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Como usar a citronela contra mosquitos

Citronela

A citronela, de nome científico Cymbopogon nardus (Citronela-Ceilão), pertence à família Poaceae (gramíneas) e tem sua origem no sudoeste da Ásia.

A citronela contém óleo essencial e é utilizada na fabricação de repelentes contra mosquitos e insetos, que é sua principal qualidade e pela qual é amplamente conhecida no mercado. Tanto poder tem uma razão química: o óleo essencial tem mais de oitenta componentes, entre eles citronelal, geraniol e limoneno, agentes que afugentam moscas e mosquitos.

Seu cheiro é semelhante ao do eucalipto e, segundo a aromaterapia, tem propriedades tônica, anti-séptica e desinfetante. Além do óleo essencial, é possível encontrar mudas da planta e vários produtos à base de citronela, como loções e sprays, para a pele, e velas e incensos, para a casa.

Apresenta efeitos alelopáticos positivos quando plantada em conjunto com outras plantas, repelindo pragas e desta forma protegendo as companheiras.

Deve ser cultivada em solo fértil e úmido, a sol pleno.

Como usar?

– Plantar a citronela na direção do vento em que se quer atingir o efeito repelente aumenta sua eficácia;

– As folhas podem ser queimadas em incensórios domésticos ou utilizando-se o óleo essencial em difusores elétricos;

– Ferva algumas folhas e faça uma espécie de chá para usar na limpeza de pisos;

– Para evitar picadas de mosquitos, amasse e esfregue uma folha de citronela nas partes do corpo mais expostas como braços e pernas;

– Mantenha uma muda em um vaso dentro de casa e, sempre que quiser, corte um pedaço de uma das folhas para que a essência se espalhe mais.

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Mosquito da dengue sobrevive comendo somente planta

por Anahi Zurutuza

Foto: [ Portal do Seridó ]

Foto: [ Portal do Seridó ]

Ter a planta conhecida como Coroa de Cristo [Euphorbia milii] em casa significa risco à saúde dos moradores e da vizinhança. O arbusto espinhoso, muito usado em residências como cerca viva, serve de alimento para o mosquito transmissor da dengue, que pode passar a vida toda alimentando-se apenas do néctar contido nas flores da planta.

A descoberta é do biólogo e pesquisador da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Antônio Pancrácio de Souza e da orientanda dele no curso de Biologia da universidade, Nathalia Cavichiolli de Oliveira, que há 12 meses estudam os hábitos alimentares do Aedes aegypti.

Segundo o professor, que é doutor em Entomologia (ciência que estuda os insetos), já se sabe que o Aedes aegypti macho não se alimenta de sangue humano, mas que a fêmea depende do sangue para a maturação os ovos antes de botar e é no momento da picada que ela transmite o vírus da dengue para as pessoas. Contudo, de acordo com Pancrácio, tanto o mosquito macho, quando a fêmea são capazes de completar o ciclo de vida, que dura em média 30 dias, alimentando-se apenas das flores da Coroa de Cristo.

O pesquisador explica que a planta, portanto, “contribui para a manutenção da população do mosquito transmissor da dengue”. Segundo Pancrácio, não se pode dizer que a Coroa de Cristo necessariamente funciona como atrativo para o inseto, mas a fêmea pode manter-se viva e nutrida nas proximidades do arbusto até encontrar o humano para alimentar-se do sangue, amadurecer os ovos e, então, procriar. “Ter esta planta em casa facilita a sobrevivência da população de Aedes aegypti e mantém o mosquito perto de quem ele não deveria estar”.

Motivação

Antônio Pancrácio afirma que há alguns anos pesquisa plantas que serviriam como inseticida contra o mosquito e que teve a ideia de estudar os hábitos alimentares do inseto para poder contribuir com mais informações sobre o transmissor da dengue para que autoridades em Saúde Pública tenha subsídios para combater o vetor. “Já se sabe que as orquídeas e as bromélias são planta propícias para a sobrevivência dos ovos e larvas do mosquito da dengue[*], mas nosso objetivo era estudar o adulto. E a nossa descoberta só mostrou que alguns pontos da ecologia e da biologia básica do inseto ainda precisam ser estudadas”.

Segundo o biólogo, o primeiro passo da pesquisa foi perguntar em diversas floriculturas de Campo Grande quais eram as plantas mais vendidas para uso em residências. Foram elencadas sete plantas. Os mosquitos foram mantidos confinados com cada planta e apenas os que estavam alimentando-se do néctar da Coroa de Cristo sobreviveram.

Última fase

A pesquisa caminha para a reta final. Segundo o professor, ainda este semestre serão feitos mais estudos que servirão como prova definitiva de que o Aedes aegypti pode alimentar-se apenas da Coroa de Cristo. “Vamos verificar se os açucares existentes no néctar da planta estão no organismo do mosquito. Se estiverem, ficará provado que ele realmente estava alimentando-se destas flores”.

De um modo geral, Pancrário afirma que ficou constatado que as plantas ornamentais presentes em nossos quintais podem favorecer a sobrevivência dos mosquitos adultos e isso deve servir de alerta para a população. “Estamos padronizando os experimentos nesta planta, de modo a servir como modelo para testes com outras espécies”, justifica.

No final do ano, o biólogo pretende publicar artigo científico para divulgar a descoberta. A pesquisa desenvolvida pelo professor e a aluna foi financiada pela Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado do Mato Grosso do Sul (Fundect).

Fonte: [ Correio do Estado ]
imagem: [ Portal do Seridó ]


[*] Bromélias não constituem focos preferenciais do mosquito do dengue

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Mosquitoeira – Armadilha Caseira para o Mosquito da Dengue

aedes

Acho que não é novidade para ninguém, uma vez que esta armadilha esta sendo amplamente divulgada pela mídia. Com uma garrafa pet, dessas de refrigerantes, é possível fazer uma armadilha que prende e mata o mosquito.

Você vai precisar de:

– 1 garrafa pet de 1,5 litros
– 1 tesoura
– 1 lixa de madeira nº 180
– 1 rolo de fita isolante
– 1 pedaço de 5×5 cm de tecido Micro Tule
– 4 grãos de alpiste ou 1 grão de ração felina.

VIDEO DE COMO CONSTRUIR: https://www.youtube.com/watch?v=Jyi_zj3PWcc

MANUAL: http://www.faperj.br/downloads/mosquiterica.pdf

Fonte: [ Loucura Racional ]

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Bromélias não constituem focos preferenciais do mosquito do dengue

por Renata Fontoura

A queima de encostas com bromélias para fins de prevenção não é eficaz (Foto: Marcio Mocelin)

Um estudo desenvolvido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC) da Fiocruz aponta que, em locais de interface entre o ambiente urbano e silvestre – como parques e encostas de morros –, as bromélias não têm um papel importante na proliferação do mosquito Aedes aegypti, vetor do vírus do dengue.

Durante um ano, 156 bromélias situadas no Jardim Botânico do Rio de Janeiro foram monitoradas, recobrindo dez espécies. O resultado do estudo aponta para o baixo índice de presença das formas imaturas do A. aegypti, gerando indícios que redirecionam o trabalho de prevenção.

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Estudantes distribuem sementes de planta que age contra mosquito da dengue

Crotalária. Foto: EMBRAPA Agrobiologia

Da assessoria

Alunos do Colégio Adventista de Rondonópolis realizam durante toda esta quinta-feira (13) campanha de conscientização da população acerca do combate ao mosquito da dengue. O trabalho é parte do evento “Um dia de esperança para o planeta”, que abrange toda a rede adventista da América Latina e tem as Secretarias Municipais de Meio Ambiente e Saúde como parceiras.

Os estudantes vão efetuar a entrega de sementes e mudas da Crotalaria juncea (nome científico da planta conhecida como crotolária) durante todo o dia, em diversos pontos da cidade.

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Pesquisa mostra que plantas podem combater dengue e rotavírus

A previsão é que em três anos o novo medicamento esteja disponível no mercado e possa ajudar a salvar vidas.

No Brasil, ouvimos dizer que algumas plantas têm poder de remédio. Pois em Minas Gerais, pesquisadores fizeram uma descoberta surpreendente.

Jatobá, gabiroba, aroeira, essa rica biodiversidade chamou a atenção de cientistas mineiros. Pesquisadores coletaram 20 espécies de plantas do cerrado mineiro. Os estudos, ao longo dos últimos quatro anos, revelaram que cinco dessas plantas apresentaram substâncias que combatiam agentes causadores de doenças. A descoberta pode contribuir para a criação de um medicamento contra o rotavírus e a dengue.

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Café, uma arma contra o mosquito da dengue

Borra de café combate a dengue

Borra de café combate a dengue

A bióloga Alessandra Laranja, do Instituto de Biociências da UNESP (campus de São José do Rio Preto), durante a pesquisa da sua dissertação de mestrado, descobriu que a borra de café produz um efeito que bloqueia a postura e o desenvolvimento dos ovos do Aedes Aegypti.

O processo é extremamente simples: o mosquito pode ser combatido colocando-se borra de café nos pratinhos de coleta de água dos vasos, no prato dos xaxins, dentro das folhas das bromélias, etc.

A borra de café, que é produzida todos os dias em praticamente todas as casas tem custo zero. O único trabalho é o de colocá-la nas plantas, inclusive sendo jogada sobre o solo do jardim e quintal.

Os especialistas em saúde pública, entre eles médicos sanitaristas, estão saudando a descoberta de Alessandra, uma vez que, além da ameaça da Dengue 3, possível de acontecer devido às fortes enxurradas de final de ano, surge outra ameaça proveniente do exterior: a da Dengue tipo 4.

Conforme explica a bióloga, 500 microgramas de cafeína da borra de café por mililitro de água bloqueia o desenvolvimento da larva no segundo de seus quatro estágios e reduz o tempo de vida dos mosquitos adultos.

Em seu estudo ela demonstrou que a cafeína da borra de café altera as enzimas esterases, responsáveis por processos fisiológicos fundamentais como o metabolismo hormonal e da reprodução, podendo ser essa a causa dos efeitos verificados sobre a larva e o inseto adulto.

A solução com cafeína pode ser feita com duas colheres de sopa de borra de café para cada meio copo de água, o que facilita o uso pela população de baixa renda e pode ser aplicada em pratos que ficam sob vasos com plantas, dentro de bromélias e sobre a terra dos vasos, jardins e hortas.

O mosquito se desenvolve até mesmo na película fina de água que às vezes se forma sobre a terra endurecida dos jardins e hortas, também na água dos ralos e de outros recipientes com água parada (pneus, garrafas, latas, caixas dágua etc.).
“A borra não precisa ser diluída em água para ser usada”, destaca a bióloga. Pode ser colocada diretamente nos recipientes, já que a água que escorre depois de regar as plantas vai diluí-la.

Ou seja: ela recomenda que a borra de café passe a ser usada, também, como um adubo ecologicamente correto.

Atualmente, o método mais usado no combate ao Aedes aegypti é o da aspersão dos inseticidas organofosforados, altamente tóxicos para homens, animais e plantas.

Fonte: Prof. Julio Cesar C. Leitão – www.clubedaarvore.com.br

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