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Romã é aliada em potencial na prevenção do mal de Alzheimer

Por Da Redação – agenusp@usp.br

Microcápsulas a base do extrato casca de romã poderiam ser incorporado na dieta

Microcápsulas a base do extrato de casca de romã poderiam ser incorporado na dieta

Na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, uma pesquisa com resíduos de romã constatou sua potencialidade como aliado na prevenção da doença de Alzheimer. O trabalho foi realizado pela pesquisadora Maressa Caldeira Morzelle, do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição (LAN), sob a orientação da professora Jocelem Mastrodi Salgado.

Inúmeros estudos indicam que, entre pessoas que consomem frutas e verduras regularmente, é raro o diagnóstico de doenças degenerativas decorrentes da idade avançada. “Isso se deve ao fato de que a quantidade de antioxidante presente nesses alimentos é elevada”, comenta a autora do estudo.

De acordo com a pesquisa, em se tratando da romã, apenas na casca da fruta é possível encontrar mais antioxidante do que em seu suco e sua polpa. Os antioxidantes são essenciais para a prevenção contra os radicais livres que matam as células do nosso corpo, o que acarreta em doenças degenerativas em geral.

Sabendo disso, Maressa buscou alternativas que pudessem concentrar todo o extrato da casca em pó, para ser diluído como suco, ou adicionado a sucos de outros sabores, levando em consideração os desafios do processamento e armazenagem, e o fato de que a adição do composto bioativo não poderia afetar as propriedades sensoriais do produto final.

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Arquivado em Doenças, Fitoterápicos, Plantas Medicinais

Análise Territorial e Políticas para o Desenvolvimento Agrário

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Lançado ontem, em Brasília, o livro Análise territorial e políticas para o desenvolvimento agrário é fruto da parceria ‪MDA‬ e ESALQ – USP.

A publicação, além de dados, conta com mapas e gráficos que retratam o desempenho econômico da produção agropecuária, a aptidão agrícola das terras e o interesse para a conservação ambiental.

Faça o download no link: http://www.nead.gov.br/portal/nead/nead-estudos/download_orig_file?pageflip_id=13632768.

Fonte: [ MDA ]

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Restos agroindustriais inibem micro-organismos em alimentos

Talos de beterraba, película de amendoim, entre outros, apresentam componentes que podem até matar elementos contaminantes

Alguns resíduos agroindustriais como talos de beterraba,película de amendoim, bagaços e sementes de uva, além da borra gerada pela fermentação de uvas tintas e a erva-mate apresentam componentes que inibem ou matam determinados micro-organismos patogênicos (causadores de doenças) contaminantes de alimentos. Foi o que o biólogo José Guilherme Prado Martin pode constatar em sua pesquisa Atividade antimicrobiana de produtos naturais: erva-mate e resíduos agroindustriais, realizada no Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição daEscola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba.

De acordo com o pesquisador, “a escolha por resíduos decorreu do fato de que o Brasil possui forte economia agroindustrial, geradora de grande quantidade de resíduos, os quais podem muito bem ser reutilizados pela indústria alimentícia como conservantes naturais, contribuindo com a produção de alimentos mais saudáveis e reduzindo os impactos ambientais decorrentes do descarte desses resíduos”, afirma Martin.

A intenção do estudo foi avaliar que tipos de produtos naturais poderiam agir contra estes micro-organismos. O pesquisador, segundo informações da Agência USP, analisou 20 diferentes resíduos agroindustriais e subprodutos gerados pelo processamento de frutas, legumes e hortaliças.

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Arquivado em Alimentos, Controle biológico, Cultivo, Curiosidades, Técnicas

Plantas de mesma espécie se reconhecem e competem entre si

Por Antonio Carlos Quinto – acquinto@usp.br

Raízes de ervilha crescem de forma diferente diante da mesma planta

Experimentos realizados com ervilhas mostraram que plantas da mesma espécie se reconhecem entre si e reconhecem a outras. “A ciência já demonstrou que elas podem reconhecer, inclusive, outras espécies e até mesmo clones”, conta a bióloga Francynês da Conceição Oliveira Macedo. No laboratório de Estresse e Neurofisiologia de Plantas do Departamento de Ciências Biológicas da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, a pesquisadora constatou também que o crescimento das raízes das plantas pode ser influenciado pela presença de raízes vizinhas.

O estudo de Francynês é pioneiro no Brasil e inaugura uma linha de pesquisa no Departamento de Ciências Biológicas da Esalq. A pesquisa Avaliação do comportamento competitivo de raízes de ervilha (Pisum sativum ) cv. Mikado teve a orientação do professor Ricardo Ferraz de Oliveira.

O principal objetivo foi verificar se raízes de ervilha apresentam crescimento diferenciado quando na presença de raízes da mesma planta, e de raízes de outras plantas, para averiguar a capacidade de auto/não-auto reconhecimento. Ao todo, foram 29 dias de observações de plântulas (embriões vegetais já desenvolvidos) de ervilhas mantidas em câmaras de crescimento.

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Análise mostra perfil químico de espécies de salsaparrilha

Caio Albuquerque, da Assessoria de Comunicação da Esalq – email caiora@esalq.usp.br

Pesquisa realizada pelo biólogo João Marcelo da Silva na Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da USP, em Piracicaba, identificou a anatomia e o perfil químico de duas espécies de plantas do gênero Smilax L. Conhecidas popularmente como salsaparrilha, elas são amplamente utilizadas por seu caráter medicinal, sendo conhecidas diversas utilizações no tratamento de enxaqueca e infecções, entre outras doenças.

Espécies foram distinguidas a partir de seus caracteres foliares

O pesquisador coletou material na Mata Atlântica, em Santa Tereza (ES), e na floresta amazônica, em Manaus (AM). A salsaparrilha também é conhecida, conforme a região, como japecanga, cipó japecanga e aputá. “Observamos a carência de caracteres que pudessem levar à correta identificação das espécies do gênero e, dessa forma, levantamos caracteres de valor diagnóstico afim de diferenciar tal espécie e assim solucionar o problema da identificação incerta”, comenta.

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