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25 fontes de proteínas vegetais

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A quantidade de energia que necessitamos diariamente depende de fatores como peso atual, peso ideal, atividade física, altura e composição de massa do corpo.

Expressamos essa necessidade calórica em quilocaloria (Kcal), mas a atenção maior não deve ser dada à quantidade de energia que precisamos e sim como ela é composta.

O organismo adapta-se a várias situações. Quando você pula refeições ou fica dias em regime de “guerra”, seu metabolismo fica mais lento e passa a poupar energia, ou melhor, guarda a energia poupada sob forma de tecido adiposo. Aí, além de passar fome, tudo o que consumir será poupado. Por isso, o ideal é não fazer regimes malucos e não permanecer mais de quatro horas em jejum.

Por exemplo: a necessidade diária de um homem aos 40 anos, com 1,80m e atividades físicas leves: varia de 50 a 80g de proteínas.

Existem diversas fontes de proteínas vegetais. Frutas e vetegais são boa fonte de vitaminas e minerais. Ambos pertencem ao grupo dos carboidratos. Soja, feijão, lentilha, grão de bico fazem parte do grupo das proteínas.

A seguir, uma lista de 25 alimentos de origem vegetal destando a quantidade de proteínas em 100 gramas.

  1. AVEIA em flocos, crua – 13,9g
  2. BRÓCOLIS cru / cozido – 3,6g / 2,1g
  3. COUVE crua / refogada – 20,9g / 2,9g
  4. FARINHA integral de centeio – 12,5g
  5. FARINHA de rosca – 11,4g
  6. ALHO – 7g
  7. COENTRO desidratado – 20,9 g
  8. TAMARINDO – 3,2g
  9. CHOCOLATE meio amargo – 4,9g
  10. CAFÉ em pó, torrado – 14,7g
  11. AMENDOIM torrado – 22,5g
  12. ERVILHA vagem – 7,5g
  13. FEIJAO carioca cozido – 4,8g
  14. FEIJAO fradinho cozido – 5,1g
  15. FEIJAO preto cozido – 4,5g
  16. LENTILHA cozida – 6,3g
  17. PAÇOCA amendoim – 16,0g
  18. TREMOÇO em conserva – 11,1
  19. CASTANHA de caju, torrada, salgada – 18,5g
  20. COCO – 3,7g
  21. GERGELIM – 21,2g
  22. LINHAÇA – 14,1g
  23. NOZ crua – 14,0g
  24. MILHO VERDE cru / enlatado – 6,6g / 3,2g
  25. BATATA inglesa frita – 5g
  26. SOJA farinha – 36g
  27. CASTANHA-DO-BRASIL – 36g
  28. GRÃO-DE-BICO – 21,2g[*]

Curiosidades:

  • o site health.com afirma que a semente de Cannabis oferece 10g de proteína a cada 3 colheres de sopa.
  • A spirulina seca fornece 57,47g!
  • Chia: fornece 16,54g.
  • Semente de girassol: 20.78g.
  • As folhas do ora-pro-nobis, desidratadas, contém 25,4% de proteína.
  • Espinafre contém 2.7g.

Dá para ver que quem se alimenta apenas com vegetais consegue proteínas facilmente, não é verdade?

Boa refeição!
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Fonte[*]: [ TACO – Tabela Brasileira de Composição de Alimentos ]

link: [ Calcule sua necessidade energética diária ]

+ infos: http://www.elhombre.com.br/os-15-alimentos-mais-ricos-em-proteina-para-veganos/

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Horta Urbana no telhado

Um grande jardim de 0,2 hectare localizado no telhado das casas pertencentes a uma cervejaria regional, em Liuzhou na província de Guangxi, China.

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Jardim de 0,2 hectare localizado no telhado da cervejaria regional, em Liuzhou, província de Guangxi, China.

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Taxa de urbanização de modernização acontece tão rápido que as terras agrícolas estão a diminuir drasticamente, aumentando a produtividade e os rendimentos das culturas, trazendo ciência e tecnologia ao que não poderia atender às necessidades crescentes humanas. Neste contexto, este jardim exótico é uma idéia criativa e extremamente útil.

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Os agricultores podem plantar vegetais e culturas alimentares em telhados.

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Estes agricultores já não estão preocupados com a diminuição de área de terras agrícolas pelo impacto do processo de industrialização e modernização.

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Um homem irrigando os cultivos de Lotus no telhado.

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O sorriso das camponesas.

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O jardim não é só para satisfazer as necessidades alimentares das pessoas, mas também ajudá-los a ter uma vida em harmonia com a natureza.

Fonte: [ News.Zing.Vn ]

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Publicação: A horta intensiva familiar

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[ CLIQUE NA IMAGEM PARA EFETUAR O DOWNLOAD ]

Manual do método Centro de Educaion y Tecnologia CET para implantação de hortas familiares, traduzido no final na década de 1990.

Fonte: [ AS-PTA ]

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(multiplica!) memória visual da terra #5 – O CÔCO, DA ÁGUA À SEMENTE

com Chelah e Tiê

Projeto itinerante que promove o fortalecimento e multiplicação das sementes crioulas e da biodiversidade a partir da sabedoria ancestral, através de ações para a troca de conhecimentos e sementes livres, registrando iniciativas e nomeando guardiões para espécies quase em extinção.

Integrar e aproximar as comunidades rurais e tradicionais dos centros de permacultura e novos rurais.

A multiplicação não para!

Apoie…
http://www.multiplica.org
https://www.facebook.com/multiplicasabedoria

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Livro “Horta em Pequenos Espaços” da Embrapa

Clique na imagem para fazer o download

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Recém-lançado, o livro “Horta em Pequenos Espaços” é uma publicação da Embrapa Hortaliças (Brasília-DF), destinada ao público urbano, que traz informações detalhadas de todas as etapas do cultivo de horta caseiras desde o preparo do solo até o manejo diário das hortaliças.

Com o crescente interesse das pessoas em consumir alimentos frescos e saudáveis, o cultivo de hortas no ambiente doméstico torna-se uma boa opção para quem está interessado em produzir hortaliças para o consumo próprio. O livro demonstra como é possível aproveitar espaços ociosos de corredores, varandas, sacadas e quintais para produzir alimentos livres de agrotóxico para o consumo familiar.

“Qualquer espaço pode ser utilizado, o único requisito é que se tenha, no mínimo, 5 horas de sol ou, ao menos, calor e luminosidade para que a planta consiga realizar a fotossíntese”, esclarece o técnico agrícola Adejar Marinho, um dos autores do livro e palestrante do curso “Horta em Pequenos Espaços”, ministrado desde 2004.

Além das explicações de como cultivar hortaliças em espaços reduzidos de casas e apartamentos, a publicação ainda traz um capítulo sobre a importância nutricional das hortaliças para a saúde humana, relacionando os nutrientes e substâncias presentes nesses alimentos que contribuem para a prevenção de doenças.

Outra proposta do título é propiciar ao leitor a realização de uma atividade relaxante que ajude a aliviar o ritmo acelerado de vida. “A iniciativa estimula um maior contato com a natureza, atividade que pode funcionar como coadjuvante na prevenção do estresse cotidiano”, discorre Celso Moretti, chefe-geral da Embrapa Hortaliças, na apresentação do livro.

No mesmo sentido, Marinho acrescenta que quem cultiva a própria horta, além de evitar o desperdício e colher alimentos saudáveis, exerce uma atividade terapêutica e de integração familiar. “As crianças podem auxiliar e, assim, adquirir desde novas o hábito saudável de comer hortaliças. É uma questão de qualidade de vida aliada à satisfação de ver uma sementinha germinar até chegar ao ponto de ser consumida por toda família”, ilustra.

Serviço
Os interessados em adquirir o livro “Horta em Pequenos Espaços” devem entrar em contato com o SAC da Embrapa pelo email cnph.sac@embrapa.br

Fonte: [ Embrapa Hortaliças ]

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Novidades à base de extratos vegetais para emagrecer

Irvingia_gabonensisO grande avanço tecnológico na área de produtos naturais vem introduzindo novos alimentos e medicamentos à base de extratos vegetais no mercado mundial. Entre eles vale citar os novos produtos que ajudam a emagrecer, promessas para o controle de um dos problemas mais sérios nos países desenvolvidos: o excesso de peso.

Infelizmente nem todos estão disponíveis no Brasil, pois há uma maior exigência da Anvisa apara autorizar a comercialização desses produtos por aqui.

Uma das novidades mais promissoras é um fruto chamado irvingia, ou manga selvagem africana (Irvingia gabonensis), obtido de uma árvore que cresce na África Central. Esse fruto tem sido utilizado na alimentação e como produto medicinal há vários séculos, e seu efeito em reduzir o peso corporal era conhecido das populações locais.

Um programa da Organização Mundial da Saúde (OMS) financiou estudos para validar seu emprego medicinal. Num estudo clínico, com 10 semanas de duração, em 120 pessoas, os pacientes que ingeriram o extrato de irvingia perderam uma média de 7 kg contra 0,5 Kg do grupo placebo.

Ainda não está completamente esclarecido como a irvingia atua, mas se sabe que sua atuação é principalmente no metabolismo das gorduras. Os pacientes que ingeriram o fruto africano tiveram reduções muito significativas do colesterol e dos triglicerídeos no sangue, além de uma diminuição importante do percentual de gordura, mesmo sem uma redução significativa da ingestão calórica.

Outro extrato natural que está sendo comercializado nos Estados Unidos é o de um cactus chamado Hoodia gordoni. Ele já era bem conhecido há muito tempo pelas populações do deserto do Kalahari, que comiam esse cactus para suportar a fome e a sede enquanto atravessavam lugares sem água e alimentos. Os estudos científicos isolaram substâncias conhecidas como “glicosídios pregnânicos” que possuem uma capacidade de inibir a fome cem vezes superior à da glicose, a nível do hipotálamo, no cérebro.

Substâncias muito parecidas foram encontradas também num cactus da Ásia, Caralluma fimbriata. Da mesma forma como a Hoodia, os compostos isolados da caralluma se mostraram potentes inibidores do apetite em estudos farmacológicos.

Na etnofarmacologia, foi constatado que algumas tribos indianas faziam uso tradicional do cactus como um supressor do apetite. Num estudo clínico, o uso de um grama de extrato do cactus ao dia causou redução significativa do peso e a circunferência toráxica, em relação ao placebo.

Esses novos ativos possibilitam uma melhora significativa da eficiência de tratamentos à base de extratos naturais para redução de peso e obesidade. Numa época onde a principal droga convencional para reduzir o apetite, a sibutramina, está cada vez mais condenada, com suspeita de provocar hipertensão e problemas cardíacos, há uma luz para os pacientes que desejam tratamentos mais suaves e seguros.

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Artigo escrito pelo clínico geral Alex Botsaris, autor de livros como Fórmulas Mágicas e Medicina Complementar.

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Como criar uma FLORESTA?

Um do poucos vídeos com legendas em português de Geoff Lawton, o maior e mais famoso “showman” da Permacultura.

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Newton soube como circula a seiva nas plantas 200 anos antes dos botânicos

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Há células que se tornam clássicos nas aulas de microscopia como as células-guarda, nas plantas. Em forma de rim, estas células existem aos pares, formando estomas na superfície das folhas e permitindo às plantas respirar. É pelo buraco do estoma que as plantas libertam o vapor de água e criam a tensão suficiente para obrigar a água a entrar pelas raízes. Deste modo, a planta consegue transportar a água e sais minerais — a seiva — por toda a árvore.

Mas no início da década de 1660 é difícil acreditar que o famoso cientista britânico Isaac Newton tivesse alguma vez visto um estoma. O microscópio era ainda recente e o termo “célula” só foi aplicado pela primeira vez em 1665, pelo inglês Robert Hooke, aos pequenos espaços ocos observados ao microscópio na cortiça. A primeira descrição do estoma é só de 1675. No entanto, Newton avançou com uma hipótese para explicar a circulação da seiva nas plantas. A proposta vem escrita em menos de meia página num caderno do físico, que ele arranjou algures entre 1661 e 1665, quando frequentou como estudante o Trinity College na Universidade de Cambridge.

O manuscrito está disponível no site da universidade desde 2011, quando foram aí colocadas cópias digitalizadas dos materiais de Newton, incluindo o caderno que, mais tarde, se descobriu ter a proposta sobre a seiva. Agora, o biólogo inglês David Beerling, da Universidade de Sheffield, no Reino Unido, analisou este pequeno texto intitulado Vegetais e comparou-o com a teoria moderna sobre a circulação de seiva nas plantas, proposta em 1895 pelos botânicos. Para David Beerling, o físico previu como ocorria a ascensão da água nas plantas, num artigo que publicou ontem na revista Nature Plants.

“Na mente da maioria das pessoas, a ligação entre Newton e as plantas começa e acaba com o famoso incidente da queda da maçã e a descoberta da gravidade. Mas as notas que estão escondidas num dos cadernos de licenciatura de Newton sugerem outra perspectiva”, escreve.

O físico inglês ficou para sempre conhecido pela sua obra-prima Principia, de 1687, na qual enunciava as três leis do movimento. Escrito mais de duas décadas antes, o seu caderno de estudante é um acervo de textos sobre o mundo natural, mostrando uma curiosidade que disparava para todos os lados. O texto sobre a circulação de seiva está ao lado de textos como “Atracção eléctrica & filtração ou Dos meteoros”, numa secção denominada “Certas questões filosóficas”.

Escreveu Newton: “Suponha-se que ‘b’ [esteja] no poro de um vegetal cheio de fluido e matéria e que um glóbulo ‘c’ atinge e afasta a partícula ‘b’, então o resto da matéria nos poros ascende do ponto ‘a’ para o ponto ‘b’.”

David Beerling descodifica a explicação. O “glóbulo ‘c’” é a luz, que naquele século era considerada como uma substância em vez de energia. Para Beerling, a descrição de Newton em que o “glóbulo ‘c’ atinge e afasta a partícula ‘b’” não é mais do que a explicação da transpiração em que a água é libertada pelos poros devido ao calor do Sol. E quando o físico refere que a “matéria nos poros ascende do ponto ‘a’ para o ponto ‘b’”, está a explicar que a perda de água a nível das folhas obriga a seiva a subir do caule para as folhas.

“Esta interpretação coincide com a maneira de pensar da época em que se defendia que ‘os vapores e as exalações’ ascendiam das entranhas da Terra e depois caiam na forma de chuva”, diz David Beerling. “No entanto, esta forma de pensar encaixa perfeitamente no contexto do funcionamento das plantas”, defende ainda o biólogo, acrescentando que os “poros” a que Newton se referia não eram os estomas, mas deviam ser os vasos que conduzem a seiva nos caules das plantas. A teoria da tensão-coesão que explica este fenómeno só surge pela primeira vez em 1895, passados mais de 200 anos.

No caderno de Newton não há mais nenhuma entrada sobre vegetais. David Beerling contou ao PÚBLICO que encontrou este texto, por acaso, “há um ano” e “infelizmente” não sabe o que levou o físico a reflectir sobre a questão. Escreve o biólogo que a capacidade “de previsão” das origens deste fenómeno não o surpreende vindo daquele génio: “É bom pensar que até Newton não era imune ao charme e aos desafios que o reino das plantas oferece às mentes criativas.”

Fonte: [ Pùblico ]

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Dossiê ABRASCO – Um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde

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“Este dossiê é um alerta da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrascp) à sociedade e ao Estado brasileiro. Registra e difunde a preocupação de pesquisadores, professores e profissionais com a escalada ascendente de uso de agrotóxicos no país e a contaminação do ambiente e das pessoas dela resultante, com severos impactos sobre a saúde pública e a segurança alimentar e nutricional da população”

Para baixar [ CLIQUE AQUI ].

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Encontrada a cura do câncer? Semente de planta da Austrália consegue destruir tumores em humanos e animais

008-2 Cientistas australianos estão animados após encontrarem uma semente de uma planta tropical que teria potencial de curar o câncer.

Os testes inicias com a planta chamada Blushwood [Hylandia dockrillii] encontrou 70% de eficácia. Uma droga experimental a partir de suas sementes mostrou-se poderosa no tratamento de câncer em animais.

Os pesquisadores do QIMR Berghofer Medical Reserach Institute conseguiram isolar a droga EBC-46, transformando-a em uma injeção. A substância leva a rápida decomposição de uma grande série de tumores humanos.

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A pesquisa, considerada importantíssima, foi publicada na revista PLoS One, liderada pelo Dr. Glen Boyle. Segundo ele, a droga pode ser eficaz em pacientes humanos e não apenas em animais.

“Nós fomos capazes de obter resultados muito fortes através da injeção de EBC-46 diretamente em modelos de melanoma (câncer de pele), assim como cânceres de cabeça, pescoço e colo”, comentou Dr. Boyle. Na maioria dos casos, o tratamento com uma única injeção causou a perda da viabilidade de células cancerosas em apenas 4 horas, destruindo os tumores em seguida.

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Dr. Boyle ainda afirmou que a EBC-46 funciona, em parte, por desencadear uma resposta celular efetiva, cortando o fornecimento de sangue ao tumor. “Em mais de 70% dos casos pré-clínicos, a resposta de cura foi grande, com pouca reincidência durante um período de 12 meses”.

EBCEBC-46 é um composto extraído do fruto da árvore de Blushwood, encontrado nas florestas úmidas ao norte de Queensland, na Austrália. A droga está sendo desenvolvida e testada como um produto farmacêutico para humanos e uso veterinário através da empresa QBiotics, subsidiária da EcoBiotics.

A droga experimental já está sendo aplicada em animais com tumores – incluindo cães, gatos e cavalos.

A QBiotics está, atualmente, realizando ensaios clínicos veterinários com todos os protocolos necessários na Austrália e nos Estados Unidos.

A aprovação regulatória final para ensaios clínicos de Fase 1 em humanos está em análise. O Dr. Boyle diz que a empresa está determinada em investigar ainda mais para aumentar a eficácia da droga.

Fonte: [ Jornal Ciência ]

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