As Plantas e a Lua

A influência do Ciclo Lunar no Fluxo da Seiva e na Agricultura

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Observar a LUA ajuda a marcar, através de seus ciclos, etapas de plantio, cultivo e colheita.

Lua NOVA :: Semeadura / plantio de tudo o que cresce acima da terra. Corte de bambu para a construção. Colheita e plantio de raízes, tubérculos, rizomas e bulbos. PODAS gerais para a produção de matéria seca.

Lua CRESCENTE :: A seiva sobe para as folhas, concentrando nos talos e ramos. Plantio de tudo o que cresce acima da terra (ex: tomate, laranja, alface, milho, soja etc). Colheita de folhas (medicinais) e, pouco antes da lua cheia, colheita de cereais. PODAS com maior produção de biomassa para adubo verde. Final da crescente: corte de madeira para lenha.

Lua CHEIA :: Seiva nas folhas – maior luminosidade lunar. Colheita de flores, frutos e folhas. Plantio de flores, frutos e folhas. Deve-se evitar mexer muito nas plantas, limitando-se a retirar folhas secas e galhos. PODAS com maior produção de biomassa para adubo verde. Perto da lua cheia, as plantas estão com seus aromas potencializados, atraindo animais.

Lua MINGUANTE :: A seiva desce para as raízes. Ideal para plantio / semeadura de tudo o que cresce abaixo da terra (ex: alho, cenoura, cebola, mandioca, batata, rabanete etc). Podas / corte de árvores e bambus. Pouco antes da lua nova, ideal para colheita de sementes. Dê preferência para intercalar adubações de 15 em 15 dias, sendo uma durante o último quarto minguante.

Anderson Porto

Fonte: www.TudoSobrePlantas.com.br/default.asp#lua

[edit]

Segundo a publicação sugerida pelo Mateus Rübenich, “Influência lunar sobre plantas hortícolas” de Salim Simão, da ESALQ/ Piracicaba (sem data) :

“Não foram encontradas influências das fases da lua, na produção de várias hortaliças, mesmo nas tidas como sensíveis a elas. ”

Link: http://www.scielo.br/pdf/aesalq/v14-15/08.pdf

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Pesquisador afirma: árvores conversam entre si, detectam perigos ao redor e ajudam as plantas mais velhas a se alimentarem

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As árvores têm amigos, sentem-se solitárias, gritam de dor e se comunicam por debaixo da terra via “woodwide web“. É o que afirma o engenheiro florestal Peter Wohlleben, no livro recém-lançado The Hidden Life of Trees (A Vida Oculta das Árvores, em português).

Segundo Wohlleben, algumas árvores agem como pais das outras e como boas vizinhas. Outras fazem mais do que projetar sombras: elas são verdadeiras defensoras contra espécies rivais. As mais novas correm riscos na ingestão de líquidos e na queda das folhas – e então mais tarde se lembram dos erros cometidos.

Certamente, sua próxima caminhada no parque será diferente, se você imaginar que embaixo dos seus pés as raízes das árvores estão crepitando com um bate-papo cheio de energia! O autor acredita que nós não sabemos nem metade do que está acontecendo debaixo da terra e das cascas das árvores: “Nós estamos olhando para a natureza há mais de 100 anos como se ela fosse uma máquina”, argumenta.

Wohlleben – sobrenome que, coincidentemente, quer dizer “viver bem” – desenvolveu seu pensamento ao longo da última década, enquanto observava o poderoso, e interessante sistema de sobrevivência da floresta de faia antiga, que ele gerencia nas montanhas Eifel, na Alemanha.

“A coisa que mais me surpreendeu é quão sociais as árvores são. Eu tropecei em um velho toco um dia e vi que ainda estava vivo, embora tivesse 400 ou 500 anos, sem qualquer folha verde. Todo ser vivo precisa de nutrição. A única explicação é que ele foi mantido com uma solução de açúcar dada pelas árvores vizinhas, a partir de suas raízes.

Como engenheiro florestal, eu aprendi que as árvores são concorrentes que lutam umas contra as outras, pela luz, pelo espaço, e ali eu vi que acontece o contrário. As árvores são muito interessadas em manter todos os membros de sua comunidade vivos”.

A chave para isso, ele acredita, é a chamada “woodwide web” (numa alusão à rede mundial de computadores, a worldwide web).

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Filamentos de fungos chamados micélios formam uma rede conhecida como micorriza

Quando estão sob ataque, as árvores comunicam sua angústia para as outras a seu redor emitindo sinais elétricos a partir de suas raízes e de redes formadas por fungos (algo que se assemelha ao nosso sistema nervoso). Pelos mesmos meios, elas alimentam árvores atingidas, alimentam algumas mudas (seus “filhos mais amados”) e restringem outras para manter a comunidade forte.

“As árvores podem reconhecer com suas raízes quem são suas amigas, quem são seus familiares e onde estão seus filhos. Elas também podem reconhecer árvores que não são tão bem-vindas”, ele explica.

Na análise de Wohlleben, é quase como se as árvores tivessem sentimentos e caráter. “Nós pensamos que as plantas são robóticas, seguindo um código genético. Plantas e árvores sempre têm uma escolha sobre o que fazer. As árvores são capazes de decidir, ter memórias e até mesmo personas diferentes. É possível que existam os mocinhos do bem e os do mau”, completa.

O livro The Hidden Life of Trees, What They Feel, How They Communicate, de Peter Wohlleben, foi publicado pela editora Greystone Books e está disponível em alemão e inglês.

Fonte: [ The Greenest Post ]

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SiSTSP – Cravo (Syzygium aromaticum)

NOME CIENTIFICO: Syzygium aromaticum
NOME(S) POPULAR(ES): Cravo, Cravo-da-índia, Craveiro-da-índia, Cravina-de-túnis, Cravo-de-cabecinha, Cravoária, Rosa-da-índia
FAMILIA (Cronquist): Mirtaceae
FAMILIA (APG): Myrtaceae
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O “cravo-da-índia” é uma árvore nativa das ilhas Molucas, na Indonésia.

Atualmente é cultivado em outras regiões do mundo, como as ilhas de Madagascar e de Granada.

O botão de sua flor, seco, é empregado na culinária como condimento para pratos doces, utilizado como especiaria desde a antiguidade e na fabricação de medicamentos.

O seu óleo tem propriedades antissépticas, sendo bastante usado em odontologia.

Uma das especiarias mais valorizadas, no mercado do início do século XVI um quilo de cravo equivalia a sete gramas de ouro.[4]

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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=373178
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 12/05/2017 22:01:48, por Anderson Porto.
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Conteúdo Programático do curso HORTA EM PEQUENOS ESPAÇOS – edição 2017

Conteúdo Programático do curso “Horta em Pequenos Espaços”.

Clique na imagem para acessar o PDF.

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“Queremos uma horta em casa”: Saiba como os ciclos da lua podem ajudar

Hortaliças, tubérculos, leguminosas, ervas… Cada grupo, com suas variadas espécies, tem a melhor época de semear e colher. Observar a natureza é uma das melhores formas de aprender.

Ter uma horta orgânica em casa passou a ser o objeto de desejo de muitas famílias. Se você também deseja produzir alimentos livres de agrotóxicos e frescos, estude o melhor espaço para receber terra onde você mora. Em um canteiro de 3 x 4 metros já é possível iniciar uma pequena produção orgânica.

Importante fazer um breve estudo de horticultura, a começar pelos instrumentos e equipamentos que são necessários, além das noções sobre solo, germinação de sementes, reconhecimento e controle de ervas daninhas e pragas, para então iniciar o projeto da horta da família. Outro fator importante, na opinião de Anderson Porto, pequeno produtor rural e criador do portal Tudo Sobre Plantasé desenvolver uma leitura mais próxima da natureza. “Observar os ciclos da lua pode ajudar a marcar as melhores épocas de plantio, cultivo e colheita”, ele acrescenta.

Como os ciclos da lua podem ajudar na horticultura

Lua Nova: Melhor época para acontecer a semeadura, o plantio de tudo o que cresce acima da terra. Ideal também para o corte de bambu para construção; colheita e plantio de raízes, tubérculos, rizomas e bulbos; podas gerais para a produção de matéria seca.

Lua Crescente: Nesta época, a seiva sobe para as folhas, concentrando-se nos talos e ramos. Quando também pode ocorrer o plantio de tudo o que cresce acima da terra (tomate, laranja, alface, milho, soja são alguns exemplos). Durante a lua crescente, costuma acontecer a colheita de folhas (medicinais) e, pouco antes da lua cheia, a colheita de cereais. Podas com maior produção de biomassa para adubo verde estão em boa fase. Já no final da lua crescente, costuma ocorrer o corte de madeira para lenha.

Lua Cheia: Perto da lua cheia, as plantas estão com seus aromas potencializados, atraindo animais. No período de maior luminosidade lunar, a seiva está nas folhas. A lua cheia é ideal para a colheita de flores, frutos e folhas, assim como o plantio. Deve-se evitar mexer muito nas plantas, limitando-se a retirar folhas secas e galhos. Podas com maior produção de biomassa para adubo verde estão em boa fase.

Lua Minguante: A seiva desce para as raízes. Boa época para plantio, semeadura de tudo o que cresce abaixo da terra (alho, cenoura, cebola, mandioca, batata, rabanete são alguns exemplos). Podas e corte de árvores e bambus estão em boa fase. Pouco antes da lua nova, é o momento ideal para colheita de sementes. Dê preferência para intercalar adubações de 15 em 15 dias, sendo uma delas durante o último quarto minguante.

fonte: [ Fluid ]

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SiSTSP – Planta-jade (Portulacaria afra)

NOME CIENTIFICO: Portulacaria afra
NOME(S) POPULAR(ES): Planta-jade, Planta-jade-anã, Abundância
FAMILIA (Cronquist): Portulacaceae
FAMILIA (APG): Didieraceae
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É chamada de “árvore-da-abundância”. Pode chegar a 6 metros de altura.

Muito utilizada como cerca-viva, plantada direto no solo, ou em vasos decorando.

É muito utilizada na arte do bonsai também.
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=10571
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 07/05/2017 16:06:22, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Boldo-africano (Gymnanthemum amygdalinum)

NOME CIENTIFICO: Gymnanthemum amygdalinum
NOME(S) POPULAR(ES): Boldo-africano, Boldo-baiano, Estomalina
FAMILIA (APG): Asteraceae
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O boldo africano é um pequeno arbusto empregado na medicina popular como antipirético, laxativo, antimalárico e anti-helmíntico.[2]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=5840
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 07/05/2017 14:05:04, por Anderson Porto.
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O gasto de água pelas plantas

Por Ana Maria Primavesi

A falta de água ocorre tanto pela absorção deficiente como pelo gasto excessivo. A quantidade de água gasta por uma planta varia muito segundo sua nutrição, a espécie e a incidência do vento.

O gasto de água é muito maior em plantas mal nutridas. Assim, batatinhas em solo pobre gastam mais do que o dobro de água que em terra adubada, e forrageiras em terra pobre gastam quase o triplo do que em estado bem nutrido.

Verifica-se que o uso econômico de água pela planta ocorre somente quando esta for bem nutrida. Por outro lado deve ser ressaltado que a planta pode ser bem nutrida em solo adubado ao lado da semente ou em solo mais pobre mas com a possibilidade de expansão, explorando um volume grande de solo com suas raízes.

Plantas bem providas de potássio transpiram menos e quando têm à sua disposição quantidades suficientes de manganês, zinco, cobre e boro, o seu plasma torna-se mais viscoso, elas gastam a água de maneira mais econômica. Vale, portanto, a regra:

Planta mal nutrida gasta mais água!

Se a planta é bem ou mal nutrida não depende somente dos elementos maiores (macro nutrientes). A planta é bem nutrida quando tem à sua disposição todos os nutrientes que necessita para formar as substâncias próprias à espécie e à variedade.

Deve-se distinguir claramente entre a capacidade de absorção pela raiz, que é própria à variedade, e à proporção dos elementos nutritivos na planta, que não varia dentro da espécie e até pode ser semelhante em espécies diferentes. Este aspecto ressalta a importância da raiz e suas propriedades diferentes.

Importante é que a metabolização dos elementos nutritivos seja a mais rápida possível e que seu transporte dentro da planta seja garantido.

Assim, a quantidade de micronutrientes que cada planta e variedade necessita encontrar no solo varia. O milho sofre facilmente da deficiência de boro, zinco e cobre, o trigo de manganês e o cobre, o café de boro, zinco e manganês, o fumo de cobre e boro, etc.

Como dito, a nutrição da planta não depende somente de uma adubação completa mas igualmente do espaço de solo que a raiz pode explorar. Assim, um solo “pobre” é capaz de produzir a hileia amazônica com suas árvores frondosas com até 3 metros de diâmetro e parece que a “pobreza” do solo depende não somente do volume de solo explorado, que pode ser restrito por camadas adensadas, mas igualmente do potencial da raiz para mobilizar nutrientes de formas não consideradas como disponíveis nas análises de rotina.

O adensamento do solo, porém, é um impedimento decisivo no abastecimento com água por confinar as raízes a camadas muito superficiais. As condições de desenvolvimento de uma planta vão piorando à medida em que o solo vai se adensando e compactando por causa da deterioração de sua estrutura grumosa.

Assim, o gasto de água pela planta depende:

1. Da adaptação ao ambiente em que cresce
2. Da umidade relativa do ar que será mais baixa onde houver maior incidência de vento
3. Da frequência do vento. Plantas expostas ao vento transpiram mais água mas produzem menos
4. Da viscosidade do plasma celular, que aumenta com um metabolismo ativo
5. Da intensidade de transpiração, que diminui em presença de micronutrientes
6. Da possibilidade de manter os estômatos abertos durante o dia para garantir a continuidade da fotossíntese
7. Da possibilidade de fechar os estômatos quando as condições se tornarem adversas (calor e uma brisa de vento constante) a fim de evitar perdas excessivas de umidade. E para isso precisa-se de potássio.

O manejo da água no solo depende, pois, essencialmente, da perícia do agricultor como o manejo do dinheiro depende da perícia do administrador.
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Fonte: Ana Maria Primavesi

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O que não te contaram sobre o Míldio nas parreiras

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Todo ano é a mesma coisa. Chega uma certa época do ano e a parreira é “atacada” por este fungo e perde todas as folhas.

Segundo a literatura sobre cultivo de parreiras de uvas:

com a chegada do verão e início das chuvas, a viticultura passa pelo momento mais crítico com relação ao míldio, doença causada pelo fungo Plasmopara viticola – provavelmente a mais séria das doenças para a cultura da uva. O míldio é uma doença mundial, sendo problema onde o desenvolvimento da cultura é acompanhado pela alta umidade e temperaturas moderadas a quentes. A temperatura ótima para o desenvolvimento da doença é de 18oC a 24oC, com um mínimo de 12oC a 13oC e um máximo de 30oC.“[1]

Pois bem… Ao longo dos anos comecei a reparar que as plantas desenvolveram interações com outras espécies no meio ambiente. Elas literalmente “conversam” com insetos através de atrativos químicos e outras formas de comunicação.

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Comecei a perceber então que o “míldio” faz parte do ciclo natural da Vitis vinifera, ocorrendo todos os anos. Sua função é fazer com que a parreira perca suas folhas, e assim elas possam armazenar água para a época de dormência (abril a agosto).

Perder as folhas significa menos evapotranspiração. A planta passa a bombear menos água para a atmosfera, digamos assim.

É claro, ocorrer naturalmente não significa que deva-se deixar se instalar ou alastrar num cultivo destinado a comercialização. Ao investir numa produção de uvas gasta-se tempo e dinheiro, e portanto torna-se necessário obter um retorno desse investimento.

Para isso, em um cultivo que respeite o meio ambiente, existem as plantas bioindicadoras (pr ex., roseiras) plantadas perto, fungicidas e fertilizantes orgânicos. As soluções existem.

Em cultivos caseiros não há necessidade de combate. Basta acompanhamento. Você abdica do controle em prol do ciclo natural e apenas observa a natureza seguir seu curso.

Quis apenas trazer esse assunto à baila porque reparei que esse pequeno “detalhe”, a ocorrência de forma natural do míldio não é destacada devidamente nas publicações sobre este assunto. Ninguém fala sobre isso.

Colocam sempre o míldio como uma praga, devastador, etc., sem comentar sobre ele fazer parte do ciclo natural da Vitis vinifera.

Interessante, não?

Abraços!

Anderson Porto
(25/04/2017)
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[1] http://www.grupocultivar.com.br/artigos/uva-hora-do-ataque-do-mildio

[2] Mais infos sobre Vitis vinifera: http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=22240

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4º Curso de HORTAS em Pequenos Espaços – ONLINE – edição 2017

Sobre o CURSO

O curso é uma introdução ao Cultivo de Hortas Orgânicas em Pequenos Espaços. Irá preparar você para dominar todas as etapas de cultivo orgânico de alimentos, temperos e plantas aromáticas, utilizando espaços ensolarados que estejam disponíveis em áreas cimentadas, paredes, varandas, janelas e pequenos pedaços de terra no quintal.

O curso prepara os alunos para desenvolverem com máxima eficiência HORTAS COMUNITÁRIAS em quintais, escolas, terrenos baldios e/ou espaços públicos no condomínio.

Início, dias da semana e carga horária

O curso começa dia 5 de JUNHO de 2017, com carga horária máxima de 14h, em dois dias na semana: SEGUNDA e QUARTA.

São 4 aulas de até 2 horas cada, das 20 às 22h, podendo haver uma aula extra, caso seja necessário tirar dúvidas.

Nível do curso – público alvo

O curso é voltado para INICIANTES, pessoas que nunca plantaram ou que desejam aprender técnicas específicas para o cultivo de plantas em pequenos espaços.

Para fazer algumas atividades é necessário habilidade no manuseio de soldas elétricas, tesouras, serras, serrotes e/ou furadeiras, além de vasos, garrafas PET e demais materiais e ferramentas necessárias para o plantio.

Objetivo geral

Os alunos assistem as aulas no conforto de sua casa ou trabalho, via ambiente virtual de EAD (Educação à Distância via Internet), com apresentação de slides do curso e áudio transmitido online em tempo real, com espaço para comentários e perguntas para o professor.

Serão apresentadas informações sobre todo o ciclo de cultivo de alimentos, começando pela germinação de sementes, a preparação de substratos, como fazer compostagem, como e quando fazer o transplante de mudas, quais os tratos culturais necessários, como fazer a adubação, como instalar uma irrigação automática e quando e como fazer a colheita.

Durante o curso são passadas atividades para colocar em prática aquilo que o aluno está aprendendo. Desta forma, na próxima aula todos podem tirar dúvidas e comentar sobre possíveis dificultades que estejam tendo. Mais do que simplesmente um curso, é também uma consultoria online com um profissional especializado.

Ao final do curso os alunos estarão capacitados a cultivar seu próprio alimento orgânico, desenvolendo um contato maior com as plantas e economizando para sempre nas compras do mês.

Foi criado um grupo de estudos específico  para o curso no Facebook, para que os alunos possam trocar experiências e receber orientações durante e após o curso.

Valor e inscrições

Valores a partir de 11/04/2017:

  • Valor integral: R$ 198,00.
  • Parcelado em 03 vezes de R$ 79,00.

Pagamento por depósito em conta. Dados da conta enviados por email, após a inscrição.

[ CLIQUE AQUI PARA SE INSCREVER ]

É necessário o envio dos comprovantes de depósito para confirmar as inscrições, até 20/05/2017, por email: tudosobreplantas@gmail.com

A prioridade nas inscrições foi dada a todos que responderam a pesquisa do curso.

RESTAM POUCAS VAGAS!
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Sobre o AUTOR

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O gestor do projeto Tudo Sobre Plantas, Anderson C. Porto, possui mais de 10 mil horas de experiência no cultivo de hortas orgânicas e plantas em geral.

Formado em Tecnologia em Processamento de Dados, pela FACHA-RJ, em outubro de 2002 começou o projeto Tudo Sobre Plantas criando um grupo de estudos sobre plantas, e desde então vem cadastrando informações e fotos de espécies nativas ou exóticas cultivadas em um banco de dados de acesso público e gratuito na Internet.

Durante todos esses anos já ministrou cursos e workshops de plantio, cultivo de bonsai e instalação de irrigação automática.

Possui formação técnica em produção de mudas, implementação de floriculturas, sistemas produtivos, manejos culturais e recuperação de nascentes. É autodidata em poda de frutíferas, cultivo de bonsai, reaproveitamento e economia de água, instalação e manutenção de sistemas de irrigação por gotejamento e aspersão, berçários de germinação de sementes, compostagem acelerada e utilização de areia em substratos. Fora a paixão por fotografia.

Como desafio, durante os últimos 5 anos desenvolveu técnicas específicas para o plantio com areia, compostagem acelerada e cultivos visando a economia de água. O curso atual é um resumo desta experiência.

É o atual gestor da fanpage do projeto Tudo Sobre Plantas no Facebook:
https://www.facebook.com/tudosobreplantas/

+ informações por email: tudosobreplantas@gmail.com

Bom curso a todos e todas!

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