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Pesquisadora explica como o THC mata células cancerosas

Pesquisadora explica como o THC mata células cancerosas

HIGH TIMES – 19/02/2014

Transcrição do vídeo traduzida para o português

“Meu nome é Cristina Sanchéz e eu trabalho na Universidade Complutense de Madri, na Espanha. Eu tenho trabalhado na última década estudando os efeitos antitumorais dos canabinóides.

No início dos anos 60, o pesquisador israelense Raphael Mechoulam caracterizou o componente da maconha responsável pelos seus efeitos psicoativos, o THC. Após a descoberta deste composto, tornou-se óbvio que o THC deveria agir sobre as células ou sobre o organismo através de um mecanismo molecular. Nos anos 80, dois receptores específicos para o THC foram descobertos, denominados receptores canabinóides.

Após a descoberta destes receptores, tornou-se óbvio que nosso corpo sintetiza algo, endogenamente, que se liga a eles. Há poucos anos atrás, alguns destes compostos endógenos foram identificados e foram chamados de endocanabinóides, porque são produzidos endogenamente, dentro de nossos corpos. Estes compostos, os endocanabinóides, juntamente com os receptores canabinóides, são chamados de sistema endocanabinóide, e hoje nós sabemos que este sistema regula várias funções biológicas, como o apetite, comportamento motor, a reprodução e muitas outras funções biológicas, e é por isto que a maconha possui amplo potencial terapêutico.

Nós começamos a trabalhar neste projeto há 12-15 anos atrás. Nós observamos que quando tratamos células tumorais com canabinóides, como o THC, o principal componente psicoativo da Cannabis, nós matamos estas células, então, nós nos deparamos com uma resposta antitumoral. Assim, nós decidimos analisar os canabinóides em modelos animais para o câncer de mama e cérebro. Os resultados que nós obtivemos dizem que os canabinóides podem ser úteis no tratamento do câncer de cérebro e mama.

Nós começamos a desenvolver experimentos em modelos animais para tumores cerebrais (glioblastomas) e nós observamos que os canabinóides são potentes na diminuição do crescimento destes tumores, ocorre morte de células tumorais de diferentes formas e, após a administração dos canabinóides, elas entram em declínio, cometendo suicídio (apoptose), que é algo que você realmente quer quando você tem um tumor.

Uma das vantagens no tratamento do câncer com canabinóides é que eles atacam especificamente as células tumorais. Eles não têm nenhum efeito tóxico nas células normais saudáveis, e esta é uma grande vantagem em relação ao tratamento padrão com quimioterápicos, que atacam basicamente todas as células.

Quando nós começamos a verificar estas propriedades antitumorais nas células cancerosas, nós resolvemos desenvolver estudos metabólicos focando no câncer.

Nos EUA, Cannabis é uma substância classificada no anexo 1 (substâncias sem aplicação médica), e está muito claro, o que é reconhecido por muitos outros pesquisadores, que a planta possui potencial terapêutico. Nós estamos em contato com médicos, oncologistas espanhóis, especialistas em tumores cerebrais e de mama, com o objetivo de testar canabinóides em pacientes humanos.

A maconha, além do THC, produz canabidiol. Este composto é muito especial porque ele não é psicoativo e tem demonstrado uma forte ação antioxidante, protege o cérebro do estresse e de danos, mata células cancerosas e, combinado com o THC, possui efeitos sinérgicos, o que significa que os efeitos benéficos do THC são potencializados.

Neste momento nós temos evidências clínicas suficientes para embasar a ideia de que os canabinóides possuem efeitos antitumorais.

Cannabis possui enorme potencial medicinal.”

http://www.hightimes.com/read/biologist-explains-how-thc-kills-cancer-cells

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Maconha pode impedir que o HIV se espalhe, diz estudo

“Sim, mais uma grande utilidade médica da maconha descoberta. Muitas ainda virão, pois os receptores sobre os quais os componentes da maconha atuam regulam e orquestram praticamente todas as funções fisiológicas do organismo. Inclusive a multiplicação e a ativação de celular do sistema imune. Além disso, há indícios de ação antiviral. Lester Grisnspoon, famoso médico de Harvard, especialista no uso medicinal da maconha, afirmou corretamente que a maconha terá (e esta tendo) um impacto tão importante ou maior que o da penicilina.” – Renato Malcher

Estudo realizado pela Louisiana State University diz que o THC pode impedir que o HIV se espalhe e que ajuda no aumento de células saudáveis

Por Redação

Estudo diz que maconha pode ajudar na produção de células saudáveis frente ao HIV

Estudo diz que maconha pode ajudar na produção de células saudáveis frente ao HIV

Uma pesquisa da Louisiana State University com macacos aponto para o aumento de células sadias com o uso da maconha. Já faz algum tempo que o uso da erva é utilizado como tratamento terapêutico contra alguns sintomas da Aids, por exemplo, dores e perda do peso. Porém, esta pesquisa também descobriu que cannabis pode ser útil para impedir que a doença se espalhe.

Os cientistas aplicaram durante 17 meses doses diárias de THC (substância ativa da maconha) em macacos infectados por uma versão animal do HIV. Durante o período, os pesquisadores observaram que os prejuízos ao sistema imunológico dos estômagos dos animais, área que costuma ser a mais afetada, tiveram os seus danos reduzidos.

Ao Huffington Post, a coordenadora da pesquisa, Dra. Patrícia Molina, disse que “estes resultados revelam novos mecanismos que podem contribuir potencialmente para o controle da doença por meio da cannabis”. Molina também explicou que enquanto o vírus HIV ganha força se espalhando por meio de infecções que matam as células, os macacos que receberam doses de THC mantiveram altas taxas saudáveis durante o tratamento.

Pesquisas anteriores também concluíram que macacos infectados pelo HIV e tratados com THC sobreviveram mais tempo. Em 2012, outro estudo apontou que a maconha possui substâncias que podem ser efetivas na luta contra o HIV. No Califórnia Pacific Medical Center, em São Francisco (EUA), cientistas alegaram que os componentes da maconha também podem ser úteis para tratar formas agressivas de câncer.

Fonte: [ Revista Forum ]

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O novo status da maconha

por Elisaldo Carlini(*)

No século 19, medicamentos à base da maconha (Cannabis sativa L) eram disponíveis aos pacientes.

Assim dizia o doutor J. R. Reynolds, médico da rainha Vitória da Inglaterra: “Em quase todas as moléstias dolorosas, eu achei a maconha (“indian hemp”) a mais útil das drogas”. Está escrito em famoso livro da terapêutica americana: “Cannabis é muito valiosa para o alívio da dor, particularmente aquela dependente de distúrbios nervosos…”

E a maconha usada como medicamento naqueles tempos não causava “graves” intoxicações. D. S. Snyder, ao examinar a literatura médica do século 19, diz: “É marcante que muitos relatórios médicos não mencionam qualquer propriedade intoxicante da droga”.

Raramente existia (se é que houve alguma) indicação de que pacientes –e centenas de milhares devem ter recebido Cannabis na Europa no século 19– estivessem “chapados” ou mudassem sua atitude em relação ao trabalho, seus semelhantes, ou sua pátria.

Mas, na metade do século 20, a situação muda totalmente. “A maconha é uma droga totalmente viciante, merecendo o ódio dos povos civilizados”, declarou o governo egípcio, em 1944. Na convenção de 1961, a ONU coloca a maconha, junto com a heroína, na classe das drogas com “propriedades particularmente perigosas”. E a maconha passou a ser considerada “erva do diabo”, satanizada que foi. Não importa discutir quais as razões, certamente pouco científicas, que levaram a tão esdrúxula situação.

Mas, a partir da segunda metade do século 20, o quadro começa a modificar-se, e a maconha renasce como poderoso medicamento para certas patologias médicas.

A identificação dos princípios químicos ativos da maconha, a descrição segundo a qual o cérebro humano tem “receptores” para esses princípios, a surpreendente descoberta de que o nosso cérebro sintetiza uma substância capaz de atuar naqueles receptores (como se tivéssemos uma maconha produzida pelo nosso próprio cérebro, a anandamida) e a descrição de um sistema de neurotransmissão nervosa chamado de sistema canabinoide endógeno trouxeram um novo status científico para a maconha.

E mais: muitos trabalhos científicos clínicos foram feitos no mundo demonstrando claramente que a maconha tem boas propriedades terapêuticas (dores neuro e miopáticas; esclerose múltipla; náusea e vômito resultantes da quimioterapia do câncer; e mais recentemente epilepsia e dores terminais do câncer).

E, ainda, recentes pesquisas epidemiológicas, seguindo milhares de usuários crônicos e até pesados da maconha, feitas em importantes universidades dos Estados Unidos e do Reino Unido, cabalmente mostram que a maconha não afeta o desempenho cognitivo, não produz ganho de peso e não está associada a efeitos adversos da função pulmonar.

Como consequência final desses conhecimentos novos, Canadá, Estados Unidos, Reino Unido e Holanda já têm medicamentos fabricados à base de maconha ou seus derivados. O medicamento fabricado no Reino Unido já foi aprovado pelos Ministérios da Saúde de 13 outros países (o último a aprovar foi a França) e é utilizado clinicamente, sob receitas, em mais de duas dezenas de outros países.

E todos esses fatos estão à disposição do leitor em cerca de um milhar de trabalhos científicos, sendo apoiados pelo “American College of Physician“, “American Medical Association“, Ministério da Saúde de Israel, Espanha, Itália etc. (para maiores detalhes, ver o trabalho de revisão “Cannabis sativa L (maconha): Medicamento que renasce?“).

Até poderia ser dito que, para o opositor brasileiro do uso médico da maconha, à semelhança de uma pessoa ao ser confrontada com um documento que contradiz frontalmente sua superada convicção, declara: não li e não gostei!

___
ELISALDO LUIZ DE ARAÚJO CARLINI, 83, é professor titular de psicofarmacologia na Universidade Federal de São Paulo e pesquisador emérito da Secretaria Nacional de Políticas sobre Droga do Ministério da Justiça

Fonte: [ Folha ]

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A maconha no altar da penicilina, verdadeira revolução

flores da Cannabis

por HELIO FERNANDES

Reprimida, combatida, proibida, passou a ser considerada suicida. Entrou para a relação das drogas criminosas, custavam a reconhecer que não era nem mesmo uma droga. Grandes personalidades que chegaram aos postos mais altos nos seus países, confessavam que na adolescência fumavam maconha. Sem maiores conseqüências, não era considerado droga.

O presidente do Uruguai, o psiquiatra Lester Grinspoon

A tentativa de reabilitar ou liberar a maconha, parou em muitos obstáculos, principalmente em estados americanos. Faziam concessões que não concediam nada, permitindo apenas o uso medicinal. Só que agora, o ex-guerrilheiro presidente do Uruguai, ganhou as manchetes do mundo, fazendo aprovar no Congresso, liberdade total, para essa maconha que pode ser plantada e consumida por qualquer um. Voltou a expressão, que foi muito citada no Brasil, há pouco, por causa das biografias: “É proibido proibir”.

O Uruguai é um país pequeno, com três milhões de habitantes, mas veio provar que a Justiça provoca satisfação e reconhecimento, muito maiores do que a injustiça. E o mundo que se prende muito mais a notícias de assassinatos, de corrupção, e tudo isso junto com penitenciárias como a de Dona Roseana, colocou nas manchetes, a liberação dessa maconha. Que um psiquiatra que passou a vida estudando o problema, comparou-a à penicilina.

Agora, quem vai desmentir o pesquisador?

Ainda me lembro, eu era pequeno e o mar bramia, quando houve a revolução da Penicilina. Um estrondo de satisfação, o povo que não tinha direito a coisa alguma, teve aberta a caminhada da descoberta, que servia para curar doenças sem fim.

Foi uma consagração, primeiro perplexidade, depois o direito dos povos se utilizarem das mesmas soluções que salvavam e favoreciam as elites enriquecidas com o dinheiro que sobrava da exploração do esforço do trabalhador. E isso resistiu até hoje.

O psiquiatra e suas lições

Grinspoon, com 86 anos de idade, é reconhecido pelo menos por 60 anos de estudo sobre a maconha. Nunca teve medo da droga, nem mesmo se pudesse atuar sobre ele. Para os que se surpreendiam com tanto tempo de convivência com a maconha, respondia sempre: “Uso maconha, pessoalmente, há mais de 40 anos, se prejudicasse minha memória, é evidente que eu já saberia”. E continuou devassando essa planta tão idiozincrizada e assustadora.

Descrição de apenas alguns dos benefícios

Diz que a maconha tem um extenso e ainda não desvendado uso medicinal. Nem fala na satisfação e no uso recreativo da maconha. Começa por dizer que na “Califórnia, médicos receitam para dor nas costas, com sucesso total”.

A maconha já foi utilizada para aliviar dor de cabeça, disenteria, baixar imediatamente a febre, como solução para a depressão, até para acabar com a enxaqueca. E conclui essa lista: “Sozinho, descobri que a maconha é o tratamento por excelência para a dor de cabeça”. Sem contestação de especialistas consultados.

A transformação do psiquiatra

Seu depoimento pessoal é irrefutável. Confessa: “Até 1967 era comum o uso da maconha em festas”. Eu era o primeiro a dizer: “isso deve fazer mal a saúde”. Mas aí o psiquiatra afirma que começou a questionar suas próprias afirmações e convicções sobre a maconha. E, mergulhou no estudo dessa planta, dedicou toda sua vida a constatar sua aplicação e seus benefícios.

Eu um médico, acreditando em versões

Começou se questionando como profissional, reconheceu que como quase todas as outras pessoas, estava enganando a si mesmo, acreditava no que diziam sem o menor fundamento.

Afirmação importante do psiquiatra e pesquisador: “Um dia fui à biblioteca de Harvard para tentar descobrir a base cientifica da maconha. Li todos os estudos e fiquei satisfeitíssimo de reconhecer, eu e quase todas as outras pessoas sofremos lavagem cerebral”. Impressionante a constatação e a confissão.

“A partir de 1973, 40 anos, comecei a fumar. Não queria ser criticado pelo fato de recomendar mas não utilizar a maconha. Nunca mais parei”.

O médico, psiquiatra, professor e pesquisador, garante: “A maconha tem efeito anti-inflamatório, e ação analgésica. Eu tenho complicações de estômago e diabetes, isso me dá terrível sensação de náuseas. Por isso, quando vou a um restaurante, carrego um pouco da erva para emergência, mastigo um pouco e continuo a comer, sem maiores problemas”.

Maconha-penicilina

Para terminar, a consciência e consistência do grande pesquisador, que mais do que ninguém pesquisou coletivamente a maconha e se serviu dela, pessoalmente. “A maconha tem múltiplos efeitos, que serão aproveitados, depois de dissipados os temores. Em muitas doenças ou males, a maconha será uma descoberta para a humanidade, assim como foi a penicilina”.

Que o mundo e a humanidade, reconheçam essa oitava maravilha médica.

Fonte: [ Tribuna da Imprensa ]

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Pesquisadores descobrem porque a maconha provoca perda de memória

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Estudo descobriu ainda que os efeitos colaterais da droga podem ser eliminados com o uso de um anti-infamatório não esteroide, que é um tipo de analgésico

Pesquisadores conseguiram acabar com o longo mistério que envolvia o motivo da perda de memória e da dificuldade de aprendizado ao fumar maconha. Agora se sabe que a razão destes efeitos colaterais está no desencadeado aumento de uma enzima. O estudo descobriu ainda que os efeitos colaterais podem ser eliminados ao inibir o acréscimo desta enzima com o uso de um anti-infamatório não esteróide, que é um tipo de analgésico.

No estudo, a equipe de pesquisadores da Universidade do Estado da Louisiana, nos Estados Unidos, descobriu que o ingrediente ativo da maconha, o tetraidrocanabinol, aumentou os níveis da enzima COX-2 em região do cérebro de camundongos ligada à memória e ao aprendizado.

A maconha é usada há anos no tratamento de dores crônicas, esclerose múltipla, câncer, náuseas, anorexia e doenças neurodegenerativas, aliviando a dor e aumentando o apetite de pacientes. Os pesquisadores afirmam no estudo que, embora a droga sejam indicados para estes tratamentos, os efeitos colaterais neurofisiológicos e cognitivos têm limitado seu uso medicinal.

“Nosso estudo solucionou o mistério sobre como a maconha causa danos neuronais e da memória”, disse Chu Chen pesquisador da Universidade do Estado da Louisiana e o autor do estudo publicado no periódico científico Cell Press. “Os resultados sugerem que o uso medicinal da maconha poderia ser ampliado caso os pacientes também tomassem anti-inflamatórios não esteroides”, disse.

Os pesquisadores descobriram ainda que o tetraidrocanabinol sozinho ou em conjunto com um inibidor da enzima reduzem a concentração de proteína beta-amilóide, evitando assim a formação de placas impenetráveis que afetam à transmissão entre as células nervosas do cérebro e é uma característica neuropatológica da doença de Alzheimer.

No entanto, é preciso tomar cuidado antes de sair comprando caixas de analgésicos como anti-inflamatórios não esteróides. Estes medicamentos quando administrados em excesso podem causar dependência física e levar inclusive à morte. “O estudo foi feito em animais, ainda não foram feitos testes clínicos e a severidade dos efeitos colaterais está relacionada com a quantidade de maconha que é consumida”, disse Chu Chen.

Fonte: [ IG Saúde ]

Via: [ Smoke Buddies]

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Documentário Weeds legendado em português!

O tema central do documentário Weeds é o Dr. Sanjay Gupta, correspondente médico da CNN que passou a vida se pronunciando fortemente contra a maconha – incluindo a medicinal.

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O filme, que tomou as manchetes dos jornais e foi exibido pela CNN no horário nobre, conta como Gupta viajou o mundo para esclarecer suas próprias ideias em relação ao debate. Parece que deu certo! Após a peregrinação de quase um ano, Gupta escreveu um editorial para o site da CNN se desculpando por sua posição contrária e por haver defendido tão fortemente a proibição.

“Nós temos sido terrível e sistematicamente enganados por quase 70 anos nos Estados Unidos, e peço desculpas por meu próprio papel nisso”, escreveu ele. “Espero que este artigo e o documentário ajudem a esclarecer as coisas”.

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Umas tramas usadas para ilustrar a necessidade de uma abordagem diferente ao tema é a história de Charlotte Figi, uma garotinha do Colorado que sofre de epilepsia e quase morreu por falta de acesso à canábis medicinal – sua mãe já havia tentado de tudo, menos a maconha. “Como pai de três filhas, eu fui particularmente tocado por essa história”, afirmou Gupta.

O médico levanta todos os assuntos, desde o Refer Madness dos anos 50 até as últimas descobertas médicas – sempre contestando os argumentos legais para atitudes governamentais. Após todo este estudo, Gupta termina com o desfecho emblemático: “porque mudei de ideia em relação à maconha”.

Fonte: [ Growroom ]

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Canabinoides podem reduzir até 90% do câncer de pele em 20 semanas, segundo estudo

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Um novo estudo realizado pelo Instituto Metropolitano de Saúde Pública de Tókio, e publicado pelo Journal of Pharmacy and Pharmacology, descobriu que os canabinoides podem reduzir até 90% do câncer de pele em um período de apenas 20 semanas. Neste estudo os pesquisadores utilizaram canabinoides sintéticos (normalmente, canabinoides naturais provenientes da flor da maconha são mais fortes e eficazes*) em camundongos com câncer de pele, durante um período de 20 semanas. Ao finalizar o estudo, descobriram que os canabinoides tiveram um efeito extremamente positivo, reduzindo o câncer de pele dos ratinhos em até 90%. Os canabinoides também produziram um excelente efeito antitumoral.

Os pesquisadores concluem:

“Esta é o primeiro relatório indicando as relações de atividades estruturais e as atividades anti-inflamatórias dos canabinoides sintéticos na inflamação induzida por TPA em ratos”. E finalizam… “Os resultados sugerem que os canabinoides sintéticos, tais como JWH-018, -122 e -210, podem ser utilizados na de câncer no futuro”.

Porém essa pesquisa não releva nada de extremamente novo. Há muitos anos que existem pessoas se tratando com o óleo de maconha, o Hemp Oil (RSO), para cuidar de câncer de pele assim como diversos outros tipos de câncer. Por conta da proibição, pouquíssimas pessoas tem acesso à esse valioso medicamento e ainda sofrem com as alternativas legalizadas como a quimioterapia e radioterapia. Mas a internet tem facilitado o compartilhamento de informações e o que antes era restrito à alguns lugares, hoje pode ser produzido em qualquer lugar do mundo.

Um exemplo é Rick Simpson, o homem que (re) descobriu o Óleo de Maconha para o tratamento de câncer, produziu o documentário “Run From The Cure” e vem lutando há vários anos pelo direito dos pacientes se tratarem com uma das melhores alternativas possíveis, o Hemp Oil. No documentário ele ensina como produzir seu próprio óleo de maneira segura, além de mostrar diversos testemunhos de pacientes que se trataram com o óleo e se curaram. Vale a pena conferir para entender mais sobre o o Hemp Oil e como ele irá revolucionar o tratamento de câncer no futuro.

[ Aprenda como fazer o Hemp Oil ]

Fonte: [ Journal of Pharmacy and Pharmacology ]

via: [ CHARAS ]

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Câmara de Deputados do Uruguai aprova a Legalização da Maconha

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Uruguai faz história mais uma vez e legaliza a maconha depois de mais de 11 horas de debate na sua câmara de representantes.

Por 50 votos a 46, a Câmara dos Deputados do Uruguai sancionou o projeto de que visa legalizar a produção e distribuição de maconha no país. O projeto segue agora para o Senado do país para ser aprovado. Se o projeto passar, o Uruguai será o primeiro país latino americano a regularizar a produção, distribuição e venda da cannabis.

O projeto de lei sobre a legalização da maconha no Uruguai diz o seguinte:

VENDA – O projeto de lei permite a compra de até 40 gramas mensais de maconha na rede de farmácias. Para poder comprar, o consumidor deve estar registrado. Sua identificação, no entanto, será mantida sob sigilo, de acordo com a lei de proteção de dados.

CULTIVO PRÓPRIO – O texto permite e regula o cultivo pessoal de até seis pés de cannabis por casa, e a produção coletiva em clubes integrados no mínimo por 15 e no máximo por 45 sócios.

USO MEDICINAL E INDUSTRIAL – Um dos objetivos é autorizar a produção para fins de pesquisa científica e de uso medicinal. Também prevê a permissão da cannabis não psicoativa, conhecida como cânhamo industrial.

PROIBIÇÃO – Como no caso do cigarro, não será permitido fumar maconha em espaços públicos fechados, tampouco dirigir sob o efeito da droga. Também se proíbe qualquer publicidade sobre a substância.

A decisão precisa agora passar pelo Senado, onde não existe resistência ao projeto.


Fonte: [ Cultura Verde | Coletivo Antiproibicionista e Antimanicomial ]

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Na Itália, a canabis medicinal foi legalizada!

Na Itália a canabis medicinal foi legalizada

Itália legaliza cannabis para fins medicinais

Enquanto os olhos do mundo estavam voltados para a escolha do novo Papa, um importante acontecimento passou despercebido na Itália. No dia 23 de fevereiro de 2013, um decreto do Ministério da Saúde, publicado na Gazeta Oficial, legalizou a canábis para fins medicinais no país.

O projeto de lei foi assinado em janeiro pelo ministro da Saúde, Renato Balduzzi, passando a vigorar em abril de 2013. De acordo com a publicação oficial, a decisão considera que os benefícios medicinais da planta se sobrepõem ao potencial danoso e aos riscos de vício.

A canábis passa, portanto, a figurar em uma nova tabela de perigos (seção B), sendo permitida legalmente no país, para fins medicinais, em todas as suas formas. A decisão foi validada pelo Instituto Superior de Saúde, o Conselho Superior de Saúde e o Departamento de Políticas Anti-Drogas da Itália.

A Itália é o último país europeu, a legalizar a cannabis medicinal. Na Europa, a canábis é ilegal, mas é tolerada para consumo pessoal.

VEJA O DECRETO – MINISTERO DELLA SALUTE DECRETO 23 gennaio 2013

Fonte: [ Diário da Erva ]

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Projeto de Lei para legalizar a Maconha no Brasil é divulgado

“O primeiro Projeto de Lei que visa legalizar a Maconha no Brasil é divulgado”

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Por Cassady

Até hoje, pouquíssimas pessoas tinham tido acesso à este documento, simplesmente o melhor texto já criado em prol da legalização. Porém agora ele é público e acessível para todo o Brasil. Confira!

‘A esperança ganha fôlego às quatro e vinte’

Neste sábado, 20/4, Growroom divulga proposta de Projeto de Lei que regulamenta a cannabis no Brasil. E abre o texto para críticas e sugestões.

A iniciativa vem dos Consultores Jurídicos da casa, que, mais uma vez, tenta promover a evolução da legislação brasileira para acabar com paradigmas sociais que, atualmente, refletem incisivamente e negativamente nos usuários recreativos e medicinais da erva.

Em resumo, a proposta regulamenta o cultivo, comercialização e consumo de maconha e seus derivados em todo o país, e pretende retirar a erva da lista de substâncias controladas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Também consta na proposta a criação da Agência Brasileira da Cannabis. A entidade será responsável pela garantia dos direitos dos cultivadores e usuários; financiar pesquisas e estudos sobre o uso medicinal e industrial da maconha; e também promoverá a integração entre as políticas de prevenção do uso abusivo e inadequado da erva, entre outras atribuições.

Abaixo segue a proposta na íntegra. Leia e faça a sua parte.

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