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Pesquisa da Embrapa desenvolve farinha de banana-verde com alto teor nutritivo

Foto: Ronielli Reis

Estudo da Embrapa desenvolveu o passo a passo para a produção de uma farinha de banana-verde de qualidade e com alto teor de amido resistente, um tipo de carboidrato que se comporta como fibra no organismo. Esse carboidrato não é digerido, mas fermentado por bactérias benéficas do intestino grosso, contribuindo para evitar doenças inflamatórias do sistema digestório e diminuir os riscos de câncer do cólon intestinal.

Além disso, o amido resistente ajuda a reduzir a velocidade da liberação dos açúcares do alimento no sangue (índice glicêmico), prevenindo e auxiliando no tratamento do diabetes tipo 2. A principal inovação é a utilização do plátano (banana-da-terra) em substituição às bananas Prata e Nanica na fabricação dessa farinha. Além do elevado teor de amido resistente, os plátanos apresentam maior quantidade de matéria seca (porção que sobra dos alimentos após a retirada de toda a sua umidade) e maior rendimento para a produção da farinha.

A banana-verde é considerada o alimento não processado mais rico em amido resistente. E, de acordo com as cientistas envolvidas na pesquisa, a farinha é a melhor forma para disponibilizar esse tipo de amido na dieta da população brasileira. É um produto nutritivo e saudável, pois apresenta ainda altos teores de magnésio, manganês e potássio e baixos teores de gorduras e sódio.

Oportunidade para a agricultura familiar

Outra vantagem da farinha de banana-verde é a sua facilidade de produção, que requer uma tecnologia simples, criando oportunidades de negócios para as agroindústrias familiares. A contribuição dessa pesquisa é padronizar as etapas de produção, que incluem descascamento, fatiamento, desidratação, trituração e acondicionamento.

Para a produção de farinha de qualidade (muitas encontradas hoje nos mercados apresentam baixa qualidade visual e nutricional), as pesquisas estabeleceram padrões nas etapas de processamento e buscaram utilizar variedades com grande quantidade de amido resistente.

Por meio do projeto “Identificação de bananas e plátanos promissores em amido resistente para o desenvolvimento de produtos com potencial prebiótico”, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a pesquisadora da Embrapa Mandioca e Fruticultura (BA) Ronielli Reis e parceiros analisaram 20 genótipos (cultivares) de bananas e plátanos que integram o Banco Ativo de Germoplasma (BAG) da Embrapa, localizado em Cruz das Almas (BA). Os plátanos se mostraram mais interessantes para a produção de farinha do que as bananas.

Plátanos rendem mais

“Selecionamos três genótipos de plátanos do nosso BAG e a Terra Maranhão, cultivar de plátano comercial, pois foram as mais interessantes para a produção de farinha. Hoje, no Brasil, a farinha de banana-verde é feita usualmente com Grand Naine, Pacovan, Prata-Anã, que são tipos de banana. Os plátanos apresentam mais matéria seca, alto teor de amido resistente e maior rendimento”, explica Reis. O maior diferencial está no rendimento. Enquanto as bananas Grand Naine, Pacovan e Prata-Anã obtiveram 17,23%, 18,70% e 20,28%, respectivamente, os genótipos de plátanos indicados no estudo apresentaram valores bem maiores: Chifre de Vaca, 24,31%; Comprida, 27,71%; Trois Vert, 25,32%; e Terra Maranhão, 25,17%. Por exemplo, para cada 100 quilos do plátano Terra Maranhão (com casca), será possível obter 25 quilos de farinha.

Uma razão para o mercado não utilizar hoje os plátanos como matéria-prima na produção de farinha de banana-verde é o fato de eles não estarem presentes em todo o País, com sua produção concentrada no Nordeste e consumidos cozidos, fritos ou na forma de farinha. A Embrapa vem trabalhando para mudar esse quadro e aumentar a produção de plátano no País, introduzindo variedades, por exemplo, no Vale do Ribeira (SP), maior região produtora de banana do Brasil.

Reis diz que para haver uma mudança de paradigma é necessário que o produtor passe a enxergar a produção de farinha não como mero aproveitamento do descarte de produção. Ele deve observar, como pontua a pesquisadora, o conjunto de fatores para a obtenção de um produto de melhor qualidade e com maior potencial funcional, como a escolha da variedade, o ponto de maturação adequado, a técnica de secagem, ou seja, todas as etapas recomendadas na pesquisa, que tem como parceiros a Embrapa Agroindústria de Alimentos (RJ) e a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS).

Farinha bonita por mais tempo

“O que a Embrapa está fazendo é mostrar esse passo a passo para a obtenção de uma farinha de qualidade, com coloração mais clara e atraente, inclusive utilizando substâncias que previnem o escurecimento, a oxidação da farinha. Por exemplo, armazenamos essa farinha por quatro meses em temperatura ambiente, sem tecnologia nenhuma, simplesmente embalada em uma embalagem plástica normal, barata. A farinha ficou estável do ponto de vista microbiológico, e a cor, um indicativo de qualidade do alimento, alterou muito pouco. O teor de amido resistente não caiu. Enfim, são coisas que vemos faltar no mercado, esse tipo de padrão de qualidade”, salienta.

A pesquisa indica a utilização da Terra Maranhão, cultivar facilmente encontrada no mercado. Reis ressalta que, caso o produtor queira usar outra variedade de plátano, vai obter um produto com melhor qualidade de qualquer forma, desde que siga as etapas corretas de processamento.

“Em termos de amido resistente, por exemplo, se usarmos a Terrinha, variedade de plátano também facilmente encontrada no mercado, é possível obter 40% de amido resistente, enquanto a Terra Maranhão chega a 62%”, informa. Ela frisa ainda que, se houver a padronização do estádio de maturação, temperatura de secagem, umidade final, forma de trituração, e outros aspectos, o produtor já terá uma farinha de melhor qualidade visual e nutricional se comparada às comercializadas hoje.

A farinha de banana-verde encontrada hoje é escura, sem padronização. “Usam-se frutos verdes, maduros, sem qualidade, o que resulta em um produto de péssima qualidade. O nosso papel é mostrar que podemos ter uma farinha de boa qualidade, com uma coloração superatraente, com alto teor de amido resistente e que pode ser aplicada em diversos produtos, visando ao seu enriquecimento nutricional”, acredita Reis.

Clique [ AQUI ] para baixar

fonte: [ EMBRAPA ]

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Água aromatizada com hortelã

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Em abril de 2016, quando visitei Amsterdam, reparei que no balcão do hotel onde serviam café da manhã sempre havia uma jarra dágua com algumas rodelas de limão siciliano e folhas de hortelã (Mentha x villosa).

Ontem resolvi experimentar e tentar aprender a fazer. Comecei, claro, meio exagerado que sou, colocando muuuuuuitas folhas de hortelã! rs… Colhi na horta, lavei folha por folha e as coloquei dentro da garrafa com água filtrada. Agitei bem e deixei na geladeira.

Gente… Fica muito refrescante! 😋 Dá vontade de tomar toda hora! A ideia é renovar todos os dias, fazendo novamente sempre com folhas frescas e bebendo ao longo do dia.

Fui pesquisar sobre suas propriedades medicinais e descobri que a hortelã possui vitaminas A, B, C e D, minerais, cálcio, fósforo, ferro e potássio. Combate bactérias e germes na boca, é diurética, antioxidante (por causa do ácido rosmarínico), ajuda na redução de mau hálito, dores de cabeça, náuseas, cólicas, fortalece o sistema imunológico e, por causa do álcool perílico, previne câncer de mama, próstata, fígado, cólon, pulmão, e até mesmo de pele.*

Pois é… Tudo isso numa simples água com hortelã. Muito bom, né?

As próximas águas aromatizadas já até sei quais serão… Com hortelã, claro! E irei experimentar também fazer uma água com rodelas de laranja, gengibre e canela em pau. 😊

Abraços!
https://apoia.se/tudosobreplantas

[ACP]
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* NEPA – Os Milagres do Hortelã

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Quem foi Luther Burbank, o pai da enxertia?

O inventor da batata do Mc Donnalds, foi chamado de “o pai da enxertia”.

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O campo da botânica tem muitos grandes nomes e um deles é o de Luther Burbank, nascido em Lancaster, Massachusetts, a 07 de Março de 1849, e, falecido em Santa Rosa, Califórnia, a 11 de Abril de 1926).[3]

Ele foi um botânico e horticultor norte-americano e tornou-se um dos pioneiros da ciência agrícola. Burbank era tão brilhante que ele conseguiu chegar a criar cerca de 800 cultivares e variedades em todos seus 55 anos no campo. Ele desenvolveu diferentes frutas, grãos, flores, vegetais e variações de grama e também criou uma variedade de cacto que não têm espinhos, que é principalmente usado para alimentar o gado. Ele também inventou o “plumcot”, quando cruzou, naturalmente, damascos e ameixas.

Algumas de suas criações mais conhecidas incluem a papoula do fogo, a Shasta daisy e o pêssego “julho Elberta”. Ele também criou a variedade “Gold Flaming” de nectarina e pêssego em cantaria. Quando se tratava de batatas, ele era bastante ele rei e ele criou uma batata com pele de cor castanho-avermelhada que era na verdade uma variação da Burbank e estava uma variação genética natural. Esta batata russet de Burbank colorida mais tarde foi chamada a “batata Russet Burbank” e é a batata mais comum que é usada na preparação de alimentos em uma escala mais comercial.

Sua vida

Luther Burbank nasceu em uma fazenda em Lancaster, MA, em Mach 7, 1849. Ele realmente não progredir na escola e na verdade só conseguiu ganhar uma educação elementar. Seus pais tiveram 15 filhos, dos quais ele era o 13th. Enquanto não teve muita instrução, ele gostou das plantas que sua mãe tinha em seu jardim, e este pode ser apenas onde formou um interesse em plantas.

Ele perdeu o pai quando ele tinha apenas 21, quando ganhou acesso à sua herança. Ele usou isso para ganhar a posse de uma fazenda de 17 hectares localizada perto do centro de Lunenburg. Foi onde ele veio com a batata Burbank alardeada, dos quais ele detinha os direitos.

Mais tarde sobre, os direitos para sua criação de batata foram vendidos por US $150, que era considerado uma soma considerável durante aqueles tempos. Ele fez usar este dinheiro para fazer uma viagem para Santa Rosa, na Califórnia, no ano de 1875. Foi alguns anos depois ele se mudou para Santa Rosa que ele veio com a batata Russet Burbank e tornou-se tão famoso que é a mais comumente usada em estabelecimentos que comercializam batata fast food. Na verdade, este é o tipo de batata usada por McDonalds para suas batatas fritas.

Quando ele chegou em Santa Rosa, mais uma vez comprou uma fazenda de 4 hectares e foi onde construiu seu berçário e estufa. Ele também estabeleceu campos onde ele conduziu a maioria de seus projetos de cruzamento. Ele foi inspirado pelo trabalho de Darwin, que foi intitulado a variação dos animais e plantas sob domesticação.Luther Burbank não para por aí embora porque ele decidiu atualizar e mudou-se para comprar outro vastamente maior parcela de terreno que foi cerca de 18-acres grandes. Isto foi em Sebastopol, que estava muito perto de Santa Rosa. É chamada de  Gold Ridge Farm.

Desde os anos de 1904 a 1909, ele foi o destinatário de vários subsídios dado pela instituição Carnegie e foi então que ele poderia continuar com seus projetos de hibridação com o apoio de Andrew Carnegie próprio. Alguns dos conselheiros de Andrew Carnegie foram contra Burbank, desde que eles acreditavam que seus métodos não eram muito científicos, mas Andre Carnegie acreditava em Burbank e apoiou-o todo o caminho.

Foi por meio de seus catálogos de planta que Burbank se tornou mais conhecido. O mais famoso desses catálogos foi as Novas criações em frutas e flores , que foi publicado em 1893. Clientes satisfeitos também foram responsáveis por sua fama, porque eles não conseguia parar de falar dele e as coisas maravilhosas que ele poderia fazer com as plantas. Na verdade, ele era tão famoso, que as pessoas simplesmente poderiam não parar de falar sobre ele durante a primeira década do novo século.

Apesar do fato de que ele não tem muito de uma educação, ele era muito prolífico e veio com um número impressionante de cultivares e híbridos. No entanto, não era tudo liso-vela por Luther Burbank porque mais do que alguns membros da comunidade científica foram rápidos a criticá-lo por não ser mais cuidadoso com o seu registo. A comunidade científica é conhecida por suas maneiras de registos meticulosas mas como aconteceu, Burbank estava mais interessado em resultados, em vez dos métodos e isto explica por que ele estava tão relaxado com seus registros. Na verdade, de acordo com um professor da Purdue, esta falta de registos é o que os impede de considerar Luther Burbank, uma cientista, academicamente falando claro.

Seus métodos

Durante toda sua falta de registos, foi um bem sucedido uso individual e feito de uma variedade de técnicas em seu trabalho. Em seus experimentos ele fez usam de muitas diferentes técnicas como a hibridização e a enxertia. Ele também se envolveu em diferentes tipos de cruzamentos de plantas e veio com os produtos mais fascinantes como o plumcot. Quando se tratava de flores, ele usou a técnica de polinização cruzada e selecionou os melhores produtos para procriar mais.

Sua vida pessoal

Por todas as contas, Luther Burbank era um homem de índole tipo que estava interessado em ajudar as pessoas. Ele também era tudo para a educação (talvez porque ele não tinha muita instrução próprio) e deu dinheiro para muitas escolas diferentes. Embora ele foi casado duas vezes, ele não tinha qualquer descendência com qualquer uma das suas esposas. Ele morreu em 11 de abril de 1926, mas antes disso, ele sofreu um ataque cardíaco e passou por complicações gastronómicas.

Na verdade, ele era um homem que contribuiu muito para o mundo e merece todos os elogios que ele recebeu. Cada vez que você requisita batatas fritas em algum fast-food conjunta, você realmente precisa dar um pouco graças a este homem para vir acima com a batata usada para comer. Ele era um homem bem à frente de seu tempo e todas as suas obras são consideradas importantes até hoje.[1]

É considerado como o “Pai da Enxertia”. Durante sua infância, a teoria da evolução de Darwin era ainda bastante discutida. Burbank aderiu a ela com ardor. Queria apressar o processo de evolução das plantas. A seleção natural depende do vento e dos insetos para o transporte de pólen de uma planta a outra. Ele selecionou as melhores plantas e retirou o pólen de umas para depositar em outras. Cultivando apenas as plantas mais fortes ou as que tinham qualidade desejáveis – como frutas doces ou grandes flores– obteria espécies superiores de suas sementes. Também fertilizou uma planta com pólen de outra espécie diferente, aparentada com ela. A flor “Shasta Daisy”, tão conhecida a ponto de ter sido incluída nos bons dicionários americanos, é uma variedade criada por Burbank. Ele a obteve cruzando a margarida inglesa e a japonesa.[3]

batatas burbank

batata Russet Burbank

A batata Burbank é exemplo clássico do valor do estudo da hereditariedade nas plantas. Geralmente, os pés de batata nascem de brotos dos tubérculos. As batatas nascidas assim têm origem única. Não há introdução de novos fatores hereditários e as batatas produzidas são todas exatamente iguais. Burbank encontrou um pé de batata que tinha bolsa de sementes (fato bastante raro). Plantou-as e observou os diferentes tipos de brotos que nasceram. Cruzou somente os melhores e obteve uma batata de superior qualidade.

Criações de Burbank
 
Burbank criou centenas de novas variedades de frutas (ameixa, pêra, ameixa seca, pêssego, amora, framboesa), batata, tomate, flores ornamentais e outras plantas.
Burbank foi criticado pelos cientistas de sua época por não manter qualquer tipo de cuidado com os registros, que são normas na pesquisa científica, e, porque ele estava principalmente interessado na obtenção de resultados e não na pesquisa básica.
Jules Janick, Ph.D., Professor de Horticultura e Arquitetura Paisagista da Universidade de Purdue, escrevendo na World Book Encyclopedia, edição de 2004, diz: “Burbank não pode ser considerado um cientista no sentido acadêmico”.
Em 1893, Burbank publicou um catálogo descritivo de algumas de suas melhores variedades, intitulado Novas Criações em Frutas e Flores (New Creations in Fruits and Flowers). Em 1907, Burbank publicou um “ensaio sobre a educação dos filhos”, chamado O Treinamento da Planta Humana (The Training of the Human Plant). Nela, ele defendeu um melhor tratamento para as crianças e práticas eugênicas, tais como manter o casamento dos primos impróprios (primos segundos) e primos legítimos.
Durante sua carreira, Burbank escreveu ou co-escreveu vários livros sobre os seus métodos e resultados, incluindo seus oito volumes, Como as Plantas são Treinadas para Trabalhar para o Homem (How Plants Are Trained to Work for Man, 1921), A Colheita dos Anos (Harvest of the Years com Wilbur Hall, 1927), Sócio da Natureza (Partner of Nature, 1939), e os 12 volumes Luther Burbank: Seus Métodos e Descobertas e Sua Aplicação Prática (Luther Burbank: His Methods and Discoveries and Their Practical Application).[3]

Metodologia

Burbank fez experimentos com uma variedade de técnicas, tais como: enxertos, hibridação e cruzamento.

Seu legado

O trabalho de Burbank impulsionou a aprovação da Lei de Patentes de Plantas 1930, quatro anos após a sua morte. A legislação tornou possível patentear novas variedades de plantas (excluindo tubérculos de plantas reproduzidas).

Ao apoiar a legislação, Thomas Edison testemunhou perante o Congresso em apoio à legislação e disse que “Esta legislação vai nos dar, tenho certeza, muitos Burbanks”.
As autoridades emitiram Patentes de Plantas # 12, # 13, # 14, # 15, # 16, # 18, # 41, # 65, # 66, # 235, # 266, # 267, # 269, # 290, # 291, e # 1041 a Burbank postumamente.

Em 1986, Burbank foi incluído no National Inventors Hall of Fame. O Luther Burbank Home and Gardens, no centro de Santa Rosa, agora é designado como um Marco Histórico Nacional. Luther Burbank Gold Ridge Experiment Farm está listado no Registro Nacional de Locais Históricos a poucos quilômetros a oeste de Santa Rosa, na cidade de Sebastopol, Califórnia.

A casa em que Luther Burbank nasceu, assim como sua oficina jardim da Califórnia, foram trasladados por Henry Ford para Dearborn, Michigan, e fazem parte do Greenfield Village.

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Traduzido via Google Translate e com compilação de informações das seguintes fontes:

[1] https://edukavita.blogspot.com/2015/08/biografia-de-luther-burbank-cientistas.html
[2] http://mentalfloss.com/article/57818/10-crazy-creations-plant-wizard-luther-burbank
[3] http://biografiaecuriosidade.blogspot.com/2013/05/biografia-de-luther-burbank-o-pai-da-enxertia.html

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Curso HORTAS em PEQUENOS ESPAÇOS – edição 2018

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Sobre o CURSO

O curso é uma introdução ao Cultivo de Hortas em Pequenos Espaços. Irá preparar você para dominar todas as etapas de cultivo de alimentos, temperos e plantas aromáticas, utilizando espaços ensolarados que estejam disponíveis em áreas cimentadas, paredes, varandas, janelas e pequenos espaços no quintal.

O curso capacita novos(as) cultivadores(as) a desenvolverem com máxima eficiência HORTAS COMUNITÁRIAS em quintais, escolas, terrenos baldios, terraços e/ou espaços públicos no condomínio.

Início, dias da semana e carga horária

O curso começou dia 1º de JUNHO de 2018, com carga horária indefinida e acesso ONLINE via grupo do curso no Facebook.

É possível ingressar a qualquer momento para ter acesso ao material de estudo até a data de encerramento.

As aulas serão ministradas via fotos e textos publicados no grupo do curso, com links para apostilas e passo a passo das atividades. O espaço do curso servirá para consultoria a projetos dos alunos, atendidos de acordo com o tempo disponível.

Caso o(a) aluno(a) queira manter a consultoria por tempo indeterminado, a consultoria será realizada via WhatsApp e por valor a combinar.

Nível do curso – público alvo

O curso é voltado para INICIANTES, pessoas que nunca plantaram ou que desejam aprender técnicas específicas para o cultivo de plantas em pequenos espaços.

Para fazer algumas atividades é necessário ter alguma habilidade no manuseio de soldas elétricas, tesouras, serras, serrotes e/ou furadeiras, além de vasos, garrafas PET e demais materiais e ferramentas necessárias para os plantios.

Objetivo geral

Os alunos assistem as aulas no conforto de sua casa ou trabalho, via ambiente virtual proporcionado pelo Facebook, com apresentação de imagens de slides do curso e vídeos com áudios gravados, além do espaço para comentários e perguntas ao professor.

Serão apresentadas informações sobre todo o ciclo de cultivo de alimentos, começando pela germinação de sementes, a preparação de substratos, como fazer compostagem, como e quando fazer o transplante de mudas, quais os tratos culturais necessários, como fazer a adubação, como instalar uma irrigação automática e quando e como fazer a colheita.

Durante o curso serão passadas atividades para colocar em prática aquilo que o aluno está aprendendo. Todos podem tirar dúvidas e comentar sobre possíveis dificultades que estejam tendo. Mais do que simplesmente um curso, é também uma consultoria online com um profissional especializado.

Ao final do curso os alunos estarão capacitados a cultivar seu próprio alimento, desenvolvendo um contato maior com as plantas e economizando nas compras do mês.

Foi criado um grupo de estudos específico para o curso no Facebook, para que os alunos possam trocar experiências e receber orientações durante o curso.

Data de encerramento e fim da consultoria aos alunos do curso: 31/08/2018.

Valores e inscrições

  • R$ 350,00

Pagamento por depósito em conta ou transferência bancária. Dados da conta enviados por e-mail, após a inscrição.

[ CLIQUE AQUI PARA SE INSCREVER ]

É necessário o envio dos comprovantes de depósito / transferência para confirmar as inscrições, por email: tudosobreplantas@gmail.com

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Sobre o AUTOR

DSC_3890_recorteO gestor do projeto Tudo Sobre Plantas, Anderson C. Porto, possui mais de 10 mil horas de experiência no cultivo de hortas orgânicas e plantas em geral.

Formado em Tecnologia em Processamento de Dados, pela FACHA-RJ, em outubro de 2002 começou o projeto Tudo Sobre Plantas criando um grupo de estudos sobre plantas, e desde então vem cadastrando informações e fotos de espécies nativas ou exóticas cultivadas em um banco de dados de acesso público e gratuito na Internet.

Durante todos esses anos já ministrou cursos e workshops de plantio, cultivo de bonsai e instalação de irrigação automática.

Possui formação técnica em produção de mudas, implementação de floriculturas, sistemas produtivos, manejos culturais e recuperação de nascentes. É autodidata em poda de frutíferas, cultivo de bonsai, reaproveitamento e economia de água, instalação e manutenção de sistemas de irrigação por gotejamento e aspersão, berçários de germinação de sementes, compostagem acelerada e utilização de areia em substratos. Cultiva também grande paixão por fotografia.

Como desafio, durante os últimos 6 anos desenvolveu técnicas específicas para o plantio com areia, compostagem acelerada e cultivos visando a economia de água. O curso atual é um resumo desta experiência.

É o atual gestor da fanpage do projeto Tudo Sobre Plantas no Facebook:
https://www.facebook.com/tudosobreplantas/

+ informações por email: tudosobreplantas@gmail.com

Bom curso a todos e todas!

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Ipê-roxo é primeira árvore do Cerrado a ter genoma sequenciado

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Foto: Evandro Novaes

Cientistas da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (DF) e da Universidade Federal de Goiás (UFG) sequenciaram, pela primeira vez, o genoma de uma espécie nativa do Cerrado: o ipê-roxo (Handroanthus impetiginosus). A conquista é tema de artigo publicado na revista GigaScience, da Universidade de Oxford, Reino Unido. O estudo teve apoio financeiro da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). 

Uma possível aplicação do sequenciamento genômico do ipê-roxo é auxiliar órgãos ambientais na análise forense para combater a exploração clandestina de madeira. Não é apenas a beleza do ipê-roxo que atrai os olhares dos mercados nacional e internacional. Trata-se de uma árvore que fornece madeira densa, de alta qualidade e resistente ao ataque de insetos e à ação do fogo. Todos esses predicados fazem com que o ipê seja conhecido hoje como o novo mogno, muito utilizado na fabricação de pisos, decks e assoalhos, principalmente nos Estados Unidos. Além disso, devido à produção e ao armazenamento de compostos químicos de interesse para a área de saúde, é uma árvore bastante visada para exploração de produtos medicinais. No Brasil, uma fração significativa da sua exploração madeireira acontece clandestinamente, sem manejo certificado. A genotipagem pode auxiliar os órgãos ambientais a rastrearem as árvores exploradas ilegalmente.

Segundo o pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, o físico Orzenil Silva-Junior, primeiro autor do artigo, o ipê-roxo foi escolhido pela sua importância ecológica no bioma, por já contar com informações técnicas importantes (caracterização molecular e análise filogeográfica preliminares), e também pelo grande acervo de material biológico adquirido graças à ampla coleta realizada pela professora Rosane Collevatti, do Laboratório de Genética & Biodiversidade da UFG. Orzenil explica que o sequenciamento do ipê-roxo não teria sido possível sem a expertise desse grupo com espécies nativas do Cerrado, que há anos trabalha na compreensão da distribuição das populações da espécie a partir de dados ecológicos, demográficos, geográficos e genéticos.

A pesquisa começou em 2013 e é fruto da cooperação científica entre Rosane Collevatti e o pesquisador da Embrapa Rercursos Genéticos e Biotecnologia, Dario Gattapaglia, com recursos do CNPq e e da rede NEXTREE FAP-DF/Pronex, liderada pelo cientista da Embrapa.

Ferramentas genômicas são aliadas da conservação das espécies nativas

O sequenciamento do genoma de espécies nativas do Cerrado otimiza e reduz os custos de conservação em todas as etapas, começando pela coleta de material genético, como explica Orzenil. No caso do ipê-roxo, que é uma espécie encontrada nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste do Brasil, estendendo-se até a Bolívia e regiões secas dos Andes no Peru até o México, com um número de subgrupos geneticamente diversos, as ferramentas genômicas podem auxiliar a racionalizar a coleta, reduzindo custos e esforços, permitindo a organização das ações de acordo com o conhecimento da diversidade genética dessa árvore. Para a conservação e uso sustentável do ipê-roxo, o conhecimento molecular pode ajudar a selecionar genótipos, além de evitar redundância.

Etapas do sequenciamento genômico

A primeira etapa do sequenciamento genômico resultou na obtenção de sequências biológicas contínuas, com tamanho superior a dois mil pares de bases, não redundantes e geneticamente ordenadas. A montagem das sequências estabelece uma escala física de medida, que funciona como uma “régua”, compara Orzenil, na qual é possível, por exemplo, observar as distâncias entre os pontos do genoma em que se verificam diferenças nas sequências de DNA entre diferentes indivíduos da espécie avaliada. Essa régua não é perfeita porque essas diferenças podem ser bem amplas, mas é uma aproximação útil. “Esse é um conceito bastante interessante, denominado pan-genoma, e tem implicações importantes para estudos genéticos ou em aplicações do melhoramento e da biotecnologia”, explica o pesquisador.

Depois, o conteúdo do genoma é anotado para identificar os elementos genéticos prioritários para os objetivos específicos de estudos que se seguirão, tais como genes e seus produtos, variantes de DNA. Segundo o pesquisador, é uma etapa longa e trabalhosa porque envolve a análise comparativa com base de dados extensa e, muitas vezes, de pouca acurácia ou de baixa representação para a espécie-alvo. No caso do ipê-roxo, que é a primeira espécie na família Bignoniaceae, a análise comparativa é pouco frutífera e exigiu a geração de novos dados experimentais.

A última etapa é a disponibilização dos dados genômicos em bancos internacionais, nos quais ficam acessíveis para as comunidades científicas no mundo. Hoje, existem grandes bancos de dados de sequências biológicas, tais como o GenBank/NCBI, nos Estados Unidos, o ENA/EMBL-EBI, na Europa e o DDBJ, no Japão. No caso do ipê-roxo, os dados foram depositados no National Center for Biotechnology Information (NCBI), em Maryland, EUA. Mas o banco escolhido não faz muita diferença, como explica Orzenil, já que trocam informações entre si, sob a coordenação da iniciativa International Nucleotide Sequence Database (INSDC).

Evolução do conhecimento

Acima de tudo, a equipe comemora o fato de ter conseguido estabelecer uma plataforma de alto desempenho para genotipagem de espécies de Handroanthus, abrindo caminho para a análise genética de outras espécies nativas do Cerrado. “Está claro, atualmente, que cada genoma conta uma história particular, mas o conhecimento adquirido facilita os novos desafios, especialmente no campo da análise. Em menos de quatro anos, já temos uma base de ativos biológicos para investigar variantes genéticas descobertas em cerca de 17 mil de 28 mil genes bem anotados no genoma da espécie”, afirma Orzenil. Outros estudos já estão em andamento com caju, mangaba, baru, cagaiteira e uma árvore ameaçada do Cerrado, denominada dedaleiro.

Avanços genômicos sobre espécies nativas do Cerrado representam mais uma esperança para este bioma, que, depois da Mata Atlântica, é o ecossistema brasileiro que mais sofreu alterações com a ocupação humana. Hoje, apenas 0,85% do Cerrado encontra-se oficialmente em unidades de conservação. Cerca de 80% já foram modificados pelo homem em decorrência da expansão agropecuária, urbana e construção de estradas e somente 19,15% da área mantém a vegetação original.

Sequenciar genomas é como desvendar uma galáxia 

Orzenil compara o sequenciamento de genomas a desvendar uma galáxia. “Se, na galáxia, os planetas estão organizados por forças gravitacionais, nos genomas, as informações genéticas estão dispostas de acordo com as forças evolutivas, como: recombinação, mutação, deriva genética, seleção e fluxos gênicos”, compara. E complementa: “As ferramentas genômicas são como telescópios modernos e permitem que os cientistas infiram a trajetória evolutiva das populações de plantas no ambiente, a partir do conhecimento dos genes e da sua ligação aos fenótipos”.

O sequenciamento do genoma de um organismo resulta em uma escala de medidas para definir pontos fisicamente espaçados, tais como os SNPs (do inglês Single Nucleotide Polymorphism), que, segundo Orzenil, são variações do DNA que ajudam a entender aspectos da história evolutiva de populações à luz da ciência genética. De posse dessas informações, e incluindo dados de distribuição geográfica, demográfica e ecológica, entre outros, é possível inferir eventos ancestrais correlacionados com modificações nas populações.

O conhecimento sobre o passado das plantas oferece aos pesquisadores a possibilidade de prever o comportamento delas no futuro, em nível populacional, por exemplo, em relação a mudanças ambientais e climáticas projetadas nos cenários probabilísticos. Antecipar essas mudanças nas populações é essencial para garantir a proteção dos recursos genéticos e até mesmo planejar usos eficientes da diversidade genética tanto no melhoramento convencional quanto na biotecnologia.

Outro aspecto importante, segundo Orzenil, é que a distribuição espacial de SNPs no genoma pode ser convertida em informação de distância genética por meio da genotipagem de vários indivíduos em experimentos genéticos. “Essa informação é normalmente utilizada pelo melhorista para monitorar cruzamentos genéticos e descobrir genes de interesse ligados, por exemplo, ao aumento de produtividade ou à resistência a doenças, com auxílio da biometria,” ilustra o pesquisador. Adicionalmente, aliada à genômica estatística, essa informação tem aplicação direta no melhoramento com emprego de técnicas de predição genética.

Como complementa o pesquisador da Embrapa Dario Grattapaglia: “o melhoramento assistido por dados genômicos permitiu uma mudança de paradigma. Passamos da inferência genética, a partir da qual os dados são observados por meio de testes de hipótese e estimação de efeitos, para a predição genética de dados futuros”. Esse conhecimento permite determinar o efeito agregado das variações em todo o genoma, influenciando características agronômicas ou industriais de interesse.

Fernanda Diniz (MTb 4685/DF)
Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia

Telefone: (61) 3448-4768

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

fonte: [ Noticias EMBRAPA ]

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Lagoas de evaporação de potássio, em Utah

Todos vocês já devem ter ouvido a famosa sigla NPK, correto? “N” de nitrogênio, “P” de fósforo e “K” de potássio. Pois bem… De onde vem esses nutrientes? Quais são as fontes de N, P e K? Eis uma das fontes de POTÁSSIO (K).
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Essas formas azuis vibrantes no deserto marrom são as lagoas de evaporação de potássio administradas pela Intrepid Potash, Inc., o maior produtor de cloreto de potássio dos Estados Unidos, e estão localizadas ao longo do rio Colorado, a cerca de 30 km a oeste de Moab, Utah.

Essas lagoas medem 1,5 quilômetros quadrados e são revestidas com borracha para manter os sais.

Ao contrário de outras lagoas de evaporação de sal que obtêm um matiz naturalmente avermelhado devido à presença de certas algas, a cor azul brilhante dessas lagoas de evaporação de potássio é artificial. Adicionam uma tintura que ajuda na absorção de luz solar e evaporação. Uma vez que o potássio e os sais são deixados para trás, eles são recolhidos e enviados para processamento.

A maioria das reservas mundiais de potássio veio de oceanos antigos que uma vez cobriram onde agora é terra. Após a evaporação da água, os sais de potássio cristalizaram em grandes leitos de depósitos de potássio.

Ao longo do tempo, a agitação na crosta terrestre enterrou esses depósitos sob centenas de metros de terra e eles se tornaram um minério de potássio. A bacia do Paradox, onde as minas em Moab estão localizadas, é estimada em 2 bilhões de toneladas de potássio. Estes formaram cerca de 300 milhões de anos e hoje estão a cerca de 1.200 metros abaixo da superfície.

Para extrair potássio do chão, os trabalhadores perfuram poços na mina e bombeiam água quente para dissolver o potássio. A salmoura resultante é bombeada para fora dos poços para a superfície e alimentada para as lagoas de evaporação. O sol evapora a água, deixando atrás cristais de potássio e outros sal. Este processo de evaporação normalmente leva cerca de 300 dias.

Intrepid Potash, Inc. produz entre 700 e 1000 toneladas de potassa por dia a partir desta mina. A mina está aberta desde 1965, e a Intrepid Potash espera obter pelo menos mais 125 anos de produção antes que o minério de potássio se esgote.

Fonte: [ Amusing Planet ]

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Como utilizar enraizadores e auxinas

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Quem nunca fez aquele experimento de plantar feijão em chumaços de algodão? Ver de perto o nascimento de uma plantinha desde o brotamento, acompanhando o crescimento das folhas…

É mais ou menos, talvez mal comparando, a expectativa dos pais em relação aos filhos. Esperamos que elas, as plantas, se tornem saudáveis e fortes, cuidando de sua alimentação, podas e banhos de sol.

Da mesma forma que nós possuímos hormônios de crescimento, as plantas desenvolvem seus próprios hormônios que aceleram ou inibem o seu desenvolvimento. Estes são produzidas numa parte do organismo vegetal e transportadas para outra, onde promoverão algum efeito especial.

Uma distinção pode ser feita entre os termos hormônio vegetal e reguladores de crescimento.

O hormônio vegetal é uma substância natural produzida pela própria planta.

Já os reguladores de crescimento ou reguladores vegetais, em suas formas natural ou sintética, quando aplicados em plantas influenciam no seu crescimento e desenvolvimento.

Hormônios sintetizados quimicamente, provocam reações similares àquelas causadas pelos naturais.

Os cinco grupos de hormônios naturais de plantas conhecidos são: auxinas (AIA, IBA, ANA,) giberelinas (GAs em várias formas), citocininas (Zeatina, Cinetina, 6-BA), etileno (Etephon) e ácido abscísico (ABA).

:: Auxinas

A maioria das plantas começa a se desenvolver respeitando ciclos (podemos notar pelo espaçamento entre os nós de seu caule), por sua capacidade de absorção de água e pela produção de auxinas, através de seu sistema meristemático.

As células meristemáticas são dotadas de um alto poder proliferativo, isto é, reproduzem-se rápida e intensamente, promovendo o crescimento da planta.

À medida que a célula meristemática passa por um processo de diferenciação e se “especializa” numa determinada função, perde parcial ou totalmente a capacidade proliferativa. Podemos encontrar dois tipos de meristemas:

Meristemas primários – localizam-se nas extremidades (também chamado de ápice) e ao longo do caule, definindo, respectivamente, as gemas apicais e laterais. Na raiz acham-se presentes na região subapical (pontas das raízes), onde são envolvidos pela coifa, uma estrutura resistente que lhes confere proteção contra o atrito com o solo e contra o ataque microbiano. Ainda podemos localizar nas extremidades das folhas e embriões de sementes.

Meristemas secundários – estes promovem o crescimento em diâmetro da planta, isto é, são responsáveis pelo alargamento vegetal de troncos e caules. Apenas as gimnospermas, como pinheiros e sequóias, e certas angiospermas dicotiledôneas, como o ipê e o flamboyant, apresentam meristemas secundários.

Sabe-se que as auxinas podem agir como indutores ou inibidores do crescimento, dependendo de sua concentração num determinado órgão.

Podemos verificar que:

  • Concentrações abaixo de um determinado ponto mínimo são insuficientes para promover o crescimento;

  • Já concentrações acima de um determinado ponto máximo inibem totalmente o crescimento;

  • Entre os pontos mínimos e máximos de uma espécie existe sempre uma concentração ótima, com o qual o crescimento é mais rápido.

As raízes são, geralmente, muito mais sensíveis à ação das auxinas do que os caules. Isso significa que a faixa exigida pelas raízes está aquém da faixa exigida pelos caules.

Se aplicarmos auxina às raízes de uma planta crescendo normalmente algo interessante acontecerá: em geral o crescimento destas será retardado; todavia, se removermos as extremidades da raiz, eliminando assim o seu suprimento próprio de auxina, então o crescimento deverá acelerar.

Como as concentrações de auxina no caule e na raiz são aproximadamente as mesmas, concluímos que a raiz é mais sensível à auxina do que ao caule.

Veja o gráfico abaixo:

gráfico dos níveis de AIA

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Documentário sobre os índios Ashaninkas – Sistema agroflorestal indígena

A gente luta mas come fruta

Vídeo nas Aldeias – documentário sobre o os povos que moram na região do Alto Juruá.

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As Plantas e a Lua

A influência do Ciclo Lunar no Fluxo da Seiva e na Agricultura

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Observar a LUA ajuda a marcar, através de seus ciclos, etapas de plantio, cultivo e colheita.

Lua NOVA :: Semeadura / plantio de tudo o que cresce acima da terra. Corte de bambu para a construção. Colheita e plantio de raízes, tubérculos, rizomas e bulbos. PODAS gerais para a produção de matéria seca.

Lua CRESCENTE :: A seiva sobe para as folhas, concentrando nos talos e ramos. Plantio de tudo o que cresce acima da terra (ex: tomate, laranja, alface, milho, soja etc). Colheita de folhas (medicinais) e, pouco antes da lua cheia, colheita de cereais. PODAS com maior produção de biomassa para adubo verde. Final da crescente: corte de madeira para lenha.

Lua CHEIA :: Seiva nas folhas – maior luminosidade lunar. Colheita de flores, frutos e folhas. Plantio de flores, frutos e folhas. Deve-se evitar mexer muito nas plantas, limitando-se a retirar folhas secas e galhos. PODAS com maior produção de biomassa para adubo verde. Perto da lua cheia, as plantas estão com seus aromas potencializados, atraindo animais.

Lua MINGUANTE :: A seiva desce para as raízes. Ideal para plantio / semeadura de tudo o que cresce abaixo da terra (ex: alho, cenoura, cebola, mandioca, batata, rabanete etc). Podas / corte de árvores e bambus. Pouco antes da lua nova, ideal para colheita de sementes. Dê preferência para intercalar adubações de 15 em 15 dias, sendo uma durante o último quarto minguante.

Anderson Porto

Fonte: www.TudoSobrePlantas.com.br/default.asp#lua

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Segundo a publicação sugerida pelo Mateus Rübenich, “Influência lunar sobre plantas hortícolas” de Salim Simão, da ESALQ/ Piracicaba (sem data) :

“Não foram encontradas influências das fases da lua, na produção de várias hortaliças, mesmo nas tidas como sensíveis a elas. ”

Link: http://www.scielo.br/pdf/aesalq/v14-15/08.pdf

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“Queremos uma horta em casa”: Saiba como os ciclos da lua podem ajudar

Hortaliças, tubérculos, leguminosas, ervas… Cada grupo, com suas variadas espécies, tem a melhor época de semear e colher. Observar a natureza é uma das melhores formas de aprender.

Ter uma horta orgânica em casa passou a ser o objeto de desejo de muitas famílias. Se você também deseja produzir alimentos livres de agrotóxicos e frescos, estude o melhor espaço para receber terra onde você mora. Em um canteiro de 3 x 4 metros já é possível iniciar uma pequena produção orgânica.

Importante fazer um breve estudo de horticultura, a começar pelos instrumentos e equipamentos que são necessários, além das noções sobre solo, germinação de sementes, reconhecimento e controle de ervas daninhas e pragas, para então iniciar o projeto da horta da família. Outro fator importante, na opinião de Anderson Porto, pequeno produtor rural e criador do portal Tudo Sobre Plantasé desenvolver uma leitura mais próxima da natureza. “Observar os ciclos da lua pode ajudar a marcar as melhores épocas de plantio, cultivo e colheita”, ele acrescenta.

Como os ciclos da lua podem ajudar na horticultura

Lua Nova: Melhor época para acontecer a semeadura, o plantio de tudo o que cresce acima da terra. Ideal também para o corte de bambu para construção; colheita e plantio de raízes, tubérculos, rizomas e bulbos; podas gerais para a produção de matéria seca.

Lua Crescente: Nesta época, a seiva sobe para as folhas, concentrando-se nos talos e ramos. Quando também pode ocorrer o plantio de tudo o que cresce acima da terra (tomate, laranja, alface, milho, soja são alguns exemplos). Durante a lua crescente, costuma acontecer a colheita de folhas (medicinais) e, pouco antes da lua cheia, a colheita de cereais. Podas com maior produção de biomassa para adubo verde estão em boa fase. Já no final da lua crescente, costuma ocorrer o corte de madeira para lenha.

Lua Cheia: Perto da lua cheia, as plantas estão com seus aromas potencializados, atraindo animais. No período de maior luminosidade lunar, a seiva está nas folhas. A lua cheia é ideal para a colheita de flores, frutos e folhas, assim como o plantio. Deve-se evitar mexer muito nas plantas, limitando-se a retirar folhas secas e galhos. Podas com maior produção de biomassa para adubo verde estão em boa fase.

Lua Minguante: A seiva desce para as raízes. Boa época para plantio, semeadura de tudo o que cresce abaixo da terra (alho, cenoura, cebola, mandioca, batata, rabanete são alguns exemplos). Podas e corte de árvores e bambus estão em boa fase. Pouco antes da lua nova, é o momento ideal para colheita de sementes. Dê preferência para intercalar adubações de 15 em 15 dias, sendo uma delas durante o último quarto minguante.

fonte: [ Fluid ]

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