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Nota de repúdio da UEMA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO
CENTRO DE ESTUDOS SUPERIORES DE IMPERATRIZ

A UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO, através do Centro de Estudos Superiores de Imperatriz, vem manifestar repúdio e indignação pelo conteúdo, forma e método com que foram tratados pela Rede Globo no quadro “É bom pra quê?” veiculado na Revista Eletrônica Semanal Fantástico, exibida no dia 12 de setembro de 2010, a cidade e a população de Imperatriz, o professor Antonio Augusto Brandão Frazão, a Universidade Estadual do Maranhão, o Centro de Difusão Tecnológica – CDT, projeto fruto de parceria entre Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária – INFRAERO, UEMA e outras Instituições públicas e particulares do município.

Os saberes populares constituem um patrimônio cultural fundamental para entendermos as relações das sociedades com a natureza ao longo das gerações, assim como seus legados. O conhecimento sobre plantas e seus usos nas mais diversas manifestações é assunto consolidado, inclusive constituindo escopo de uma área da Botânica, a Etnobotânica.

A Fitoterapia consolida-se mundo afora com o rigor imprescindível para a sua construção científica. A própria matéria veiculada é forçada a reconhecer tal afirmação, ao mencionar que de cada dois medicamentos quimioterápicos utilizados nos tratamentos de tumores cancerígenos, um foi descoberto no Reino das Plantas.

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Dráuzio Varella e a Graviola – Annona muricata L. (1753)

por Prof. Douglas Carrara

“A medicina moderna tem muito que aprender com o apanhador de ervas.”
Halfdan Mahler
Diretor Geral da Organização Mundial da Saúde (1973-1988)

A graviola é uma árvore que cresce até 10 m. de altura, quase sempre apenas a metade ou ainda menos, dependendo da região e do clima. A casca do caule é aromática, as folhas são alternas e crescem até 15 cm de comprimento por 7 cm de largura, verdes e vernicosas na página superior e com bolsas na axila das nervuras laterais na página inferior, ligeiramente tomentosas. Inflorescência cauliflora, brotando da casca velha do caule e dos ramos. Pedúnculos robustos. Cálice com lobos triangulares e agudos. Flores axilares, solitárias, sub-globosas, amareladas com seis pétalas grossas e carnosas.

O fruto é uma baga de forma irregular, mais ou menos ovóide, até 30 cm de comprimento e 12 cm de largura, com epiderme verde escura, espessa, areolada (carpelos soldados), cada aréola ou saliência cônica tendo no ápice um espinho comprido, mole e recurvado, verde, enquanto jovem, depois castâneo-ferrugíneo e com as extremidades quase pretas. O fruto pode atingir grandes dimensões, mas raramente excede 2 kg. (1)

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Graviola, uma arma contra o câncer?

A própria Rede Globo desmente o Drauzio Varella: matéria do Globo Repórter falando sobre as ultimas pesquisas relacionadas sobre a Graviola e Câncer.

Globo Repórter – Graviola

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É bom pra quê? Parte 3

Químico do MA receita extrato de graviola para tratar câncer

Ele consulta pacientes, faz diagnósticos e receita remédios a base de plantas, mas não é médico. E o extrato de graviola, testado em laboratório, pode multiplicar as células cancerígenas.

O doutor Drauzio Varela conta a história de um químico do Maranhão que fabrica e receita produtos à base de plantas para tudo que é tipo de doença, um absurdo que nos faz repetir a pergunta sobre os fitoterápicos.

Imperatriz é a segunda maior cidade do Maranhão. Cerca de 236 mil pessoas vivem nela, e mais da metade é pobre. E 26% são analfabetas. A cidade tem um único hospital público grande e 34 postos de saúde. Em um deles, encontramos Dona Carmosina.

“Em 90% dos pacientes que chegam com ferimentos que demoram a cicatrizar, ela (a pomada de graviola) tem funcionado muito bem”, diz o médico do posto.

Dona Carmosina não foi atrás de nenhum curandeiro, procurou um posto de atendimento do Sistema de Saúde Pública (SUS). Lá, ela recebeu uma receita assinada por um médico: pomada para graviola, que não serve para nada.

O professor Antônio Augusto Brandão Frazão dá aulas na Universidade Estadual do Maranhão. Ele tem um centro de tratamento com plantas na área do Aeroporto de Imperatriz, construído e mantido pela Infraero. Nesse local, ele consulta pacientes, faz diagnósticos e receita remédios a base de plantas, sem ser médico. O professor é químico.

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Pesquisa de professor da Uema sobre ervas medicinais será abordada no Fantástico

No próximo domingo, 29, a revista eletrônica semanal da Rede Globo de Televisão, Fantástico, lançará o quadro “É bom pra quê?”, que vai abordar o uso de ervas e medicamentos fitoterápicos no Brasil.

Já no programa de estréia será destaque o trabalho do professor Antonio Augusto Brandão Frazão, do Centro de Estudos Superiores de Imperatriz (Cesi) da Universidade Estadual do Maranhão (Uema).

O professor irá apresentar uma pomada cuja fórmula, descoberta por ele, é baseada em graviola (Annona muricata), uma planta muito cultivada nos estados do Nordeste e comum no cerrado maranhense. O remédio é usado como cicatrizando em feridas difíceis de tratar, como as decorrentes de diabetes, câncer de pele, leishmaniose ou queimaduras diversas.

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