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Descoberta: substâncias do gengibre combatem câncer de mama e pulmão!

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Uma novidade natural no arsenal químico contra o câncer. Um trabalho inédito mostrou que algumas moléculas presentes no gengibre conseguem inibir a metástase das células cancerígenas dos tumores de mama e de pulmão.

A protagonista é a 6-shogaol, uma substância encontrada em abundância no gengibre, juntamente com outros fenilpropanóides, tal como os gingeróis.

O gengibre é uma planta usada no mundo inteiro e a medicina oriental a indica como um fitoterápico. Diversas substâncias tem exibido atividades farmacêuticas, mas agora sabe-se que o 6-shogaol é uma potente arma contra o câncer.

Veja artigo completo em
http://pubs.acs.org/doi/full/10.1021/jf504934m

Canal Fala Química
http://falaquimica.com/?p=1811

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Após oito anos de pesquisas, relatório confirma vinculação glifosato/câncer

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Por Darío Aranda
Do Página/12*

Oito anos de pesquisa, quinze publicações científicas e uma certeza: os agrotóxicos causam alterações genéticas e aumentam as probabilidades de contrair câncer, sofrer abortos espontâneos e nascimentos com malformações. A declaração vem do Grupo de Genética e Mutagêneses Ambiental (GEMA), pesquisadores da Universidade Nacional de Río Cuarto (UNRC), que confirmaram com estudos em pessoas e animais, as consequências sanitárias do modelo agropecuário. Glifosato, endosulfam, atrazina, clorpirifos e cipermetrina são alguns dos agrotóxicos prejudiciais. “A vinculação entre alteração genética e câncer é clara”, reafirmou Fernando Mañas, pesquisador da UNRC.

“La genotoxicidad del glifosato evaluada por el ensayo cometa y pruebas citogenéticas” é o título que leva a pesquisa publicada na revista científica Toxicologia Ambiental e Farmacologia (da Holanda). O trabalho descreve o efeito genotóxico (o efeito sobre o material genético) do glifosato sobre células humanas e ratos, que, inclusive, confirmaram alterações genéticas em células humanas com doses de glifosato em concentrações até vinte vezes inferiores às utilizadas nas pulverizações em campo.

Outra pesquisa se chama “Genotoxicidad del AMPA (metabolito ambiental del glifosato), evaluada por el ensayo cometa y pruebas citogenéticas”. Publicada na revista Ecotoxicologia e Segurança Ambiental (dos EUA). O AMPA é o principal produto da degradação do glifosato (o herbicida se transforma, principalmente, pela ação de enzimas bacterianas do solo, na AMPA). Confirmaram que o AMPA aumentou a alteração no DNA de em culturas celulares e em cromossomos em culturas de sangue humano. “O AMPA demonstrou ter tanta ou maior capacidade genotóxica que sua molécula parental, o glifosato”, afirma a pesquisa da universidade pública.

“Em diversas pesquisas confirmamos alterações genéticas em pessoas expostas a agrotóxicos. A alteração cromossômica que vimos, indica quem tem mais risco de sofrer de câncer, a médio e longo prazo. Assim como outras doenças cardiovasculares, malformações, abortos”, explicou Fernando Mañas, doutor em Ciências Biológicas e parte da equipe da UNRC.

Mañas trabalha junto com Delia Aiassa e juntos coordenam, desde 2006, o grupo de pesquisa. No início eram cinco pesquisadores. Atualmente são 21 com enfoque multidisciplinar (biólogos, veterinários, microbiólogos, psicopedagogos, veterinários e advogados). O eixo em comum são os efeitos da exposição às substâncias químicas sobre a saúde humana, ambiental e animal. Trabalham junto às populações expostas a agrotóxicos, estudam os cromossomos, o DNA e o funcionamento do material genético.

Em seus quinze artigos científicos os pesquisadores confirmaram o efeito dos agrotóxicos sobre o material genético, tanto em animais de laboratório como em populações humanas expostas pelo trabalho e involuntariamente às substancias químicas. A última pesquisa, de 2014, foi realizada entre crianças entre 05 e 12 anos de Marcos Juárez e Oncativo (Córdoba, Argentina) onde também verificou-se um aumento da alteração no material genético das crianças.

Explicam que os estudos nos cromossomos são sobre o material genético. Eles descobriram altos níveis de alterações genéticas em pessoas expostas a produtos químicos. O dano em cromossomos (material genético) alerta que a pessoa está sob o risco de desenvolver algumas doenças. “Quanto maior o dano genético, maior a probabilidade de câncer”, afimrou Mañas.

Ao longo de suas quinze pesquisas, utilizaram diferentes técnicas. Em todas confirmaram a alteração genética. “Os agrotóxicos e a alteração que provocam estão absolutamente vinculados ao modelo agropecuário vigente”, afirma Mañas, mesmo que esclareça que é uma opinião individual e não uma postura de toda a equipe de pesquisa. Primeiro trabalharam com uma mostra de vinte pessoas, da periferia de Río Cuarto. Aprofundaram com 50 pessoas em outras localidades e, logo, com 80 de Las Vertientes, Marcos Juárez, Saira, Rodeo Viejo e Gigena. Os produtos mais encontrados e que provocam mais dano são o glifosato, atrazina, cipermetrina, clorpirifos e endosulfam.

“Estrés oxidativo y ensayo cometa en tejidos de ratones tratados con glifosato y AMPA” é o título de outra pesquisa publicada na revista Genética Básica e Aplicada da Argentina. Confirmaram o “aumento significativo” no dano ao DNA no fígado e no sangue. Na revista científica Boletim de Contaminação Ambiental e Toxicologia (dos Estados Unidos) confirmaram o dano genético nos trabalhadores rurais. “Estes resultados mostram que a exposição humana à mescla de agrotóxicos pode aumentar o risco que desenvolver doenças relacionadas com a genetoxidade (câncer, problemas reprodutivos e/ou na descendência)”, aponta a publicação científica.

Boa parte das pesquisas do grupo acadêmico está presente no livro “Plaguicidas a la carta. Daño genético y outros riesgos” que trata das características dos pesticidas, os seus efeitos sobre o material genético humano e de animais silvestres, a susceptibilidade das pessoas e os efeitos do glifosato, entre outros agrotóxicos.

*A tradução é do Cepat.

Fonte: [ MST ]

<h2:AGROTÓXICO É ISENTO DE IMPOSTO!

IMPOSTO, se cobrar de quem produz algo que mata, quem sabe sobre pra ajudar o povo a viver melhor!

Isenções fiscais e tributá-rias concedidas, até hoje, ao comércio destes VENENOS. Através do Convênio ICMS 100/97 (Veja o link 1 abaixo), o governo federal concede redução de 60% da alíquota de cobrança do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) A TODOS OS AGROTÓXICOS. Além disso, o Decreto 6.006/06 (Veja o link 2 abaixo) isenta completamente da cobrança de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) os AGROTÓXICOS fabricados a partir de uma lista de dezenas de ingredientes ativos (incluindo alguns altamente perigosos como o metamidofós e o endossulfam, que recentemente tiveram o banimento determinado pela Anvisa). E não é só. O Decreto 5.630/05 (Veja o link 3 abaixo) isenta da cobrança de PIS/PASEP (Programa de Integração Social/Programa de Formação do Patrimônio do Servidor) e de COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) os “defensivos agropecuários classificados na posição 38.08 da NCM e suas matérias-primas”. A posição 3808 da NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) compreende produtos diversos das indústrias químicas como inseticidas, fungicidas e herbicidas.

Além das isenções federais, há as isenções complementares determinadas por alguns estados. No Ceará, por exemplo, a isenção de ICMS, IPI, COFINS e PIS/PASEP para atividades envolvendo agrotóxicos chega a 100%.

1- Disponível em: http://www.fazenda.gov.br/confaz/confaz/convenios/ICMS/1997/CV100_97.htm

2- O Decreto 6.006/08 está disponível em: http://www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/decretos/2006/dec6006.htm – Seu Art. 1º aprova a Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados – TIPI, que está disponível em: http://www.receita.fazenda.gov.br/Aliquotas/DownloadArqTIPI.htm – os agrotóxicos estão na Seção VI – Produtos das Indústrias Químicas ou das Indústrias Conexas – SEÇÃO VI – Cap. 28 a 38 (consultado em 19/05/2011).

3- O Decreto 5.630/05 está disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/Decreto/D5630.htm. Ele revogou e substituiu o Decreto 5.195/04 (disponível em: http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/Decretos/2004/dec5195.htm), que já concedia a isenção de PIS/PASEP e COFINS aos agrotóxicos.

E não é só. O Decreto 5.630/053 isenta da cobrança de PIS/PASEP (Programa de Integração Social/ Programa de Formação do Patrimônio do Servidor) e de COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) os “defensivos agropecuários classificados na posição 38.08 da NCM e suas matérias-primas”. A posição 3808 da NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) compreende produtos diversos das indústrias químicas como inseticidas, fungicidas e herbicidas.

Além das isenções federais, há as isenções complementares determinadas por alguns estados. No Ceará, por exemplo, a isenção de ICMS, IPI, COFINS e PIS/PASEP para atividades envolvendo agrotóxicos chega a 100%.

Fonte: [ CÂMARA DOS DEPUTADOS – COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA – SUBCOMISSÃO ESPECIAL SOBRE O USO DE AGROTÓXICOS E SUAS CONSEQUÊNCIAS À SAÚDE ]

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Encontrada a cura do câncer? Semente de planta da Austrália consegue destruir tumores em humanos e animais

008-2 Cientistas australianos estão animados após encontrarem uma semente de uma planta tropical que teria potencial de curar o câncer.

Os testes inicias com a planta chamada Blushwood [Hylandia dockrillii] encontrou 70% de eficácia. Uma droga experimental a partir de suas sementes mostrou-se poderosa no tratamento de câncer em animais.

Os pesquisadores do QIMR Berghofer Medical Reserach Institute conseguiram isolar a droga EBC-46, transformando-a em uma injeção. A substância leva a rápida decomposição de uma grande série de tumores humanos.

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A pesquisa, considerada importantíssima, foi publicada na revista PLoS One, liderada pelo Dr. Glen Boyle. Segundo ele, a droga pode ser eficaz em pacientes humanos e não apenas em animais.

“Nós fomos capazes de obter resultados muito fortes através da injeção de EBC-46 diretamente em modelos de melanoma (câncer de pele), assim como cânceres de cabeça, pescoço e colo”, comentou Dr. Boyle. Na maioria dos casos, o tratamento com uma única injeção causou a perda da viabilidade de células cancerosas em apenas 4 horas, destruindo os tumores em seguida.

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Dr. Boyle ainda afirmou que a EBC-46 funciona, em parte, por desencadear uma resposta celular efetiva, cortando o fornecimento de sangue ao tumor. “Em mais de 70% dos casos pré-clínicos, a resposta de cura foi grande, com pouca reincidência durante um período de 12 meses”.

EBCEBC-46 é um composto extraído do fruto da árvore de Blushwood, encontrado nas florestas úmidas ao norte de Queensland, na Austrália. A droga está sendo desenvolvida e testada como um produto farmacêutico para humanos e uso veterinário através da empresa QBiotics, subsidiária da EcoBiotics.

A droga experimental já está sendo aplicada em animais com tumores – incluindo cães, gatos e cavalos.

A QBiotics está, atualmente, realizando ensaios clínicos veterinários com todos os protocolos necessários na Austrália e nos Estados Unidos.

A aprovação regulatória final para ensaios clínicos de Fase 1 em humanos está em análise. O Dr. Boyle diz que a empresa está determinada em investigar ainda mais para aumentar a eficácia da droga.

Fonte: [ Jornal Ciência ]

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Artemísia, a planta do absinto, combate o câncer

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A erva chinesa pouco conhecida pode ser elegível para a crescente lista de assassinos de câncer através de métodos alternativos de tratamento. De acordo com estudos publicados em Life Sciences, Cancer Letters and Anticancer Drugs, Artemisinina, um derivado da planta artemísia comumente usada na medicina chinesa, pode matar células cancerosas, e fazê-lo a uma taxa de 12.000 células cancerosas para cada célula saudável.

“Por si só, a artemisinina é cerca de 100 vezes mais seletivo em matar as células cancerosas ao contrário de células normais. A artemisinina é 34.000 vezes mais potente em matar as células cancerosas ao contrário de seus primos normais. Assim, o processo de marcação parece ter um grande aumento da potência das propriedades anticancerígenas de artemisinina. “- Henry Lai

+ infos (em inglês): [ The Colective Evolution ]

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Suco de canábis como substituto de medicamentos convencionais

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Por: Daia Florios

Embora os resultados possam não ser grande coisa para muitos, em todo o mundo, muitas pessoas estão começando a acordar para os enormes benefícios medicinais que a cannabis tem para oferecer.

Um estudo recente realizado pelo Instituto de Psiquiatria Molecular na Universidade de Bonn, na Alemanha, descobriu que a ativação do sistema canabinóide no cérebro provoca a liberação de antioxidantes que agem como um mecanismo de limpeza. Este processo é conhecido para remover as células danificadas e melhorar a eficiência das mitocôndrias, suas fontes de energia. O estudo foi publicado na Philosophical Transactions da Royal Society.

Existe uma grande quantidade de estudos que comprovam a potencialidade na cannabis na cura de doenças, inclusive o câncer.

Da mesma forma, uma outra quantidade de estudos comprovam os malefícios da cura com medicamentos, que podem matar mais de 100.000 pessoas a cada ano, e que uma dieta baseada em vegetais pode prevenir mais de 60% das mortes por doenças crônicas.

É hora de perder o nosso estigma sobre a cannabis. A única razão pela qual nós a vemos como uma coisa negativa é porque a cannabis ameaça vários setores (inclusive a indústria farmacêutica) além de poder incidir fortemente no setor agrícola como substitutiva do algodão, do petróleo e muito mais. A Cannabis tem mais de 50.000 usos e poderia ajudar a transformar o nosso mundo. Estas informações geralmente são ofuscadas pela violência causada pelo tráfico de drogas, assunto completamente fora da discussão sobre os benefícios da planta, que tratamos aqui.

Os canabinóides têm sido comprovados como úteis na redução das células cancerosas, pois têm um grande impacto sobre a reconstrução do sistema imunológico. Embora nem todos os gêneros de cannabis tenham o mesmo efeito, mais e mais pacientes estão vendo o sucesso na redução do câncer em um curto período de tempo usando a cannabis. Ao contrário do pensamento popular e sua crença, fumar a cannabis não ajuda no tratamento da doença dentro do corpo, pois os níveis terapêuticos não podem ser alcançado através do fumo. Comendo a planta ou o óleo dela extraído, é a melhor maneira de obter os canabinóides que são as substancias benéficas.

Outro aspecto no fumar a cannabis que deve ser considerado é o fato que, quando a cannabis é aquecida e queimada ela muda a sua estrutura química e a acidez do THC muda a sua capacidade terapêutica. Além disso, sempre que se queima e se inala algo, cria-se uma oxidação dentro do corpo. Essa oxidação não é saudável para o corpo e pode conduzir a problemas de saúde em si. É por isso que os antioxidantes são uma parte importante de qualquer dieta saudável.

Veja aqui um vídeo sobre o tratamento com a cannabis, usada crua em sucos.

Fonte: [ Growroom ]

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Pesquisadores descobrem porque a maconha provoca perda de memória

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Estudo descobriu ainda que os efeitos colaterais da droga podem ser eliminados com o uso de um anti-infamatório não esteroide, que é um tipo de analgésico

Pesquisadores conseguiram acabar com o longo mistério que envolvia o motivo da perda de memória e da dificuldade de aprendizado ao fumar maconha. Agora se sabe que a razão destes efeitos colaterais está no desencadeado aumento de uma enzima. O estudo descobriu ainda que os efeitos colaterais podem ser eliminados ao inibir o acréscimo desta enzima com o uso de um anti-infamatório não esteróide, que é um tipo de analgésico.

No estudo, a equipe de pesquisadores da Universidade do Estado da Louisiana, nos Estados Unidos, descobriu que o ingrediente ativo da maconha, o tetraidrocanabinol, aumentou os níveis da enzima COX-2 em região do cérebro de camundongos ligada à memória e ao aprendizado.

A maconha é usada há anos no tratamento de dores crônicas, esclerose múltipla, câncer, náuseas, anorexia e doenças neurodegenerativas, aliviando a dor e aumentando o apetite de pacientes. Os pesquisadores afirmam no estudo que, embora a droga sejam indicados para estes tratamentos, os efeitos colaterais neurofisiológicos e cognitivos têm limitado seu uso medicinal.

“Nosso estudo solucionou o mistério sobre como a maconha causa danos neuronais e da memória”, disse Chu Chen pesquisador da Universidade do Estado da Louisiana e o autor do estudo publicado no periódico científico Cell Press. “Os resultados sugerem que o uso medicinal da maconha poderia ser ampliado caso os pacientes também tomassem anti-inflamatórios não esteroides”, disse.

Os pesquisadores descobriram ainda que o tetraidrocanabinol sozinho ou em conjunto com um inibidor da enzima reduzem a concentração de proteína beta-amilóide, evitando assim a formação de placas impenetráveis que afetam à transmissão entre as células nervosas do cérebro e é uma característica neuropatológica da doença de Alzheimer.

No entanto, é preciso tomar cuidado antes de sair comprando caixas de analgésicos como anti-inflamatórios não esteróides. Estes medicamentos quando administrados em excesso podem causar dependência física e levar inclusive à morte. “O estudo foi feito em animais, ainda não foram feitos testes clínicos e a severidade dos efeitos colaterais está relacionada com a quantidade de maconha que é consumida”, disse Chu Chen.

Fonte: [ IG Saúde ]

Via: [ Smoke Buddies]

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Ayahuasca no tratamento do câncer?

Estudo preliminar publicado na revista SAGE Open Medicine sugere que droga pode ter efeitos terapêuticos reais. Hipótese precisa ser testada em novas pesquisas

Estudo preliminar publicado na revista SAGE Open Medicine sugere que droga pode ter efeitos terapêuticos reais. Hipótese precisa ser testada em novas pesquisas

Por Eduardo Schenberg, no blog Plantando Consciência
O artigo completo (em inglês) pode ser lido gratuitamente online ou baixado em pdf [ neste link ].

O artigo começa com uma revisão de nove casos descritos em artigos científicos, sites, livros e palestras, de pessoas com câncer que declaram ter se beneficiado do uso da ayahuasca em seus caminhos de cura. Estes pacientes têm ou tiveram câncer de próstata, ovário, útero, estômago, mama, cólon e também no cérebro. Ao menos 3 casos incluem melhoras detectadas em exames clínicos tradicionais, como os níveis de PSA (Prostate-Specific Antigen) ou o CEA (CarcinoEmbryonic Antigen). Em alguns casos, os pacientes se trataram apenas com ayahuasca; outros, fizeram cirurgia primeiro e depois, ao invés da quimioterapia, optaram por rituais de cura com o chá. Apenas um dos casos foi considerado uma piora pelos pesquisadores que o relataram, mas infelizmente eles não forneceram detalhes sobre o caso.

São revisados os aspectos farmacológicos dos princípios ativos da ayahuasca – em especial da DMT e da Harmina – que podem estar relacionados ao tratamento de câncer. Receptores, segundos mensageiros, vias de apoptose (morte celular) e processos energéticos mitocondriais são cuidadosamente considerados. Em seguida, são incluídos experimentos com os princípios ativos em células, tecidos e animais.

Considerando-se os efeitos de seus princípios ativos estudados em laboratório, é possível que a ayahuasca diminua o fluxo sanguíneo ao redor de tumores, diminua a proliferação celular, ative vias de morte celular programada em células cancerígenas, e mude o metabolismo energético das células cancerígenas, como esquematizado na figura. A comprovação de tais efeitos, entretanto, ainda necessita de muitas outras investigações.

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Brasileiro descobre em planta nordestina alternativa para combater Aids

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O medicamento é tratado como uma das descobertas mais importantes a caminho da cura e ganha cada vez mais respaldo dos maiores grupos de pesquisa do mundo. Veja!

Fonte: http://noticias.r7.com/videos/brasileiro-descobre-em-planta-nordestina-alternativa-para-combater-aids/idmedia/5272ec310cf2b8fa7e21ce80.html

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Proteína extraída da árvore inibe crescimento e migração de tumores

Dose de quimioterápico necessária para matar célula cancerígena foi cem vezes menor quando associada a proteína

Enterolobium contortisiliquum, nome científico da orelha-de-macaco * Foto: Carol Sencebe / Wikimedia Commons

Enterolobium contortisiliquum, nome científico da orelha-de-macaco * Foto: Carol Sencebe / Wikimedia Commons

Uma proteína extraída da semente de árvores da espécie Enterolobium contortisiliquum – popularmente conhecida como tamboril ou orelha-de-macaco – demonstrou em ensaios pré-clínicos potente ação antitumoral, anti-inflamatória, anticoagulante e antitrombótica.

Os testes in vitro e em animais foram realizados no âmbito de um Projeto Temático apoiado pela FAPESP e coordenado por Maria Luiza Vilela Oliva, professora na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Os resultados foram apresentados durante a 28ª Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE), realizada em Caxambu (MG) entre os dias 21 e 24 de agosto.

Nomeada de EcTI (Enterolobium contortisiliquum inibidor de tripsina, na sigla em inglês), a proteína foi isolada por Oliva ainda durante seu doutorado, no fim dos anos 1980.

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Fruta encontrada na América Central é capaz de combater o câncer

O fruto exótico da família dos pêssegos aumenta imunidade do corpo e combate tumores do organismo.

O fruto exótico da família dos pêssegos aumenta imunidade do corpo e combate tumores do organismo.

Por Gabriel Felix

Está comprovado que um fruto encontrado em larga escala na América Central, pertencente à mesma família dos pêssegos tem propriedades capazes de combater vários tipos de câncer. Rico em ferro, fósforo, vitaminas e outras substâncias, o fruto também ajuda a fortalecer a imunidade do corpo e aliviar o stress.

Conhecido com vários nomes nos países da América Central – mamoncillo, papamundo, huaya, guayum e maco são algumas de suas identidades – o fruto foi considerado como anticancerígeno pelas autoridades médicas locais, ainda que a organização norte-americana Food and Drug Administration ainda considere somente o brócolis como um remédio natural para o câncer.

A todo vapor, estudos vêm sendo elaborados para comprovar a ação da fruta contra a doença, com objetivo de criar novos remédios que reduzam o impacto de métodos complexos, como a quimioterapia. O maior problema, no entanto, é a colheita da fruta milagrosa, que coloca em risco a vida dos agricultores, uma vez que o recurso é retirado das partes mais altas das árvores.

E não é só a fruta que traz propriedades inacreditáveis à saúde das pessoas: o ato de mascar as folhas do mamoncillo alivia o nervosismo e ajuda os fumantes a largarem o cigarro. Quando maceradas com água fervente, as folhas garantem um gargarejo que mata as bactérias que causam infecção na garganta. “A fruta também é usada para combater a diarreia e impede a proliferação de vírus e bactérias, uma vez que a vitamina C ativa o sistema imunológico”, revelou o nutricionista Ramiro Gonzales Yaksic para o site [ El Gurú Digital ].

O mamoncillo pode ser preparado de várias maneiras, inclusive como suco, de sabor exótico. A bebida tem sabor marcante, consistência leitosa e sabor agridoce. Nos países da América Central, a fruta é também utilizada para exterminar pulgas e afastar morcegos.

Fonte: [ CicloVivo ]

O mamoncillo ou lima-espanhola é uma árvore de fruto da espécie Melicoccus bijugatus. O mamoncillo é indígena de uma vasta área das Américas, que inclui a América Central, a Colômbia e as Caraíbas. A árvore pode crescer até uma altura de 30 metros.(Wikipédia)

O mamoncillo ou lima-espanhola é uma árvore de fruto da espécie Melicoccus bijugatus.
O mamoncillo é indígena de uma vasta área das Américas, que inclui a América Central, a Colômbia e as Caraíbas. A árvore pode crescer até uma altura de 30 metros.(Wikipédia)

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