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Descoberta nova espécie de bromélia na Bahia

Alcantarea pataxoana / Créditos: JBRJ

A descoberta da Alcantarea pataxoana foi resultado dos trabalho de pesquisadores do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e do Instituto de Botânica de São Paulo, e publicada na revista científica Systematic Botany volume 37(3) de 2012.

A descrição da nova espécie foi feita por Leonardo Versieux, tendo como base uma planta cultivada no Bromeliário do Jardim Botânico do Rio de Janeiro sob os cuidados da bióloga Nara Vasconcellos. O exemplar do JBRJ veio de uma coleta realizada pelo pesquisador Gustavo Martinelli (CNCFlora/JBRJ) em expedição ao Parque Nacional de Monte Pascoal (BA) em 1999.

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Efeito químico desconhecido favorece Homeopatia

(reportagem escrita por Andy Coghlan, da revista “New Cientist”, publicada pela Folha de São Paulo, em 08/11/2001)

Uma descoberta ocasional pode desafiar crenças e ameaça reacender o debate sobre se existe base científica para acreditar se a Homeopatia de fato funciona.

Um grupo da Coréia do Sul descobriu uma dimensão inteiramente nova no processo que é talvez o mais simples dos livros de química: o que acontece quando se dissolve uma substância em água e então se adiciona mais água.

O saber convencional diz que as moléculas dissolvidas simplesmente se espalham, afastando-se mais e mais uma das outras à medida que a solução é diluída. Mas dois químicos descobriram que algumas delas fazem exatamente o contrário: elas se agrupam, primeiro como aglomerados de moléculas, depois como grandes agregados.

A descoberta impressionou os cientistas e poderia fornecer o primeiro indício científico sobre como os remédios homeopáticos funcionam. Os homeopatas diluem sucessivas vezes os medicamentos, acreditando que quanto mais alta a diluição mais potente o remédio se torna.

Alguns diluem “infinitamente”, até que não sobre nenhuma molécula no remédio. Eles acreditam que a água mantenha uma memória do ingrediente ativo, que seria mais potente que a molécula em si. Outros usam soluções menos diluídas – geralmente diluindo um remédio seis vezes. O estudo coreano pode finalmente abrir as portas para a reconciliação da potência dessas soluções menos diluídas com a ciência normal.

O químico alemão Kurt Geckeler e seu colega Shashadhar Samal esbarraram no efeito enquanto investigavam fulerenos no seu laboratório no Instituto de Ciência e Tecnologia de Kwangju, Coréia do Sul. Eles descobriram que essas moléculas, também conhecidas como “buckyballs”, continuaram a se agregar em solução.

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Planta carnívora gigante é descoberta, devora ratos

Nepenthes attenboroughii

Uma nova espécie de planta carnívora gigante foi descoberta na área central das Filipinas. A planta é uma das maiores do tipo, e pode se alimentar até de pequenos mamíferos, como ratos. Durante a expedição que descobriu a nova espécie, a equipe de botânicos também encontrou samambaias rosadas e cogumelos azuis que não conseguiram identificar.

Acreditava-se na existência desta espécie de planta carnívora desde 2000, quando dois missionários tentaram escalar o Monte Vitória, um ponto pouco visitado da área central das Filipinas, e avistaram a planta. A história chamou a atenção do explorador britânico Stewart McPherson, do botânico Alastair Robinson e de Andreas Fleischmann, especialistas em plantas carnívoras interessados em encontrar novas espécies.

Em 2007, os especialistas viajaram durante dois meses para as Filipinas. Lá, a 1600 metros acima do nível do mar, encontraram a nova espécie. De acordo com McPherson, eles perceberam de imediato que a planta encontrada não era de uma espécie conhecida. A planta recebeu o nome científico de Nepenthes attenboroughii.

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Nova espécie descoberta

Gymnanthes boticario - foto: Maria de Fátima de Araújo Lucena

Uma nova espécie de planta descoberta na Região Nordeste foi descrita, no mês passado, no mais recente volume da revista alemã Willdenowia – Anuário do Jardim Botânico e do Museu Botânico de Berlin-Dahlen. Descoberta em 2006 por pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a espécie chama-se Gymnanthes boticario e pertence à família Euphorbiaceae, a mesma de urtigas, mameleiros e leiteiras.

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