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SiSTSP – Caraguatá (Bromelia antiacantha)

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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis
| Projeto Tudo Sobre Plantas
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NOME CIENTIFICO: Bromelia antiacantha
NOME(S) POPULAR(ES): Caraguatá, Gravatá, Gravataí, Bananinha-do-mato, Carauatá, Croatá
FAMILIA (Cronquist): Bromeliaceae
FAMILIA (APG2): Bromeliaceae
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Usada como cerca-viva em propriedades rurais, assim como utilizada na extração de fibras para confecção de cordas.[1]

Produz frutos comestíveis e medicinais.

Os frutos apresentam atividade citotóxica moderada-fraca.[3]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=7433
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Registro atualizado em: 21/01/2014 21:43:18, por Anderson Porto.
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Projeto busca uso sustentável de bromélia da Mata Atlântica

Por Arley Reis

“Seus frutos são ingeridos tanto in natura como em preparados, como remédio contra a tosse, com ação expectorante nas infecções respiratórias, recomendados para o tratamento de asma e de bronquite. Os mesmos frutos são considerados antihelmínticos, sendo que seu sumo tem ainda efeito sobre tecidos decompostos, deixando feridas completamente limpas”.

A descrição do potencial da Bromelia antiacantha, publicada pelo padre pesquisador Raulino Reitz no fascículo da Flora Ilustrada Catarinense “Bromeliáceas e a malária – bromélia endêmica” permanece como estímulo a novos estudos.

O pensamento do padre botânico de que “Todas as plantas são potencialmente úteis” está presente na tese ´Uso e manejo de Caraguatá (Bromelia antiacantha) no Planalto Norte Catarinense: está em curso um processo de domesticação?`, em desenvolvimento junto ao Programa de Pós-Graduação em Recursos Genéticos Vegetais da UFSC.

O trabalho da bióloga Samantha Filippon com a bromélia nativa da Mata Atlântica é uma continuidade dos estudos iniciados em seu mestrado, orientado no mesmo programa pelo professor Maurício Sedrez dos Reis (e agora com coorientação do professor Nivaldo Peroni). “Esperamos que com o aprofundamento dos estudos etnobotânicos se possa resgatar e caracterizar junto à comunidade local as formas de manejo da espécie”, explica Samantha.

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Arquivado em Alimentos, Biodiversidade, Cultivo, Etnobotânica, Plantas Medicinais