Arquivo do mês: janeiro 2014

Cafezinho bom já vem da roça com fungo

por Liana John

 Foto: Liana John (terreiro de secagem de café, em Minas Gerais)

Foto: Liana John (terreiro de secagem de café, em Minas Gerais)

A primeira intenção era identificar os fungos prejudiciais à qualidade do café, para depois pesquisar meios de proteger os grãos durante e após a colheita. Ao reparar bem nos efeitos dos diversos parasitas, porém, os pesquisadores da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) conseguiram separar um benfeitor do meio dos malfeitores: toda vez que os grãos de café são infestados com Cladosporium cladosporioides, o cafezinho tem o sabor e o aroma preservados.

O fungo “do bem” se instala no grão maduro, um pouco antes do ponto de colheita e toma toda sua superfície, de tal modo que os outros fungos não conseguem se desenvolver. Nem mesmo os fungos comuns nas lavouras e nos armazéns – como os dos gêneros Penicillium, Aspergillus e Fusarium – conseguem garantir espaço!

A partir dessa constatação, a pesquisa mudou de rumo e passou a esmiuçar a relação entre o café e o tal fungo. “Isolamos e identificamos a espécie e fomos fazendo estudos nas regiões produtoras de Minas Gerais”, conta Sara Maria Chalfoun, da Epamig Lavras. “Verificamos as condições em que o fungo existe naturalmente e deve ser preservado e as situações em que sua presença é muito reduzida, devido a tratos culturais indevidos e aplicações de químicos”. Basicamente são 3 situações: cafezais com o fungo, onde a ordem é preservar; lavouras com pouca quantidade do fungo, onde se deve aumentar sua presença por meio de inoculação e regiões onde outros fungos passam a predominar, aí é preciso mudar os tratos culturais e reintroduzir C. cladosporioides.

“O fungo ocorre com menos frequência quando o cafezal está situado junto a grandes corpos d’água, como represas e lagoas, ou quando o nível de precipitações é elevado durante a fase de frutificação”, completa a pesquisadora, cujos 40 anos de carreira foram integralmente dedicados à qualidade do café. “Inicialmente desenvolvemos um pó para inoculação, mas agora temos um líquido, com um tempo de prateleira maior, de até 6 meses, o que é compatível com os produtos biológicos”.

Em parceria com Carlos José Pimenta, da Universidade Federal de Lavras (UFLA), Sara orienta diversos estudantes de Iniciação Científica a pós Graduação, dedicados ao estudo da espécie. Vários desses trabalhos foram desenvolvidos nas condições reais, no cafezal de uma fazenda que abriu as portas aos pesquisadores, a Fazenda Santa Helena, de Alfenas (MG). Outra fazenda, do Grupo Farroupilha, deve abrigar novos testes de campo, em Patos de Minas.

A equipe da Epamig hoje domina a produção do fungo em massa, em laboratório, para inoculação. E tem condições de repassar aos cafeicultores uma série de orientações para que eles tirem o melhor proveito desse conhecimento. Existe até um pedido de patente, depositado há cerca de 8 anos, relativo ao processo de multiplicação do fungo, essencial para transformar o bioprotetor do café em produto.

Segundo Sara, a grande vantagem do bioprotetor é que os fungos do gênero Cladosporium não produzem micotoxinas prejudiciais ao homem, nem causam dano à planta. Os bons resultados – a melhora das qualidades sensoriais do café – já são observados no primeiro ano de uso. A primeira aplicação deve ser feita quando os grãos começam a amadurecer, seguida de uma repetição, 45 dias depois.

A equipe liderada por Sara conta com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnologico (CNPq) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). “Criamos uma plataforma de trabalho para aproveitar a infraestrutura do laboratório e desenvolver outros produtos correlatos, pois temos muitos produtores interessados”, acrescenta a pesquisadora. “Estou um pouco frustrada com a burocracia para conseguir o registro. Apenas nos últimos anos é que o governo estadual vem se esforçando para converter as pesquisas em produtos. É uma luta grande, mas vale a pena: precisamos ir além da mera demonstração da possibilidade, do potencial, e chegar ao mercado”.

De fato, o bioprotetor não tem concorrente químico, é um produto único. Não faz mal para o pé de café, nem para quem toma a bebida. Ao contrário, protege a colheita do mofo de modo natural e garante a qualidade do cafezinho. Devia merecer atenção prioritária dos órgãos responsáveis pelo patenteamento e pelas licenças necessárias para chegar às prateleiras o quanto antes, certo? Então, Brasil, o que estamos esperando? Vamos cuidar logo desse fungo que conserva a qualidade do nosso cafezinho?

Fonte: [ Educação Ambiental Itajubá ]

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Governo da Índia processa a Monsanto por biopirataria

plantacao-berinjela-30-12-20111O governo da Índia está processando a maior produtora de sementes geneticamente modificadas do mundo, a companhia multinacional de biotecnologia Monsanto, por biopirataria.

De acordo com a rede de notícias France 24, é a primeira vez na história que um país processa uma empresa por roubo de plantas nativas. A intenção da empresa, segundo o processo, é “modificar espécies vegetais tiradas clandestinamente do país, usando engenharia genética e assim oferecê-las como variedades patenteadas”.

A ofensiva do governo indiano se deu depois de uma série de denúncias apresentadas por cooperativas que representam agricultores do país contra empresas como a Monsanto e Cargill, gigantes da produção e processamento de alimentos e da biotecnologia voltada para a agricultura. De acordo com a rede de notícias francesa, um dos pivôs da briga é justamente a beringela (ou berinjela), cuja cultura é nativa da Índia, onde é conhecida por brinjal.

Segundo o portal de notícias Wake Up the World, um dos principais sites de conteúdo pró-ambientalista em língua inglesa na internet, a Índia atualmente produz um quarto dos vegetais consumidos em todo o mundo. Somente de variedade de beringela são 2.500 espécies. Segundo o governo indiano, a Monsanto já vinha tentando produzir sua própria espécie de beringela, batizada de “berinjela BT” através de testes de reengenharia genética. O governo da Índia chegou a avaliar a autorização para que a empresa pudesse comercializar sementes modificadas a partir de espécies locais da verdura. Contudo, por conta da intensa mobilização popular contrária, o governo acabou desistindo de conceder a permissão à Monsanto.

De acordo com os autos do processo, a empresa continuou trabalhando em segredo no projeto, em clara violação à Lei de Diversidade Biológica do país (Biological Diversity Act, BDA). O processo corre na Justiça federal da Índia. A Monsanto atua no país há anos e comercializa no mercado interno sementes de diferentes espécies vegetais.

“Nossa iniciativa pode mandar um recado para as grandes companhias que insistem em violar nossas leis”, disse K.S. Sugara, secretário do Conselho de Biodiversidade de Karnataka, Índia, à reportagem da France 24. “É inaceitável que agricultores em nossas comunidades estejam sendo roubados”, protestou.

A empresa afirma, contudo, que suas pesquisas visam ajudar os agricultores indianos, fornecendo aos mesmos, para tanto, sementes mais resistentes. Porém, de acordo com o site Eurasia Review, o fornecimento de sementes modificadas aos agricultores indianos acabou repercutindo em uma onda de prejuízos durante as últimas safras, pois as novas sementes precisavam do dobro de água e de cuidados diferenciados para se desenvolverem.

O prejuízo resultou no endividamento de milhares de agricultores, o que acabou deflagrando o conflito entre produtores rurais do país e a Monsanto. Ainda de acordo com o Eurasia Review, o próprio Príncipe Charles, do Reino Unido, que é responsável por uma ONG que trabalha a favor de práticas agrícolas sustentáveis, chegou a protestar publicamente contra a atuação da Monsanto no mercado indiano.

Segundo reportagem desta sexta-feira (30/12) do jornal indiano de língua inglesa, o Hindustan Times, uma outra fraude envolvendo pesquisa com algodão geneticamente modificado na Índia atinge também a reputação da Monsanto neste fim de ano. Usando recursos públicos e em colaboração com uma universidade local, a companhia teria produzido sem autorização, de acordo com as acusações, sementes de dois tipos modificados de algodão a partir de uma espécie nativa do país.

Fonte: [ ConJur ]

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A maconha no altar da penicilina, verdadeira revolução

flores da Cannabis

por HELIO FERNANDES

Reprimida, combatida, proibida, passou a ser considerada suicida. Entrou para a relação das drogas criminosas, custavam a reconhecer que não era nem mesmo uma droga. Grandes personalidades que chegaram aos postos mais altos nos seus países, confessavam que na adolescência fumavam maconha. Sem maiores conseqüências, não era considerado droga.

O presidente do Uruguai, o psiquiatra Lester Grinspoon

A tentativa de reabilitar ou liberar a maconha, parou em muitos obstáculos, principalmente em estados americanos. Faziam concessões que não concediam nada, permitindo apenas o uso medicinal. Só que agora, o ex-guerrilheiro presidente do Uruguai, ganhou as manchetes do mundo, fazendo aprovar no Congresso, liberdade total, para essa maconha que pode ser plantada e consumida por qualquer um. Voltou a expressão, que foi muito citada no Brasil, há pouco, por causa das biografias: “É proibido proibir”.

O Uruguai é um país pequeno, com três milhões de habitantes, mas veio provar que a Justiça provoca satisfação e reconhecimento, muito maiores do que a injustiça. E o mundo que se prende muito mais a notícias de assassinatos, de corrupção, e tudo isso junto com penitenciárias como a de Dona Roseana, colocou nas manchetes, a liberação dessa maconha. Que um psiquiatra que passou a vida estudando o problema, comparou-a à penicilina.

Agora, quem vai desmentir o pesquisador?

Ainda me lembro, eu era pequeno e o mar bramia, quando houve a revolução da Penicilina. Um estrondo de satisfação, o povo que não tinha direito a coisa alguma, teve aberta a caminhada da descoberta, que servia para curar doenças sem fim.

Foi uma consagração, primeiro perplexidade, depois o direito dos povos se utilizarem das mesmas soluções que salvavam e favoreciam as elites enriquecidas com o dinheiro que sobrava da exploração do esforço do trabalhador. E isso resistiu até hoje.

O psiquiatra e suas lições

Grinspoon, com 86 anos de idade, é reconhecido pelo menos por 60 anos de estudo sobre a maconha. Nunca teve medo da droga, nem mesmo se pudesse atuar sobre ele. Para os que se surpreendiam com tanto tempo de convivência com a maconha, respondia sempre: “Uso maconha, pessoalmente, há mais de 40 anos, se prejudicasse minha memória, é evidente que eu já saberia”. E continuou devassando essa planta tão idiozincrizada e assustadora.

Descrição de apenas alguns dos benefícios

Diz que a maconha tem um extenso e ainda não desvendado uso medicinal. Nem fala na satisfação e no uso recreativo da maconha. Começa por dizer que na “Califórnia, médicos receitam para dor nas costas, com sucesso total”.

A maconha já foi utilizada para aliviar dor de cabeça, disenteria, baixar imediatamente a febre, como solução para a depressão, até para acabar com a enxaqueca. E conclui essa lista: “Sozinho, descobri que a maconha é o tratamento por excelência para a dor de cabeça”. Sem contestação de especialistas consultados.

A transformação do psiquiatra

Seu depoimento pessoal é irrefutável. Confessa: “Até 1967 era comum o uso da maconha em festas”. Eu era o primeiro a dizer: “isso deve fazer mal a saúde”. Mas aí o psiquiatra afirma que começou a questionar suas próprias afirmações e convicções sobre a maconha. E, mergulhou no estudo dessa planta, dedicou toda sua vida a constatar sua aplicação e seus benefícios.

Eu um médico, acreditando em versões

Começou se questionando como profissional, reconheceu que como quase todas as outras pessoas, estava enganando a si mesmo, acreditava no que diziam sem o menor fundamento.

Afirmação importante do psiquiatra e pesquisador: “Um dia fui à biblioteca de Harvard para tentar descobrir a base cientifica da maconha. Li todos os estudos e fiquei satisfeitíssimo de reconhecer, eu e quase todas as outras pessoas sofremos lavagem cerebral”. Impressionante a constatação e a confissão.

“A partir de 1973, 40 anos, comecei a fumar. Não queria ser criticado pelo fato de recomendar mas não utilizar a maconha. Nunca mais parei”.

O médico, psiquiatra, professor e pesquisador, garante: “A maconha tem efeito anti-inflamatório, e ação analgésica. Eu tenho complicações de estômago e diabetes, isso me dá terrível sensação de náuseas. Por isso, quando vou a um restaurante, carrego um pouco da erva para emergência, mastigo um pouco e continuo a comer, sem maiores problemas”.

Maconha-penicilina

Para terminar, a consciência e consistência do grande pesquisador, que mais do que ninguém pesquisou coletivamente a maconha e se serviu dela, pessoalmente. “A maconha tem múltiplos efeitos, que serão aproveitados, depois de dissipados os temores. Em muitas doenças ou males, a maconha será uma descoberta para a humanidade, assim como foi a penicilina”.

Que o mundo e a humanidade, reconheçam essa oitava maravilha médica.

Fonte: [ Tribuna da Imprensa ]

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SiSTSP – Flamboyanzinho (Caesalpinia pulcherrima)

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NOME CIENTIFICO: Caesalpinia pulcherrima
NOME(S) POPULAR(ES): Flamboyanzinho, Flor-de-pavão, Flamboyant-mirim
FAMILIA (Cronquist): Fabaceae
FAMILIA (APG2): Fabaceae
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É uma espécie susceptível à broca e também possui seiva tóxica, apesar disso ela é ainda sim indicada para a arborização urbana por possuir pequeno porte, ser ornamental e raiz pivotante.[2]

Muitas pessoas acham que o Flamboyanzinho é um Flamboyant jovem, mas na realidade, tem só semelhança, pois o Flamboyant é uma árvore, atinge 12 metros de altura e o Flamboyanzinho é um arbusto, que pode ser conduzido como arvoreta e tem dimensões reduzidas.[3]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=14548
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Registro atualizado em: 25/01/2014 01:06:55, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Ipomeia-branca-da-praia (Ipomoea imperati)

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NOME CIENTIFICO: Ipomoea imperati
NOME(S) POPULAR(ES): Ipomeia-branca-da-praia
FAMILIA (APG2): Convolvulaceae
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É uma espécie herbácea rastejante típica das dunas e antepraias arenosas.[2]

O seu período de intensa floração vai de maio até agosto, porém há floração durante o ano inteiro e as suas belíssimas e alvas flores duram poucas horas, pois abrem, acompanhando o sol, no início da manhã e fecham, morrendo, ao anoitecer.
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=10597
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Registro atualizado em: 25/01/2014 00:49:20, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Pseudoerântemo (Pseuderanthemum carruthersii)

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NOME CIENTIFICO: Pseuderanthemum carruthersii
NOME(S) POPULAR(ES): Pseudoerântemo
FAMILIA (Cronquist): Acanthaceae
FAMILIA (APG2): Acanthaceae
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É nativa das florestas abertas da Polinésia e Melanésia, onde a precipitação abundante sustenta seu desenvolvimento.

Quando é cultivada ornamentalmente nas ilhas do Pacífico Sul, quase sempre cresce como forração ao longo das estradas, limites de propriedade, ou caminhos que levam às casas.

Em seu habitat natural nas florestas sombreadas, seu hábito de crescimento é bastante desordenado.
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=372721
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Registro atualizado em: 25/01/2014 00:18:55, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Coentro (Coriandrum sativum)

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NOME CIENTIFICO: Coriandrum sativum
NOME(S) POPULAR(ES): Coentro, Coriandro, Erva-percevejo
FAMILIA (Cronquist): Umbelliferae
FAMILIA (APG2): Apiaceae
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Muito utilizada no Brasil como condimento no preparo de peixes e molhos à base de tomate.

É provável que, em relação ao valor de mercado, seja a segunda hortaliça folhosa em importância para o Brasil, com grande volume de importação e produção nacional de sementes.

Problemas relacionados ao baixo vigor das sementes e ao estabelecimento da cultura são uma constante nesta espécie. [3]

Além do sabor peculiar, esta erva possui propriedades medicinais comprovadas.[4]

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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=1751
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Registro atualizado em: 24/01/2014 18:27:27, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Goiaba (Psidium guajava)

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NOME CIENTIFICO: Psidium guajava
NOME(S) POPULAR(ES): Goiaba, Goiabeira, Araçá-goiaba, Goiaba-comum, Guaiava
FAMILIA (Cronquist): Myrtaceae
FAMILIA (APG2): Myrtaceae
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A goiabeira (Psidium guajava L.) é uma pequena árvore frutífera tropical, nativa de toda a América, exceto Canadá, e da África do Sul.[2]

A goiaba é o fruto da goiabeira.[5]

Existem basicamente duas variedades desta espécie, a pyriferum, que tem o fruto piriforme e mesocarpo avermelhado, e a pomiperum, mais arredondado, e com interior branco, sendo chamada de goiaba-branca.

Na língua Guarani é chamada de aratcha guatchu.[3]

São ricas em vitamina C, com de 180 a 300 miligramas de vitamina por 100 gramas de fruta (mais do que a laranja ou o limão). Têm quantidades razoáveis de vitaminas A e do complexo B, além de sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro.[2]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=33207
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Registro atualizado em: 23/01/2014 19:16:10, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Insulina-vegetal (Cissus sicyoides)

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NOME CIENTIFICO: Cissus sicyoides
NOME(S) POPULAR(ES): Insulina-vegetal, Mãe-boa, Cipó-pucá, Cipó-puci, Achite, Anil-trepador, Caavurana-de-cunhan, Cipó-da-china, Cortina-japonesa, Diabetil, Proeza-japonesa, Tinta-dos-gentios, Uva-brava, Uva-do-mato
FAMILIA (Cronquist): Vitaceae
FAMILIA (APG2): Vitaceae
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Em 2004 foi descoberto que o extrato aquoso desta planta possui efeitos hipoglicemiantes e hipolipemiantes.[1]

O nome científico da Insulina Vegetal é Cissus sicyoides L, uma trepadeira também conhecida como anil trepador, uva brava ou cipó-pucá.

O nome Insulina Vegetal veio exatamente devido ao seu grande uso pela população para tratamento do Diabetes.

As folhas também são empregadas para o tratamento de reumatismo, abscessos e como ativadora da circulação sanguínea.

Desta forma, esclarecemos um primeiro conceito importante: a Insulina Vegetal não tem qualquer relação com a Insulina produzida pelas células pancreáticas; esse nome foi dado pela própria população devido ao seu uso disseminado no tratamento do Diabetes.

Não deve ser utilizado para o tratamento do Diabetes Melitus até que mais pesquisas sejam feitas, demonstrando tanto sua eficácia quanto seus possíveis efeitos colaterais.[3]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=14190
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Registro atualizado em: 23/01/2014 00:33:29, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Cardo (Cirsium vulgare)

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NOME CIENTIFICO: Cirsium vulgare
NOME(S) POPULAR(ES): Cardo
FAMILIA (Cronquist): Asteraceae
FAMILIA (APG2): Asteraceae
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=4191
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Registro atualizado em: 22/01/2014 19:32:47, por Anderson Porto.
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