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Maconha pode impedir que o HIV se espalhe, diz estudo

“Sim, mais uma grande utilidade médica da maconha descoberta. Muitas ainda virão, pois os receptores sobre os quais os componentes da maconha atuam regulam e orquestram praticamente todas as funções fisiológicas do organismo. Inclusive a multiplicação e a ativação de celular do sistema imune. Além disso, há indícios de ação antiviral. Lester Grisnspoon, famoso médico de Harvard, especialista no uso medicinal da maconha, afirmou corretamente que a maconha terá (e esta tendo) um impacto tão importante ou maior que o da penicilina.” – Renato Malcher

Estudo realizado pela Louisiana State University diz que o THC pode impedir que o HIV se espalhe e que ajuda no aumento de células saudáveis

Por Redação

Estudo diz que maconha pode ajudar na produção de células saudáveis frente ao HIV

Estudo diz que maconha pode ajudar na produção de células saudáveis frente ao HIV

Uma pesquisa da Louisiana State University com macacos aponto para o aumento de células sadias com o uso da maconha. Já faz algum tempo que o uso da erva é utilizado como tratamento terapêutico contra alguns sintomas da Aids, por exemplo, dores e perda do peso. Porém, esta pesquisa também descobriu que cannabis pode ser útil para impedir que a doença se espalhe.

Os cientistas aplicaram durante 17 meses doses diárias de THC (substância ativa da maconha) em macacos infectados por uma versão animal do HIV. Durante o período, os pesquisadores observaram que os prejuízos ao sistema imunológico dos estômagos dos animais, área que costuma ser a mais afetada, tiveram os seus danos reduzidos.

Ao Huffington Post, a coordenadora da pesquisa, Dra. Patrícia Molina, disse que “estes resultados revelam novos mecanismos que podem contribuir potencialmente para o controle da doença por meio da cannabis”. Molina também explicou que enquanto o vírus HIV ganha força se espalhando por meio de infecções que matam as células, os macacos que receberam doses de THC mantiveram altas taxas saudáveis durante o tratamento.

Pesquisas anteriores também concluíram que macacos infectados pelo HIV e tratados com THC sobreviveram mais tempo. Em 2012, outro estudo apontou que a maconha possui substâncias que podem ser efetivas na luta contra o HIV. No Califórnia Pacific Medical Center, em São Francisco (EUA), cientistas alegaram que os componentes da maconha também podem ser úteis para tratar formas agressivas de câncer.

Fonte: [ Revista Forum ]

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Estudo encontra expressivos níveis de substância cancerígena no arroz brasileiro

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O “celeiro do mundo” está enfrentando problemas com expressivos níveis de arsênio no alimento mais comum de seu povo. Um estudo recente encontrou altos níveis de arsênio no arroz brasileiro. A pesquisa foi motivada por estudos similares que encontraram altos níveis de arsênio em arroz de outros países, incluindo a China, Bangladesh e os Estados Unidos.

O arsênio é uma conhecida substância cancerígena e pode causar alterações no corpo humano, levando a doenças vasculares, diabetes e câncer de bexiga e pele, entre outros. Segundo o pesquisador, o nível médio de arsênio encontrado em amostras de arroz brasileiro que examinou foi de 222 nanogramas por grama de arroz.

“Em especial o arroz integral apresentou maiores concentrações, pois, em geral, o arsênio pode se acumular no farelo”, explica o autor da pesquisa Bruno Lemos Batista, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Uma das principais razões para a presença de arsênio é o uso de agrotóxicos que poluem o solo e a água, diz Batista.

Necessidade de controle

Com o aumento de arsênio inorgânico (forma mais tóxica de compostos de arsênio) em carne e grãos em todo o mundo, muitos estão pedindo regulamentações mais claras sobre a quantidade de arsênio permitido em alimentos.

The European Food and Safety Authority (EFSA) aconselha que o consumo diário de arsênio seja limitado entre 0,3 a 8 micro gramas por quilo de peso corporal. No ano passado, um grupo de congressistas dos Estados Unidos introduziu uma legislação para limitar a quantidade de arsênio permitido em arroz e seus produtos.

Batista diz que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária realizou consultas públicas para definir um limite para a concentração máxima permitida de arsênio em arroz, mas até a data não há limites formais criados no Brasil. “O controle não é feito constantemente e não temos leis para isso”, afirma.

De acordo com o Ministério da Agricultura do Brasil e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), o arsênio não está entre as substâncias tóxicas monitoradas nos alimentos. Batista diz que uma das razões para a falta de legislação é o insuficiente conhecimento sobre arsênio e sua presença em produtos alimentícios no Brasil.

“Temos poucas informações sobre a concentração de arsênio em diferentes produtos brasileiros, incluindo o arroz por exemplo, e diferentes variedades de arroz. Neste sentido, nossa pesquisa não pode parar”, diz Batista.

Fonte: [ Relatos Mundiais ]

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Canabinoides podem reduzir até 90% do câncer de pele em 20 semanas, segundo estudo

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Um novo estudo realizado pelo Instituto Metropolitano de Saúde Pública de Tókio, e publicado pelo Journal of Pharmacy and Pharmacology, descobriu que os canabinoides podem reduzir até 90% do câncer de pele em um período de apenas 20 semanas. Neste estudo os pesquisadores utilizaram canabinoides sintéticos (normalmente, canabinoides naturais provenientes da flor da maconha são mais fortes e eficazes*) em camundongos com câncer de pele, durante um período de 20 semanas. Ao finalizar o estudo, descobriram que os canabinoides tiveram um efeito extremamente positivo, reduzindo o câncer de pele dos ratinhos em até 90%. Os canabinoides também produziram um excelente efeito antitumoral.

Os pesquisadores concluem:

“Esta é o primeiro relatório indicando as relações de atividades estruturais e as atividades anti-inflamatórias dos canabinoides sintéticos na inflamação induzida por TPA em ratos”. E finalizam… “Os resultados sugerem que os canabinoides sintéticos, tais como JWH-018, -122 e -210, podem ser utilizados na de câncer no futuro”.

Porém essa pesquisa não releva nada de extremamente novo. Há muitos anos que existem pessoas se tratando com o óleo de maconha, o Hemp Oil (RSO), para cuidar de câncer de pele assim como diversos outros tipos de câncer. Por conta da proibição, pouquíssimas pessoas tem acesso à esse valioso medicamento e ainda sofrem com as alternativas legalizadas como a quimioterapia e radioterapia. Mas a internet tem facilitado o compartilhamento de informações e o que antes era restrito à alguns lugares, hoje pode ser produzido em qualquer lugar do mundo.

Um exemplo é Rick Simpson, o homem que (re) descobriu o Óleo de Maconha para o tratamento de câncer, produziu o documentário “Run From The Cure” e vem lutando há vários anos pelo direito dos pacientes se tratarem com uma das melhores alternativas possíveis, o Hemp Oil. No documentário ele ensina como produzir seu próprio óleo de maneira segura, além de mostrar diversos testemunhos de pacientes que se trataram com o óleo e se curaram. Vale a pena conferir para entender mais sobre o o Hemp Oil e como ele irá revolucionar o tratamento de câncer no futuro.

[ Aprenda como fazer o Hemp Oil ]

Fonte: [ Journal of Pharmacy and Pharmacology ]

via: [ CHARAS ]

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Planta do nordeste pode ser a chave para o tratamento da Esclerose Múltipla

por João Mello

Uma das doenças degenerativas mais implacáveis do mundo pode não ser párea para o avelóz, planta milagreira das regiões Norte e Nordeste. Testes em camundongos têm sido extremamente bem-sucedidos

O futuro do tratamento da Esclerose Múltipla pode passar por esses arbustos //Crédito: Divulgação

Uma planta típica do nordeste pode mudar os rumos do tratamento da Esclerose Múltipla. Apesar de ser cedo para alardear uma revolução terapêutica, a descoberta feita por um grupo de pesquisadores brasileiros pode ser comemorada como uma das melhores notícias dos últimos anos para portadores da doença e seus familiares.

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Chá de camomila pode baixar a taxa de açúcar no sangue de diabéticos

Por Henrique Cortez, do EcoDebate

A camomila (Matricaria chamomilla), um chá muito popular, pode ser capaz de ajudar a controlar o nível de açúcar no sangue de diabéticos, evitando complicações graves. É o que concluiu um estudo [Protective Effects of Dietary Chamomile Tea on Diabetic Complications] realizado por pesquisadores da Universidade de Aberystwyth, no País de Gales e da Universidade de Toyama, no Japão, e publicada no Journal of Agricultural and Food Chemistry.

“Estes resultados sugerem claramente que o consumo diário chá de camomila com as refeições pode contribuir para a prevenção da evolução da hiperglicemia e das complicações diabéticas”, escreveram os pesquisadores

Pesquisadores alimentaram ratos com diabetes tipo 2, simulando um extrato camomila diariamente durante três semanas, e observaram uma queda de 25% nos níveis de de açúcar no sangue. Com base nestes resultados, os pesquisadores acreditam que camomila, tomada sob forma de chá com as refeições, pode levar a benefícios semelhantes em seres humanos.

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Agrotóxicos – Você sabe o que está comendo?

A segurança alimentar no Brasil realmente é um assunto muito sério e precisamos prestar mais atenção e participar ativamente desse assunto, pois isso diz respeito àquilo que comemos e damos aos nossos filhos.

Estaremos analisando a produção em massa de diversos alimentos que comumente estão à mesa dos brasileiros.

Começaremos hoje analisando a produção de tomate, que utilizamos quase que diariamente na forma de salada ou como molho em nosso “santo” macarrão de domingo.

Nós tivemos acesso aos produtos utilizados pelos agricultores na produção de tomate da região de Goiás. Esse produto na sua grande maioria é enviado para as indústrias na fabricação de molhos e derivados.

Tomamos como exemplo um caminhão de tomates que chega da lavoura diretamente para a indústria.

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Plantas duplicam DNA para driblar problemas


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O que não mata uma planta pode torná-la mais forte. Depois de serem parcialmente comidas por animais de pasto, por exemplo, algumas delas crescem mais forte e rápido e se reproduzem melhor do que fariam se o processo não tivesse acontecido.

Em um novo estudo, pesquisadores relatam que um segredo para essa “volta por cima” de vegetais pode estar em sua habilidade para duplicar seus cromossomos sem sofrer divisão celular.

Apesar de esse fenômeno, chamado de “endorreduplicação”, não ser novo para a ciência, nenhum estudo prévio analisou sua relação com a força de crescimento e reprodução que ocorre em muitas plantas depois de elas terem servido de pasto, afirma Ken Paige, professor de biologia animal na Universidade de Illinois. Ele conduziu a pesquisa com o estudante de doutorado Daniel Scholes.

– Se você conversar com um biólogo molecular, ele pode saber o que é endorreduplicação, mas ele não olha para o processo com a perspectiva de todo o sucesso reprodutivo da planta. Tentamos unir os dois e descobrimos que há uma relação – explica Scholes.

O estudo foi publicado na revista “Ecology”. Os pesquisadores analisaram a Arabidopsis thaliana, uma planta com flores da família da mostarda que duplica repetidamente seus cromossomos em alguns tipos de células. A planta começa com apenas dez cromossomos, mas depois de repetidas duplicações algumas células contêm até 320 cromossomos.

Fonte: [ Paraiba.com.br ]

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Cerca de 2,6 bilhões de árvores foram derrubadas na Amazônia Legal até 2002

Thais Leitão

Cerca de 15% do total da vegetação original da Amazônia Legal foram desmatados, o que equivale à retirada de aproximadamente 2,6 bilhões de árvores e ao desmate de uma área de 600 mil quilômetros quadrados até 2002. Esse cenário corresponde à destruição de 4,7 bilhões de metros cúbicos de madeira de uma área que, originalmente, representava 4 milhões de quilômetros quadrados cobertos por florestas.

Os dados fazem parte da pesquisa Geoestatísticas de Recursos Naturais da Amazônia Legal, divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento – que traz informações sobre a vegetação, o relevo, o solo e os recursos minerais da região – foi feito com base no Banco de Dados e Informações Ambientais do IBGE, atualizado em 2002.

De acordo com o engenheiro florestal André Almeida, técnico da Coordenação de Recursos Naturais e Estudos Ambientais do Instituto, os números revelam que o modelo de ocupação e desenvolvimento praticado na Amazônia é extremamente predatório, com subutilização de terras e grande comprometimento da biodiversidade.

“Do total da área desmatada, só 15% foram convertidos para a agricultura. Metade dessas terras voltou para a pecuária e 30% voltaram a virar floresta, ou seja, alguém desmatou, tirou a madeira e demais recursos naturais e não usou para mais nada, ficou abandonada virando uma nova floresta, porém degradada”, afirmou.

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Wi-Fi deixa árvores doentes, evidencia estudo

As redes Wi-Fi são prejudiciais às árvores de folha caduca, de acordo com um estudo de um grupo de instituições holandesas. A radiação causa variações significativas no crescimento das plantas, assim como sangramentos e fissuras na casca, explica a pesquisa.

A cidade holandesa de Alphen aan den Rijn ordenou, há cinco anos, que se verificasse as anomalias até então inexplicáveis que surgiam nas árvores, que não poderiam ser atribuídas a um vírus ou infecção bacteriana. Naquele país, cerca de 70% do arvoredo em áreas urbanas apresenta os mesmos sintomas, quando, há cinco anos atrás, apenas 10% estava doente.

Segundo o estudo, que expôs 20 partes de árvores a diferentes fontes de radiação, por um período de três meses, os campos electromagnéticos das redes de telefonia móvel e sem fio são os principais culpados pelas suas doenças, mas as partículas ultrafinas de poluição, emitidas pelos veículos, também poderão contribuir para o problema.

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Pesquisadores americanos criam biodiesel de maconha

Biocombustível aproveita 97% do óleo da planta, que cresce em solo infértil e não compete com as lavouras para produção de alimentos

Vanessa Barbosa, de EXAME.com

A fibra do talo da Cannabis sativa foi um dos primeiros produtos utilizados mundialmente para a confecção de cordas e roupas, diz pesquisador.

São Paulo – Às várias utilidades da maconha que estão em estudo, como sua vocação terapêutica e medicamentosa e até mesmo seu uso em carrocerias de carros, adicione mais uma: a de combustível. Pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos Estados Unidos, descobriram que a fibra da Cannabis sativa, conhecida como o cânhamo industrial, tem propriedades que a tornam viável e atraente como matéria-prima para a produção de biodiesel.

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