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Usos de cascas de ovos na Jardinagem

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Casca de ovo é composto por 98% de carbonato de cálcio, um nutriente mineral importante para plantas de crescimento rápido, como o tomate.

O cálcio está relacionado ao desenvolvimento de células de plantas. Tomate, pimentão e berinjela também são suscetíveis à podridão apical, que é causada pela deficiência de cálcio.

Outras plantas que beneficiam de cálcio são: maçãs, brócolis, couve de bruxelas, repolho, cenoura, couve-flor, aipo, cerejas, frutas cítricas, coníferas, algodão, melão, uva, feijão, alface, pêssegos, pêras, amendoim e batata.

Você pode adicionar cascas de ovos no fundo da cova de plantio ou moer as cascas em pó e jogá-las ao redor da planta.

Cascas de ovos picadas, espalhadas em volta das plantas também ajudam a impedir caracóis e lesmas. Esses insetos têm a parte inferior mole e não gostam de atravessar as arestas das cascas para alcançar as plantas e mudas.

Certifique-se de lavar as cascas de ovos em primeiro lugar e deixe secar, antes de trituração ou moagem.

Outras maneiras de usar cascas de ovos:

Quebre e coloque no fundo de um pote para ser usado em vez de pedras, são mais leves do que a pedra e boa fonte de nutrição para sua planta.

Como um suplemento alimentar para aves, paixão e lugar perto de um alimentador de pássaros. Aves precisam ingestão de cálcio para postura de ovos.

Coloque ovos esmagados na água durante a noite, próximo dia uso a água para regar as plantas.

Fonte: [ Facilisimo.com ]

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Embrapa – Nova tecnologia de transformação genética

Nova tecnologia de transformação genética

Para chegar às variedades geneticamente modificadas [vide tag: transgênicos], os pesquisadores da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Francisco Aragão, e da Embrapa Arroz e Feijão, Josias Faria , utilizaram quatro estratégias de transformação genética.

Em linhas gerais, eles modificaram geneticamente a planta para que ela produzisse pequenos fragmentos de RNA responsáveis pela ativação de seu mecanismo de defesa contra o vírus mosaico dourado, devastador à lavoura.

“Mimetizamos o sistema natural”, diz Francisco Aragão, explicando que a grande vantagem dessa nova técnica é que não há produção de novas proteínas nas plantas, e consequentemente não há possibilidade de alergenicidade e toxidez. Além disso, os fragmentos de RNA podem causar resistência a várias estirpes do mesmo vírus.

Os pesquisadores construíram um vetor para geração de plantas transgênicas com o objetivo de bloquear a multiplicação do DNA viral.

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Presidente de comissão vê obscurantismo em opositores de feijão transgênico

Edilson Paiva compara risco de semente da Embrapa a ganhar na Mega-Sena várias vezes, acusa críticos de fomentar o medo e vê, no produto, um dos “grandes feitos” da ciência brasileira

Por João Peres, Rede Brasil Atual

Edilson Paiva defende a aprovação da primeira variedade de feijão transgênico no Brasil (Foto: Elza Fiúza/ Arquivo Agência Brasil)

São Paulo – O presidente da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), Edilson Paiva, defende, com convicção, a aprovação da primeira variedade de feijão transgênico do país.

Pesquisador aposentado da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), ele argumenta em entrevista à Rede Brasil Atual que o fato de a semente geneticamente modificada ter sido produzida pela estatal não influenciou em nada a decisão do colegiado.

“Quando olharem para trás, em um futuro muito próximo, vão considerar isso um dos grandes feitos intelectuais e científicos da ciência brasileira”, defende. “Nem nos países desenvolvidos isso é feito em instituições públicas.”

A CTNBio é o órgão encarregado de estudar impactos ambientais e eventualmente demandar mais pesquisas a respeito de riscos no cultivo de variedades transgênicas. Vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, a comissão assessora o governo federal sobre questões relacionadas a biossegurança.

Na última semana, cinco dos conselheiros da CTNBio manifestaram, durante a reunião que liberou o feijão transgênico, que precisariam de mais tempo e mais estudos para formular uma posição. A variedade promete resistência ao vírus do mosaico dourado, que provoca perda de produtividade. “Independentemente da argumentação cientifica, a posição deles é a posição ideológica, de retórica, independentemente de qualquer posição cientifica”, ataca Paiva.

Ele também desmerece o estudo da Universidade Federal de Santa Catarina que apontava inconsistências nos estudos apresentados pela Embrapa. Entre outras questões, poucas cobaias foram submetidas a testes – apenas três foram sacrificadas, e alertava-se para a possibilidade de que a alteração genética promovida na semente resultasse em efeitos desconhecidos, que poderiam afetar toda a planta.

Paiva admite que o vírus pode sofrer mutações que inviabilizem a alteração promovida pela Embrapa, e lança mão da máxima “viver é perigoso” para dizer que nada é 100% seguro. “Agora, é improvável. É provável você ganhar na Mega-Sena sozinho? É. É improvável você ganhar na Mega-Sena dez vezes seguidas? É improvável. Só político brasileiro é que ganha.”

[ Confira a seguir trechos da entrevista ]

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Feijão transgênico é aprovado, com abstenção do Min. da Ciência e Tecnologia

Sob aplausos emocionados, o feijão transgênico desenvolvido pela Embrapa foi aprovado na manhã desta quinta-feira (15), durante reunião da CTNBio – Comissão Técnica Nacional de Biossegurança.

Apesar das representações feitas pela sociedade civil e dos questionamentos quanto a insuficiência de pesquisas científicas, a variedade foi aprovada com duas abstenções, cinco pedidos de diligência e 15 votos favoráveis.

Uma das abstenções foi do próprio representante do Ministério de Ciência e Tecnologia, Carlos Nobre. Para as organizações, a postura adotada pelo MCT representa uma grave omissão do ministério quanto ao tema, já que o caráter científico do debate sobre transgênicos mereceria total atenção e posicionamento do mesmo.

Organizações da sociedade civil e movimentos sociais vinham informando o Ministério há meses sobre a ameaça de uma votação anti-científica e em desacordo com a legislação de um dos alimentos mais importantes para a alimentação dos brasileiros. Também protocolaram duas representações ao Ministério Público Federal sobre a votação, a fim de demonstrar as lacunas científicas e o evidente conflito de interesses por parte dos membros que anteciparam seus votos favoráveis ao participarem de um abaixo assinado virtual pró-feijão transgênico.

Durante a reunião dessa quinta-feira, um dos membros da Comissão, José Maria Gusman Ferraz, apresentou parecer onde apontava diversas falhas no processo e violações ao princípio da precaução e à legislação de biossegurança. A Comissão recebeu também pareceres de cientistas especialistas em Biossegurança da Universidade Feral de Santa Catarina, onde constava o alerta sobre a necessidade de realização de mais estudos.

Apesar disso, o presidente da CTNBio, Edilson Paiva, decidiu não possibilitar aos membros prazo para avaliação dos novos documentos apresentados, desrespeitando o que diz a lei sobre este tema, e a votação foi iniciada. Os que não votaram pela aprovação, votaram por diligências requerendo a realização de mais estudos. A representante dos consumidores, Solange Teles, foi impedida de participar da reunião por ter tido seu mandato expirado, devido à omissão da CTNBio em cumprir os trâmites burocráticos para efetuar sua recondução.

Ao finalizar a reunião, uma nova surpresa: o Sr. Edilson Paiva mencionou a realização de reunião extraordinária realizada no dia 13 de setembro, onde convidou as empresas proponentes de pedido de liberação de OGM´s para contribuírem na construção de nova norma sobre sigilo.

Organizações da sociedade civil e movimentos sociais não foram convidados a participar.

Fonte: [ Terra de Direitos ]

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Transgênico ameaça um dos alimentos mais consumidos pelos brasileiros

A liberação comercial de uma variedade de feijão geneticamente modificado – conhecido como transgênico – será votada nesta quinta-feira (15) pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio).

O pedido de liberação foi feito pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O feijão em questão é resistente ao vírus “mosaico dourado” e foi desenvolvido pela Embrapa.

Algumas organizações sociais que acompanham o tema afirmam que essa nova variedade é uma ameaça ao feijão convencional cultivado no Brasil. Para elas, não houve estudos suficientes sobre a ação dos polinizadores (abelha, pássaros, vento, etc.). Além disso, os estudos demonstram falhas na modificação genética das planas testadas. Dos 22 testes feitos, apenas dois resistiram ao vírus.

A assessora jurídica da organização Terra de Direitos, Larissa Parker, lembra que os dados do IBGE mostraram que 70% do feijão consumido pelos brasileiros vêm da agricultura familiar, e que os agricultores controlam o vírus sem a necessidade de alteração genética no grão.

“Esse vírus do mosaico dourado no manejo familiar consegue ser controlado com diversas técnicas que não são as transgênicas.”

Larissa ainda afirma que a Embrapa quer entrar no mercado de transgêncicos para concorrer com as multinacionais Monsanto, DuPont, entre outras.

“A escolha pela tecnologia é uma escolha política do Estado brasileiro. O transgênico tem o incentivo econômico, tem inserção de royalties. Com isso a Embrapa conseguiria ter uma porcentagem no retorno dos royalties dos transgênicos. A Emprapa, que é uma empresa pública, quer entrar na competição com esse tipo de tecnologia para receber as patentes com isso.”

Larissa reforça que a votação do feijão tem sido atropelada e sem a realização de avaliação de riscos a saúde humana.

De São Paulo, da Radioagência NP, Danilo Augusto.

15/09/11

Veja a nota da Terra de Direito.

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Transgênicos da Embrapa

Rótulo de um produto transgênico

Basicamente o que lerão a seguir é um texto-propaganda babaca, pois força o leitor desinformado a crer que ser ambientalista responsável é ser contra a pesquisa da tecnologia OGM e de sua aplicação de forma ambientalmente segura. É a manipulação da informação.

Quem produz alimentos sabe, desde que a humanidade começou com a agricultura de subsistência, que o combate às pragas na lavoura se faz com cultivos diversos. Se ocorre o ataque de uma praga, apenas parte da lavoura é perdida, pois as demais variedades resistiriam.

A falácia de dizer que criar um “feijão maravilha”, resistente ao vírus do mosaico dourado, é tamanha que esquecem do óbvio: basta uma mutação (que vai ocorrer em menos de 5 a 10 anos) para que um vírus resistente ocorra naturalmente e torne-se predominante.

É assim que a Natureza funciona e qualquer tentativa de burlar esta lei dá com os burros n’água.[7]

Fora a contaminação de espécies crioulas !!! Nós já vimos isto acontecer. Quem acompanha o assunto sabe que, através da polinização, os genes das plantas transgênicas passam para plantas não-transgênicas [5].

Aí, o agricultor que plantou o seu feijão de forma orgânica, respeitando a Natureza, respeitando o solo, a terra, or rios, o mar, os lençóis freáticos, o ar que respiramos; esse agricultor merece uma compensação financeira por ter este respeito; o que acontece? Ele tem seu cultivo criminosamente contaminado e terá que pagar royalties para a Embrapa ??? Isso é justo?

Oras… Ao meu ver, o Xico Graziano deveria se informar melhor, antes de sair fazendo propaganda deste crime contra a agricultura familiar, que é responsável por quase 70% dos alimentos que consumimos !!!

E olha que nem citei os venenos… Fizeram as contas da quantidade de resíduos de agrotóxicos que consumimos indiretamente, através dos alimentos, e chegaram ao valor de 5,6 litros por ano !!!

Vocês tem ideia do mal que faz consumir 5,6 LITROS de agrotóxicos por ano ???

Mas… É aquilo… Melhor voltar pras violetas, begônias… e esquecer este assunto. Não vale a pena…

Anderson Porto

>>>

Feijão maravilha

Autor(es): Xico Graziano
O Estado de S. Paulo – 06/09/2011

Está chegando o transgênico verde-amarelo, maravilha da biotecnologia nacional. Trata-se de uma variedade de feijão resistente à virose. Desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a descoberta vai economizar agrotóxicos e favorecer os agricultores familiares. Golaço da moderna agronomia.

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Com prós e contras, CTNBio vota hoje liberação comercial de feijão transgênico

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) deve decidir hoje (11) sobre a liberação comercial de feijão geneticamente modificado. As variedades, produzidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), são resistentes ao vírus do mosaico dourado, principal praga da cultura do grão no Brasil e na América do Sul.

O pedido de liberação foi feito em dezembro de 2010 pela Embrapa e é o segundo item da pauta de votações de hoje da CTNBio, responsável pela liberação comercial de organismos geneticamente modificados no Brasil.

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Boato do feijão raticida

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Dr. Constancio de Carvalho Neto
Médico Veterinário Sanitarista
Especialista em controle de pragas

Provavelmente devido minha especialidade profissional, controle de pragas e vetores, tenho sido perguntado com frequência crescente (e preocupante) sobre o “inofensivo“ uso de feijão cru como raticida.

Fatos e boatos circulam com velocidade espantosa através da Internet e esse possível “novo” uso para o humilde feijão nosso de cada dia, me tem sido inquirido quase que diariamente a partir dos mais diversos pontos de nosso país.

Feijão cru tem efeito raticida? Poderia ser usado inofensivamente para eliminar roedores sem qualquer risco para humanos ou outros animais? É verdade ou é mentira? Respondo:

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