Descoberta: substâncias do gengibre combatem câncer de mama e pulmão!

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Uma novidade natural no arsenal químico contra o câncer. Um trabalho inédito mostrou que algumas moléculas presentes no gengibre conseguem inibir a metástase das células cancerígenas dos tumores de mama e de pulmão.

A protagonista é a 6-shogaol, uma substância encontrada em abundância no gengibre, juntamente com outros fenilpropanóides, tal como os gingeróis.

O gengibre é uma planta usada no mundo inteiro e a medicina oriental a indica como um fitoterápico. Diversas substâncias tem exibido atividades farmacêuticas, mas agora sabe-se que o 6-shogaol é uma potente arma contra o câncer.

Veja artigo completo em
http://pubs.acs.org/doi/full/10.1021/jf504934m

Canal Fala Química
http://falaquimica.com/?p=1811

Anvisa libera medicamento fitoterápico produzido na Bahia

Fitos são produzidos com mesmo controle dos remédios convencionais
Fitos são produzidos com mesmo controle dos remédios convencionais

É crescente a quantidade de pessoas que vêm aderindo a Medicina Complementar e Alternativa (MCA) fazendo uso de medicamentos fitoterápicos no Brasil. Esse número, segundo a Associação Brasileira de Fitoterapia (Abfit), cresce a cada ano no país e no mundo e seus benefícios são comprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que recentemente aprovou o Arpynflan, um medicamento fitoterápico produzido pela indústria baiana Natulab.

O Arpynflan, um anti-inflamatório natural produzido a partir do extrato da raiz de Harpagophytum procumbens (popularmente conhecida como Garra-do-diabo), é recomendado para o tratamento de quadros reumáticos, acompanhado de dor, como artrite, artrose e lombalgia (dor na região lombar da coluna) e já é disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Além de considerar a liberação de medicamentos fitoterápicos pela Anvisa uma evolução do mercado, o farmacêutico Olavo Souza Rodrigues, Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Natulab, acredita que fornecer esses medicamentos pelo SUS aumenta ainda mais o número de usuários de fitoterápicos. “A farmácia básica do SUS ter medicamentos fitoterápicos é uma grande conquista. Desta forma, mais pessoas irão conhecer os produtos e perceber que, em alguns casos, podem fazer um tratamento alternativo com eficácia e segurança”, diz.

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Anvisa divulga primeira edição do Formulário Nacional de Fitoterápicos

O Brasil ganhou sua primeira edição do Formulário Nacional de Fitoterápicos. A publicação, que integra a Farmacopeia Brasileira, traz 83 monografias de medicamentos, como infusões, xaropes e pomada. A expectativa é que o uso e a produção de fitoterápicos no país ganhe impulso, já que o Formulário define padrões únicos para a fabricação dos medicamentos e permite à indústria a fabricação dos medicamentos dentro de parâmetros exigidos. Na prática, o documento é um tipo de guia para a fabricação de medicamentos fitoterápicos.

No Formulário estão registradas informações sobre a forma correta de preparo e as indicações e restrições de uso de cada espécie. Os requisitos de qualidade estão definidos de forma específica para a farmácia de manipulação e farmácias vivas. Para a diretora da Anvisa Maria Cecília Brito, a publicação é um marco no desenvolvimento de fitoterápicos. “O ineditismo deste trabalho vai fazer com que iniciemos um processo que o Brasil necessita há muito tempo”, defende Cecília.

Já o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, defende um avanço na produção de fitoterápicos. “Nós temos uma das maiores biodiversidades do planeta e ainda somos um país com baixa participação no mercado de fitoterápicos”, explica Barbano.

Desde 1978, a Organização Mundial da Saúde reconhece oficialmente o uso de fitoterápicos. No Brasil, a política de uso de plantas medicinais teve início em 1981. Mais recentemente o decreto 5.813/2006 instituiu a Política Nacional de Plantas Medicinais.

A aprovação do Formulário Fitoterápico está na resolução RDC 60/2011, publicada nesta sexta-feira (11/11) no Diário Oficial da União. A utilização do formulário entre em vigor no prazo de 90 dias.

Leia a [ RDC 60/2011 ]

Acesse o [ Formulário Nacional de Fitoterápicos ]

Fonte: [ ANVISA ]