Arquivo da tag: Fitoterapia

GAE-TDPM – Grupo de Apoio e Estudos — Tratamento de Doenças com Plantas Medicinais

GAE-TDPM – Grupo de Apoio e Estudos — Tratamento de Doenças com Plantas Medicinais

Prezados,

Apresento a vocês um novo projeto que estou desenvolvendo:

Grupo de Apoio e Estudos — Tratamento de Doenças com Plantas Medicinais
http://br.groups.yahoo.com/group/GAE-TDPM/

Estamos formando um grupo de estudos, para debates e troca de informações sobre tratamentos dos vários tipos de DOENÇAS, utilizando plantas medicinais, complementando um tratamento convencional ou como único tratamento.

São bem vindas todas as medicinas correlatas.

O GRUPO É PARA ESTUDOS, PORTANTO NÃO DEVE SER UTILIZADO DE FORMA ALGUMA PARA SOLICITAR CONSULTAS OU TRATAMENTOS.

Para solicitar convites é importante ter em mãos documentos que comprovem a existência de doenças, como exames ou avaliações médicas.

Quem estiver fazendo algum tipo de tratamento com plantas medicinais, favor entrar em contato via msg do Facebook ou Messenger: tudosobreplantas@live.com para receber convites.

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Reunião Técnica sobre Plantas Biotivas terá abertura nesta quinta-feira em Porto Alegre

Os diretores técnico e administrativo da Emater/RS, respectivamente, Gervásio Paulus e Valdir Zonin, participam nesta quinta-feira (26/10), às 8h30min, da abertura da 6ª Reunião Técnica Estadual de Plantas Bioativas, que se realizará na sede da Emater/RS-Ascar (Rua Botafogo, 1051), em Porto Alegre. Para os dois dias do evento são esperadas mais de 150 pessoas.

Durante os dois dias da Reunião Técnica vários palestrantes estarão contribuindo com suas experiências e vivências em diversos painéis. “Vamos discutir o trabalho de identificação dessas plantas, formas de produção, o beneficiamento e os mercados, inclusive os institucionais”, comenta a assistente técnica estadual da Emater/RS-Ascar em plantas bioativas, Ana Valls. Durante o evento haverá exposição de plantas e sementes.

Desde 2006 o Rio Grande do Sul conta com uma política estadual para a fitoterapia e plantas medicinais, que recebem incentivos também em nível nacional, por meio de Decreto, para serem usados no Sistema Único de Saúde. A Emater/RS-Ascar está inserida no processo, orientando os agricultores familiares na produção, seja das plantas condimentares, seja nas fitoterápicas, ou ainda como “insumo agrícola, já que algumas plantas podem ser usadas na produção de um alimento orgânico”. “Esse tipo de produção é muito mais voltada para a agricultura familiar, principalmente quando se tratam de fitoterápicos para a utilização na saúde pública que requer uma produção dentro de uma visão ecológica, com um cuidado maior”, afirma Ana Valls.

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III Congresso Ibero-Americano de Fitoterapia


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O III Congresso Ibero-Americano de Fitoterapia, que será realizado de 02 a 05/5/2012 em Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, Brasil, onde se encontram as famosas Cataratas do Iguaçu.

O congresso contará ainda com os seguintes eventos simultâneos:

– I Congresso Brasileiro de Fitoterapia e
– I Jornada de Fitoterapia do Paraná,

Alem de exposição de produtos e serviços relacionados às plantas medicinais e fitoterápicos.

Mais informações, clique na imagem abaixo:

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Fitoterapia: conceitos

Transformações das Plantas Medicinais

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Para alcançar sua ação medicinal, uma planta deve ser tratada de tal forma que se obtenham produtos derivados com ação específica.

Com uma mesma planta, ou com a mesma parte da planta, pode-se preparar diversos derivados levando-se em consideração:

  • o modo de preparação
  • as propriedades físicas
  • o aspecto
  • as características organolépticas
  • a concentração dos princípios ativos
  • as propriedades farmacológicas
  • sua finalidade

As diferentes formas de apresentação dos derivados das plantas medicinais podem classificar-se da seguinte forma:

a) Produtos obtidos por tratamentos mecânicos:
» plantas empregadas in natura
» pós vegetais
» polpas
» produtos líquidos obtidos por expressão (suco fresco de planta)

b) Produtos obtidos por ação do calor:
» por destilação:
– óleos essenciais
– águas destiladas
– alcoolatos

c) Produtos obtidos utilizando a ação de um solvente:
» álcool alcoóleos:
– tinturas
– tinturas mães
– alcoolaturas

» água hidróleos:
– tisanas: infusos e decoctos

» solução açucarada – sacaróleos:
– xaropes e melitos

» solventes diversos – vinhos:
– cervejas
– vinagres
– óleos
– propilenoglicol
– glicerina

d) Produtos obtidos por concentração das soluções extrativas:
– extratos fluídos
– extratos moles
– extratos secos

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Informações sobre Fitoterapia

Um misto de ciência e curanderismo: assim se pode definir o uso terapêutico de plantas ao longo da história humana. E, apesar do respaldo científico que vem ganhando nos últimos anos, o conhecimento da ação medicinal das ervas é baseado no empirismo popular.
Plantas

Agrião (Masturtium offifcinale)

Da família das Crucíferas, esta planta é rica em iodo, ferro fofato e óleos essenciais. Possui ação descongestionante, béquica (para tratar tosse), digestiva, diurética e depurativa, podendo ser utilizada contra malefícios do fumo e do ácido úrico.

Alecrim (Rosmarinus officinales)

Esta planta, da família das Labiadas, é utilizada para aumentar o apetite, bem como tem ação contra sarna e coceiras quando mistura ao óleo de camomila. Também é aconselhável para casos de cansaço no peito, tosses e catarro, aliviando dores do período menstrual.

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Fitoterapia

por Karina Mendes Parlangelo

Fitoterapia

As plantas medicinais vêm sendo utilizadas pelo homem ao longo de toda a história da humanidade no tratamento e cura de enfermidades. É uma prática que nasceu provavelmente na pré-história, quando, a partir da observação do comportamento dos animais na cura de suas feridas e doenças, os homens descobriram as propriedades curativas das plantas e começaram a utilizá-las, levando ao acúmulo de conhecimentos empíricos que foram passados de geração para geração (FERRO, 2006).

Histórico

Os indícios sobre a prática da Fitoterapia são muito antigos e encontrados em todo o mundo. O primeiro manuscrito conhecido sobre essa prática é o Papiro de Ebers (1500 a.C.), que descreve centenas de plantas medicinais. No Egito, várias plantas são mencionadas nos papiros, e na Grécia, Teofrasto (372-285 a.C.), discípulo de Aristóteles (384-322 a.C.), catalogou cerca de 500 espécies vegetais.

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Esclarecimento do Conselho Nacional de Saúde sobre Fitoterápicos, Fitoterapia e Plantas Medicinais

Esclarecimento do Conselho Nacional de Saúde à População Brasileira frente às recentes e negativas reportagens veiculadas na mídia sobre plantas medicinais e fitoterapia

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) no uso de suas atribuições e preocupado com as reportagens veiculadas na mídia, sobre plantas medicinais e fitoterapia, de forma equivocada e parcial, gerando impacto negativo, causando insegurança na população e descrédito dos órgãos governamentais reguladores da matéria vem a público prestar os devidos esclarecimentos.

O CNS é a instância máxima de deliberação e controle social de caráter permanente do Sistema Único de Saúde (SUS), cujas competências regimentais e atribuições são conferidas por meio da Constituição Federal, a qual determina a saúde como direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas. Neste Conselho, a gestão do Sistema Único de Saúde se dá pela participação dos atores sociais nas Conferências de Saúde. O CNS, fundamentado pelas leis 8.080/90 e 8.142/90, atua na formulação de estratégias e no controle da execução das políticas de saúde, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros.

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As ervas de Drauzio Varella – capítulo 3

Por que tanta gente acredita em teoria da conspiração?

Cristiane Segatto

CRISTIANE SEGATTO
Repórter especial, faz parte da equipe de ÉPOCA desde o lançamento da revista, em 1998. Escreve sobre medicina há 15 anos e ganhou mais de 10 prêmios nacionais de jornalismo. Para falar com ela, o email de contato é cristianes@edglobo.com.br

Não faz muito tempo fui acusada de perseguir a indústria farmacêutica. Havia criticado, numa coluna, os métodos empregados pelos propagandistas de laboratório e a prática amplamente difundida entre os grandes fabricantes de oferecer brindes e viagens aos médicos. Não tive o menor pudor de dizer que, quando a indústria farmacêutica bajula os médicos, quem paga a conta é você. Quem quiser ler as críticas e os elogios que recebi, pode acessar esse link.

O mesmo tipo de crítica recebi quando publiquei uma reportagem de capa na edição impressa de Época que questionava os benefícios das estatinas (remédios para baixar o colesterol) em pacientes que nunca tiveram um infarto. O título da matéria era “Colesterol: o que o médico não diz”.

No grupo de pessoas que já infartaram, os estudos demonstram que as estatinas evitam mortes. No caso de quem nunca infartou, o benefício das estatinas é questionável, como a reportagem revela. Esse não é o único caso em que as vantagens apregoadas pelo fabricante de determinado remédio são excelente peça de marketing baseada em ciência discutível. Para separar o joio do trigo, existe a chamada medicina baseada em evidências.

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Resposta ao Fantástico

por Roberto L. Boorhem

Realmente vergonhosa essa investida orquestrada da Revista Época e do Fantástico contra as plantas medicinais, os fitoterápicos e a fitoterapia.

A entrevista do Dr. Drauzio a Época em 22/8/10 já antecipava as barbaridades que estavam por vir no Fantástico na série É Bom Pra Que, uma montagem orquestrada, pejorativa, tendenciosa e antiética, que se preocupou mais em mostrar as deficiências crônicas do SUS, através do caso da paciente com problema ortopédico, que sequer estava em tratamento com fitoterapia, num ataque frontal às políticas públicas de saúde do atual governo com finalidades claramente eleitoreiras, como já havia sido denunciado na semana passada através de mais de 240 mensagens de repúdio ao site da Revista Época, curiosamente da Editora Globo.

Foram tantas as críticas à entrevista do Dr Drauzio a Época, que essa revista resolveu fazer matéria sobre o assunto, que foi às bancas esse fim de semana, e que em vez de considerar a opinião de verdadeiros especialistas e esclarecer a opinião publica, distorceu e omitiu as informações fornecidas pelos profissionais entrevistados, mesma estratégia utilizada no Fantástico, confirmando a postura tendenciosa e preconceituosa dessas mídias, confundindo a opinião publica e desrespeitando mais uma vez os profissionais que trabalham seriamente pela implantação da fitoterapia no SUS.

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ALANAC rebate declarações de Drauzio Varella sobre fitoterápicos

Os fitoterápicos e plantas medicinais são hoje as classes de produtos que possuem maior potencialidade de crescimento no Brasil devido a sua biodiversidade que, associada a uma rica diversidade étnica e cultural que detém um valioso conhecimento tradicional associado ao uso de plantas medicinais, tem o potencial necessário para desenvolvimento de pesquisas com resultados em tecnologias e terapêuticas apropriadas.

O uso desses medicamentos pelo mundo é muito antigo e está cada vez maior, e como exemplo temos a Alemanha, cujo mercado de fitoterápicos é enorme. Cerca de 60% dos médicos alemães prescrevem fitoterápicos à população, produtos estes registrados no EMEA, órgão regulador europeu que tem as exigências mais rigorosas para o registro, semelhantes às brasileiras.

Sobre esse assunto, o coordenador técnico da ALANAC, Douglas Duarte é categórico: “Como podemos criticar a política alemã de medicamentos, uma vez que o poder aquisitivo da grande maioria da população é muito superior à dos brasileiros?”. Segundo ele, não existe esta imagem de que a fitoterapia é para pobres. É apenas uma terapia alternativa à alopatia sintética.

A questão do preconceito com relação aos fitoterápicos – por falta de informação, mas principalmente por má informação – ainda é um fator limitante para a utilização maciça pela população brasileira, pois a classe médica ainda tem algumas restrições ao uso desses medicamentos devido à complexidade de atuação destes produtos quando administrados.

Dizemos isso, fazendo referência à matéria “Ervas medicinais: os conselhos de Drauzio Varella” (http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI162899-15230,00.html), publicada na revista época e também, na série “É bom para quê?”, que estréia neste domingo, dia 29 de agosto, no Fantástico, que a Rede Globo exibe às 20h50, e que terá quatro episódios, gostaríamos de deixar registrada nossa discordância com relação às colocações do médico sobre os medicamentos fitoterápicos.

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