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Cientistas da Universidade de Michigan concluem que legumes contem nicotina

legumesTrês cientistas da Universidade de Michigan chegaram a uma conclusão decepcionante: segundo suas observações, a nicotina se encontra em muitos alimentos tais como tomates, batatas e beringelas (todas as plantas da família das solanáceas).

Assim, 10 gramas de beringela contêm 1 micrograma de nicotina, aproximadamente as pessoas inspiram esta quantidade de alcalóide durante três horas do tabagismo passivo.

Habitualmente, os cigarros contêm 1 miligrama de nicotina (depende da marca – nota do blog), o que significa que 10 kg de beringela, devido ao conteúdo deste alcalóide, são equivalentes a um cigarro.[1]

Salada de nicotina

A quantidade de nicotina no sangue sempre foi o indicador usado para classificar os fumantes passivos – aqueles que são obrigados a inalar o ar poluído pelos cigarros dos fumantes. Agora, porém, uma pesquisa feita na Universidade de Michigan com um grupo de não-fumantes revela que o tabaco não é o único vilão dessa história.

Já se sabia que a batata, a berinjela, a pimenta e o tomate contêm uma quantidade apreciável de nicotina – nada de espantoso, porque são da mesma família do tabaco.

Assim, os cientistas descobriram que se uma pessoa consumir 10 gramas de berinjela terá no sangue o mesmo tanto de nicotina que teria se tivesse passado três horas num quarto enfumaçado; 150 gramas de batata (equivalentes a um pacote de fritas dos grandes das lanchonetes) dariam o mesmo resultado, bem como 250 gramas de tomates ou 5 gramas de couve-flor ou brocólis – embora estes últimos não sejam da família do tabaco.

Como não se consideram os alimentos para calcular os riscos a que se expõe um fumante passivo, a nova pesquisa acrescenta ingredientes revolucionários à questão. Afinal, a nicotina ingerida é tão nociva quanto a que se inala? Para saber a resposta será necessário continuar as pesquisas com um grupo de não-fumantes, que durante certo tempo deixe de comer esses vegetais.[2]

Fontes:

[1] Eco4U

[2] Superinteressante

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Pasta de berinjela, além de saborosa, reduz colesterol, emagrece e afina cintura

pasta de berinjela - babaganuche

A pasta da berinjela é tradicional no Oriente. Ela é conhecida como babaganuche e é ótima para a saúde.

Por isso faça essa pasta com frequência para rechear sanduíche e canapés e enriquecer pratos como saladas, risotos e macarronadas.

Muitos estudos já comprovaram que a berinjela faz o colesterol despencar.

Essas mesmas pesquisas provaram que o consumo deste legume (a rigor, a berinjela é fruto) também reduz as taxas de triglicérides e ácido úrico – afastando, portanto, as chances de desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

Os benefícios da berinjela vão além da redução do colesterol e da prevenção das doenças do coração.

Uma substância presente na berinjela, a niacina, contribui intensamente para o emagrecimento.

Além disso, há as fibras, que são responsáveis por proporcionar uma sensação de saciedade e ainda auxiliam na redução da absorção intestinal da gordura.

E, para você que quer “exterminar” a barriguinha, olha esta notícia: uma pesquisa feita pelo Departamento de Nutrição e Dietética da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) constatou que houve uma redução significativa na circunferência da cintura (ou seja, a gordurinha abdominal) do grupo que incluiu a berinjela na dieta.

Como se não bastasse, esse grupo ainda viu o índice de massa corporal (IMC) baixar e o percentual de massa magra subir.

Viu por que a pasta de berinjela, ou o babaganuche, só tem coisa boa?

Quer aprender a receita? Lá vai…

INGREDIENTES

2 berinjelas médias (700 gramas)

5 colheres (sopa) de tahine (compra-se em bons supermercados ou em lojas de produtos naturais/orientais)

4 colheres (sopa) de suco de limão

2 colheres (chá) de sal

2 dentes de alho amassados

1/3 de xícara de água

Azeite e salsinha a gosto

MODO DE PREPARO

Coloque as berinjelas com casca sobre a chama do fogão, em fogo baixo.

Grelhe as berinjelas, virando-as de vez em quando, até que fiquem bem macias e soltem a casca com facilidade (a casca fica bem queimada).

Deixe-as esfriar.

Corte-as ao meio com uma colher, retire a polpa das berinjelas e deixe escorrer numa peneira por 5 minutos até soltar todo líquido.

Amasse a polpa com um garfo até formar um purê.

Acrescente o tahine, o limão, o sal e o alho.

Misture bem.

Ponha a pasta em um prato ou travessa, regue-a com o azeite e polvilhe com a salsinha.

Fonte: [ Cura pela Natureza ]

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Governo da Índia processa a Monsanto por biopirataria

plantacao-berinjela-30-12-20111O governo da Índia está processando a maior produtora de sementes geneticamente modificadas do mundo, a companhia multinacional de biotecnologia Monsanto, por biopirataria.

De acordo com a rede de notícias France 24, é a primeira vez na história que um país processa uma empresa por roubo de plantas nativas. A intenção da empresa, segundo o processo, é “modificar espécies vegetais tiradas clandestinamente do país, usando engenharia genética e assim oferecê-las como variedades patenteadas”.

A ofensiva do governo indiano se deu depois de uma série de denúncias apresentadas por cooperativas que representam agricultores do país contra empresas como a Monsanto e Cargill, gigantes da produção e processamento de alimentos e da biotecnologia voltada para a agricultura. De acordo com a rede de notícias francesa, um dos pivôs da briga é justamente a beringela (ou berinjela), cuja cultura é nativa da Índia, onde é conhecida por brinjal.

Segundo o portal de notícias Wake Up the World, um dos principais sites de conteúdo pró-ambientalista em língua inglesa na internet, a Índia atualmente produz um quarto dos vegetais consumidos em todo o mundo. Somente de variedade de beringela são 2.500 espécies. Segundo o governo indiano, a Monsanto já vinha tentando produzir sua própria espécie de beringela, batizada de “berinjela BT” através de testes de reengenharia genética. O governo da Índia chegou a avaliar a autorização para que a empresa pudesse comercializar sementes modificadas a partir de espécies locais da verdura. Contudo, por conta da intensa mobilização popular contrária, o governo acabou desistindo de conceder a permissão à Monsanto.

De acordo com os autos do processo, a empresa continuou trabalhando em segredo no projeto, em clara violação à Lei de Diversidade Biológica do país (Biological Diversity Act, BDA). O processo corre na Justiça federal da Índia. A Monsanto atua no país há anos e comercializa no mercado interno sementes de diferentes espécies vegetais.

“Nossa iniciativa pode mandar um recado para as grandes companhias que insistem em violar nossas leis”, disse K.S. Sugara, secretário do Conselho de Biodiversidade de Karnataka, Índia, à reportagem da France 24. “É inaceitável que agricultores em nossas comunidades estejam sendo roubados”, protestou.

A empresa afirma, contudo, que suas pesquisas visam ajudar os agricultores indianos, fornecendo aos mesmos, para tanto, sementes mais resistentes. Porém, de acordo com o site Eurasia Review, o fornecimento de sementes modificadas aos agricultores indianos acabou repercutindo em uma onda de prejuízos durante as últimas safras, pois as novas sementes precisavam do dobro de água e de cuidados diferenciados para se desenvolverem.

O prejuízo resultou no endividamento de milhares de agricultores, o que acabou deflagrando o conflito entre produtores rurais do país e a Monsanto. Ainda de acordo com o Eurasia Review, o próprio Príncipe Charles, do Reino Unido, que é responsável por uma ONG que trabalha a favor de práticas agrícolas sustentáveis, chegou a protestar publicamente contra a atuação da Monsanto no mercado indiano.

Segundo reportagem desta sexta-feira (30/12) do jornal indiano de língua inglesa, o Hindustan Times, uma outra fraude envolvendo pesquisa com algodão geneticamente modificado na Índia atinge também a reputação da Monsanto neste fim de ano. Usando recursos públicos e em colaboração com uma universidade local, a companhia teria produzido sem autorização, de acordo com as acusações, sementes de dois tipos modificados de algodão a partir de uma espécie nativa do país.

Fonte: [ ConJur ]

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Usos de cascas de ovos na Jardinagem

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Casca de ovo é composto por 98% de carbonato de cálcio, um nutriente mineral importante para plantas de crescimento rápido, como o tomate.

O cálcio está relacionado ao desenvolvimento de células de plantas. Tomate, pimentão e berinjela também são suscetíveis à podridão apical, que é causada pela deficiência de cálcio.

Outras plantas que beneficiam de cálcio são: maçãs, brócolis, couve de bruxelas, repolho, cenoura, couve-flor, aipo, cerejas, frutas cítricas, coníferas, algodão, melão, uva, feijão, alface, pêssegos, pêras, amendoim e batata.

Você pode adicionar cascas de ovos no fundo da cova de plantio ou moer as cascas em pó e jogá-las ao redor da planta.

Cascas de ovos picadas, espalhadas em volta das plantas também ajudam a impedir caracóis e lesmas. Esses insetos têm a parte inferior mole e não gostam de atravessar as arestas das cascas para alcançar as plantas e mudas.

Certifique-se de lavar as cascas de ovos em primeiro lugar e deixe secar, antes de trituração ou moagem.

Outras maneiras de usar cascas de ovos:

Quebre e coloque no fundo de um pote para ser usado em vez de pedras, são mais leves do que a pedra e boa fonte de nutrição para sua planta.

Como um suplemento alimentar para aves, paixão e lugar perto de um alimentador de pássaros. Aves precisam ingestão de cálcio para postura de ovos.

Coloque ovos esmagados na água durante a noite, próximo dia uso a água para regar as plantas.

Fonte: [ Facilisimo.com ]

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