SiSTSP – Sapucaia (Lecythis pisonis)

NOME CIENTIFICO: Lecythis pisonis
NOME(S) POPULAR(ES): Sapucaia, Castanha-sapucaia, Cabeça-de-macaco, Caçamba-do-mato, Castanha-de-sapucaia, Cumbuca-de-macaco, Fruta-sapucaia, Jacapucaia, Marmita-de-macaco, Sapucaia-vermelha
FAMILIA (Cronquist): Lecythidaceae
FAMILIA (APG): Lecythidaceae
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Árvore de médio a grande porte, nativa do Brasil, que atrai a atenção pela magnitude de seu porte e pela bela coloração que sua copa adquire na primavera, que é a soma da coloração da brotação nova, junto com a floração de cor arroxeada.

Apresenta um fruto grande que abriga muitas sementes (castanhas) oleaginosas e comestíveis.

Fato curioso acontece ligado a sapucaia, provém do comportamentos de macacos jovens, que, por apreciarem suas sementes, enfiam a mão dentro do fruto, enchem-na com estas e depois não conseguem retirá-la.

Daí o provérbio “macaco velho não mete a mão em cumbuca”.[2]

As castanhas de Sapucaia substituem com vantagens a castanha-do-pará, ao natural ou em receitas culinárias.

Os pixídios podem ser colhidos e utilizados para fazer artesanatos.[4]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=22399
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 26/10/2014 15:12:30, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Jurubeba (Solanum paniculatum)

NOME CIENTIFICO: Solanum paniculatum
NOME(S) POPULAR(ES): Jurubeba, Jubeba, Juribebe, Juribeba, Jupeba, Jurubeba verdadeira, Jurupeba-altera, Jurubebinha, Juripeba, Urupeba, Gerobeba, Joá-manso
FAMILIA (Cronquist): Solanaceae
FAMILIA (APG): Solanaceae
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Planta medicinal de sabor amargo, comum em quase todo o Brasil.

A infusão do seu caule e da sua raiz em álcool de cana (cachaça) é popularmente utilizada como aperitivo e como digestivo, como a conhecida Jurubeba Leão do Norte.[2]

Existem dois tipos de jurubeba: macho e fêmea.

Os usos indígenas de jurubeba são muito mal documentados, mas seu uso em medicamentos brasileiros foi bem descrito.

Jurubeba é listado como uma droga oficial na Pharmacopea Brasileira como um produto específico para anemia e para desordens de fígado e digestivas.

Em 1965, Dr. G. L. Cruz escreveu que “as raízes, folhas e frutas são usadas como um tônico e descongestionante.

Estimula as funções digestivas e reduz a inchação do fígado e baço. É um remédio para hepatites crônicas, febre de intermites, tumores uterinos e hidropisia”.[3]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=106
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 26/10/2014 01:22:00, por Anderson Porto.
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Curso de HORTAS em Pequenos Espaços – Online

curso_horta_peq_esp_5_novembro

Introdução ao cultivo de hortas orgânicas em pequenos espaços. Cultive temperos, plantas aromáticas e seu próprio alimento usando espaços cimentados, paredes, varanda do apartamento ou mesmo pequenos pedaços de terra no quintal.

O curso terá início dia 5 de NOVEMBRO de 2014, 3 dias seguidos, acontecendo de QUARTA À SEXTA-FEIRA, na parte da tarde. Previsão inicial de 3 aulas de até 2 horas cada, de 15h às 17h, podendo haver uma aula extra, caso necessário.

Curso COM DESCONTO para participantes de nosso grupo de estudos. Apenas 20 VAGAS.

Valor e inscrições até 03/11, via emai: tudosobreplantas@gmail.com

Vocês assistem as aulas no conforto de sua casa ou trabalho, via ambiente virtual de EAD (Educação à Distância), com apresentação de slides e áudio transmitido online em tempo real.

Serão apresentadas informações sobre compostagem, substratos, plantio e germinação de sementes, transplante, tratos culturais, adubação, irrigação e colheita.

Foi criado um grupo específico para o curso, para que os alunos possam trocar experiências e receber orientações durante e após o curso.

VALOR: R$ 48,00 (quarenta e oito reais).

Pagamento via boleto bancário ou depósito em conta.

TODOS aqueles que já contribuíram com doações para o projeto estão automaticamente convidados para o curso e não pagam NADA! Basta entrar em contato por email, informando a vontade de participar.

+ infos: tudosobreplantas@gmail.com

Bom curso a todos!

SiSTSP – Guapuruvu (Schizolobium parahyba)

NOME CIENTIFICO: Schizolobium parahyba
NOME(S) POPULAR(ES): Guapuruvu, Ficheira, Pataqueira, Baageiro, Bacumbú, Bacuparu, Bacuru, Bacurubu, Bacuruva, Espanador-do-céu, Fava-divina, Bageiro, Bandarra, Beri, Birosca, Bocurubu, Breu, Bucuruva, Faveira, Faveiro, Ficha, Ficheiro, Gabiruvu, Garapuava, Garapuvu, Guaburuvu, Guaperubu, Guaperuvu, Guapiruvu, Guapivuçu, Guaporuva, Guapububu, Guapurubu, Guapururru, Guarapuvu, Igarapobu, Paricá, Pau-vintém, Pau-de-canoa, Pau-de-tambor, Pau-de-vintém, Pinho, Pinho-branco, Pino, Pirosca
FAMILIA (Cronquist): Fabaceae
FAMILIA (APG): Fabaceae
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O guapuruvu (Schizolobium parahyba) é uma árvore da família das fabáceas, notável pela sua velocidade de crescimento que pode atingir 3 metros por ano.

Foi inicialmente descrita por J. M. C. Vellozo em 1825 sob o nome de Cassia parahyba.

Guapuruvu é o simbolo da vale do Paraiba.[3]

A árvore atinge rapidamente boa altura, porém tem galhos frágeis que se quebram facilmente em ventanias. Em geral a árvore adulta morre após algumas dezenas de anos (40 a 50 anos).[2]

Quando em condições ambientais e de cultivo adequada, o guapuruvu é uma das espécies de mais rápido crescimento nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, impressionando pelo crescimento inicial e pela forma das plantas.[4]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=24896
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 13/10/2014 14:59:40, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Hosta-africana (Drimiopsis maculata)

NOME CIENTIFICO: Drimiopsis maculata
NOME(S) POPULAR(ES): Hosta-africana
FAMILIA (Cronquist): Asparagaceae
FAMILIA (APG): Asparagaceae
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Da mesma família dos Jacintos, a hosta africana é uma folhagem de origem sul-africana bem difundida no Brasil como planta de interior.

Trata-se de uma espécie altamente resistente a situações extremas de sombra e seca, cujo principal atrativo são folhas vistosas, de um verde escuro marcante.

As flores são de uma importância ornamental secundária, sendo desprezada por alguns admiradores desta espécie.[2]

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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=16688
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 10/10/2014 21:50:57, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Maria-preta (Solanum americanum)

NOME CIENTIFICO: Solanum americanum
NOME(S) POPULAR(ES): Maria-preta, Maria-pretinha, Aguarágua, Aguaraquiá, Aguaraquiá-açú, Araxixu, Caaxixá, Carachichu, Caraxiocu, Caraxixá, Caraxixu, Erva-de-bicho, Erva-mocó, Erva-moura, Guaraquim, Guaraquinha, Pimenta, Pimenta-de-cachorro, Pimenta-de-galinha, Pimenta-de-rato, Sué, Erva-de-Santa-Maria
FAMILIA (Cronquist): Solanaceae
FAMILIA (APG): Asparagaceae
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A Solanum americanum, popularmente conhecida como maria-pretinha, é uma erva daninha pertencente à família das solanáceas nativa das Américas com ocorrência entre o sudoeste dos Estados Unidos da América e o sul do Peru e do Paraguai, sendo uma planta muito comum no Brasil.

Apesar de possuir bagas comestíveis, com valor medicinal, deve ser ingeridos com prudência, pois os seu frutos negros podem ser confundidos com os da beladona, planta de elevado grau de toxicidade.

A espécie encontra-se naturalizada em todas as regiões tropicais e subtropicais, sendo considerada por alguns autores como nativa do Hawaii ou pelo menos como uma introdução remota, provavelmente devida aos povos polinésios. É usada como planta medicinal nos Camarões, Quénia, Hawaii, Panamá, Serra Leoa e Tanzânia.[3]

Os frutos verdes são tóxicos, possuem um princípio ativo chamado alcalóide indólico.[4]

É considerada como planta daninha, infestando lavouras, pomares, cafezais, jardins e terrenos baldios.[4]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=21398
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 10/10/2014 19:22:10, por Anderson Porto.
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Resolução do CREMESP libera a prescrição de Canabidiol

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CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA
RESOLUÇÃO CREMESP Nº 268, de 07 de outubro de 2014

Regulamenta o uso do canabidiol nas epilepsias mioclônicas graves do lactente e da infância, refratárias a tratamentos convencionais já registrados na ANVISA.

O CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE SÃO PAULO, no uso das atribuições conferidas pela Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, regulamentada pelo Decreto nº 44.045, de 19 de julho de 1958, respectiva e posteriormente alterados pela Lei nº 11.000, de 15 de dezembro de 2004 e Decreto nº 6.821, de 14 de abril de 2009; e

CONSIDERANDO que nos termos do inciso II dos Princípios Fundamentais do Código de Ética Médica, o alvo de toda a atenção do médico é a saúde do ser humano, em benefício da qual deverá agir com o máximo de zelo e o melhor de sua capacidade profissional;

CONSIDERANDO que nos termos do inciso XIX dos Princípios Fundamentais do Código de Ética Médica, o médico se responsabilizará, em caráter pessoal e nunca presumido, pelos seus atos profissionais, resultantes de relação particular de confiança e executados com diligência, competência e prudência;

CONSIDERANDO que, na história da Medicina e da Farmácia, o uso empírico de extratos vegetais no tratamento de inúmeras doenças humanas, evoluiu para o isolamento e a síntese de princípios ativos terapêuticos, e que estes, submetidos a ensaios clínicos cientificamente controlados, podem expressar o seu perfil de eficácia e tolerância;

CONSIDERANDO que a Cannabis sativa contém, dentre seus inúmeros componentes, ora designados canabinóides, o canabidiol (CBD) e que este pode ser isolado ou sintetizado por métodos laboratoriais seguros e confiáveis;

CONSIDERANDO que o CBD não induz efeitos alucinógenos ou indutores de psicose, ou mesmo efeitos inibitórios relevantes na cognição humana; e que possui, nos estudos disponíveis até então, um perfil de segurança adequado e com boa tolerabilidade;

CONSIDERANDO que o CBD tem mostrado em alguns ensaios clínicos placebo-controlados redução de crises convulsivas em pacientes com epilepsia refratária a tratamentos convencionais, ainda que os estudos até agora não exibam, em face do pequeno número de casos, significância estatística comprovada;

CONSIDERANDO que formulações estrangeiras já disponíveis em veiculações para uso oral e com alto nível de pureza de CBD, apresentando teor de delta-9- tetrahidrocanabinol (THC) menor do que 0,6% da solução, tal como o recomendado pelo Food and Drug Administration (FDA/USA);

CONSIDERANDO que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA/Brasil) tem permitido a importação de CBD, em formulações como a referida acima, mediante prescrição e laudo médico que contenha o CID, descrição do caso e justificativa para a utilização do medicamento não registrado no Brasil, em face de refratariedade a alternativas terapêuticas convencionais e já registradas;

CONSIDERANDO que a ANVISA, além do referido acima, tem exigido, para liberar a importação e o uso clínico do fármaco, termo de responsabilidade assinado pelo médico e paciente, ou responsável legal, mediante ciência de que a medicação ainda não foi submetida a eficácia e segurança comprovadas pela referida Agência Nacional;

CONSIDERANDO que algumas das epilepsias mioclônicas graves do lactente e da infância, segundo classificação da Liga Internacional contra a Epilepsia (ILAE), como a síndrome de Dravet, síndrome de West, síndrome de Lennox-Gastaut, assim como a síndrome de Doose, têm evolução natural com alta morbidade e mortalidade, e podem evoluir, em casos refratários a medicações convencionais, para encefalopatia crônica com retardo mental grave, ou profundo, e autismo;

CONSIDERANDO que o uso do CBD é um procedimento terapêutico restrito e excepcional, ainda não registrado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, porém promissor e de boa tolerabilidade nas situações clínicas acima especificadas e quando adequadamente diagnosticadas;

CONSIDERANDO que a criteriosa ponderação entre os princípios bioéticos da beneficência, não maleficência, justiça e autonomia permitem, nas situações clínicas acima referidas, o uso do CBD, conforme os requisitos justificados acima;

CONSIDERANDO, finalmente, a aprovação na 51ª Reunião de Diretoria de 07/10/2014 e a homologação na 4626ª Sessão Plenária de 07/10/2014;

RESOLVE:

Art. 1º. O canabidiol poderá ser prescrito pelo médico mediante assentimento do paciente e consentimento livre e esclarecido assinado pelo seu responsável legal, para o tratamento das epilepsias mioclônicas graves do lactente e da infância refratárias a tratamentos convencionais.

Art. 2º. A presente Resolução entrará em vigência na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário.

São Paulo, 07 de outubro de 2014.

João Ladislau Rosa – Presidente do CREMESP

APROVADA NA 51ª REUNIÃO DE DIRETORIA DE 07/10/2014 E HOMOLOGADA NA 4626ª SESSÃO PLENÁRIA DE 07/10/2014.

Diário Oficial do Estado; Poder executivo, São Paulo, SP. 9 out. 2014. Seção I, p.204

Fonte: [ CREMESP ]