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Qual é a época certa?

Frutas, legumes e verduras têm meses específicos em que estão mais saborosos e saudáveis. Grude este calendário na geladeira e vá às compras mais bem informado

A indústria alimentícia driblou o empecilho do calendário e consegue oferecer muitas frutas, legumes e verduras quase o ano todo. Mas há uma época ideal para comprá-los. A safra obedece a ciclos da natureza. “Alguns são típicos do verão, outros do inverno”, diz a engenheira agrônoma Milza Moreira Lana, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Ela explica que, sempre que um agricultor produz um alimento fora de época, ele é obrigado a recorrer a mais insumos para melhorar a produção. Por insumo entenda-se desde água, trator e mão de obra até adubo, plástico e pesticida. Como é uma produção na contramão da natureza, o homem tem de dar um jeito. E o custo é alto. Manga fora de estação pode custar até 500% a mais. “No pico da safra, você chega a comprar três caixas de morango por R$ 3.

Fora da estação, cada uma não sai por menos de R$ 5”, exemplifica o economista Luís Carlos Ewald, da FGV. Além disso, segundo a Fundação Oswaldo Cruz, ao longo da última década, 5,6 mil pessoas se intoxicaram com agrotóxicos por ano, em média.

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Fonte: [ Planeta Sustentável ]

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Rifa de Mudas Frutíferas

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O sorteado recebe em casa a muda que escolher.(*)

MUDAS DISPONÍVEIS(*):

LARANJEIRAS
Abacaxi
Açúcar
Champagne
Lanelate
Lima
Natal
Navelina
Pêra IAC
Sanguínea de Mombuca

TANGERINEIRAS
Clemenules
Mexerica do Rio
Mexerica (Comum Enxertada)
Montenegrina (Tardia)
Murcott (Tardia)
Okitsu (Precoce s/ semente)
Ponkan

LIMEIRAS ÁCIDAS
Fortunella
Xim Xim (Doce)
Lima da Pércia (Doce)
Limão Cravo (Tempero)
Limão Galego
Limão Siciliano (Suco)
Limão Tahiti

CAQUIZEIROS
Caqui Comum
Caqui Kioto
Caqui Fuyu

MACIEIRA
Maçã Ana(Vermelha)
Maçã Julieta(Vermelha)
Maçã Eva (Vermelha)
Maçã Fuji (Vermelha)
Maçã Gala (Vermelha)
Maçã Golden (Verde)

FIGUEIRAS
Figo Branco
Figo Roxo de Valinhos

AMEIXEIRAS
Amarelinha
Coração de Boi
Irati
Letícia
Pluma 7
Reubennel
Roxa Comum

PEREIRAS
Pêra Branca (Mole)
Pêra D’água (Mole)
Pêra Hossui (Mole)
Pêra Kaifer (Dura)

PESSEGUEIROS
Chiripá
Coral
Diamante
Eragil
Ouro
Mel
Precocinho
Premier

FRUTÍFERAS DIVERSAS
Araça
Canela Doce
Castanha Portuguesa
Cereja
Cravo da Índia
Framboesa
Guabiroba
Ingá
Jaca
Louro Tempero
Marmelo Doce
Nogueira Pecã
Romã
Uvaia

(*) sujeito à disponibilidade de mudas em estoque


01/12/2014 – (( SORTEIO EFETUADO! ))

A ganhadora foi Ana Lucia Machado. Ela recebeu uma muda de Limão Tahiti. Parabéns! 🙂

Aguardem novas rifas e novas mudas!

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Quintais verdes da capital mineira estão livres do IPTU

por Raquel Ramos

Jairo diz que zelo com área verde impressionou até os técnicos da prefeitura

Jairo diz que zelo com área verde impressionou até os técnicos da prefeitura

Sancionada há mais de 20 anos, somente agora uma lei municipal que garante a preservação do meio ambiente na cidade poderá ganhar eficácia real. Um aviso na próxima guia do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) informará aos moradores de Belo Horizonte que, caso tenham uma extensa área verde preservada no quintal de casa, poderão ser premiados com isenção da taxa.

Na teoria, a medida existe desde 1993. Mas é desconhecida pela população: apenas oito donos de chácaras e sítios foram beneficiados pela lei em todo esse tempo. Junto à prefeitura, criaram Reservas Particulares Ecológicas (RPEs), comprometendo-se a cuidar da natureza por pelo menos 20 anos. Outros quatro terrenos estão em análise, podendo integrar o grupo nas próximas semanas.

Menos que o ideal

A própria prefeitura admite que o número atual de reservas não faz jus ao tamanho da capital. Na tentativa de mudar o cenário, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA) iniciou um amplo projeto de divulgação, afirma Márcia Moura, gerente de gestão ambiental do órgão.

Além da veiculação nos boletos do IPTU, foi feito um mapeamento aéreo de BH que identificou os pontos onde há resquícios de vegetação.

“Mais de 20 áreas têm potencial para se tornar RPEs. Já existe um cronograma de visitas que devem começar ainda em 2013. Um trabalho corpo a corpo, batendo na porta do proprietário para tentar convencê-lo a fazer parte do projeto”.

A meta é a de que pelo menos uma nova reserva seja criada a cada ano. Não é tão fácil, porém, atingir o objetivo.

“Os critérios são muito rigorosos. Além disso, a especulação imobiliária é muito forte hoje, podendo impedir que algumas pessoas se disponham a cuidar de uma área que poderia ser vendida”, comenta Kênio de Souza Pereira, presidente da Comissão de Direito Imobiliário da Ordem dos Advogados do Brasil em Minas Gerais.

Por outro lado, ele vê na lei uma saída para conter o avanço desenfreado de desmatamentos que, pouco a pouco, acaba com as áreas verdes remanescentes na capital.

Vantagens

“Belo Horizonte já teve o título de ‘cidade jardim’. Hoje, salvo alguns parques, não temos espaços significativos onde a natureza foi preservada”, lamenta Aluizio Durço Bernardino, mestre em turismo e meio ambiente e professor da faculdade Una.

Mas quem tem o privilégio de viver próximo a uma área protegida, mesmo que pequena, usufrui dos benefícios que o verde traz.

“A presença de árvores interfere no microclima de uma região. Melhora a qualidade do ar, embeleza, ameniza ruídos. É uma iniciativa louvável”

Santuários guardam espécies de fauna e flora

Conhecido como Condomínio Veredas, um terreno no bairro Nova Pampulha, na zona Norte, foi pioneiro na iniciativa. Há 19 anos, a área de 15 mil metros quadrados se tornou reserva particular ecológica que abriga nascentes, rica flora e diversas espécies de animais.

Os guardiões são os próprios moradores. Dentre eles, Jairo Rômulo da Silva. Em 1979, ele comprou o terreno com 11 amigos. Parte do lote foi usada para construir casas e área de convivência. Décadas depois, faz questão de cuidar do verde que ainda existe no local.

“No ano que vem, vamos renovar o contrato. Já recebemos a visita de técnicos da prefeitura, que ficaram impressionados com o trabalho de preservação que fazemos aqui”, afirma Luiz Henrique França Alves da Silva, filho de Jairo.

Com 80 anos, Priscila Freire também mantém, sozinha, uma área de 50 mil metros quadrados no bairro São Bernardo, também na zona Norte.

Dona da Chácara Santa Eulália desde a década de 70, ela viu matas vizinhas serem destruídas para dar lugar a casas e prédios, mas não abriu mão de preservar o ambiente que tinha perto de si.

“Meu pai plantou muitas árvores quando comprou o terreno, nos anos 30. Desde que moro aqui, plantei outras 200. É o meu refúgio”.

Critérios específicos

As leis municipais 6.314 e 6.491, de 1993, dispõem sobre a instituição de reservas particulares ecológicas e os benefícios que os moradores ganham como contrapartida por preservar o meio ambiente.

Será reconhecido como reserva ecológica o imóvel com condições naturais primitivas ou semiprimitivas recuperadas ou cujas características justifiquem ações de recuperação, pelo aspecto paisagístico.

Donos de terrenos assim devem procurar a Prefeitura de BH. Após uma visita, será emitido parecer técnico informando se a área atende às exigências previstas em lei. O Conselho Municipal de Meio Ambiente é responsável pelo parecer final.

Fonte: [ Hoje em Dia ]

visto em: http://eaitajuba.blogspot.com.br/2013/12/quintais-verdes-da-capital-mineira.html

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Propagação de Árvores Frutíferas

Apostila Propagação de ÁRvores Frutíferas

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Poda de renovação de videira / parreira

Incisiva, poda é mais indicada para as variedades americanas e híbridas

O cenário está pronto. A Serra gaúcha entra na época ideal da poda seca nas videiras (período de dormência). Até meados de setembro, produtores podam as plantas para a produção da nova safra e o equilíbrio da parte vegetativa com a produtiva.

Uma técnica não tão recente, mas que exige conhecimento, contribui para melhorar a produção, reduzir o número de aplicações de fungicidas, e o volume de adubos, além de simplificar a mão de obra. Trata-se da poda de renovação, mais indicada para as variedades americanas e híbridas, chamadas de comuns, e no sistema latada.

“A técnica é incisiva, e até considerada drástica, por retirar grande volume de madeira da parreira”, explica o engenheiro agrônomo Enio Ângelo Todeschini, assistente regional de fruticultura da Emater Regional da Serra. Sem a poda, as pernadas (ramos velhos que formam a estrutura da copa) crescem muito, produzindo só na ponta, o que exige muita energia da planta.

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Os alimentos que estão em risco de extinção no Brasil

Há cerca de 800 alimentos que correm o risco de sumir do mapa, de entrar em extinção mesmo, como certos animais. Dezenas deles só no Brasil.

Xavier Bartaburu, um dos grandes repórteres de nossa geração, conhece o país de ponta a ponta. Agora, ele está visitando comunidades brasileiras onde esses alimentos são produzidos de forma artesanal e sustentável para contar suas histórias.

Garantir a preservação deles não é importante apenas por questões de biodiversidade, mas também porque esses alimentos nos lembram como chegamos até aqui e a nossa identidade.

Pedi para o Xavier um texto para o blog sobre esses alimentos em risco. Segue abaixo.

Coma enquanto é tempo

Deixemos de lado a ararinha-azul, por enquanto, e falemos da cagaita. E também da mangaba, do baru e do berbigão. E de outras dezenas de alimentos brasileiros que, como os bichos, correm igual risco de extinção. Afinal, comida, antes de ser refeição, também é ser vivo. E, como tal, pode sumir do mapa antes mesmo que você saiba de sua existência.

Veja a cagaita, fruta do Cerrado aparentada com a pitanga: enquanto ela não chega à sua mesa, os cagaiteiros vão sendo sumariamente derrubados para dar lugar a pasto para o gado e lavouras de soja.

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Onde está a fruta?

Pesquisa do Idec mostra que apesar de usarem e abusarem de imagens e de outras referências a frutas nas embalagens, os alimentos industrializados não contêm quantidades significativas desse ingrediente. Mas isso não fica claro para o consumidor.

Não é preciso ir ao setor de hortifrúti do supermercado para ver frutas. Elas estão na seção de iogurtes, na de sucos de caixinha e refrescos, entre outras com produtos industrializados, estampando as embalagens. Mas quando se trata do conteúdo, não espere encontrá-las de fato nesses alimentos.

Um levantamento realizado pelo Idec com 18 produtos, entre iogurtes, pós para refresco, néctares, gelatinas, sorvetes e isotônicos (veja quais na tabela às páginas 18 e 19), mostra que oito deles não têm nem vestígio de frutas. Os demais apresentam quantidades bem pequenas – na melhor das hipóteses, não passa de 10% do conteúdo, mas há vários deles em que gira em torno de 1%.

Apesar disso, em boa parte dos produtos as referências à fruta têm grande destaque: além de imagens reais ou estilizadas, as frases são em letra maior que a das demais informações do rótulo e ocupam grande parte da embalagem, enquanto a lista de ingredientes fica quase escondida. E o pior é que as empresas não informam claramente no rótulo que o alimento não contém fruta e, quando contém, qual o seu percentual em relação ao restante dos ingredientes.

“As figuras e frases que fazem alusão à fruta são o grande chamariz do produto, mas não correspondem à sua real composição. E como o consumidor não é adequadamente informado disso, pode ser induzido a erro”, aponta Mariana Ferraz, advogada do Idec responsável pela pesquisa.

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FAO lança livro gratuito sobre costumes, folclores e plantas da Amazônia

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) lançou no dia 23 de dezembro de 2011 em Roma, na Itália, o livro Árvores Frutíferas e Plantas Úteis na Vida Amazônica (Fruit Trees and Useful Plants in Amazonian Life ([ arquivo PDF – 12 Mb ]). A publicação marca o encerramento do Ano Internacional das Florestas.

Pesquisadores brasileiros e internacionais, agricultores, parteiras, caçadores, músicos contribuíram com ideias e experiências. A publicação foi uma coprodução da FAO, do Centro Internacional de Pesquisa Florestal (Cifor) e da organização não governamental Povos e Plantas Internacionais (PPI).

“Esse novo livro é um perfeito exemplo de como fazer nosso conhecimento acessível para ajudar os pobres a maximizar os benefícios dos produtos e serviços florestais e melhorar sua subsistência”, diz o Diretor-Geral Adjunto para Florestas na FAO, Eduardo Rojas-Briales.

Fonte: [ pré-Univesp ]

Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação

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Jamelão pode combater câncer

Syzygium cumini, popularmente chamada de jamelão ou azeitona

(Campinas/SP) – O mesmo pigmento que dá ao jamelão [Syzygium cumini] (também conhecido como “jambolão”) o inconveniente de manchar as mãos, os tecidos das roupas, os calçamentos das ruas e a pintura dos carros apresenta um potencial para destruir células cancerígenas. É o que mostra uma pesquisa realizada em laboratório pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O estudo constatou que o extrato da fruta que contém antocianinas, substâncias presentes na pigmentação, levou à morte uma média de 90% das células leucêmicas. Os testes foram realizados ainda em células sadias, das quais 20% morreram.

O que os pesquisadores querem descobrir agora é se a morte foi causada pela substância na sua forma original ou em razão de um produto metabólico. “Ainda há um longo caminho a ser percorrido e muitos estudos a serem feitos. No entanto, estamos empolgados com o resultado”, declarou a pesquisadora Daniella Dias Palombino de Campos. “Utilizamos dierentes concentrações do extrato e chegamos a um ponto ideal. Mas outros estudos são necessários para esclarecer os mecanismos envolvidos”, completou Daniella.

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Fruta ou fruto? Qual a diferença?

“Em termos botânicos, o fruto é uma estrutura presente em todas as angiospermas onde as sementes são protegidas enquanto amadurecem. De forma prática, os frutos são quaisquer estruturas das Angiospermas que contém sementes.”

Origem

Os frutos derivam-se do ovário das flores. Após a fecundação dos óvulos em seu interior, o ovário inicia um crescimento, acompanhado de uma modificação de seus tecidos provocada pela influência de hormônios vegetais, que interferem na estrutura, consistência, cores e sabores, dando origem ao fruto. Os frutos mantêm-se fechados sobre as sementes até, pelo menos, o momento da maturação. Quando as sementes estão prontas para germinar, os frutos amadurecem, e podem se abrir, liberando as sementes ao solo, ou tornam-se aptos a serem ingeridos por animais, que depositarão as sementes após estas passarem por seu aparelho digestivo. Os frutos verdadeiros se originam do ovário da planta.”

Fruto também significa nascimento, a geração, criação que surge após a realização, uma chegada a um determinado ponto de um trabalho. É o marco de uma conquista, uma consagração de um trabalho realizado.

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