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Cartilha “Coletar, manejar e armazenar as experiências da Rede de Sementes do Xingu”

Coletar, manejar e armazenar as experiências da Rede de Sementes do Xingu

Para baixar [ CLIQUE AQUI ]!

A recém-lançada cartilha, “Coletar, manejar e armazenar as experiências da Rede de Sementes do Xingu”, mostra o caminho que a semente percorre desde a coleta dos frutos, feita por mais de 350 integrantes da rede, até a sua precificação.

Ainda, um DVD encartado na publicação traz cinco vídeos que retratam as experiências dos coletores.

O primeiro vídeo já está disponível para você assistir agora! http://isa.to/1ss8dcW

Fonte: [ ISA ]

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Arquivado em Biodiversidade, Meio Ambiente, Projetos, Sementes, Técnicas, Vídeos

Museu Botânico recebe 10 mil exemplares de plantas

Desse total, mil exemplares são de espécies novas, algumas ainda nem catalogadas pela Botânica

Dormideira do Cerrado, uma das espécies coletadas

Dormideira do Cerrado, uma das espécies coletadas

Mais de 10 mil exemplares de plantas passaram a integrar o acervo do Museu Botânico Municipal – sendo que mil são espécies novas, algumas ainda nem catalogadas pela Botânica.

A coleta dos exemplares aconteceu durante expedição de técnicos do Museu aos estados de Goiás, Bahia, Minas Gerais e Paraná. A equipe trouxe dois tipos de flores de maracujá e um de mimosa que ainda não haviam sido descritos na literatura.

As expedições para detectar novas espécies e trazê-las à Curitiba são realizadas até cinco vezes por ano. A equipe escolhe locais pouco conhecidos e com a flora ainda pouco estudada.

Os técnicos que participam das expedições se consideram “discípulos” de Gerdt Guenther Hatschbach, fundador do museu que faleceu em abril deste ano aos 89 anos. O professor Gerdt, como era chamado, coletou mais de 80 mil plantas ao longo da vida.

Museu Botânico Municipal

O Museu tem o quarto maior acervo do país, com cerca de 400 mil plantas secas identificadas e preservadas. Ele fica dentro do Jardim Botânico, em Curitiba, e funciona de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 12h e das 13h às 17h. Finais de semana e feriados das 9h às 18h.

Fonte: [ Gazeta do Povo ]

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Mata de Santa Genebra é palco de pesquisa para estudantes da Unicamp

A Mata Santa Genebra recebeu a visita de 12 alunos do 2º e 3º anos do curso de Farmácia da Unicamp, nesta segunda-feira, 16 de abril. Os estudantes estão realizando uma pesquisa de coleta de plantas para depósito em herbário na universidade e coleta de informações etnobiológicas.

Neste semestre, a equipe está estudando a disciplina de etnobiologia – estudo científico da dinâmica de relacionamentos entre pessoas e seus grupos culturais e o meio ambiente, desde o passado distante até o presente imediato.

Os alunos colheram duas espécies de plantas na unidade, a assa-peixe e a piper. O grupo ainda assistiu a palestra ministrada pelo monitor da atividade, Rodrigo do Prado, que inclui a história da Mata de Santa Genebra, doada em 1981, ao Poder Executivo.

Além disso, os alunos realizaram o percurso da trilha-leste da Unidade de Conservação e conheceram o complexo Borboletário, que consiste em uma casa de criação, de acompanhamento de pesquisas e o viveiro.

Trabalho de campo

“Desde o início do ano estamos aprendendo a teoria em sala de aula e eu não via a hora de sair a campo. A Mata de Santa Genebra é um ótimo lugar para colher mais informações sobre nosso trabalho’’, diz a estudante Valeria Holsback.

Segundo os biólogos da Fundação, o melhor período para a coleta dessas plantas é a primavera, onde as espécies arbóreas florescem com mais intensidade.

A presidente Tereza Dóro reforça que a Fundação José Pedro de Oliveira está à disposição das universidades e escolas da região para utilizar a Mata de Santa Genebra, em pesquisas e demais trabalhos sobre meio ambiente.

Fonte: [ POrtal Novidade ]

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Harri Lorenzi é homenageado com a designação de um novo gênero do reino vegetal

A família Araceae (dos guaimbês e antúrios), com distribuição cosmopolita (cerca de 3 mil espécies e 100 gêneros no mundo) e tendo no Brasil 466 espécies e 35 gêneros, foi enriquecida com um novo gênero, o 36°, cujo nome Lorenzia, homenageia o Engenheiro Agrônomo e botânico Harri Lorenzi, fundador e diretor do Jardim Botânico Plantarum. Este é o primeiro gênero nativo da família arácea descrito no século XXI; no século XX apenas 5 gêneros foram descritos; os demais foram descritos nos séculos XVIII e X IX.

Lorenzia umbrosa

A espécie tipo deste novo gênero Lorenzia umbrosa E.G. Gonç., coletada por H. Lorenzi et all. no norte do Amapá (região da Serra do Navio) na fronteira com a Guiana Francesa, foi descrita pelo botânico e co-coletor Dr. Eduardo Gomes Gonçalves da Universidade Federal de Minas Gerais.

Este novo gênero constitui o mais basal dentro da evolução filogenética da família arácea, ou seja, o menos evoluído. Trata-se de uma planta delicada, rizomatosa, de pequeno porte (10-20 cm de altura) e folhagem decídua, a qual já está em cultivo no Jardim Botânico Plantarum (veja fotos), onde também estão em cultivo mais de 95% das espécies nativas desta família.

Para conhecer sua descrição clique neste link:

[ Lorenzia (Araceae – Spathicarpeae): A New Genus from Northern Brazil Supported by matK Sequence Data ]
http://www.ingentaconnect.com/content/aspt/sb/2012/00000037/00000001/art00008

Fonte: [ Jardim Botânico Plantarum ]

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Você sabe o que é Semente Crioula?

Por Valdemar Arl*
Membro-fundador da Rede Ecovida de Agroecologia

Sementes da Esperança

É muito comum quando ando por aí, colocar a mão no bolso e encontrar algumas sementes. Moro na cidade há muitos anos, mas não perdi essa prática da troca e da disseminação de sementes que herdei da minha história de vivência e convivência junto ao campo.

Sempre que as famílias de agricultores se visitam, uma prática bem presente ainda hoje é a troca de mudas, sementes ou animais reprodutores. Essa prática era uma condição fundamental no melhoramento das espécies ou variedades de plantas e raças de animais. Quando um agricultor ou uma agricultora doa uma semente ou faz uma troca percebe-se um sentimento de realização, felicidade e expectativa em ambas as partes. Essa prática é cultural e faz parte da condição do “ser camponês”.

Alicerçada nessas práticas a humanidade produziu e se alimentou por mais de 10.000 anos. Mas, em apenas pouco mais de 50 anos, a produção de alimentos sofreu grandes transformações. O modelo industrial agroquímico aplicado no campo negou essas práticas populares de manutenção e melhoramento das espécies e raças classificando-as como atrasadas.

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