Arquivo do mês: março 2014

SiSTSP – Abacaxi (Ananas comosus)

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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis
| Projeto Tudo Sobre Plantas
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NOME CIENTIFICO: Ananas comosus
NOME(S) POPULAR(ES): Abacaxi
FAMILIA (Cronquist): Bromeliaceae
FAMILIA (APG): Bromeliaceae
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O abacaxi é um fruto-símbolo de regiões tropicais e subtropicais, de grande aceitação em todo o mundo, quer ao natural, quer industrializado: agrada aos olhos, ao paladar e ao olfato.

Por essas razões e por ter uma “coroa” , cabe-lhe por vezes o codnome de “rei dos frutos”, que lhe foi dado, logo após seu descobrimento, pelos portugueses.

Os abacaxizeiros cultivados pertencem à espécie Ananas comosus, que compreende muitas variedades frutíferas. Há também várias espécies selvagens, pertencentes ao mesmo gênero e grupo.[5]

No século 18, abacaxis eram tão considerados como símbolo de status que as pessoas andavam carregando-os na rua como forma de ostentação, e você poderia até mesmo alugar um por uma noite para levá-lo a uma festa.[4]

O abacaxi é considerado o símbolo da hospitalidade. Para os povos antigos, colocar um abacaxi do lado de fora das casas é sinal de que visitantes são bem vindos.

O fruto, quando maduro, tem o sabor bastante ácido e muitas vezes adocicado.

Em culinária pode ser utilizado como um poderoso amaciante de carnes.

Habitualmente usa-se a polpa da fruta, mas seu miolo e as cascas podem ser aferventadas para produção de sucos.[5]

A bromelina é um anti inflamatório natural.

Segundo o médico americano, Dr. Andrew Weil, a bromelina é muito eficaz no tratamento de contusões, entorses e distensões, reduzindo o inchaço, sensibilidade e dor.

Este potente efeito anti inflamatório também pode ajudar a aliviar os sintomas da artrite reumatoide e reduz o inchaço pós-operatório.

Além disso, a bromelina contida no abacaxi pode aliviar a indigestão.[9]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=371406
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Registro atualizado em: 13/03/2014 04:47:48, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Sete-sangrias (Cuphea carthagenensis)

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NOME CIENTIFICO: Cuphea carthagenensis
NOME(S) POPULAR(ES): Sete-sangrias, Pé-de-pinto, Guanxuma-vermelha, Balsamona, Chiagari, Cuféa, Erva-de-sangue
FAMILIA (APG): Lythraceae
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Algumas espécies de Cuphea, conhecidas popularmente no Brasil por sete-sangrias, são utilizadas para fins terapêuticos como diaforéticas, diuréticas, laxativas e, especialmente, no controle da hipertensão arterial e prevenção da arteriosclerose.

Para os fins terapêuticos, são empregadas todas as partes da planta adulta (Lorenzi & Matos 2002). O referido gênero constitui-se num grande potencial para as indústrias química, alimentícia e farmacêutica, pois as espécies apresentam ácidos graxos de grande importância (Amarasinghe et al. 1991).

Dentre outras espécies, Cuphea carthagenensis (Jacq.) J.F. Macbr. se destaca pelo emprego frequente na medicina popular, com efeitos terapêuticos investigados nos últimos anos.[2]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=28151
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Registro atualizado em: 11/03/2014 16:20:53, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Abricó-da-praia (Mimusops coriacea)

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NOME CIENTIFICO: Mimusops coriacea
NOME(S) POPULAR(ES): Abricó-da-praia, Balata
FAMILIA (Cronquist): Sapotaceae
FAMILIA (APG): Sapotaceae
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Árvore muito utilizada para sombreamento em beira de praia.

É uma Sapotaceae, família que produz apenas frutos comestíveis, e seus frutos são a prova de que crianças comem qualquer coisa.

Isso é dito porque adultos dificilmente comerão uma, devido a presença de taninos.

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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=14480
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Registro atualizado em: 11/03/2014 13:10:16, por Anderson Porto.
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O Bom jeitinho brasileiro – Sítio São José da Família Ferreira

A família Ferreira chegou ao sitio São José em 1987, no início plantavam banana e café em sistema de monocultura, mas a renda era pouca devido as despesas com transporte e como não produziam quase nada para o consumo da família o pouco que recebiam era para pagar despesas.

Em 1999, as coisas começaram a mudar, o agricultor José Ferreira teve a oportunidade de ver uma nova forma de plantar, ao fazer uma visita no Vale do Ribeira em São Paulo, onde pode conhecer os sistemas agroflorestais. A partir desse momento, passou a desenvolver no sítio, junto com sua família, essa nova forma de produção. Trocaram a monocultura pelo plantio diversificado, podendo produzir alimentos e recuperar a terra, que já estava sofrendo um pouco com o pisoteio do gado que também criavam. Iniciaram a partir daí suas experiências com Sistemas Agroflorestais, que atualmente são doze (12).

Os sistemas Agroflorestais do sítio são preparados para produzir em curto, médio e longo prazo, mas além de produzir alimentos para a família, a agrofloresta também foi pensada para a recuperação da Mata Atlântica.

No sítio não tem luz elétrica e para garantir o armazenamento dos alimentos colhidos, para que possam tê-los em períodos fora de safra, possuem um sistema de fabricação caseira a vácuo, sem conservantes e corantes. Produzem conservas (milho, guandu, chuchu, feijão, inhame…), compotas (goiaba, mamão, jabuticaba, jussara…) e doces diversos. Esses produtos contribuem para a sustentabilidade de todos no sítio.

O Sítio São José visa o trabalho de agricultura ecológica para a auto sustentabilidade com qualidade de vida, visando melhorar o desenvolvimento da agricultura familiar com um sistema que seja produtivo sem agredir o meio ambiente.

Sítio São José
Rod. Rio Santos Km 547,5
Rua Sertão do Taquari s/n
Paraty/RJ
http://agroflorestaferreira.blogspot.com

Apoio ao Agroecologo José Ferreira!

Pedido de carta de moção e comparecimento à audiência enviado pelo próprio Zé.

Caros amigos,

É com URGÊNCIA que peço a todos que conhecem a realidade do Sítio São José, em Paraty que façam uma carta de protesto, apoio ou moção pelo fato da posse conferida ao José Ferreira estar em xeque na Justiça Federal, que serão utilizadas na audiência que se dará no dia 19 de março de 2014, às 13h, na 1ª Vara Federal em Angra.

Quem quiser e puder comparecer para a mesma, também é muito válido, fica o convite. Portanto, reitero a URGÊNCIA e IMPORTÂNCIA para que autarquias, civis, instituições públicas e privadas, ONGs, e demais organizações, me encaminhem suas cartas e seus representantes para a audiência, fazendo grande favor ao trabalho construído por nós para comprovar que um mundo sustentado pela agricultura agroecológica é possível.

Está sendo alegado, entre outras coisas, que há interferência antropológica nos limites do Parque Nacional Serra da Bocaina (PNSB), danificando a Mata Atlântica, sendo que, no mesmo laudo, há provas concretas de recuperação e manutenção de área degradada realizada pelas mãos do agricultor e da sua família ao longo dos anos de posse da terra.

As recomendações dadas por parte do requerente são:
• Demolição das edificações existentes com a retirada do entulho resultante e sua destinação adequada fora dos limites do PNSB
• Eliminação das espécies da fauna e flora exóticas (muitas espécies estão constatadas como exóticas de forma errônea no laudo)
• Posterior abandono definitivo da área pelo responsável para recuperação natural da mesma

Não são necessárias mais delongas para quem conhece a história do Sítio São José, bem como a de seu fundador, José Ferreira, que juntamente com sua família lutou para que houvesse interação sustentável entre o homem e a natureza, a qual, por motivos óbvios, não podemos nos desvincular. Ele sempre defende: ‘não é isolando o homem da natureza que vai preservá-la, e sim, reinserindo o homem na sua própria essência enquanto parte dela, através da educação e da agricultura sustentável, que conseguiremos a preservação e reestruturação para esta e as próximas gerações ’.

Segue o e-mail para envio da carta: ferreiraecologia@hotmail.com

O Fórum de Comunidades Tradicionais APOIA a permanência de José Ferreira e sua família no Sítio São José!
Continuamos na LUTA!!

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Arquivado em Alimentos, Biodiversidade, Cultivo, Ecologia, Entrevistas, Estudos, Meio Ambiente, Orgânicos, Passeios e Encontros, Técnicas

SiSTSP – Munguba (Pachira aquatica)

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NOME CIENTIFICO: Pachira aquatica
NOME(S) POPULAR(ES): Munguba, Castanheira, Monguba, Falso-cacau, Cacau-selvagem, Castanheira-da-água, Castanheiro-de-guiana, Castanheiro-do-maranhão, Mamorana, Mungaba
FAMILIA (Cronquist): Bombacaceae
FAMILIA (APG): Malvaceae
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É muito utilizada em arborização urbana por conta de suas flores perfumadas e belas, além de proporcionar excelente área de sombra.

Espontaneamente, a árvore vegeta em locais úmidos, nas margens e nos barrancos de rios e lagoas, ou em terrenos alagadiços e brejosos, de onde provém a aquática do seu nome científico.

No entanto, a monguba adapta-se facilmente a condições bem diversas de solo e clima.

Em geral, a monguba é árvore de tamanho variável, bastante frondosa, possuindo uma copa densa e arredondada.

Por tais qualidades e pela beleza e exotismo de suas grandes flores amarelas de pontas avermelhadas, é árvore de reputada função ornamental.

A monguba é, inclusive, bastante utilizada na arborização das ruas, provando sua adaptabilidade e sua capacidade de medrar até mesmo em terrenos secos (Cronquist 1981).

Embora seja espécie muita conhecida, adaptável ao cultivo, de frutos saborosos e de variadas utilidades, a monguba é pouco utilizada pelos brasileiros, não sempre reconhecida como espécie de importância para a exploração econômica, o que é um equívoco.

As belas monguba produzem anualmente grandes quantidades de frutos, disputados avidamente pela fauna. Deles, aproveita-se às sementes.

Sendo da mesma família das paineiras, as sementes da monguba, que permanecem guardadas em grandes e compridas cápsulas de coloração castanho-avermelhadas e de aparência aveludada, ficam envoltas em meio a uma paina branca.

As castanhas são comestíveis e podem ser consumidas cruas, assadas sobre a brasa, fritas em óleo, cozidas com sal ou torradas, produzem bebidas como o café.[2]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=29413
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Registro atualizado em: 09/03/2014 23:28:57, por Anderson Porto.
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Gratidão

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SiSTSP – Leiteira (Euphorbia heterophylla)

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NOME CIENTIFICO: Euphorbia heterophylla
NOME(S) POPULAR(ES): Leiteira, Amendoim-bravo, Flor-de-poetas, Café-do-diabo
FAMILIA (APG): Euphorbiaceae
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Planta daninha muito temida pelos plantadores de soja, pois o seu controle é muito difícil.

Ocorre em todo o país, em lavouras anuais e perenes.

As sementes são capazes de germinar mesmo estando até 12 cm embaixo da terra, e mantém a capacidade de germinação por vários anos.

A presença desta planta é indicação de que faltam micronutrientes naquele solo, como molibdênio, cobre, etc.[1]

É resistente a herbicidas.[3]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=13801
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Registro atualizado em: 04/03/2014 16:26:01, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Cana-do-Brejo (Costus spicatus)

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NOME CIENTIFICO: Costus spicatus
NOME(S) POPULAR(ES): Cana-do-Brejo, cana-de-macaco, Cana-do-mato, Cana-roxa, Jacuacanga, Paco-catinga, Paco-caatinga, Periná, Ubacaiá
FAMILIA (Cronquist): Zingiberaceae
FAMILIA (APG): Costaceae
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Na Amazônia, a cana-do-brejo é utilizada como é depurativa e diurética, auxiliando no tratamento de infecções urinárias e na eliminação de pedras nos rins.

Quando utilizada em através de infusão, tem propriedades diuréticas, febrífugas e emagrecedoras.

O rizoma da cana-do-brejo é diaforético, emoliente, tônico, diurético, emenagogo, antilítica e anti-sifilítica.

O suco das hastes é tônico, diaforético, emenagogo e depurativo.

As hastes também possuem ácido oxálico.

O rizoma tem um aroma parecido com a violeta e o suco desse rizoma é um pouco ácido e mucilaginoso, sendo aproveitado como refresco.[6]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=48
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Registro atualizado em: 02/03/2014 22:42:55, por Anderson Porto.
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