SiSTSP – Cajá-mirim (Spondias mombin)

NOME CIENTIFICO: Spondias mombin
NOME(S) POPULAR(ES): Cajá-mirim, Acaíba, Taperebá, Acajá, Acajaíba, Cajá-pequeno, Cajazeira, Cajazeiro, Serigüela, Taperibá
FAMILIA (Cronquist): Anacardiaceae
FAMILIA (APG): Anacardiaceae
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O fruto da cajazeira é conhecido no Brasil com os seguintes nomes: cajá, cajá-mirim, taperebá e cajá verdadeiro.

Nas diversas regiões produtoras, os frutos são comercializados em feiras livres e beiras de estradas, juntamente com outras frutas regionais. Entretanto a maior parte da produção é vendida para as agroindústrias regionais. [4]

O chá de suas folhas vem sendo utilizado há bastante tempo, por suas propriedades anti-viróticas, notadamente contra o vírus da herpes simples e da herpes dolorosa, sem registros de efeitos colaterais.

Estudos relatam que a planta é rica em polifenóis que apresentam atividades farmacológicas, destacando-se as atividades antiviróticas.[9]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=370632
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 20/08/2016 00:28:46, por Anderson Porto.
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Maior jequitibá do Brasil é encontrado no sul da Bahia

Jequitibá com 48 metros de altura total e 4,35 metros de diâmetro

Jequitibá com 48 metros de altura total e 4,35 metros de diâmetro

O grande ganhador da 1ª Edição do Concurso Maiores Árvores da Região Sul da Bahia, a Fazenda Monte Florido, do proprietário Rodrigo Barreto, no município de Camacã, conquistou o prêmio por ter um jequitibá de 48 metros de altura total e 4,35 metros de diâmetro. Para a surpresa de todos, o resultado também revelou o maior exemplar da espécie do Brasil, título, até então, do jequitibá-rosa localizado no Parque Estadual de Vassununga, em Santa Rita do Passa Quatro (SP), com 40 metros de altura e 4m de diâmetro, segundo a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

O maior jequitibá do Brasil foi encontrado em área de produção cabruca, sistema que ajuda a conservar os biomas da Mata Atlântica e da Amazônia apresentando oportunidades para atuais e futuras gerações. A importância da cabruca para a biodiversidade está em proteger espécies nativas como o jequitibá, além de propiciar que animais ameaçados de extinção, como o mico-leão da cara dourada, por exemplo, usufruam deste cenário, em boas condições, para se deslocar entre fragmentos.

A metodologia utilizada pelo concurso foi definida pelo volume da árvore em m³, por meio da equação Spurr, considerando volume com casca, DAP (Diâmetro a Altura do Peito) e altura total, já que o foco não era comercial e sim pesquisa.

Imponente pela grandeza, o jequitibá Manduca, como foi batizado, chama a atenção de longe. No meio de tantas outras espécies,  tem lugar de destaque e ganha atenção pela sua exuberância. Para chegar até ele é preciso enfrentar uma trilha ainda pouco explorada e de acesso  complicado. Para facilitar a visita,  o contemplado do concurso receberá um prêmio no valor de R$20.000 para investir em uma trilha de ecoturismo acompanhada de um plano de negócio.

A iniciativa caiu nas graças da atriz Camila Pitanga, que gravou de forma voluntária um vídeo reforçando a relevância da ação, fomentada pelo Instituto Cabruca. Na produção ela manifesta seu apoio ao Programa , convida a sociedade a participar e destaca a importância de se conservar o Bioma Mata Atlântica. Quem também contribui como voluntário com a ação foram os atores Aury Porto e Pascoal da Conceição, o eterno Dr. Abobrinha, do infantil Castelo Rá-Tim-Bum. Assim como Camila, eles manifestaram seu apoio ao Programa Árvores da Cabruca. Os atores estão juntos na peça O Duelo, integrando a mundana companhia.

O Concurso

Em 2013, o Instituto Cabruca lançou o Programa Árvores da Cabruca, com o objetivo de formar produtos ecoturísticos associados a cadeia produtiva do cacau e chocolate e reconhecer e conservar as maiores árvores da região Sul da Bahia. Uma das ações do programa é o Concurso “Maiores Árvores da Região Sul da Bahia”, a partir do qual serão escolhidas as dez maiores árvores de uma determinada categoria e o vencedor será contemplado com o prêmio no valor de R$ 20.000,00 para investir em uma trilha interpretativa de ecoturismo acompanhada de um plano de negócio, projetada por um especialista da área de Ecoturismo.

O jequitibá foi a espécie homenageada na primeira edição da iniciativa. Entre os objetivos da ação, podemos citar: identificação de árvores centenárias; ampliação do número de visitas ao local, estimulando o turismo rural; estímulo  à conservação de grandes árvores; premiação dos agricultores que possuem os maiores indivíduos arbóreos presentes em áreas do Sistema Agroflorestal Cacau – Cabruca e Mata Atlântica e  Tombamento dos maiores exemplares de árvores de diferentes espécies na região, como patrimônio histórico, cultural e paisagístico.

Fonte: [ ideiaweb ]

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SiSTSP – Mamilaria (Mammillaria geminispina)

NOME CIENTIFICO: Mammillaria geminispina
NOME(S) POPULAR(ES): Mamilaria
FAMILIA (Cronquist): Cactaceae
FAMILIA (APG): Cactaceae
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=19339
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 13/08/2016 22:59:19, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Barba-de-velho (Pilosocereus leucocephalus)

NOME CIENTIFICO: Pilosocereus leucocephalus
NOME(S) POPULAR(ES): Barba-de-velho
FAMILIA (Cronquist): Cactaceae
FAMILIA (APG): Cactaceae
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=18510
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 13/08/2016 22:42:08, por Anderson Porto.
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SiSTSP – (Deuterocohnia lotteae)

NOME CIENTIFICO: Deuterocohnia lotteae
FAMILIA (Cronquist): Bromeliaceae
FAMILIA (APG): Bromeliaceae
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=18509
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 13/08/2016 22:18:12, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Stapelia (Stapelia gigantea)

NOME CIENTIFICO: Stapelia gigantea
NOME(S) POPULAR(ES): Stapelia, Flor-estrela, Estrela-do-mar-africana, Flor-carniça, Planta-sapo
FAMILIA (Cronquist): Apocynaceae
FAMILIA (APG): Apocynaceae
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As flores de certas espécies, principalmente a da Stapelia gigantea, podem atingir 41 cm (16 polegadas) de diâmetro quando totalmente abertas.

A maioria das flores são visivelmente cabeludas na superfície e geram odor de carne podre, atraindo agentes polinizadores especializados diversos, principalmente as moscas varejeiras. Elas freqüentemente põem ovos em torno do coroas de flores da Stapelia.[3]

São excelente opção para vasos de parede, jardineiras e bacias no jardim.[4]

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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=14481
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 12/08/2016 17:10:03, por Anderson Porto.
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tudosobreplantas_14481_VG

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SiSTSP – (Glottiphyllum longum)

NOME CIENTIFICO: Glottiphyllum longum
FAMILIA (Cronquist): Aizoaceae
FAMILIA (APG): Aizoaceae
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Suculenta nativa do deserto de Karoo, África do Sul.
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=8704
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 12/08/2016 00:52:16, por Anderson Porto.
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Olha só que ideia fantástica

Vamos criar uma forma FÁCIL de doar alimentos a quem tem fome ou realmente precisa.

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Uma ideia que pode mudar o mundo. Iremos compartilhar o excedente dos alimentos, mudas e sementes através de um aplicativo GRATUITO para celulares.

Participe!  Acesse o link e escolha sua recompensa: https://goo.gl/UB69oz

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Escolhemos a parceria com o site Benfeitoria.com, que possui vasta experiência na orientação para este tipo de campanha e vários casos de sucesso.

É TUDO OU NADA. Se atingirmos a meta poderemos ampliar a forma como as pessoas que cultivam fazem contato com outros produtores. Se não, todo o dinheiro será devolvido a quem o apoiou.

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Acesse a página da campanha aqui: https://goo.gl/UB69oz

Uma campanha de financiamento colaborativo (“crowdfunding“) é uma forma de unir pessoas contribuindo para a realização de uma ideia bacana. No nosso caso, a criação de um aplicativo para celulares que possibilite a troca de alimentos, mudas e sementes.

Estamos começando a angariar fundos ($), via financiamento colaborativo, para a criação deste aplicativo para celulares. Esta é a meta principal.

Todos podem contribuir e de forma segura, pois é “tudo ou nada”, isto é, se não atingirmos a meta o dinheiro volta para todos que contribuiram. Se atingirmos aí entramos na fase de produção das recompensas e criação do aplicativo.

Quem investe no projeto recebe RECOMPENSAS exclusivas desta campanha.

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Colabore, faça a sua parte, contribua!

Acesse a página da campanha aqui: https://goo.gl/UB69oz

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O uso do carvão no cultivo de frutíferas e outras plantas

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Um *segredo* que aprendi ao longo de anos de cultivo de frutíferas aqui no horto: carvão. 😉

Colocar no fundo do berço (camada mais profunda) na hora de plantar as mudas. Junto, por cima do carvão, uma pazinha generosa de calçário agrícola ou farinha de casca de ovos, depois cobrir com um palmo de terra e daí seguir normalmente com o plantio.

“A ideia é tentar reproduzir este material usando tecnologia moderna. O que a gente pretende fazer, através da pirólise, é pegar os resíduos que não têm destino, carbonizar esta biomassa e aplicar esta matéria orgânica carbonizada no solo. Com as transformações que vão ocorrer naturalmente este solo vai se parecer muito com a terra preta de índio e nós vamos conseguir atingir o alto índice de fertilidade e retenção de nutrientes.” [3]

É adubação garantida durante anos!

QUAL CARVÃO USAR?

Melhor usar carvão vegetal desses comuns mesmo. De churrasqueira só pode usar cinzas se não tiver sal nem gordura.

Basicamente você está fornendo matéria orgânica carbonizada ao solo, melhorando a fertilidade, a retenção de nutrientes e fornecendo fósforo.

A adição de cálcio permite diminuir a acidez do solo (aumenta o ph)[5] e estabilizar a troca de cátions (EC)[6].

A COMPOSIÇÃO QUÍMICA DO CARVÃO VEGETAL

O carvão vegetal é obtido a partir da queima ou carbonização de madeira, após esse processo resulta em uma substância de cor preta.

No cotidiano o carvão vegetal é utilizado como combustível de aquecedores, lareira, churrasqueiras e fogões a lenha, além de abastecer alguns setores industriais como as siderúrgicas.

O carvão também é usado na medicina, nesse caso chamado de carvão ativado oriundo de determinadas madeiras de aspecto mole e não resinosas.[2]

Composição:

  • Carbono 59.87%
  • Hidrogênio 3.78%
  • Oxigênio 7.01%
  • Enxofre 2.51%
  • Cinzas 26.83%
  • Total 100%

A DIFERENÇA ENTRE CARVÃO VEGETAL E MINERAL

Carvão Mineral é um combustível natural extraído da terra por de processos minerais. É um mineral de cor preta ou marrom prontamente combustível. É composto primeiramente por átomos de carbono e hidrocarbonetos sob a forma de betumes.

Carvão vegetal é uma substância de cor negra obtida pela carbonização da madeira ou lenha. É muito utilizado como combustível para aquecedores, lareiras, churrasqueiras e fogões a lenha.

Considerado um fitoterápico, o carvão vegetal para uso medicinal (carvão ativado) provém de certas madeiras moles e não resinosas (extraído de partes lenhosas, cascas e serragens), obtidos por combustão incompleta, o que lhes confere a capacidade adsorvente. [2]

A MOINHA DE CARVÃO

No Brasil, a produção de carvão vegetal é uma prática bastante antiga,porém, a grande maioria se destina à obtenção apenas do carvão comercial, sem se preocupar em aproveitar os demais componentes. O Brasil é responsável por 38,5% da produção mundial de carvão vegetal, originada de florestas cultivadas no ano de 2007, com um valor estimado de 1,9 bilhão de reais. Este carvão tem como principal destino a indústria siderúrgica, para a produção de ferro gusa e aço (BENITES, 2012).

Segundo Wendling e Paiva (2002), a moinha de carvão é um subproduto do processo de fabricação do carvão vegetal (carvoejamento), encontrado em grande quantidade e custo reduzido, principalmente em empresas que utilizam carvão vegetal como matéria-prima para a siderurgia. É um material que pode ser utilizado para a produção de mudas com finalidade de aumentar a porosidade de substratos, proporcionando plantas com bom crescimento, sistema radicular bem formado e com boa agregação ao substrato.

Pode ser utilizado em propagação por estaquia de forma quase pura na fase inicial de enraizamento das estacas, com bom resultado. É obtido no processo de peneiramento na classificação do carvão vegetal tem uma estrutura altamente porosa que se misturado ao solo ou substrato pode aumentar a porosidade, a capacidade de retenção de água e facilitar a proliferação de microrganismos benéficos (ZANETTI et al., 2003).[1]

A TERRA PRETA DE ÍNDIOS

“Surgido há dois mil anos, o solo conhecido como terra preta de índio pode ser, daqui a três anos, a solução para a agricultura produzida na região, quando uma pesquisa iniciada neste mês [julho/2011) for concluída.

A formação deste tipo de solo era resultado da decomposição de restos de plantas e animais, como mandioca e espinhas de peixes, e materiais orgânicos. Como consequência, a terra tornava-se rica em cálcio, fósforo e outros nutrientes. Para adquirir a coloração escura, a terra era carbonizada. Uma das suas principais características é alta resistência. Um ingrediente importante era o carvão queimado a baixa temperatura.”[4]

“No Brasil há relatos de uso de carvão vegetal por parte dos índios, esses realizavam a mistura da substância com gorduras de animais com finalidade de combater doenças como tumores e úlceras.”[5]

Anderson Porto
https://www.TudoSobrePlantas.com.br

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Fontes, bibliografias consultadas, mais informações:

[1] MOINHA DE CARVÃO COMO SUBSTRATO ALTERNATIVO NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE AZALEIA

[2] APRENDER QUÍMICA: CARVÃO MINERAL E CARVÃO VEGETAL

[3] TERRA PRETA DE ÍNDIO: SOLO FÉRTIL E RESISTENTE NA BACIA AMAZÔNICA

[4] Terra preta de índio pode enriquecer o solo pobre em nutrientes da Amazônia

[5] Wikipédia – Carbonato de Cálcio

[6] VARIAÇÃO DO p11, DA CONDUTIVIDADE ELÉTRICA E DA DISPONIBILIDADE DOS NUTRIENTES NITROGÊNIO, FÓSFORO, POTÁSSIO, CÁLCIO E MAGNËSIO EM QUATRO SOLOS SUBMETIDOS A INUNDAÇÃO

FINE CHARCOAL AGGLOMERATION AND ITS FEASIBILITY FOR BLAST FURNACE USAGE AND FOR ENERGY GENERATION

Composição da madeira e do carvão vegetal de Eucalyptus urophylla em diferentes locais de plantio

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SiSTSP – Oliveira (Olea europaea)

NOME CIENTIFICO: Olea europaea
NOME(S) POPULAR(ES): Oliveira, Azeitona
FAMILIA (Cronquist): Olacaceae
FAMILIA (APG): Olacaceae
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De seus frutos, as azeitonas, os homens no final do período neolítico aprenderam a extrair o azeite. Este óleo era empregado como unguento, combustível ou na alimentação, e por todas estas utilidades, tornou-se uma árvore venerada por diversos povos.

O maior olival do mundo é o da empresa Sovena, produtora de azeite do grupo português Mello. São 9.700 hectares. A sede do grupo é em Ferreira do Alentejo, Beja, Alentejo e seu mais famosos azeites são Andorinha e Oliveira da Serra, de Portugal; Soleada – Espanha; Olivari – Tunísia. A maior parte de seus olivais são superintensivos, com 1600 oliveiras por hectare.

O mais antigo registro de plantio de oliveiras no Brasil que se teve notícia foi em 1800, quando os imigrantes açorianos trouxeram as primeiras mudas de oliveiras da Europa para o Brasil e foram plantadas e cultivadas com sucesso no Rio Grande do Sul, porém em Minas Gerais existe o cultivo na cidade de Monte Verde, que é uma das mais frias do estado, e do país. Entretanto, a cidade de Maria da Fé, sul de Minas Gerais, tem se destacado no plantio e cultura, com diversos olivais instalados.

Através da EPAMIG, obteve-se em 29 de fevereiro de 2008, o primeiro azeite de oliva genuinamente brasileiro, produzido e extraído no Brasil; por outro lado, no período de 1950 a 1960, o português Antonio de Oliveita Pires produziu um excelente azeite de oliva de oliveiras plantadas em sua propriedade em Campos do Jordão, atestada como de excelente qualidade pela análise do Instituto Adolfo Lutz de São Paulo.[3]

É uma das plantas mais antigas cultivadas pelo homem e desperta fascínio, não só por sua versatilidade como, principalmente, por sua longevidade.

Muito bem adaptada aos países do Mediterrâneo, que têm o azeite como um dos principais produtos da pauta de exportação, a oliveira começa a ganhar espaço no Brasil, em especial no relevo acidentado dos arredores da Serra da Mantiqueira, com destaque para o Sul de Minas Gerais.[4]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=131
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 18/07/2016 18:57:35, por Anderson Porto.
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