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Anvisa libera medicamento fitoterápico produzido na Bahia

Fitos são produzidos com mesmo controle dos remédios convencionais

Fitos são produzidos com mesmo controle dos remédios convencionais

É crescente a quantidade de pessoas que vêm aderindo a Medicina Complementar e Alternativa (MCA) fazendo uso de medicamentos fitoterápicos no Brasil. Esse número, segundo a Associação Brasileira de Fitoterapia (Abfit), cresce a cada ano no país e no mundo e seus benefícios são comprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que recentemente aprovou o Arpynflan, um medicamento fitoterápico produzido pela indústria baiana Natulab.

O Arpynflan, um anti-inflamatório natural produzido a partir do extrato da raiz de Harpagophytum procumbens (popularmente conhecida como Garra-do-diabo), é recomendado para o tratamento de quadros reumáticos, acompanhado de dor, como artrite, artrose e lombalgia (dor na região lombar da coluna) e já é disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Além de considerar a liberação de medicamentos fitoterápicos pela Anvisa uma evolução do mercado, o farmacêutico Olavo Souza Rodrigues, Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Natulab, acredita que fornecer esses medicamentos pelo SUS aumenta ainda mais o número de usuários de fitoterápicos. “A farmácia básica do SUS ter medicamentos fitoterápicos é uma grande conquista. Desta forma, mais pessoas irão conhecer os produtos e perceber que, em alguns casos, podem fazer um tratamento alternativo com eficácia e segurança”, diz.

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Couve, o bife vegetal

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A couve está sendo chamada de bife vegetal pelo seu poder, mesmo grandioso, de nutrição. Comparada com outras verduras, está num patamar muito superior quando o tema são proteínas. Em tempos de revolução “verde”, onde ambientalistas defendem a redução da criação de animais (já que este seguimento da agro-indústria é tido como um dos maiores contribuintes para o aquecimento global), onde é cada vez maior o número de vegetarianos, e também dos defensores de uma alimentação mais saudável, há alimentos que estão recebendo o título de “futurefood”, ou a comida do futuro.

Causa disso, as investigações científicas vêm centrando-se em descobrir quais são os vegetais que podem suprir a alimentação do ser humano de uma maneira mais completa, principalmente em proteínas. Como resultado, a couve já é chamada de bife verde. Além de ser totalmente capaz de suprir o organismo com as proteínas necessárias, contém um arsenal de nutrientes, que são fundamentais para a manutenção da saúde.

Nutrição completa

Inflamações como artrite, doença cardíaca, entre outras condições auto-imunes, estão associadas ao consumo de produtos animais. A couve, assim, é uma excelente alternativa, não só para substituir o consumo de carne (para os vegetarianos), como para que o organismo não sofra deficiência de proteínas (para aqueles que querem descansar o corpo do bife diário). Sendo um dos principais alimentos anti-inflamatórios no reino vegetal, é potencialmente indicada para prevenir, e até mesmo reverter essas doenças.

Por cada caloria, uma folha de couve possui mais ferro que um bife, e mais cálcio que o leite. Contêm grande riqueza em fibra, que é um macronutriente (leia-se que é uma necessidade diária do corpo humano). Quantidade insuficiente de fibras é uma das principais causas de desordens no aparato digestivo. Alimentos ricos em proteína animal, como a carne, possuem pouca, ou quase nenhuma fibra. Já uma porção média de couve garante 5% da ingestão diária recomendada.

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Se um pedaço de carne, normalmente, o que fornece são gorduras saturadas, a couve é rica em Ácidos Graxos Ômega 3, onde a porção média contém 121 miligramas de Ômega 3 e também Ômega 6. É rica em carotenóides e flavonóides, que são antioxidantes.

Os defensores do desenvolvimento sustentável do planeta, e os adeptos da comida saudável e orgânica, apontam outro motivo para que a couve substitua a carne: Couve cresce com facilidade em quase todos os tipos de clima, o cultivo é relativamente simples, seja numa fazenda, seja em casa. Por outro lado, para que se produza 1 quilo de carne bovina são necessários 16 quilos de grãos, 11 vezes mais a utilização de combustível fóssil, e cerca de 2.400 litros de água.

Se apesar desta enorme diferença no custo de produção, e de todos os benefícios nutricionais, seu cérebro está achando difícil construir a imagem mental de um churrasco de couve, calma. Enquanto a realidade do planeta permitir que as “futurefood” não sejam obrigação, basta apenas incrementar o consumo deste vegetal, pelo menos para primar pela saúde.

Fonte: [ Outra Medicina ]

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