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50 espécies da Mata Atlântica que podem ser plantadas na calçada

Manual Técnico de Arborização Urbana de Salvador com espécies nativas da Mata Atlântica

Os cidadãos passam a contar, a partir desta semana, com um importante instrumento que orienta, de forma simples e didática, quais espécies mais indicadas e como plantar árvores em calçadas na capital baiana. O Manual Técnico de Arborização Urbana de Salvador foi lançado esta semana pela Prefeitura, e contém um guia com 50 espécies do bioma da Mata Atlântica indicadas para plantios.

Com a chancela da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana (SBAU), a publicação é uma das primeiras regulamentações do Plano Diretor de Arborização Urbana (Lei Municipal 9187/2017), do PDDU (Lei Municipal 9069/2016) e da Lei Municipal de Ordenamento e Uso e Ocupação do Solo – LOUOS (Lei 9148/2016).

Com ilustrações, diagramas e explicações técnicas de plantio de fácil assimilação pela população, o livro foi elaborado de forma participativa, em colaboração com técnicos e estudiosos da área, com o objetivo de servir de guia para intervenções na capital baiana.

De acordo com o secretário municipal da Cidade Sustentável e Inovação (Secis), André Fraga, a produção do manual é uma demanda antiga do município. “Salvador nunca possuiu regras ou orientações técnicas para plantio de árvores na cidade. Além disso, outro objetivo dessa publicação é de popularizarmos nossas espécies nativas do bioma Mata Atlântica”, ressalta.

Orientações técnicas – Para plantios em passeios, por exemplo, o manual destaca a necessidade de verificar a largura do corredor, para harmonizar a circulação dos pedestres e o desenvolvimento da árvore. Considerando que Salvador possui ruas estreitas e calçadas ainda mais estreitadas, buscou-se encontrar uma largura mínima que pudesse compatibilizar a acessibilidade com a arborização e outros elementos urbanos. Além disso, é preciso usar espécies com sistemas radiculares que reduzem danos nas calçadas e sistemas subterrâneos como água, esgoto e telefonia.

O Manual explica ainda os fatores que devem ser levados em conta na hora do plantio – como porte, formato da copa (reduzindo a demanda constante e dispendiosa por podas) e adaptação ao clima. A distância da árvore de mobiliários urbanos como sinalização de trânsito, semáforos e hidrantes, é outro elemento importante considerado no manual.

Guia de espécies – Um dos diferenciais do documento é o guia com fotografias e a ficha técnica contendo informações e características de cada uma das de 50 espécies indicadas para serem plantadas em ambiente urbano, como ambiente de origem, porte, locais para plantio e folhagem. Todas as plantas citadas são nativas da Mata Atlântica, bioma nativo de Salvador. A publicação está disponível para download gratuito no site do projeto Salvador, Capital da Mata Atlântica, no endereço mataatlantica.salvador.ba.gov.br ou em [ LINK2 ].

Fonte: [ SECOM – Prefeitura Municipal de Salvador ]

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[ edit futuro – Link alternativo para download: ]

[ Manual Técnico de Arborização Urbana de Salvador com espécies nativas da Mata Atlântica ]

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Biogeografia da Flora e dos Fungos do Brasil

Compreender melhor a distribuição geográfica de espécies é fundamental para promover a conservação da biodiversidade. Visando ampliar o conhecimento sobre a biogeografia de plantas e fungos do Brasil, foi desenvolvido um sistema para modelar a distribuição potencial das espécies, contando com a participação ativa de especialistas.

Projeção de consenso entre os modelos de nicho ecológico para Passiflora mucronata (Bernacci & Giovanni 2013), indicando a área potencial de distribuição da espécie no Brasil. Prancha disponível no Herbario Virtual Flora Brasiliensis.

Projeção de consenso entre os modelos de nicho ecológico para Passiflora mucronata (Bernacci & Giovanni 2013), indicando a área potencial de distribuição da espécie no Brasil. Prancha disponível no Herbario Virtual Flora Brasiliensis.

Visando expandir o conhecimento sobre a biogeografia das espécies de plantas e fungos do Brasil, o INCT-Herbário Virtual da Flora e dos Fungos (INCT-HVFF) desenvolveu em parceria com o Centro de Referência em Informação Ambiental (CRIA) um sistema para modelar a distribuição potencial de espécies, contando com a participação ativa de especialistas. O sistema, [ Biogeografia da Flora e dos Fungos do Brasil ] (Biogeo), foi desenvolvido no âmbito do Sistema Nacional de Pesquisa em Biodiversidade (SISBIOTA Brasil), utilizando a rede speciesLink como base de dados da ocorrência das espécies.

O sistema visa contribuir para ampliar a compreensão das necessidades ambientais das espécies, investigar diversas questões envolvendo pesquisa e conservação, indicar espécies com maior carência de dados e orientar novas coletas. O sistema abre a perspectiva para as comunidades botânica e micológica construírem um banco de dados sobre plantas e fungos que no futuro poderá conter pelo menos um modelo de distribuição potencial para cada espécie.

Parkia pendula registrada no sul da Bahia por Fábio Coppola (Flickr). Conhecida na região como Juerana, é uma árvore emergente que possui uma distribuição composta de áreas na costa do Nordeste e áreas na Amazônia.

Parkia pendula registrada no sul da Bahia por Fábio Coppola (Flickr). Conhecida na região como Juerana, é uma árvore emergente que possui uma distribuição composta de áreas na costa do Nordeste e áreas na Amazônia.

Como funciona

A interface do sistema possui uma seção aberta, onde todos os modelos publicados podem ser visualizados, e uma seção reservada aos supervisores cadastrados, os quais são responsáveis pelo processo de modelagem das espécies. Atualmente o sistema tem 55 supervisores cadastrados e cerca de 700 espécies com modelos gerados, incluindo angiospermas, samambaias e fungos macroscópicos. Todos esses modelos podem ser vistos a partir do menu de navegação na barra superior (clicando em Taxonomia pode-se visualizar as opções disponíveis, realçadas com fundo branco) ou buscados pelo nome científico no canto superior direito.

Modelos gerados para Pycnoporus sanguineus, um fungo amplamente distribuído em regiões tropicais e subtropicais do mundo (Braga-Neto 2013). A) Corpo de frutificação: produz os esporos que são dispersos pelo vento. B) Pontos de ocorrência: Dos 594 registros disponíveis na rede speciesLink, apenas 7,9% foram incluídos na modelagem. C) Modelo de consenso: Ainda que o número de pontos seja suficiente para incluir todos os algoritmos, o modelo pode ser considerado preliminar porque existem grandes lacunas de registros com coordenadas geográficas, influenciando a qualidade final do modelo. Crédito da foto: Damon Tighe (Flickriver).

Modelos gerados para Pycnoporus sanguineus, um fungo amplamente distribuído em regiões tropicais e subtropicais do mundo (Braga-Neto 2013). A) Corpo de frutificação: produz os esporos que são dispersos pelo vento. B) Pontos de ocorrência: Dos 594 registros disponíveis na rede speciesLink, apenas 7,9% foram incluídos na modelagem. C) Modelo de consenso: Ainda que o número de pontos seja suficiente para incluir todos os algoritmos, o modelo pode ser considerado preliminar porque existem grandes lacunas de registros com coordenadas geográficas, influenciando a qualidade final do modelo. Crédito da foto: Damon Tighe (Flickriver).

O Biogeo busca padronizar a geração de modelos e compartilhar os resultados de forma livre e aberta, permitindo que os experimentos possam ser facilmente reproduzidos e verificados pelos usuários. O sistema permite que vários modelos sejam gerados ao longo do tempo para a mesma espécie, porém somente um deles é exibido como referência. O modelo de referência é sempre o último modelo aprovado para a espécie, pois se espera que cada novo modelo seja melhor que os anteriores. Os modelos gerados ficam disponíveis para serem avaliados pelos especialistas, que podem aprovar ou descartar o resultado.

O sistema utiliza dados de ocorrência de espécies disponíveis na rede speciesLink, a Lista de Espécies da Flora do Brasil 2012 como base taxonômica e variáveis ambientais bioclimáticas do WorldClim que afetam a distribuição de grande parte das espécies vegetais:

  • Altitude (modelo digital de elevação)
  • Variação média de temperatura no dia
  • Temperatura máxima no mês mais quente
  • Temperatura mínima no mês mais frio
  • Precipitação no trimestre mais úmido
  • Precipitação no trimestre mais seco
  • Precipitação no trimestre mais quente
  • Precipitação no trimestre mais frio

O funcionamento do Biogeo é baseado na ferramenta openModeller, podendo utilizar até 5 algoritmos de modelagem, dependendo do número de pontos de ocorrência. Para espécies com menos de 5 pontos gera-se apenas um modelo de dissimilaridade ambiental através do cálculo da distância euclideana ao ponto de ocorrência mais próximo. De 5 a 9 pontos gera-se um modelo com o algoritmo Maxent; de 10 a 19 pontos são gerados dois modelos, um com o Maxent e outro com o GARP Best Subsets (GARP BS). A partir de 20 pontos são utilizados 5 algoritmos: Maxent, GARP BS, Distância Mahalanobis, ENFA e Máquina Vetores de Suporte de classe única (SVM).

A estratégia de modelagem de nicho ecológico depende do número de pontos de ocorrência disponíveis para cada espécie. Com menos de 5 pontos gera-se um modelo inicial com o objetivo de guiar novas coletas. Entre 5 e 19 pontos os modelos ainda são considerados exploratórios, mas servem como uma estimativa preliminar do nicho da espécie, sendo gerados com um ou dois algoritmos. Modelos gerados a partir de 20 pontos permitem a inclusão de todos os algoritmos, tendendo a ser mais robustos.

A estratégia de modelagem de nicho ecológico depende do número de pontos de ocorrência disponíveis para cada espécie. Com menos de 5 pontos gera-se um modelo inicial com o objetivo de guiar novas coletas. Entre 5 e 19 pontos os modelos ainda são considerados exploratórios, mas servem como uma estimativa preliminar do nicho da espécie, sendo gerados com um ou dois algoritmos. Modelos gerados a partir de 20 pontos permitem a inclusão de todos os algoritmos, tendendo a ser mais robustos.

Mais infos: [ Blog do Cria ]

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Os primeiros passos de novas espécies

por CARLOS FIORAVANTI

A Epidendrum denticulatum: diversificação em andamento

A Epidendrum denticulatum: diversificação em andamento

Orquídeas de flores róseas, ainda consideradas da mesma espécie, vivem em dunas próximas às praias de Marambaia, no Rio de Janeiro, e de Alcobaça, na Bahia. Embora estejam separadas por 900 quilômetros (km), deveriam gerar sementes se um dia suas células reprodutivas se encontrassem. No entanto, nenhum embrião se formou após a polinização entre plantas das duas localidades induzida por botânicos em São Paulo. Outros representantes da mesma espécie de orquídea, Epidendrum denticulatum, dos cerrados de Itirapina, em São Paulo, e de Peti, em Minas Gerais, também já deram as costas uns para os outros. Os quatro grupos de orquídeas parecem seguir seus próprios caminhos evolutivos e talvez já formem espécies diferentes, embora ainda sejam idênticos no tamanho, nas flores, nas cores e nas estruturas externas.

“Estamos vendo algo muito raro, o surgimento de novas espécies”, diz Fábio Pinheiro, pesquisador do Instituto de Botânica de São Paulo. Ele detectou a formação de espécies – ou especiação – entre representantes de uma mesma espécie. “Darwin já falava em variações entre espécies, mas não poderia imaginar que fossem relevantes a ponto de inviabilizar os cruzamentos entre populações de uma mesma espécie.” Em 2010 Pinheiro colheu pólen e induziu o cruzamento entre 258 exemplares de 13 populações de Epidendrum denticulatum, encontradas em matas no interior e no litoral da Bahia, Espírito Santo, Minas, Rio e São Paulo, mantidas no orquidário do instituto. Algumas populações, até mesmo do próprio ecossistema, acumularam diferenças genéticas que inviabilizaram a formação de embriões viáveis. A impossibilidade de as células reprodutivas de uma mesma espécie gerarem descendentes férteis – a incompatibilidade reprodutiva – “é uma das primeiras etapas da diferenciação genética que, em milhares de anos, pode levar a uma nova espécie”, diz.

Ele examinou a separação entre linhagens de uma única espécie, enquanto o enfoque habitual compara espécies distintas – e depois de terem se formado. “Essa abordagem permitiu a Pinheiro não só quantificar a intensidade de isolamento entre linhagens novas como também associar esses estágios iniciais de diferenciação com os eventos históricos de expansão e fragmentação de florestas e campos, que catalisaram a diferenciação entre populações e moldaram os padrões de isolamento reprodutivo observados”, comenta Salvatore Cozzolino, especialista em orquídeas da região do Mediterrâneo e professor da Universidade de Nápoles Federico II, na Itália, onde o botânico brasileiro fez parte de suas análises. “Conhecer os primeiros estágios de isolamento reprodutivo envolvidos na formação de novas espécies é um passo importante para entender como a extraordinária biodiversidade do Brasil, e das regiões tropicais em geral, é gerada e mantida.”

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Espécies Nativas da Flora Brasileira de Valor Econômico Atual ou Potencial – região Sul

Espécies Nativas da Flora Brasileira de Valor Econômico Atual ou Potencial - Plantas para o Futuro - Região Sul -

Espécies Nativas da Flora Brasileira
de Valor Econômico Atual ou Potencial
– Plantas para o Futuro – Região Sul –

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Pesquisadores da USP vencem desafio de identificação de plantas

Por Fábio de Castro

Com novo sistema computacional capaz de reconhecer espécies de plantas por meio de fotos das folhas, cientistas do Instituto de Física de São Carlos ficaram em primeiro lugar no concurso internacional ImageCLÉF

Agência FAPESP – A fim de estimular os avanços da pesquisa na área de reconhecimento de padrões, a organização francesa ImageCLÉF promove anualmente, desde 2003, um evento que lança desafios à comunidade científica internacional.

Um grupo de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) ganhou o primeiro lugar do ImageCLÉF 2011 na categoria “Identificação de plantas”, inaugurada em 2010 com apoio da Sociedade Francesa de Botânica.

Os cientistas brasileiros venceram o desafio de desenvolver um sistema computacional capaz de reconhecer espécies de plantas da Europa a partir de um banco de dados de fotos das folhas.

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O surpreendente mundo das plantas

por Maria Carlos Reis

As plantas fazem parte do nosso dia a dia de forma tão indispensável e constante que frequentemente nem damos por elas. A verdade é que se nos debruçarmos por momentos sobre o seu mundo faremos descobertas surpreendentes e fascinantes.

Por mais insólito que nos possa parecer, podemos dizer que as plantas podem ver, comunicar entre si, têm a capacidade de reagir ao mais pequeno toque e, ainda, que conseguem calcular o tempo com uma precisão surpreendente.

Dito assim, poderá parecer que se trata de uma confusão, porque é aos animais que normalmente poderemos atribuir tais faculdades. Ou então tratar-se-ão de afirmações extraordinárias, que roçam os domínios da fantasia. Destas duas, vamos enveredar pela primeira parte da segunda opção. É que embora algumas destas capacidades só recentemente tenham sido identificadas pelos botânicos, as provas das outras são conhecidas por todas as pessoas minimamente sensíveis ao mundo natural e, em particular, ao extraordinário “Mundo das Plantas”.

Poderemos então relatar alguns fenómenos relativamente comuns. Por exemplo, se um rebento for mantido numa caixa fechada, onde somente exista uma fresta por onde entre a luz do sol, facilmente se verifica que ele rastejará em direcção a ela. Esta pode ser uma das evidências que servem de base à afirmação de que “as plantas podem ver”.

Os girassóis, durante o pôr do sol, estão virados para Oeste, mas viram-se para Este durante a noite, para que possam apanhar os raios solares da alvorada. Eles continuarão a executar estes movimentos, durante vários dias, mesmo que sejam mantidos sob a mais completa escuridão, o que nos permite dizer que as plantas conseguem calcular o tempo, pois possuem um ritmo circadiano (diário) intrínseco.

Existe, ainda, o exemplo de algumas plantas carnívoras, como a dioneia, que fecham as suas sedas sensíveis quando são tocadas não uma, mas duas vezes. Isto significa que, para além de serem sensíveis ao toque, conseguem contar!

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Portal Tudo Sobre Plantas: Galeria

Oi pessoal,

Coloquei online a antiga seção GALERIA reformulada, agora apresentando o que já temos cadastrado para cada grupo de espécies.

Seção: Galeria

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Para visitar, acesse: [ Galeria ]

Este ramo é para que todos possam conhecer uma parte do trabalho que já foi feito, isto é, banco de dados, glossário de termos etc.

Mais a frente, brotarão os resumos com dicas de cada grupo.

Espero que gostem!

Abraços!

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Grupo de Estudos sobre Plantas – GEPTSP

Quem nos visita pela primeira vez conhece muito pouco do projeto e não teria como, em tão pouco tempo, conhecer todos os ramos que desenvolvemos.

Para tentar suprir esta necessidade de mais informações sobre o projeto, irei começar uma série informativa sobre as várias áreas do portal, e sobre como utilizá-las de forma plena e satisfatória.

Para começar, vou apresentar o Grupo de Estudos sobre Plantas, apelidado de GEPTSP.

Criado ao final de novembro de 2002, o grupo de estudos basicamente é um espaço virtual para troca de emails onde os participantes enviam uma mensagem para um único endereço de email: tudosobreplantas@yahoo.com.br e todos os participantes recebem a mensagem / email. Por conseguinte, ao respondê-la, a resposta é encaminhada para todos os participantes.

É uma forma de entrar em contato com pesquisadores de várias universidades do país, cultivadores amadores e profissionais, estudantes, fotógrafos, fitoterapeutas… várias pessoas ligadas a plantas de uma única forma e através de um único endereço de email.

Para se inscrever no grupo, basta enviar mensagem em branco para: tudosobreplantas-subscribe@yahoogrupos.com.br e seguir as orientações do email de inscrição.

Para conhecer mais sobre o grupo, visite: [ GEPTSP ].

Composto por pessoas do mundo inteiro, o grupo serve para buscar informações sobre uma determinada espécie, para envio de fotos para identificação, pedidos de sementes de alguma planta ou mesmo pedidos de mais informações sobre alguma planta que se deseje saber mais.

Ao longo de 9 anos de projeto, tivemos diversos debates sobre os mais variados assuntos, tais como folha da graviola contra o câncer, quinoa, linhaça, orgânicos, pimentas, cannabis, aveloz, santo daime, transgênicos, como cultivar plantas em viveiros, como fazer compostagem, como adubar, como fazer podas de árvores e por aí vai.

Não custa nada, é gratuito!

Basta se inscrever e aguardar a chegada das primeiras mensagens. Você vai lendo e quando algum assunto lhe interessar, clica em “responder” e escreve a sua pergunta, dúvida ou ajuda com informações, e sua mensagem será compartilhada com todos. Daí, aguarde. É só esperar a sua resposta.

São informações valiosas que chegam de repente e podem ser de grande valor. Já fizemos dois encontros e estou até com vontade de organizar o próximo este ano, talvez na primavera.

Na boa? Você só tem a ganhar! Participe!

Anderson Porto
coordenador do projeto Tudo Sobre Plantas
http://www.TudoSobrePlantas.com.br
(21) 9688-9521

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