Arquivo do mês: outubro 2013

Quer parar de engordar? Coma amêndoas, revela estudo

amendoas

Ótima notícia para quem quer parar de engordar, mas não consegue segurar a fome, nem as escapadas da dieta.

Em vez de beliscar, petiscar, ou comer besteira, coma amêndoas!

Um estudo feito na Universidade de Purdue, em Indiana, nos EUA, descobriu que a ingestão desses frutos secos reduz a fome, sem aumentar o peso.

Os lipídios monoinsaturados encontrados na amêndoa, e seu alto teor de fibra, dão uma sensação de saciedade e diminuem o desejo de comer nas próximas refeições.

“O que esta pesquisa sugere é que as amêndoas podem ser uma boa opção de lanche”, disse Richard Mattes , professor de Ciências da Nutrição da Universidade de Purdue ao Daily Mail.

Estudos anteriores já tinham revelado que o consumo de amêndoas reduz o risco de câncer no fígado, graças aos níveis elevados de vitamina E, o que também ajuda na prevenção de doenças cardíacas e problemas na visão provocados pela velhice.

Porção

O ideal é comer, no total, 50 gramas, ou seja 30 amêndoas torradas, levemente salgadas, todos os dias.

Sempre que bater a forme você come um pouquinho.

E assim vai tapeando o estômago até a hora da refeição.

A pesquisa

Durante quatro semanas, os cientistas analisam os efeitos que o consumo desta dosagem de 50 gramas de amêndoas tinha no peso e no apetite de 137 adultos.
O grupo foi dividido: um de controle, que não comeu qualquer tipo de fruto seco ou semente, outro que comeu cerca de 50 gramas juntamente com o café da manhã, outro que as comia ao almoço, outro durante o período da manhã e outro durante o período da tarde.

Os resultados mostraram que, as pessoas que comeram as amêndoas não engordaram.

Com informações do Daily Mail e [ Boas Notícias ].

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Apostila de Dendrologia

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A absurda poda anual

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por José A. Lutzenberger

Todos os anos, no inverno, repete-se, na maioria de nossas cidades, um fenômeno desconhecido em outras paragens.

Há várias décadas fixou-se entre nós uma inexplicável tradição que consiste na mutilação pura e simples de nossas árvores urbanas, tanto nas ruas como nos jardins.

Muitas vezes no campo, junto às casas de fazendas ou de colonos, pode ver-se o mesmo descalabro. A esta mutilação é dado o nome de “poda”.

O tratamento geralmente é aplicado aos cinamomos, jacarandás e plátanos, às vezes aos ligustros e extremosas, raras vezes com outras espécies como umbus, paineiras ou guapuruvus. Os maus-tratos são tais que muitas vezes as árvores pouco a pouco vão se acabando. No caso do cinamomo, ouve-se dizer que a árvore é de curta vida, mas ninguém se dá conta que tal fato se deve justamente às repetidas e contínuas mutilações. Um cinamomo não mutilado certamente viverá centenas de anos.

Em nosso meio é difícil de se ver uma árvore de rua em bom estado, desenvolvida segundo suas próprias leis. Quase todas são doentes, com tocos e troncos mortos ou parcialmente apodrecidos, impedindo assim a cicatrização e recuperação das mesmas.Uma vez que estão todas fracas e consumidas por dentro, tornam-se presa fácil para insetos, como no caso das cochonilhas do jacarandá. A reação comum é, então, cortar os galhos atingidos para eliminar os insetos, constituindo-se assim nova poda, agora com fins curativos, geralmente um choque que poucas árvores superam.

Se aceitarmos o argumento muitas vezes apresentado, de que é necessário defender os fios elétricos do contato com as árvores, para evitar curtos-circuitos, ou evitar acúmulo de umidade junto às casas, é surpreendente que mesmo em ruas onde não há energia elétrica a violência da agressão seja a mesma.

Por exemplo, na Rua Eng. Álvaro Pereira em Porto Alegre, por volta de l97l, uma linda árvore que se encontrava na beira de um precipício, em local de rara beleza panorâmica, longe de fios e habitações, foi tão brutalmente mutilada, cortando-se galhos de até 20cm de diâmetro, rasgando-se lascas profundas no tronco, que é verdadeiro milagre a sobrevivência da mesma planta até os dias de hoje, apesar do visível definhamento que apresenta.

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FDA aprova testes com medicamento para epilepsia a base de maconha

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Um fato emblemático acaba de agitar o universo da maconha medicinal: o Food and Drug Administration (FDA) – órgão regulador de alimentos e medicamentos nos Estados Unidos – aprovou pela primeira vez na história testes com voluntários envolvendo um remédio feito de maconha. Trata-se do Epidiolex, que contém 98% de canabidiol e é indicado para epilepsia. Quem está por trás da iniciativa é o laboratório GW Pharmaceuticals, que já produz o Sativex.

Definitivamente, a maconha está na mira dos grandes laboratórios farmacêuticos – o que pode significar um avanço (ou não) para a legalização – mas, certamente, representa muitos intere$$e$ por trás da erva sagrada.

As pesquisas serão conduzidas por médicos da Universidade de Nova York e Universidade da Califórnia. Detalhe: quem receberá o medicamento será um grupo de 25 crianças portadoras de epilepsia de difícil controle. O objetivo é investigar as [ já comprovadas ] propriedades anti-convulsivas do canabidiol (CBD).

Segundo Geoffrey Guy, presidente do GW Pharmaceuticals, se “nos próximos meses a FDA permitir, haverá uma série de médicos nos grandes centros universitários em todos os EUA , cada um tratando uma dezena de pacientes com epilepsia”. Ou seja, é possível que, em 2014, centenas de crianças com epilepsia estejam se tratando com o remédio à base de maconha.

Para quem não sabe, a GW é a empresa britânica que tem a aprovação do governo desde 1998 para desenvolver extratos vegetais à base de canábis. Seu principal produto é o Sativex , um extrato que contém CBD e THC – e que foi aprovado pelos órgãos reguladores no Reino Unido e mais de 20 outros países para o tratamento da dor e espasticidade na esclerose múltipla.

Após os mais [ recentes estudos ] e relatos que comprovam a eficácia da canábis para o tratamento da epilepsia pediátrica, muitos pais começaram a procurar a GW em busca de medicamentos – e eis que agora o Epidiolex ensaia sua entrada gloriosa no mercado.

* Fonte: Beyond THC

via: [ Blog da MaryJuana ]

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Apostila de Adubação Orgânica

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Maconha – Super comida e não só

por Ícaro Rizzo

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As sementes de cânhamo foram consumidas pela humanidade (e pelos animais) durante séculos. Populações inteiras, sobretudo na China, sobreviveram em épocas de fome devido a estas sementes. Na China, no cinema, ainda se podem comprar sementes de cânhamo tostadas, da mesma forma que no Ocidente se encontram pipocas.

Segundo Rowan Robinson, autor do livro Manifesto do Cânhamo, o cânhamo, pelas suas múltiplas aplicações e qualidades, teve e terá um impacto positivo na sociedade em que vivemos e na ecologia do nosso planeta. As sementes de cânhamo têm uma proporção de ômega 3 e 6 ideal para a saúde humana. São igualmente ricas em minerais e em aminoácidos essenciais, o que as torna numa fonte completa de proteínas. Pela sua riqueza nutricional podem mesmo ser consideradas um super alimento da natureza.

O consumo do óleo e das sementes de cânhamo é ideal para pessoas com baixo nível de ácidos gordos essenciais, e também para atletas e crianças. É ainda particularmente valioso à população vegetariana e vegana, que encontra no cânhamo uma fonte completa de proteínas.

A semente de cânhamo é única no reino vegetal! O seu perfil de proteínas e gorduras é o mais completo, e ideal para a nutrição do corpo humano. Nenhuma outra planta, se compara ao cânhamo na sua variedade e equilíbrio de benefícios nutritivos, tornando-o a principal fonte de alimento ideal do Mundo.

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Tecnologias do Sítio Maravilha

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Os primeiros passos de novas espécies

por CARLOS FIORAVANTI

A Epidendrum denticulatum: diversificação em andamento

A Epidendrum denticulatum: diversificação em andamento

Orquídeas de flores róseas, ainda consideradas da mesma espécie, vivem em dunas próximas às praias de Marambaia, no Rio de Janeiro, e de Alcobaça, na Bahia. Embora estejam separadas por 900 quilômetros (km), deveriam gerar sementes se um dia suas células reprodutivas se encontrassem. No entanto, nenhum embrião se formou após a polinização entre plantas das duas localidades induzida por botânicos em São Paulo. Outros representantes da mesma espécie de orquídea, Epidendrum denticulatum, dos cerrados de Itirapina, em São Paulo, e de Peti, em Minas Gerais, também já deram as costas uns para os outros. Os quatro grupos de orquídeas parecem seguir seus próprios caminhos evolutivos e talvez já formem espécies diferentes, embora ainda sejam idênticos no tamanho, nas flores, nas cores e nas estruturas externas.

“Estamos vendo algo muito raro, o surgimento de novas espécies”, diz Fábio Pinheiro, pesquisador do Instituto de Botânica de São Paulo. Ele detectou a formação de espécies – ou especiação – entre representantes de uma mesma espécie. “Darwin já falava em variações entre espécies, mas não poderia imaginar que fossem relevantes a ponto de inviabilizar os cruzamentos entre populações de uma mesma espécie.” Em 2010 Pinheiro colheu pólen e induziu o cruzamento entre 258 exemplares de 13 populações de Epidendrum denticulatum, encontradas em matas no interior e no litoral da Bahia, Espírito Santo, Minas, Rio e São Paulo, mantidas no orquidário do instituto. Algumas populações, até mesmo do próprio ecossistema, acumularam diferenças genéticas que inviabilizaram a formação de embriões viáveis. A impossibilidade de as células reprodutivas de uma mesma espécie gerarem descendentes férteis – a incompatibilidade reprodutiva – “é uma das primeiras etapas da diferenciação genética que, em milhares de anos, pode levar a uma nova espécie”, diz.

Ele examinou a separação entre linhagens de uma única espécie, enquanto o enfoque habitual compara espécies distintas – e depois de terem se formado. “Essa abordagem permitiu a Pinheiro não só quantificar a intensidade de isolamento entre linhagens novas como também associar esses estágios iniciais de diferenciação com os eventos históricos de expansão e fragmentação de florestas e campos, que catalisaram a diferenciação entre populações e moldaram os padrões de isolamento reprodutivo observados”, comenta Salvatore Cozzolino, especialista em orquídeas da região do Mediterrâneo e professor da Universidade de Nápoles Federico II, na Itália, onde o botânico brasileiro fez parte de suas análises. “Conhecer os primeiros estágios de isolamento reprodutivo envolvidos na formação de novas espécies é um passo importante para entender como a extraordinária biodiversidade do Brasil, e das regiões tropicais em geral, é gerada e mantida.”

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Histórias de quem largou o emprego pra viver do que gosta – Marinaldo Pegoraro

Marinaldo Pegoraro

A ideia de amor e liberdade são ressignificadas de acordo com a cultura e com a fase que se vive. Para Marinaldo, uma ideia sobre esses sentimentos se encerrou em Curitiba e outra nova começou em Delfim Moreira, no alto das montanhas de Minas Gerais.

Esses dois elementos tão essenciais pra felicidade estavam presentes na vida de antes, como sócio administrativo, e também estão agora como agricultor de alimentos orgânicos.

O estágio de vida miserável, depressiva e infeliz para que, aí sim, houvesse uma mudança, nunca chegou. Ao invés, foi colocado em prática um dos exercícios mais difíceis: a busca da essência.

Com 49 anos, duas filhas, um filho e mulher, isso foi forte o bastante para deslocar Marinaldo de um ponto a outro.

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Fonte: [ Jardim do Mundo ]

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Documentário Weeds legendado em português!

O tema central do documentário Weeds é o Dr. Sanjay Gupta, correspondente médico da CNN que passou a vida se pronunciando fortemente contra a maconha – incluindo a medicinal.

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O filme, que tomou as manchetes dos jornais e foi exibido pela CNN no horário nobre, conta como Gupta viajou o mundo para esclarecer suas próprias ideias em relação ao debate. Parece que deu certo! Após a peregrinação de quase um ano, Gupta escreveu um editorial para o site da CNN se desculpando por sua posição contrária e por haver defendido tão fortemente a proibição.

“Nós temos sido terrível e sistematicamente enganados por quase 70 anos nos Estados Unidos, e peço desculpas por meu próprio papel nisso”, escreveu ele. “Espero que este artigo e o documentário ajudem a esclarecer as coisas”.

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Umas tramas usadas para ilustrar a necessidade de uma abordagem diferente ao tema é a história de Charlotte Figi, uma garotinha do Colorado que sofre de epilepsia e quase morreu por falta de acesso à canábis medicinal – sua mãe já havia tentado de tudo, menos a maconha. “Como pai de três filhas, eu fui particularmente tocado por essa história”, afirmou Gupta.

O médico levanta todos os assuntos, desde o Refer Madness dos anos 50 até as últimas descobertas médicas – sempre contestando os argumentos legais para atitudes governamentais. Após todo este estudo, Gupta termina com o desfecho emblemático: “porque mudei de ideia em relação à maconha”.

Fonte: [ Growroom ]

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