Quer parar de engordar? Coma amêndoas, revela estudo

amendoas

Ótima notícia para quem quer parar de engordar, mas não consegue segurar a fome, nem as escapadas da dieta.

Em vez de beliscar, petiscar, ou comer besteira, coma amêndoas!

Um estudo feito na Universidade de Purdue, em Indiana, nos EUA, descobriu que a ingestão desses frutos secos reduz a fome, sem aumentar o peso.

Os lipídios monoinsaturados encontrados na amêndoa, e seu alto teor de fibra, dão uma sensação de saciedade e diminuem o desejo de comer nas próximas refeições.

“O que esta pesquisa sugere é que as amêndoas podem ser uma boa opção de lanche”, disse Richard Mattes , professor de Ciências da Nutrição da Universidade de Purdue ao Daily Mail.

Estudos anteriores já tinham revelado que o consumo de amêndoas reduz o risco de câncer no fígado, graças aos níveis elevados de vitamina E, o que também ajuda na prevenção de doenças cardíacas e problemas na visão provocados pela velhice.

Porção

O ideal é comer, no total, 50 gramas, ou seja 30 amêndoas torradas, levemente salgadas, todos os dias.

Sempre que bater a forme você come um pouquinho.

E assim vai tapeando o estômago até a hora da refeição.

A pesquisa

Durante quatro semanas, os cientistas analisam os efeitos que o consumo desta dosagem de 50 gramas de amêndoas tinha no peso e no apetite de 137 adultos.
O grupo foi dividido: um de controle, que não comeu qualquer tipo de fruto seco ou semente, outro que comeu cerca de 50 gramas juntamente com o café da manhã, outro que as comia ao almoço, outro durante o período da manhã e outro durante o período da tarde.

Os resultados mostraram que, as pessoas que comeram as amêndoas não engordaram.

Com informações do Daily Mail e [ Boas Notícias ].

A absurda poda anual

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por José A. Lutzenberger

Todos os anos, no inverno, repete-se, na maioria de nossas cidades, um fenômeno desconhecido em outras paragens.

Há várias décadas fixou-se entre nós uma inexplicável tradição que consiste na mutilação pura e simples de nossas árvores urbanas, tanto nas ruas como nos jardins.

Muitas vezes no campo, junto às casas de fazendas ou de colonos, pode ver-se o mesmo descalabro. A esta mutilação é dado o nome de “poda”.

O tratamento geralmente é aplicado aos cinamomos, jacarandás e plátanos, às vezes aos ligustros e extremosas, raras vezes com outras espécies como umbus, paineiras ou guapuruvus. Os maus-tratos são tais que muitas vezes as árvores pouco a pouco vão se acabando. No caso do cinamomo, ouve-se dizer que a árvore é de curta vida, mas ninguém se dá conta que tal fato se deve justamente às repetidas e contínuas mutilações. Um cinamomo não mutilado certamente viverá centenas de anos.

Em nosso meio é difícil de se ver uma árvore de rua em bom estado, desenvolvida segundo suas próprias leis. Quase todas são doentes, com tocos e troncos mortos ou parcialmente apodrecidos, impedindo assim a cicatrização e recuperação das mesmas.Uma vez que estão todas fracas e consumidas por dentro, tornam-se presa fácil para insetos, como no caso das cochonilhas do jacarandá. A reação comum é, então, cortar os galhos atingidos para eliminar os insetos, constituindo-se assim nova poda, agora com fins curativos, geralmente um choque que poucas árvores superam.

Se aceitarmos o argumento muitas vezes apresentado, de que é necessário defender os fios elétricos do contato com as árvores, para evitar curtos-circuitos, ou evitar acúmulo de umidade junto às casas, é surpreendente que mesmo em ruas onde não há energia elétrica a violência da agressão seja a mesma.

Por exemplo, na Rua Eng. Álvaro Pereira em Porto Alegre, por volta de l97l, uma linda árvore que se encontrava na beira de um precipício, em local de rara beleza panorâmica, longe de fios e habitações, foi tão brutalmente mutilada, cortando-se galhos de até 20cm de diâmetro, rasgando-se lascas profundas no tronco, que é verdadeiro milagre a sobrevivência da mesma planta até os dias de hoje, apesar do visível definhamento que apresenta.

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FDA aprova testes com medicamento para epilepsia a base de maconha

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Um fato emblemático acaba de agitar o universo da maconha medicinal: o Food and Drug Administration (FDA) – órgão regulador de alimentos e medicamentos nos Estados Unidos – aprovou pela primeira vez na história testes com voluntários envolvendo um remédio feito de maconha. Trata-se do Epidiolex, que contém 98% de canabidiol e é indicado para epilepsia. Quem está por trás da iniciativa é o laboratório GW Pharmaceuticals, que já produz o Sativex.

Definitivamente, a maconha está na mira dos grandes laboratórios farmacêuticos – o que pode significar um avanço (ou não) para a legalização – mas, certamente, representa muitos intere$$e$ por trás da erva sagrada.

As pesquisas serão conduzidas por médicos da Universidade de Nova York e Universidade da Califórnia. Detalhe: quem receberá o medicamento será um grupo de 25 crianças portadoras de epilepsia de difícil controle. O objetivo é investigar as [ já comprovadas ] propriedades anti-convulsivas do canabidiol (CBD).

Segundo Geoffrey Guy, presidente do GW Pharmaceuticals, se “nos próximos meses a FDA permitir, haverá uma série de médicos nos grandes centros universitários em todos os EUA , cada um tratando uma dezena de pacientes com epilepsia”. Ou seja, é possível que, em 2014, centenas de crianças com epilepsia estejam se tratando com o remédio à base de maconha.

Para quem não sabe, a GW é a empresa britânica que tem a aprovação do governo desde 1998 para desenvolver extratos vegetais à base de canábis. Seu principal produto é o Sativex , um extrato que contém CBD e THC – e que foi aprovado pelos órgãos reguladores no Reino Unido e mais de 20 outros países para o tratamento da dor e espasticidade na esclerose múltipla.

Após os mais [ recentes estudos ] e relatos que comprovam a eficácia da canábis para o tratamento da epilepsia pediátrica, muitos pais começaram a procurar a GW em busca de medicamentos – e eis que agora o Epidiolex ensaia sua entrada gloriosa no mercado.

* Fonte: Beyond THC

via: [ Blog da MaryJuana ]

Maconha – Super comida e não só

por Ícaro Rizzo

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As sementes de cânhamo foram consumidas pela humanidade (e pelos animais) durante séculos. Populações inteiras, sobretudo na China, sobreviveram em épocas de fome devido a estas sementes. Na China, no cinema, ainda se podem comprar sementes de cânhamo tostadas, da mesma forma que no Ocidente se encontram pipocas.

Segundo Rowan Robinson, autor do livro Manifesto do Cânhamo, o cânhamo, pelas suas múltiplas aplicações e qualidades, teve e terá um impacto positivo na sociedade em que vivemos e na ecologia do nosso planeta. As sementes de cânhamo têm uma proporção de ômega 3 e 6 ideal para a saúde humana. São igualmente ricas em minerais e em aminoácidos essenciais, o que as torna numa fonte completa de proteínas. Pela sua riqueza nutricional podem mesmo ser consideradas um super alimento da natureza.

O consumo do óleo e das sementes de cânhamo é ideal para pessoas com baixo nível de ácidos gordos essenciais, e também para atletas e crianças. É ainda particularmente valioso à população vegetariana e vegana, que encontra no cânhamo uma fonte completa de proteínas.

A semente de cânhamo é única no reino vegetal! O seu perfil de proteínas e gorduras é o mais completo, e ideal para a nutrição do corpo humano. Nenhuma outra planta, se compara ao cânhamo na sua variedade e equilíbrio de benefícios nutritivos, tornando-o a principal fonte de alimento ideal do Mundo.

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Tecnologias do Sítio Maravilha

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