Arquivo da categoria: Fotos

Como reutilizar lâmpadas incandescentes para plantar

Aos poucos estamos substituindo as velhas lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes e LED, mais duráveis e econômicas.

Eis então uma sugestão bem interessante para reutilizar lâmpadas: fazer pequenos VASOS PARA PLANTAS! Eles podem ficar suspensos, apoiados por suportes… O que vale é o improviso e a criatividade.

Para fazer você vai precisar de:

  • lâmpadas queimadas ou que irão para descarte;
  • uma faquinha de ponta;
  • chave de fenda;
  • tesoura;
  • alicate de ponta;
  • cola tipo super bonder;
  • lixa dágua.

Como fazer

  1. Utilizando uma faca e uma tesoura, retire o contato (solda de prata) do fundo, segurando a faca na posição de descascar laranjas.
  2. Retire com um alicate a base acrílica do fundo ou corte a base do soquete da lâmpada (parte de alumínio).
  3. Tenha muito cuidado para não quebrar a lâmpada e use luvas para se proteger.
  4. O manuseio deve ser feito com delicadeza, sem apertar para evitar que quebre.
  5. Caso o soquete se solte utilize a cola para fixar novamente.
  6. Se a borda ficar com saliências utilize a lixa para dar acabamento.
  7. Você pode fazer furos nas laterais do soquete para pendurar.
  8. Lave bem, coloque água e pronto. Já pode usar para plantar!

Sugestão de plantas

  • jibóia (Epipremnum pinnatum);
  • ramos de árvore-da-felicidade (Polyscias guilfoylei, Polyscias fruticosa);
  • ramos de manjericão (Ocimum basilicum);
  • ramos de hortelã (Mentha sp.);
  • cebolinha (Allium fistolosum);
  • flores, muitas flores! 😀

Importante! Trocar a água sempre que ficar turva e colocar ou ramos de forma que feche a passagem para evitar mosquitos. Cuidado com a dengue!

Bom cultivo!

ps: As lâmpadas incandescentes acima de 75W deixaram de ser comercializadas em 30 de junho de 2014. As lâmpadas de 25 a 75 watts deixaram de ser produzidas dia 30 de junho de 2015, sendo comercializadas até 30 de junho de 2016.

Anderson Porto

Deixe um comentário

Arquivado em Fotos, Técnicas

Inhame se come cozido sempre!

Folhas de Colocasia esculenta, chamada de “taro” em Portugal e “inhame” no Brasil.

Em 22 de abril, 2019 – recebemos a seguinte notícia:

__’ Um homem de 56 anos morreu nesta terça-feira (16),
em São José do Rio Preto (SP), com suspeita de intoxicação alimentar.
A família suspeita que a morte tenha sido causada pelo
suco com inhame cru que ele tomou momentos antes.

A família contou aos médicos que ele começou a passar mal

assim que tomou o suco, que seria uma receita caseira
para ajudar no tratamento da dengue.’__

Fonte: [ 1 ]

O problema tem a ver com o suco de inhame cru, que tem muitas ráfides de oxalato de cálcio, pequenos cristais em forma de agulhas muito finas. Elas perfuram a superfície da pele, provocam dor, irritação, e dependendo da sensibilidade da pessoa pode haver alguma reação alérgica.

O maior problema mesmo do suco cru são os chamados compostos antinutricionais. São inibidores de proteinase, fitatos, taninos e glucosídeos cianogênicos – todos compostos que normalmente são destruídos durante o processo de cozimento.[2]

Foto: Anderson Porto

⚠️ ✨ Ingere-se o tubérculo do “inhame” (Colocasia esculenta) descascado, lavado, cortado em pedaços e cozido até ficar macio, eliminando assim o oxalato de cálcio.

__

Fontes consultadas:

[1] G1
[2] Matos de Comer

Deixe um comentário

Arquivado em Alimentos, Boatos / Hoax, Estudos, Fotos

Lagoas de evaporação de potássio, em Utah

Todos vocês já devem ter ouvido a famosa sigla NPK, correto? “N” de nitrogênio, “P” de fósforo e “K” de potássio. Pois bem… De onde vem esses nutrientes? Quais são as fontes de N, P e K? Eis uma das fontes de POTÁSSIO (K).
__

Essas formas azuis vibrantes no deserto marrom são as lagoas de evaporação de potássio administradas pela Intrepid Potash, Inc., o maior produtor de cloreto de potássio dos Estados Unidos, e estão localizadas ao longo do rio Colorado, a cerca de 30 km a oeste de Moab, Utah.

Essas lagoas medem 1,5 quilômetros quadrados e são revestidas com borracha para manter os sais.

Ao contrário de outras lagoas de evaporação de sal que obtêm um matiz naturalmente avermelhado devido à presença de certas algas, a cor azul brilhante dessas lagoas de evaporação de potássio é artificial. Adicionam uma tintura que ajuda na absorção de luz solar e evaporação. Uma vez que o potássio e os sais são deixados para trás, eles são recolhidos e enviados para processamento.

A maioria das reservas mundiais de potássio veio de oceanos antigos que uma vez cobriram onde agora é terra. Após a evaporação da água, os sais de potássio cristalizaram em grandes leitos de depósitos de potássio.

Ao longo do tempo, a agitação na crosta terrestre enterrou esses depósitos sob centenas de metros de terra e eles se tornaram um minério de potássio. A bacia do Paradox, onde as minas em Moab estão localizadas, é estimada em 2 bilhões de toneladas de potássio. Estes formaram cerca de 300 milhões de anos e hoje estão a cerca de 1.200 metros abaixo da superfície.

Para extrair potássio do chão, os trabalhadores perfuram poços na mina e bombeiam água quente para dissolver o potássio. A salmoura resultante é bombeada para fora dos poços para a superfície e alimentada para as lagoas de evaporação. O sol evapora a água, deixando atrás cristais de potássio e outros sal. Este processo de evaporação normalmente leva cerca de 300 dias.

Intrepid Potash, Inc. produz entre 700 e 1000 toneladas de potassa por dia a partir desta mina. A mina está aberta desde 1965, e a Intrepid Potash espera obter pelo menos mais 125 anos de produção antes que o minério de potássio se esgote.

Fonte: [ Amusing Planet ]

1 comentário

Arquivado em Adubação, Cultivo, Doenças, Fotos, Meio Ambiente, Técnicas

Como fazer mudas de alecrim

Vamos fazer mudas de alecrim? É bem fácil, que tal experimentar?

Primeiro retire estacas das pontas de alguns ramos, todas com 10 a 15 cm. Depois, retire com a mão as folhas de cerca de metade de cada estaca, puxando-as “para cima”, no sentido da ponta do ramo.

Estacas de alecrim

Estacas de alecrim

Depois, raspe com o auxílio de uma faca, 3 “cortes” nas laterais inferiores dos ramos, uma técnica chamada de “expor o câmbio”, aquela parte branca por baixo da casca.

Câmbio exposto

Câmbio exposto

Continuar lendo

26 Comentários

Arquivado em Alimentos, Cultivo, Fotos, Passo a passo

14 Alimentos que você compra uma vez e replanta para sempre

Você sabia que muitos alimentos que consumimos, e jogamos fora, podem ser replantados… PARA SEMPRE?

Pois é, então a melhor coisa a se fazer, para o bem da natureza, do seu bolso, e da sua saúde é apostar em mini-hortas. Separei uma lista dos alimentos mais interessantes para você replantar.

CEBOLINHA
cebolinha_kitchn

Quando for usar a cebolinha, separe toda a parte branca e mais um pedacinho da parte verde. Coloque dentro de um copo com água, cobrindo cerca de 2,5 cm (a parte branca). Deixe num local ensolarado e dentro de poucos dias, terá cebolinhas novas para usar e não precisará mais comprar. Troque a água todos os dias. Se tiver um quintal, também poderá replantar e terá mais cebolinhas que qualquer Mônica poderia aguentar, até para dividir com amigos, vizinhos e família.

MANJERICÃO
manjericao_635247009934158391-800x348

Acho o mais saboroso e o mais cheiroso dos temperos. Separe mais ou menos três pares de hastes, corte-as com uns 10 a 15 cm, escolha as mais bonitas, retire as folhas da parte de baixo, também as flores, deixando apenas algumas folhas na parte superior. Coloque num copo de vidro com água até a metade e deixe num lugar ensolarado, trocando a água de dois em dois dias. Depois, quando as raízes estiverem com o tamanho de 2 cm é hora de replantar num vaso médio, grande ou numa floreira, pois ele precisa de espaço e de sol. Assim terá manjericão por um ano sem problemas, para molhos pesto, pizzas marguerita e qualquer outro prato #delícia.
Continuar lendo

37 Comentários

Arquivado em Alimentos, Curiosidades, Fotos, Mudas, Plantas Medicinais

Os cenários fantásticos de Carl Warner

Inspirado em artistas como Salvador Dali e Patrick Woodrofe, o fotógrafo britânico Carl Warner cria cenários fantásticos à partir de alimentos usados no nosso dia-a-dia.

carl-warner-foodscape-25

Com uma equipe de montadores de maquete, designers e estilistas de produtos, Warner, inicia as criações de suas paisagens à partir de um esboço para que depois consiga imaginar qual o melhor ingrediente consegue retratar o seu delineamento inicial.

carl-warner-foodscape-24

Na série “Foodscape”, Carl Warner desenha paisagens convencionais, usando técnicas clássicas de composição, para facilitar a ilusão do espectador de ser uma imagem real à primeira vista. “Depois de alguns segundos, o observador tem a constatação de que a cena é feita de alimento e inevitavelmente, soltam um belo sorriso. Esta, para mim, é a melhor parte”.

carl-warner-foodscape-23

Continuar lendo

Deixe um comentário

Arquivado em Alimentos, Curiosidades, Fotos

‘Sementes da Paixão’ germinam na pior seca dos últimos 40 anos na PB

Grãos são mais resistentes e de tradição mantida há décadas.
Comunidades rejeitam milho oferecido pelo poder público.

Canteiro em terreno comunitário é usado para plantar durante a seca (Foto: Fernanda Rappa/Divulgação)

Canteiro em terreno comunitário é usado para plantar durante a seca (Foto: Fernanda Rappa/Divulgação)

Pequenas comunidades de até 300 agricultores na Paraíba estão sobrevivendo durante a seca graças às ‘Sementes da Paixão’, nome dado aos grãos resistentes de milho, feijão e outros alimentos que germinam mesmo durante a pior estiagem dos últimos 40 anos na região.

São 6,5 mil famílias rurais em 61 municípios no Agreste, Cariri e Sertão do estado que mantêm, há décadas, esta prática, sendo nos últimos anos auxiliadas por organizações não-governamentais e associações de apoio ao desenvolvimento da agricultura local.

Na região da Borborema, há pelo menos 57 bancos de ‘Sementes da Paixão’. Nas demais regiões da Paraíba, há mais de 230 bancos de grãos resistentes à estiagem, catalogados pela Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa (AS-PTA) Agricultura Familiar e Agroecologias. “O grão é a semente com a finalidade para alimentação animal, humana ou comércio. Tecnicamente, a semente serve para a propagação da cultura”, explica o agrônomo Emanoel Dias, assessor técnico da AS-PTA.

A relação dos agricultores paraibanos com o meio ambiente levou a fotógrafa paulista Fernanda Rappa a pesquisar o tema através de um projeto contemplado pelo Prêmio Brasil de Fotografia.

“Eu soube das Sementes da Paixão através de amigos que documentaram isso para o Rio+20. Comecei a pesquisar a história porque achei genial que, no meio da Paraíba, existisse uma consciência ambiental protegendo as comunidades das sementes transgênicas que são super prejudiciais ao mundo, ao meu ver. É um modelo a ser seguido e é bonito demais de ver no meio daquela seca, do deserto, uma plantação de coentro verdinha. Parece um sonho”, explica.

fernandarappa-0082 Durante o mês de março deste ano, o projeto fotográfico foi desenvolvido através da construção de uma câmara escura no meio da plantação, para registrar o ciclo das plantações. “A ideia era que, através da imagem formada dentro da câmara escura, as pessoas das comunidades pudessem ter outra experiência visual com algo que para eles é tão corriqueiro. E dessa forma, exaltar a importância do trabalho que eles vêm desenvolvendo há anos”, relatou Fernanda.

Produtores rurais e os técnicos que auxiliam os agricultores paraibanos na manutenção das sementes explicam que estes grãos são selecionados naturalmente ao longo de várias décadas, sem nenhum tipo de modificação genética, devido à sua capacidade de adaptação ao clima do semiárido nordestino. São estas as poucas variações que conseguem sobreviver às secas históricas que atingem a Paraíba e, mais recentemente, à estiagem de 2013.

Seu Dodô mostra feijão das Sementes da Paixão, nome criado por ele (Foto: Fernanda Rappa/Divulgação)

Seu Dodô mostra milho feijão das Sementes da Paixão, nome criado por ele (Foto: Fernanda Rappa/Divulgação)

A tradição de guardar sementes que germinam em temperaturas pouco amenas vem de várias gerações na família destes agricultores. Hoje, com uma ampla variedade de espécies de grãos já guardadas, eles se unem em pequenas comunidades e auxiliam uns aos outros para sobreviver com o plantio em tempos de escassez. Nestas associações, os agricultores promovem a troca entre si das variedades. Em outras regiões do Nordeste, elas são conhecidas de modo geral como ‘sementes crioulas’.

Antônio Salviano, 62 anos, conhecido como Seu Dodô, é um dos mantenedores da tradição de guardar grãos na zona rural de Desterro, no Cariri, a 289 km de João Pessoa. Ele foi o responsável por dar o nome ‘Sementes da Paixão’ às variedades locais. “É uma coisa de família, meu bisavô já guardava as sementes. A gente trabalha em comunidade, então sempre que alguém por aqui precisa a gente ajuda e depois repõe”, conta o agricultor. No sítio em que ele e outras cerca de 20 famílias moram, foram plantados com sucesso milho, alface e coentro destas sementes.

Milho das Sementes da Paixão (Foto: Fernanda Rappa/Divulgação)

Milho das Sementes da Paixão
(Foto: Fernanda Rappa/Divulgação)

Na zona rural de Queimadas, no Agreste, a 155 km da capital, a comunidade local conseguiu plantar milho, feijão e variedades de fava branca. Todos os alimentos são provenientes dos grãos guardados das chamadas ‘Sementes da Paixão’.

O agricultor José Batista, 50, é uma das lideranças locais e com apoio de familiares e moradores, conseguiu produzir mesmo com a seca no semi-árido. “Aqui na região ‘deu’ muito milho e fava. Não tivemos problema nenhum com os grãos que a gente guarda, mas os que o governo manda a gente nem usa, porque sabe que não dá”, ressaltou.

O desafio de uma seca histórica

De acordo com a AS-PTA, em 2013 a Paraíba enfrentou a pior seca das últimas quatro décadas. Para isso, a entidade investe em capacitação das comunidades. “A gente auxilia o trabalho deles, tenta explicar um pouco melhor sobre as técnicas de guardar os grãos e oferece apoio ao pequeno agricultor. As variações que eles guardam são resistentes a esta temperatura, diferentemente dos grãos que os órgãos estaduais e federais fornecem e que, para o plantio nas terras deles, não servem”, disse o técnico Emanoel Dias.

Segundo a direção da Conab, houve duas tentativas de contato com os agricultores que produzem as ‘Sementes da Paixão’, mas não foi possível realizar um trabalho conjunto. “Em outubro de 2013 marcamos duas reuniões com eles, com a proposta de recompor o estoque deles do banco de sementes. A gente tem a proposta de comprar e doar as sementes para eles, porque estavam apenas com 40% do banco em estoque. Temos tudo para ajudar, conversamos e continuamos abertos a ajudar a compor os estoques”, explicou o superintendente da Conab, Gustavo Guimarães.

A previsão climática para 2014 também não é animadora. As chuvas no semi-árido paraibano devem superar a estiagem do ano passado e igualar a média histórica, mas durante os próximos meses, até o início do segundo semestre vão continuar irregulares e mal distribuídas, prevê a Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa).

Fonte: [ G1 ]

Deixe um comentário

Arquivado em Alimentos, Biodiversidade, Biossegurança, Controle biológico, Cultivo, Ecologia, Etnobotânica, Fotos, Técnicas

A primeira vez que uma árvore tão grande foi registrada em foto

Essa árvore de 3.200 anos é tão grande que nunca havia sido registrada em uma única foto

Envolta nas neves de Sierra Nevada, na Califórnia, a sequóia gigante de 3.200 anos de idade, chamada de “A Presidente”, se estende por 75 metros de altura. Duas outras sequoias têm troncos mais largos, mas nenhuma é tão alta, dizem os cientistas que a escalaram.

Árvore de 3200 anos

O tronco tem 7,7 metros de largura e os seus poderosos ramos sustentam 1.487 metros3 de madeira, mais do que qualquer árvore do planeta. Ela ainda acrescenta um metro cúbico de madeira por ano – tornando-se uma das árvores de mais rápido crescimento no mundo.

Sequóias gigantes existem em apenas um lugar, onde “A Presidente” e árvores menores residem – na encosta ocidental da Sierra Nevada, na Califórnia, entre 1500-2400 metros acima do nível do mar.

A equipe penosamente reuniu um conjunto de talhas e alavancas para subir na árvore. Demorou 32 dias para juntarem as 126 fotos separadas, mas eles conseguiram!

Essa-árvore-de-3.200-anos-é-tão-grande-que-nunca-havia-sido-registrada-em-uma-única-foto1

Fonte: [ MisteriosdoMundo ]

via: [ TheMindUnleashed ]

1 comentário

Arquivado em Árvores, Curiosidades, Fotos

Você sabia de onde vinha esse alimento? – parte 1

Abacaxi (Ananas comosus)
abacaxi
abacaxi-2

Continuar lendo

3 Comentários

Arquivado em Alimentos, Curiosidades, Fotos

Iniciativa usa áreas abandonadas de SP para criar hortas comunitárias

Hortas como a de São Miguel geram emprego e alimento de qualidade para a comunidade. (Foto: Divulgação)

Hortas como a de São Miguel geram emprego e alimento de qualidade para a comunidade. (Foto: Divulgação)

Uma ideia simples vem fazendo a diferença de centenas de pessoas em São Paulo. Idealizada pelo empresário alemão Hans Dieter Temp, a ONG Cidades Sem Fome utiliza terrenos baldios da cidade para desenvolver hortas comunitárias, mudando as paisagens e ajudando a população carente das regiões por onde o projeto passa.

Continuar lendo

Deixe um comentário

Arquivado em Alimentos, Cultivo, Fotos, Projetos