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Parede ecológica purifica ar de escritórios

O Centro de Arquitetura, Ciência e Tecnologia (Case) nova-iorquino desenvolveu uma parede ecológica que ajuda a melhorar a qualidade do ar e o clima nos escritórios e outros ambientes internos. O sistema utiliza plantas e tem um efeito superior a 800 plantas de vaso.

O processo utilizado pelos arquitetos é a fitorremediação.

Este método utiliza plantas para remover, imobilizar ou tornar inofensivos ao ecossistema contaminantes do solo, água ou ar.

As plantas hidropónicas são plantadas numa parede, que pode ser deslocada.

Estas plantas são aquelas são plantadas sem solo. Assim, as raízes ficam expostas, aumentando a capacidade de purificação do ar em 300 por cento.

A irrigação é feita através de gotas que garantem a água necessária às plantas.

Fonte: [ TVNET ]

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Nova técnica utiliza areia no cultivo hidropônico

Chácara Catavento utiliza a técnica em produção de hortaliças como os pepinos japoneses

por Eduardo Guidini

“A hidroponia em areia é o sistema de cultivo de plantas que utiliza a areia como meio de cultivo, no qual as raízes recebem água e as soluções nutritivas balanceadas via gotejamento”. A explicação é do agrônomo Luís Milner, proprietário da empresa piracicabana que é pioneira na utilização da técnica no Brasil.

O dono da Chácara Catavento, que opera com o sistema há cinco anos, conta que a empresa cultiva hortaliças por conta própria para o varejo e também orienta projetos para seus clientes, empresas de agronegócio que produzem hortaliças e flores de corte.

O local produz rúcula, pepino japonês, pimentão colorido e tomate sweet, o popular tomate cereja, de tamanho menor do que os que os brasileiros estão acostumados a comer e gosto mais adocicado.

Milner explica que o cultivo em areia traz vários benefícios, como baixo custos ao produtor, otimização do espaço na estufa e a diminuição do tempo na renovação das plantas. A ação também precisa de pouca mão de obra e quase não requer o uso de defensivos agrícolas.

A areia, meio pelo qual se desenvolve a técnica, é um subtrato que pode ser utilizado por vários anos. O uso de agrotóxicos é menor por causa da elevada oxigenação das raízes das plantas nesse meio. Milner conta que como há menos incidência de doenças na areia, a utilização de fungicidas é nula.

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Plantas aquáticas são fontes promissoras de biocombustíveis

por Redação do Correio do Brasil, com Agência Fapesp – de São Paulo

Elas têm estruturas mais simples e se reproduzem em velocidades muito maiores do que as dos outros vegetais. Essas características colocam as microalgas e as pequenas plantas aquáticas da família das Lemnaceaes na fronteira das pesquisas sobre novas fontes de biocombustíveis.

Especialistas nessas duas matérias-primas apresentaram resultados de seus estudos no 2º Congresso Pan-Americano sobre Plantas e Bioenergia, que termina nesta quarta-feira, em São Pedro (SP).

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Por que assinar o projeto Tudo Sobre Plantas ?

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Ao longo de 08 (oito) anos de projeto, testamos várias fórmulas para tentar criar um projeto que se mantivesse “sozinho“, sem ajuda financeira de empresas patrocinadoras.

Vejamos as tentativas:

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Mobilização popular pela defesa do Código Florestal

As nossas florestas estão em perigo! Deputados ruralistas querem destruir o Código Florestal Brasileiro, liberando o desmatamento de áreas protegidas por lei, especialmente na Amazônia.

Nesta terça-feira dia 1 de junho nossas florestas irão sofrer um ataque perigoso – deputados da “bancada ruralista” estão tentando destruir o nosso Código Florestal, buscando reduzir dramaticamente as áreas protegidas, incentivando o desmatamento e crimes ambientais.

Desde a criação do mais moderno e perfeito codigo florestal conhecido mundialmente, a Lei 4771/1965 – as secretarias da Agricultura de todos os estados Brasileiros, não o respeitaram permitindo a implantação de canaviais, pastagens, lavouras de soja, milho, plantio de Pinus e eucaliptos até as margens de rios, destruindo corredores de fauna, matando e assoreando os rios, não respeitaram os percentuais da reserva Legal de 20% para todos os imóveis rurais, não averbaram essas reservas nos respectivos registros de imoveis, não respeitaram as areas de preservação permanente que são os topos de morros, encostas ingremes, corregos, fontes, tudo sendo destruido com a complascencia das agencias bancarias oficiais – BANCO DO BRASIL e BNDEs, BRDE, entre outros que nunca respeitaram a Lei.

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Água salobra do semi-árido pode ser usada em culturas

Celira Caparica – Jornalista

Conseguir usar a água salobra em criações e culturas vegetais seria uma solução importante para muitas regiões do semi-árido brasileiro. Nesses lugares há ocorrência de águas subterrâneas salobras. A hidroponia, a cultura de microalgas e a criação de tilápias são aplicações que alguns cientistas estão encontrando para esse líquido. O engenheiro agrônomo Tales Miler Soares, da Esalq, em Piracicaba (SP), é um dos que se debruçam sobre esse tema.

Soares e sua equipe verificam condições para o uso da água salobra na hidroponia. Ele apostou que nesse tipo de cultura, que utiliza meio aquoso no lugar da terra, as plantas iriam tolerar uma maior salinidade do que se estivessem no solo. Os resultados mostraram que ele estava correto. Além da estrutura experimental desenvolvida em Piracicaba, outras duas estão sendo finalizadas com resultados semelhantes, uma em Cruz das Almas (BA), na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e outra em Ibimirim (PE), na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).

Numa próxima etapa, as pesquisas devem avaliar o desempenho dessas estruturas em regiões do semi-árido. Com isso, serão estudados e antecipados os problemas que uma cultura hidropônica enfrentaria nessas áreas e os experimentos seriam condizentes com o tipo e com a disponibilidade de água salobra nelas encontrado. Além disso, seria estudado um melhor aproveitamento da solução nutritiva ‘envelhecida’ e salinizada de descarte dos cultivos hidropônicos. “No Brasil, alternativas como o emprego do rejeito em tanques de criação de tilápias e de camarão vem sendo estudadas nos últimos anos.”diz Soares “Por outro lado, em muitas comunidades, tem-se testemunhado o descarte do rejeito no meio-ambiente, sem qualquer critério técnico para essa destinação”, lamenta o pesquisador.

Um destino adequado para essas águas descartadas na hidroponia seria o cultivo controlado de microalgas. Essa atividade tem a vantagem de minimizar o problema da contaminação dos corpos d’água pelo rejeito do processo de hidroponia pois ela aproveita os nutrientes descartados. Esse foi o foco da pesquisa do químico, Fabiano Cleber Bertoldi, da Universidade Federal de Santa Catarina. Segundo Bertolti, a utilização de resíduos no cultivo de microalgas, além de minimizar agressões ambientais, ajuda a evitar a salinização do solo e a eutrofização dos corpos dágua.

A eutrofização é um fenômeno causado pelo excesso de nutrientes, principalmente nitrogênio e fósforo, ocasionado por efluentes agrícolas, urbanos ou industriais num corpo d’água, que leva a proliferação excessiva de algas. Quando as algas se decompõe, consomem o oxigênio da água, provocando a morte de peixes e de outros animais aquáticos. Além de deixar o corpo d’água pobre em oxigênio, algumas espécies de algas produzem toxinas que contaminam fontes de água potável. “Entretanto, vê-se a necessidade de maiores estudos sobre a potencialidade de microalgas no tratamento de resíduos hidropônicos, possibilitando a utilização da biomassa algal numa ampla ordem de compostos”, diz Bertoldi.

Ainda segundo o pesquisador, as microalgas são comercializadas como fonte alternativa de proteína. Esses vegetais aquáticos podem produzir até 30 vezes mais óleo do que a soja por unidade de área. Nos últimos anos, aproximadamente 75% da produção anual de biomassa microalgal foi direcionada para a fabricação de suplementos alimentares. Vários produtos à base de extratos algais vêm sendo lançados no mercado de alimentos funcionais como: bebida à base de Chlorella e cápsulas de óleo enriquecido com carotenóides extraídos da biomassa da microalga Dunaliella.

Quanto ao seu cultivo, as microalgas apresentam vantagens sobre outras culturas, como tempo de geração curto. Elas são produzidas de forma contínua, ocupando áreas pequenas. Além disso, não estão sujeitas às variações ambientais, são facilmente controladas, não afetam drasticamente o meio ambiente (pois não precisam de aplicação de defensivos agrícolas) e apresentam uma multiplicação alta em pouco intervalo de tempo.

Outra vantagem apontada por Bertoldi é a redução nos custos de produção, uma vez que a composição do meio de cultura, isto é a regeneração do solo através de drenagem e lixiviação, que representa aproximadamente 40% dos custos totais, não precisa ser feita. Os resultados da pesquisa de Bertoldi apontam para a viabilidade do uso da água residual de hidroponia para o cultivo da microalga Chorella vulgaris e foram publicados no artigo Teor de clorofila e perfil de sais minerais de Chlorella vulgaris cultivada em solução hidropônica residual na revista Ciência Rural no ano passado.

Fonte: [ ComCiência ]

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