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Efeito químico desconhecido favorece Homeopatia

(reportagem escrita por Andy Coghlan, da revista “New Cientist”, publicada pela Folha de São Paulo, em 08/11/2001)

Uma descoberta ocasional pode desafiar crenças e ameaça reacender o debate sobre se existe base científica para acreditar se a Homeopatia de fato funciona.

Um grupo da Coréia do Sul descobriu uma dimensão inteiramente nova no processo que é talvez o mais simples dos livros de química: o que acontece quando se dissolve uma substância em água e então se adiciona mais água.

O saber convencional diz que as moléculas dissolvidas simplesmente se espalham, afastando-se mais e mais uma das outras à medida que a solução é diluída. Mas dois químicos descobriram que algumas delas fazem exatamente o contrário: elas se agrupam, primeiro como aglomerados de moléculas, depois como grandes agregados.

A descoberta impressionou os cientistas e poderia fornecer o primeiro indício científico sobre como os remédios homeopáticos funcionam. Os homeopatas diluem sucessivas vezes os medicamentos, acreditando que quanto mais alta a diluição mais potente o remédio se torna.

Alguns diluem “infinitamente”, até que não sobre nenhuma molécula no remédio. Eles acreditam que a água mantenha uma memória do ingrediente ativo, que seria mais potente que a molécula em si. Outros usam soluções menos diluídas – geralmente diluindo um remédio seis vezes. O estudo coreano pode finalmente abrir as portas para a reconciliação da potência dessas soluções menos diluídas com a ciência normal.

O químico alemão Kurt Geckeler e seu colega Shashadhar Samal esbarraram no efeito enquanto investigavam fulerenos no seu laboratório no Instituto de Ciência e Tecnologia de Kwangju, Coréia do Sul. Eles descobriram que essas moléculas, também conhecidas como “buckyballs”, continuaram a se agregar em solução.

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SBH divulga material bibliográgico sobre hepatotoxidade

28/02/2011 17h28

A Sociedade Brasileira de Hepatologia divulga material bibliográfico (disponível no rodapé desta página) sobre hepatotoxicidade por antitérmicos, insumos vegetais, analgésicos, fitoterápicos e homeopáticos.

Trata-se de um minucioso trabalho realizado pela SBH em resposta as numerosas solicitações acerca de eficácia e segurança do uso desses medicamentos. Habitualmente, o a Sociedade Brasileira de Hepatologia recebe grande número de solicitações do público leigo e de colegas de outras especialidades acerca da hepatotoxidade pelos medicamentos, assim como da eficácia da medicina alternativa no tratamento das doenças do fígado, principalmente as hepatites virais.

Por conta disso, a Sociedade Brasileira de Hepatologia reuniu expertos para discutir o tema baseado em evidência científica produzida em revistas indexadas com corpo editorial permanente.

Ao final da reunião, foi produzido o trabalho que é atualmente o único do gênero na literatura brasileira. “Acreditamos que será importante democratizar esta informação para toda a sociedade, principalmente para os colegas das Sociedades de Especialidade”, comenta Raimundo Paraná, da diretoria da SBH.

Fonte: [ Sociedade Brasileira de Infectologia ]

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Por que assinar o projeto Tudo Sobre Plantas ?

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Ao longo de 08 (oito) anos de projeto, testamos várias fórmulas para tentar criar um projeto que se mantivesse “sozinho“, sem ajuda financeira de empresas patrocinadoras.

Vejamos as tentativas:

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Aveloz ou avelós

Por Lelington lobo Franco
lelingtonevergreen@bol.com.br

AVELOZ ou AVELÓS

Arbusto exótico pode ser a chave para a vitória na batalha contra o câncer!

O avelós agora está sendo usado para tratamento de redução de tumor de câncer.

Estas são apenas algumas das frases usadas para a publicidade do aveloz, um remédio preparado a partir da seiva leitosa de um arbusto brasileiro de nome cientifico Euphorbia tirucalli. Hoje é vendida nos Brasil em forma líquida ou nos Estados Unidos e em glóbulos por médicos naturalistas.

Euphorbiaceas (eufórbio) produzem uma seiva branca semelhante ao látex que é extremamente irritante para a pele e membranas mucosas e podem produzir inflamação na pele, conjuntivite nos olhos, queimação na boca e garganta, diarréia e gastrenterite.

LIVRO DO PROFESSOR LELINGTON

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O princípio

por Juliana Faber
www.plantavidaprodutosconscientes.blogspot.com

Ter a Natureza como mestra, e observa-la em todas as suas dimensões e interações é o princípio mor da Permacultura, a medida que adentramos nesse mundo vemos e sentimos que a Vida é um grande mistério e que este vai se desvendando aos nossos sentidos e ao nosso coração toda vez que nos dispomos a compreende- la e a interagir verdadeiramente com ela.

Teoricamente todos sabemos disso, mas é só quando começamos a interagir com a Natureza, quando botamos a mão na terra, sentimos seu cheiro, vemos os seres que trazem a vida pra terra, quando realmente sentimos o pulsar da vida na profundeza do nosso ser.

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Homeopatia é alternativa a agrotóxicos

[img:eco02220309.png,full,alinhar_esq_caixa]Primeiro, o uso era em pessoas. Depois, passou para os animais. Agora, a homeopatia, que por definição significa um tratamento de doenças com agentes capazes de produzir sintomas semelhantes aos dessas doenças, está sendo usada também para a agricultura. Os resultados obtidos até o momento têm sido excelentes, pois a planta respondem rapidamente ao tratamento e tem substituído o uso de agrotóxicos nas lavouras.

De acordo com o agrônomo e professor do setor do departamento de biologia da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Carlos Moacir Bonato, um dos responsáveis pelo programa, o uso da homeopatia vegetal iniciou há sete anos, como uma alternativa para evitar o uso de agentes químicos em plantações. “Fizemos isso para diminuir ao máximo o impacto ambiental.

Os resultados têm se mostrado positivo e a homeopatia se transformou em uma ferramenta importante nesse trabalho. Além disso, tem ajudado a equilibrar o solo, fazendo com que os microorganismos sejam mais ativos”, explica.

Bonato revela ainda que as plantas apresentaram aumento no seu crescimento, mais resistência à pragas e doenças e aumento na produção. “O produtor rural que adere à homeopatia vai ter uma lavoura mais saudável e, ao mesmo tempo, vai diminuir drasticamente os custos de produção em relação ao uso do agrotóxico comum.

Se o produtor tiver boas condições do solo, tempo, etc., ele pode conseguir um aumento de 30% a 40%. Também foi verificado um aumento no chamado óleo essencial, que trabalha como uma defesa da planta em 114%, o que nos surpreendeu bastante”, afirma.

Outra vantagem apontada pelo professor ao uso de homeopatia reside no fato de que esse produto tem um impacto quase nulo na natureza. Em contrapartida, Bonato revela que os agrotóxicos, mesmo que resolvendo um determinado problema, acaba gerando outro.

“Um bom exemplo disso é o inseticida conhecido como Fipronil, que possui uma toxicidade alta. Ele resolve problemas ligados às formigas, contudo, também está ligado ao desaparecimento de abelhas. Com a homeopatia, o combate às formigas nocivas para planta não afeta em nada as abelhas. Ela também é regulamentada pela instrução normativa número 64, de 2008. Ou seja, trata-se de um procedimento legal”, diz.

O professor comemora o interesse dos agricultores em saber mais sobre a homeopatia. Para melhorar, ele informa que o governo aprovou um projeto de R$ 140 mil para equipar um laboratório na UEM para desenvolver mais pesquisas. Para conseguir esse benefício, ele vai ministrar palestras para os interessados.

“Tenho viajado pelo oeste e noroeste do Paraná explicando os benefícios da homeopatia. O pessoal chega meio desconfiado, mas logo se interessam em saber como funciona. Ainda há uma certa resistência das pessoas com a homeopatia. Eu mesmo já fui um dos que não acreditavam nela.

Entretanto, grande parte da crítica é em razão do desconhecimento das pessoas, pois ela serve para humanos, animais e plantas. Se conhecessem mais, certamente mudariam de opinião”, avalia. Entretanto, não basta sair aplicando homeopatia na lavoura. Para o professor, é preciso muito estudo para saber o que vai ser colocado.

“O estudo vai servir para ver qual homeopatia terá mais eficácia tanto para o solo quanto para a planta. Após isso, aí sim indicamos o que o agricultor deve utilizar”, encerra.

Agricultores estão felizes com a nova técnica

Dois exemplos de produtores rurais que aderiram ao uso da homeopatia nas lavouras são Luiz Valter Hedel e Darci Betmar Tomm, ambos da cidade de Marechal Cândido Rondon. Adeptos do produto natural há quatro e três anos, respectivamente, os agricultores revelam que estão bem felizes em não utilizar mais produtos químicos nas suas lavouras e nos seus animais.

Hedel, que planta milho e feijão e possui gado leiteiro, afirma que a homeopatia tem ajudado muito tanto na produção como na economia. “Desde que comecei a usar a homeopatia, as coisas deram uma melhorada, principalmente no que se refere ao custo de produção, que baixou bastante.

Os produtos que mais costumo usar, nux vonica e arnica, custam bem menos do que um agrotóxico comum”, revela. Ele diz também que nunca teve problemas com esse produto e que também apresentou melhoras na saúde por não necessitar lidar com agrotóxicos fortes.

“Começamos a notar aqui em casa que nossa saúde melhorou. Hoje, quando sinto cheiro de algum agrotóxico, já não me sinto bem. Não cheguei a ficar com problemas decorrentes do uso dos defensivos agrícolas, mas estou certo que estamos muito melhor agora”, avalia.

No caso de sua produção de leite, o agricultor usa a homeopatia a mais tempo: cinco anos. “Graças ao uso desse produto natural, as minhas vacas estão com a saúde perfeita. Eu apoio 100% a adesão à homeopatia. Produtos químicos não entram mais aqui”, garante.

Para Tomm, que produz milho, soja, girassol e tem animais em sua propriedade, além da redução de custos, que segundo ele chega a 80%, a qualidade de vida pesou na hora de decidir em optar pela homeopatia. “Estou satisfeito em utilizar homeopatia na minha propriedade.

As plantas e o solo tornaram-se mais fortes e resistentes, assim como os animais. Não ficamos mais expostos a esses defensivos agrícolas, que vão acumulando coisa ruim no nosso corpo com o passar dos anos.

Nossa vida melhorou bastante desde que abolimos a presença desses materiais e acredito que vale a pena o produtor rural conhecer mais sobre a homeopatia”, finaliza.

Rondon é o berço da ideia

Os trabalhos iniciais da pesquisa com homeopatia em plantas da Universidade Estadual de Maringá (UEM) ocorreram no município de Marechal Cândido Rondon, oeste do Estado. Após uma ressalva inicial, os produtores rurais dessa localidade têm aderido a essa iniciativa.

Para o professor Bonato, boa parte da adesão encontra-se no fato de que os agricultores já usaram muito agrotóxico no passado e que eles necessitam de uma alternativa natural para cessar a exposição ao defensivo. “Trabalhamos com essas pessoas ‘sofridas’, porque elas já não aguentam mais ter que usar esses materiais. Alguns deles, inclusive, sofrem com os efeitos de passar muito tempo em contato direto com produtos tóxicos”, conta.

Bonato diz também que houve uma certa resistência e ceticismo dos produtores quanto a eficácia da homeopatia. Porém, com as palestras e a orientação necessária, eles aprendem como usar o material e obter um melhor aproveitamento disso.

O professor cita ainda alguns produtos que obtiveram um excelente resultado na agricultura. “O sulphor, a felicea, o carbo vegetables e a calcária carbônica obtiveram uma grande performance nos testes. Cada um deles têm uma aptidão certa e podem ser usados em pessoas e animais. Mas friso que é preciso fazer um estudo antes de aplicá-los”, alerta.

Fonte: [ Paraná-Online ]

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