Compostagem doméstica com baldes de 5 litros

Experiência que realizei com o intuito de aprender sobre compostagem. O resultado foi muito bom. Dá para usar em cultivos caseiros e adaptar para escalas maiores.

Anderson Porto
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O que é compostagem?

Define-se compostagem como o processo natural de decomposição biológica de materiais orgânicos (aqueles que possuem carbono em sua estrutura), de origem animal e vegetal, pela ação de microrganismos.

Para que ele ocorra não é necessário a adição de qualquer componente físico ou químico à massa do lixo e sim microorganismos, chamados de inoculantes.

A compostagem pode ser aeróbia ou anaeróbia, em função da presença ou não de oxigênio no processo.

O processo de compostagem aeróbio de resíduos orgânicos tem como produto final o composto orgânico, um material rico em húmus e nutrientes minerais que pode ser utilizado na agricultura como recondicionador de solos, com algum potencial fertilizante.

A seguir apresento uma experiência de compostagem que fiz, com o passo a passo de cada etapa.

Dúvidas? É só perguntar nos comentários.

Fotos com passo a passo nas legendas

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Para começar vamos reunindo restos vegetais como cascas de alimentos e partes descartadas, cascas de ovos, filtros de papel, borra de café… em um local de armazenamento, para o exemplo estou usando lixeirinha de 5 litros.

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Grupo de estudos sobre Plantas do projeto Tudo Sobre Plantas

Grupo de Estudos do projeto Tudo Sobre Plantas

O projeto Tudo Sobre Plantas possui um grupo de estudos sobre plantas que funciona há mais de 12 anos e para ingressar nele é preciso receber um convite do gestor do projeto, ou ser adicionado por alguém que já participe dele.

O grupo no Facebook possui regras de uso do espaço de estudos e moderadores que cuidam da manutenção e organização. Caso desejem entrar no grupo, favor entrar em contato com [ Anderson Porto ].

Abraços!

Gestor do projeto OFF-LINE

Olá pessoal,

Quem vos escreve é Anderson Porto, numa gambiarra daquelas via celular, para avisá-los que estou temporariamente sem acesso à Internet.

O computador pifou. Também não estou conseguindo acessar emails nem Facebook, nem receber ligações pelo celular. Esta é a única maneira que encontrei de informar a todos vocês.

A quem participa de nosso grupo de estudos, peço que avise os demais moderadores.

Aos que ajudam com contribuiçoes financeiras para a continuidade deste trabalho, agora é uma ótima oportunidade para fazer uma doação. Sem doações = sem previsáo de retorno.

CONTA DO PROJETO:

Banco: Caixa Economica Federal
ag: 1247 – Conta POUPANÇA: 32276-6
cpf: 021513347-16

Bem… E isso. Neste momento o conserto do computador depende principalmente de vocês.

Que seja breve esta interrupção.

Abraços!

“O Cerrado está extinto e isso leva ao fim dos rios e dos reservatórios de água”

Entrevista com Altair Sales Barbosa

Uma das maiores autoridades sobre o tema, professor da PUC Goiás diz que destruição
do bioma é irreversível e que isso compromete o abastecimento potável em todo o País

Foto: Fernando Leite/Jornal Opção
Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

por Elder Dias

Uma ilha ambiental em meio à metrópole está no Campus 2 da Pon­tifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás). É lá o local onde Altair Sales Barbosa idealizou e realizou uma obra que se tornou ponto turístico da capital: o Memorial do Cerrado, eleito em 2008 o local mais bonito de Goiânia e um dos projetos do Instituto do Trópico Subúmido (ITS), dirigido pelo professor.

Foi lá que Altair, um dos mais profundos conhecedores do bioma Cerrado, recebeu a equipe do Jornal Opção. Como professor e pesquisador, tem graduação em Antropologia pela Universidade Católica do Chile e doutorado em Arqueologia Pré-Histórica pelo Museu Nacional de História Natural, em Washington (EUA). Mais do que isso, tem vivência do conhecimento que conduz.

É justamente pela força da ciência que ele dá a notícia que não queria: na prática o Cerrado já está extinto como bioma. E, como reza o dito popular, notícia ruim não vem sozinha, antes de recuperar o fôlego para absorver o impacto de habitar um ecossistema que já não existe, outra afirmação produz perplexidade: a devastação do Cer­rado vai produzir também o desaparecimento dos reservatórios de água, localizados no Cerrado, o que já vem ocorrendo — a crise de a­bastecimento em São Paulo foi só o início do problema. Os sinais dos tempos indicam já o começo do período sombrio: “Enquanto se es­tá na fartura, você é capaz de re­partir um copo d’água com o ir­mão; mas, no dia da penúria, ninguém repartirá”, sentencia o professor.
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“Independência ou Bike”: Pedal com Rios e Ruas

Renata Falzoni

Independência ou Bike: Renata Falzoni acompanhou a Expedição organizada pelo Sesc Ipiranga em parceria com a galera do Rios e Ruas. Cerca de 40 ciclistas saíram do Museu do Ipiranga em direção ao Jardim Botânico. No caminho cruzaram com o Rio Ipiranga e algumas nascentes que o abastecem.

Mas foi ao final do passeio que os participantes tiveram a oportunidade de conhecer o Córrego Pirarungáua. Após a reforma do Jardim Botânico, em 2008, a nascente foi revitalizada e aberta a visitação do público.

visto em: [ Bike é Legal ]

Coentro é capaz de eliminar metais pesados da água

Mexicanos descobriram que o tempero, comum no Brasil, pode deixar a água potável de forma natural.
Mexicanos descobriram que o tempero, comum no Brasil, pode deixar a água potável de forma natural.

Por Gabriel Felix

Em parceria com cientistas norte-americanos, os estudantes da Universidade Politécnica de Francisco I. Madero, no México, descobriram que o coentro tem potencial para eliminar impurezas e retirar metais pesados da água de forma orgânica. A erva, que também apresenta diversas propriedades medicinais, vem mostrando eficiência em purificar os sistemas de irrigação no Vale do Tula, situado nas proximidades da Cidade do México.

A pesquisa teve início quando os estudantes observaram o poder de desintoxicação da erva, utilizada de forma natural para filtrar o sangue e eliminar radicais livres do corpo. Durante as experiências, a equipe comprovou que as células que compõem o coentro conseguem reter com facilidade alguns metais, como o níquel, que, ao ser ingerido, pode causar graves complicações – como o câncer de pulmão.

De acordo com Douglas Schauer, coordenador da pesquisa, a próxima etapa é verificar se o coentro, tempero comum na cozinha brasileira, também é capaz de eliminar metais com maior toxicidade, como o mercúrio, que causa estragos irreversíveis – seja na saúde das pessoas, seja nos corpos d’água de todo o planeta.

Os testes vêm sendo realizados em plantações do Vale do Tula, região que, historicamente, exerceu importante influência para as civilizações pré-colombianas. Além de ser utilizado para purificar a água que irriga as plantações, o coentro também demonstra eficiência ao ser inserido numa espécie de sachê de chá, capaz de filtrar a água imprópria para consumo, conforme explicam os cientistas.

Os resultados da pesquisa foram apresentados à American Chemical Society, que publicou a novidade. Além dos bons resultados nos testes de purificação de água, está comprovado que o coentro pode ser utilizado para controlar a pressão sanguínea, diminuir a ansiedade e ainda combater a cefaleia e a insônia.

Fonte: [ CicloVivo ]

Estudos: planta usada para emagrecimento é altamente carcinogênica

Uma planta utilizada na medicina tradicional chinesa e que ganhou adeptos no Ocidente por supostamente promover a perda de peso foi considerada altamente carcinogênica em dois estudos publicados na revista Science Translational Medicine, na última quarta-feira. Segundo os pesquisadores, as espécies do gênero Aristolochia causam mais mutações – que podem levar ao desenvolvimento de tumores – que dois conhecidos agentes cancerígenos: o cigarro e os raios UV. As informações são da [ The Scientist ].

“Várias pessoas no público leigo assumem que se algo é natural, então é necessariamente saudável”, diz Marc Ladanyi, do Centro de Câncer Sloan-Kettering, em Nova York, que não estava envolvido nos estudos. “Mas este trabalho mostra que o produto desta planta natural é extremamente genotóxico e carcinogênico.”

O problema dessas plantas é uma substância chamada de ácido aristolóquico, que causa as mutações no DNA. Esse gênero de vegetais já foi associado a outros problemas de saúde. No início dos anos 90, mulheres que procuraram clínicas de perda de peso na Bélgica desenvolveram problemas nos rins, chegando a ter falha renal e, anos depois, crescimentos anormais nos tratos urinários superiores. Mais recentemente, estudos apontaram ligação entre a planta e câncer no trato urinário superior.

Em Taiwan, onde a Aristolochia é muito utilizada, a taxa desse tipo de câncer é a mais alta no mundo. A planta é proibida em diversos países desde 2003. Contudo, mesmo banido em locais como a própria China, o vegetal ainda é facilmente encontrado, afirmam os cientistas.

Fonte: [ Terra ]


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Gene de café resistente a seca está em teste em culturas comercias

por Assessoria

Pesquisa realizada pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), instituições participantes do Consórcio Pesquisa Café, identificou um gene do café arábica que quando transferido para outra planta – Arabidopsis thaliana – tornou esta altamente tolerante à seca. O gene agora está sendo testado em outras plantas de interesse agronômico, como soja, milho, trigo, cana de açúcar, arroz e algodão.

O Consórcio tem seu programa de pesquisa coordenado pela Embrapa Café, Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa.

“A expectativa, como ocorreu com os resultados obtidos com uma planta modelo, é que o gene confira tolerância prolongada à estiagem também para essas outras culturas. A transgenia tem o potencial de transferir genes entre espécies diferentes e expressar corretamente as características conferidas pelo gene, neste caso, mantendo a produtividade mesmo na ausência de condições favoráveis, como a escassez de água”, diz o pesquisador Eduardo Romano, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia.

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Jardim Botânico do Rio: verdades e mentiras – legais

por Sonia Rabello

Existe uma falsa incompatibilidade entre a preservação da área do Jardim Botânico do Rio de Janeiro e o ”direito” de moradia das famílias que têm suas casas dentro daquele bem público federal. As moradias podem e devem ser construídas em outro local fora do JB; mas o Jardim Botânico não pode sair de onde está.

Se o Jardim Botânico, o seu espaço público, é protegido por leis especiais – pelo tombamento, pela lei de unidades de conservação, pelo Plano Diretor da cidade do Rio – este espaço é inegociável pelas autoridades de plantão, sejam elas federais ou municipal. E as autoridades executivas federais, sejam elas quais forem, não têm, legalmente, poderes de dispor, ou não, dos espaços do Jardim Botânico do Rio.

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