento se sobreponha ao debate.

Diante de todo o exposto, as entidades abaixo assinadas vêm a público exigir a retirada do caráter de urgência na tramitação do PLC 37/2013, sendo fundamental a atuação responsável dos senhores congressistas, bem como do Executivo, fazendo valer seu anunciado compromisso de escuta e diálogo democrático.

ABRASCO- Associação Brasileira de Saúde Coletiva
ABRASME- Associação Brasileira de Saúde Mental
ACAT – Ação dos Cristãos para Abolição da Tortura
Advogados sem Fronteiras Brasil
Articulação Justiça e Direitos Humanos – Jusdh
Associação Brasileira de Estudos Sociais do Uso de Psicoativos- ABESUP
Associação Brasileira Multidisciplinar de Estudos Sobre Drogas – ABRAMD
Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – ABGLT
Associação pela Reforma Prisional – ARP
Bloco Planta na Mente
Casa de Acolhimento Os Seareiros
CEBES – Centro Brasileiro de Estudos em Saúde
CEBRID – Centro Brasileiro de Informação sobre Drogas Psicotrópicas,
Centro de Atenção Psicossocial de Canoinhas – CAPS I
Centro de Convivência É de Lei
Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Candido Mendes
Centro de Estudos e Terapia do Abuso de Drogas – CETAD/UFBA
Centro de Referência à Infância – INCERE/CE
Centro de Referência sobre Drogas e Vulnerabilidades Associadas/UnB
Centro Internacional de estudos e Pesquisa sobre a Infância – CIESPI/PUC-Rio
Coletivo Antiproibicionista Princípio Ativo
Coletivo Desentorpecendo a Razão – DAR
Coletivo Plantando Informação
Comissão Brasileira sobre Drogas e Democracia – CBDD
Conectas Direitos Humanos
Conselho Regional de Serviço Social/RJ
Conselho Federal de Psicologia – CFP
Conselho Federal de Serviço Social – CFESS
Conselho Nacional de Saúde
Conselho Regional de Psicologia de Mato Grosso do Sul 14ª Região
DDH – Defensores de Direitos Humanos
Equipe Clínico Política
Escola Superior da Defensoria Pública do Estado da Bahia
Federação Nacional dos Farmacêuticos
Fórum Intersetorial de Drogas e Direitos Humanos de São Paulo
Frente Estadual Drogas e Direitos Humanos/RJ
Frente Estadual Drogas e Direitos Humanos/RS
Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)
Growroom
Grupo Interdisciplinar de Estudos Sociais de Psicoativos – GIESP
Grupo Tortura Nunca Mais/RJ
IBCCRIM – Instituo Brasileiro de Ciências Criminais
IDDD – Instituto de Defesa do Direito de Defesa
Instituto Igarapé
Instituto Pro Bono
Instituto Sedes Sapientiae
Instituto Sou da Paz – SDP
ITTC – Instituto Terra Trabalho e Cidadania
Justiça Global
Movimento pela Legalização da Maconha
Movimento Psicanálise Autismo e Saúde Pública (MPASP)
NEIP – Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos
Núcleo de Estudos Avançados de Álcool e outras Drogas- NEAAD/CETAD/UFBA
Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos (Neip)
Núcleo de Situação Carcerária da Defensoria Pública de São Paulo
Pastoral Carcerária Nacional
PROAD – Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da Unifesp
Psicotropicus – Centro Brasileiro de Política de Drogas
Rede Estadual de Saúde Mental e Economia Solidaria/SP
Rede Justiça Criminal
Rede Pense Livre – por uma política de drogas que funcione
REDUC – Rede Brasileira de redução de danos e direitos humanos
RENILA – Rede Nacional Internúcleos da Luta Antimanicomial
ResPire Redução de Danos
SBNeC – Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento
UNE – União Nacional dos Estudantes
Viva Rio

+ infos:

PLC nº 37/2013 (antigo PL 7663/2010)
Acrescenta e altera dispositivos à Lei nº 11.343, de 23 de agosto de 2006, para tratar do Sistema Nacional de Políticas sobre Drogas, dispor sobre a obrigatoriedade da classificação das drogas, introduzir circunstâncias qualificadoras dos crimes previstos nos arts. 33 a 37, definir as condições de atenção aos usuários ou dependentes de drogas e dá outras providências.

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=483808

22/05/2013 – Deputados aprovam texto principal da nova Lei Antidrogas

Com nova regra, familiares de usuários de drogas poderão pedir internação.
Câmara também endureceu as punições para os chefes do narcotráfico.

http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/05/deputados-aprovam-texto-principal-da-lei-antidrogas.html

28/05/2013 – Câmara conclui votação e Lei Antidrogas vai ao Senado

Brasília – A Câmara dos Deputados concluiu, na noite de hoje (28), a votação do projeto de lei que muda o Sistema Nacional de Políticas sobre Drogas (Sisnad) para definir condições de atendimento aos usuários, diretrizes e formas de financiamento das ações de combate às drogas. O texto principal do projeto, apresentado pelo relator deputado Givaldo Carimbão (PSB-AL), foi aprovado na semana passada. A proposta segue agora para o Senado.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-05-28/camara-conclui-votacao-e-lei-antidrogas-vai-ao-senado

25/06/2013 – Renan anuncia votação de pauta prioritária no prazo de 15 dias

O presidente do Senado, Renan Calheiros, anunciou em Plenário nesta terça-feira (25) que nos próximos 15 dias o Congresso Nacional vai votar, em regime de urgência, uma ampla pauta legislativa que atende às reivindicações da população nas mais diversas áreas. Essa pauta prioritária reúne projetos voltados à educação, saúde, segurança e mobilidade urbana, cobrança presente na maioria das mobilizações populares dos últimos dias. Renan avisou, inclusive, que o recesso legislativo de julho pode ser cancelado, caso as propostas não tenham sido aprovadas até lá.

http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2013/06/25/renan-anuncia-votacao-de-pauta-prioritaria-no-prazo-de-15-dias

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Literatuda de Cordel: NIM – Planta de mil e uma utilidades

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27 de junho de 2013 · 16:28

SiSTSP – Calêndula (Calendula officinalis)

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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis
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NOME CIENTIFICO: Calendula officinalis
NOME(S) POPULAR(ES): Calêndula, Flor-de-todos-os-meses, Maravilhas, Mal-me-quer, Verrucário, Margarida-dourada, Bem-me-queres, Calêncula
FAMILIA (Cronquist): Asteraceae
FAMILIA (APG2): Asteraceae
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Conheça a calêndula, flor comum de jardins e suas utilizações.

Além de ornamental, tem usos medicinais e culinários.

No jardim, podem compor maciços e bordaduras e embelezar vasos e jardineiras.

As flores são comestíveis e ideais para colorir saladas e pratos frescos.

A Calendula officinalis é uma planta que, desde 2009, foi reconhecida pelo Ministério da Saúde do Brasil como possuidora de propriedades fitoterápicas.

Além disso, a calêndula está presente na fórmula de alguns shampoos para cabelos claros, pois sabe-se que o extrato dessa planta contém, assim como a camomila e a macela, um pigmento amarelo responsável por acentuar a cor dos cabelos de tons castanho claro a louro dando-lhes reflexos dourados de forma natural e gradual.
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=1
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Registro atualizado em: 23/06/2013 17:16:09, por Anderson Porto.
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Ação anti-tumoral e antibiótica reconhecidos no Ipê Roxo

1564778288_cc744eb078Lapachol e outras naftoquinonas são creditadas como substâncias antitumorais e antibióticas, presentes no Ipê-Roxo (Tabebuia impetiginosa, também chamado de Pau D’arco ou Lapacho e Taheebo).

Ele tem um poderoso antioxidante, cuja presença é associada a habilidade da plantas de sobreviver em altitudes com grande concentração de ozônio.

O Ipê-Roxo também contém indol, que estão presentes na família das crucíferas e são conhecidos por tornarem-se ativos na desintoxicação carcinogênicas e na promoção de atividade anti-oxidante.

18 quinonas fazem parte de seus constituintes mais importantes, incluindo naftoquinonas e antraquinonas, que raramente ocorrem juntos numa mesma planta. As naftoquinonas lapachol, B-lapachona e xiloidona são consideradas importantíssimas.

O Ipê-roxo também contém quercetinas, lapachenol, carnosol, indol, coenzyma Q, alcalóides como tecomina, ácidos hidroxibenzóicos, e saponinas.

A primeira substância pesquisadas extensivamente foi descoberta em 1956, no Brasil: o lapachol, bactericida. No ano seguinte, a mesma equipe isolou o a- e b-lapachona, e a xyloidona. Esses constituintes são comprovadamente fungicidas e bactericidas.

O Ipê-roxo também demonstra atividades anti-parasitária e anti-virais, e tem se mostrado efetivo como fungicida no tratamento de infestações por Candida albicans e micoses.

(Excerto de artigo publicado por Oswald, Edward H. “Lapacho”. British Journal of Phytoterapy, Vol. 3, No.3, 1993/94, pp 112-117, adaptado por Arnaldo V. Carvalho)

Fonte: [ Portal Verde ]

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Agroecologia: Manejo de “pragas” e doenças

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SiSTSP – Cúrcuma (Curcuma longa)

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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis
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NOME CIENTIFICO: Curcuma longa
NOME(S) POPULAR(ES): Cúrcuma, falso-açafrão, açafrão, açafroa, açafrão-da-terra, acafrão-da-índia, açafroeiro-da-índia, curcumã, batata-amarela, batatinha-amarela, gengibre-amarelo, gengibre-dourada, mangarataia
FAMILIA (Cronquist): Zingiberaceae
FAMILIA (APG2): Zingiberaceae
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Planta extremamente arraigada à cultura indiana, tanto na medicina como na culinária, sendo que este país é responsável pela produção de 90% de toda Cúrcuma produzida no mundo.

No Brasil a cúrcuma é chamada de açafrão, principalmente nas regiões de Minas Gerais e Goiás, mas não podemos confundir a Cúrcuma com o verdadeiro açafrão, o Crocus sativus, só por que os dois possuem a coloração amarelada.

A Cúrcuma também é conhecida como Açafrão-da-terra, Açafrão-da-índia, e a planta como um todo é chamada de açafroeira.[5]

Dela se obtém uma especiaria homônima que é o principal componente do tempero do caril (prato culinário) à indiana (ou curry).

Da sua raiz seca e moída se extrai o pó, conhecido simplesmente por açafrão, utilizado como condimento ou corante de cor amarela e brilhante, na culinária e no preparo de medicamentos.

Sua característica principal é atuar como digestivo e ativador da função hepática.[2]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=5
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Registro atualizado em: 14/06/2013 23:49:27, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Bastão-do-imperador (Etlingera elatior)

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NOME CIENTIFICO: Etlingera elatior
NOME(S) POPULAR(ES): Bastão-do-imperador, Gengibre-tocha, Flor-da-redenção, Rosa-de-porcelana
FAMILIA (Cronquist): Zingiberaceae
FAMILIA (APG2): Zingiberaceae
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A Rosa-de-porcelana teve numerosas designações genéricas ao longo dos anos: Alpinia, Phaeomoria, Nicolaia, e Elettaria.

A taxonomia era rebuscada e confusa.

Acreditava-se que o género tinha apenas algumas espécies.

Nos anos 80 do século XX, Rosemary Margaret Smith, dos Jardins Botânicos Reais de Edimburgo, aprofundou os estudos sobre a Rosa-de-porcelana e determinou que a planta pertencia ao género Etlingera, descrito pela primeira vez em 1792 por Paul Dietrich Giseke.

Desde então, Axel Dalberg Poulsen, do Herbário Nacional da Holanda, dedicou os seus estudos a estas plantas gloriosas.

Descobriu que há pelo menos 70 espécies, muitas ainda não estão identificadas.

Podem-se encontrar em muitas localidades tropicais, espalhando-se desde as Ilhas do pacifico até à África.
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=373187
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Registro atualizado em: 14/06/2013 20:57:44, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Figo (Ficus carica)

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NOME CIENTIFICO: Ficus carica
NOME(S) POPULAR(ES): Figo, figueira, fícus, gameleira, gomeleira, caxinguba
FAMILIA (Cronquist): Moraceae
FAMILIA (APG2): Moraceae
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O látex extraído das folhas e frutos do figo são utilizados para o tratamento de vitiligo.

Por fornecerem alimentos a aves, símios, morcegos e outros animais dispersores de sementes, as figueiras têm importância na preservação das vegetações nativas tropicais e subtropicais.

Os figos caídos no solo e na água servem também de alimentos a vários outros animais, incluindo peixes e insetos.
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=372897
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Registro atualizado em: 14/06/2013 20:31:55, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Campânula (Campanula medium)

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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis
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NOME CIENTIFICO: Campanula medium
NOME(S) POPULAR(ES): Campânula, Campainha-dos-jardins, Flor-de-sino
FAMILIA (Cronquist): Campanulaceae
FAMILIA (APG2): Campanulaceae
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As flores da campânula parecem sininhos, daí o nome popular.

Necessitam de solo bem drenado, adubado e que seja mantido úmido.

Tem origem do norte da Itália e no sudoeste da França, logo dispersos por todo climas mais quentes da Europa e depois para o resto do mundo.
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=371710
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Registro atualizado em: 13/06/2013 16:17:11, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Tôrenia (Torenia fournieri)

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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis
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NOME CIENTIFICO: Torenia fournieri
NOME(S) POPULAR(ES): Tôrenia, Amor-perfeito-de-verão
FAMILIA (Cronquist): Scrophulariaceae
FAMILIA (APG2): Linderniaceae
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Elas são chamadas de torênia, ou ainda “Amor-perfeito-de-verão”, pelo fato de que no paisagismo elas substituem perfeitamente os amores-perfeitos no verão, formando belos e densos maciços e bordaduras.

Também podem ser plantadas em vasos e jardineiras, e as variedades pendentes ficam excelentes em cestas suspensas.[3]

O ciclo da torênia é em torno de 70 dias, assim que será preciso ter novas plantas em fase de plantio ou adquirir novas mudas após este período.

Um modo de prolongar a floração de anuais é manter as flores fenecidas sob controle, não permitindo a frutificação.

Nesta fase a planta deixa de emitir novas flores para a emissão de frutos e sementes.[4]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=371472
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Registro atualizado em: 12/06/2013 14:24:56, por Anderson Porto.
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