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Reconhecedor automático de nomes científicos de plantas

Oi pessoal,

Hoje vou apresentar para vocês uma novidade bem interessante.

Trata-se da nova ferramenta de reconhecimento, desenvolvida pelo projeto Tudo Sobre Plantas, que irá transformar em links todos os Nomes Científicos presentes nos textos do blog, apontando para as respectivas fichas de espécies do Banco de Plantas Notáveis do projeto.

Vejam dois exemplos em funcionamento, em:

http://www.tudosobreplantas.com.br/blog/index.php/2009/05/20/lista-com-todas-as-frutas-brasileiras/

http://www.tudosobreplantas.com.br/blog/index.php/2009/05/15/arvores-simbolo-de-cada-estado-brasileiro/

A partir de agora todas as postagens que tiverem nomes científicos válidos, encontrados no Banco de Plantas do projeto, se tornarão automaticamente links para as fichas.

Ex.: Anacardium occidentale, Erythrina speciosa, Adenium obesum, Camellia sinensis, Annona muricata, Zingiber officinale, Aloe vera etc).

Abraços!

_____________________________________
Anderson C. Porto
Brasil +55 / RJ (21) 9688-9521
|/ Comunidade Tudo Sobre Plantas |/
http://br.groups.yahoo.com/group/tudosobreplantas/
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
http://www.tudosobreplantas.com.br
http://blog.tudosobreplantas.com.br
http://forum.tudosobreplantas.com.br
http://galeria.tudosobreplantas.com.br

Sonhar, sem fazer dos sonhos teus senhores” (Rudyard Kipling)

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Por que assinar o projeto Tudo Sobre Plantas ?

Para se cadastrar, <<< [  CLIQUE AQUI ] >>>

Ao longo de 08 (oito) anos de projeto, testamos várias fórmulas para tentar criar um projeto que se mantivesse “sozinho“, sem ajuda financeira de empresas patrocinadoras.

Vejamos as tentativas:

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Lançamento da Lista de Espécies da Flora do Brasil online

Instituto de Pesquisas JBRJ

Em 21 de maio, às 16h, o Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro – JBRJ – lança a versão online da Lista de Espécies da Flora do Brasil. A cerimônia, no Centro de Visitantes, contará com a presença da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

O JBRJ foi designado pelo Ministério do Meio Ambiente para coordenar, por intermédio do Centro Nacional de Conservação da Flora (CNCFlora), o trabalho de elaboração da Lista, que envolveu cerca de 400 taxonomistas brasileiros e estrangeiros voltados para a identificação e caracterização das espécies de plantas nativas do território nacional.

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Tabela da ANVISA sobre usos de plantas medicinais

As alegações terapêuticas consideram apenas as formas de preparo e usos específicos aqui tratados, ficando excluídas desta resolução ações farmacológicas e indicações terapêuticas que, embora relevantes pelo uso tradicional, ou subsidiadas por estudos científicos, requeiram formas de preparação ou uso não previstas nesta Resolução.

Tabela da ANVISA sobre usos de plantas medicinais, com Nomenclatura botânica, Nomenclatura popular, Parte utilizada, Forma de utilização, Posologia e modo de usar, Via, Uso, Alegações, Contra indicações, Efeitos adversos, Informações adicionais em embalagem e Referências.

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Listagem completa de espécies cadastradas no Portal Tudo Sobre Plantas, por Nome Científico

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Lista com todas as frutas brasileiras!

Muitas frutas que têm a cara do Brasil vieram de fora

Por Luís Joly
Revista Mundo Estranho – Maio 2007

Estima-se que existam pelo menos 312 frutas tipicamente brasileiras. E isso porque muitas frutas tidas como “a cara do Brasil”, como a banana e a laranja não são naturais de terras brasileiras.

“Mas, apesar do número impressionante, apenas seis frutas brasileiras são cultivadas comercialmente em grande escala”, diz o engenheiro agrônomo Harri Lorenzi, co-autor do livro Frutas Brasileiras Exóticas e Cultivadas.

A lista de frutas brasileiras não-comerciais conta com nomes que você provavelmente nunca ouviu falar, como banana-de-macaco, marôlo, araticum-cagão, taperebá, cariota-de-espinho, pau-alazão, marajá e fruta-de-ema, entre outras. Algumas dessas frutas exóticas são registradas fora do Brasil, o que não anula a originalidade verde-amarela mas deixa o país de fora de eventuais ganhos monetários relacionados ao comércio do fruta. Há ainda as frutas extintas, como o oití-da-Bahia, umas das favoritas do imperador Dom Pedro II, que hoje não existe mais.

Origem de algumas frutas

– Goiaba (Brasil)
– Maracujá (Brasil)
– Coco da Bahia (Brasil)
– Abacaxi (Brasil)
– Caju (Brasil)
– Cacau (Brasil)
– Banana (Sudeste Asiático)
– Maçã (Eurásia)
– Laranja (China)

Lista de frutas brasileiras:

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Árvores símbolos dos Estados Brasileiros

por Anderson Porto
www.tudosobreplantas.com.br

Até o presente momento (27/05/2013) consegui, com a ajuda do grupo de estudos e outras pesquisas, localizar as seguintes espécies para cada Estado:

 Estado Nome(s) popular(es) Nome Científico Validada?
AC / Acre Seringueira Hevea brasiliensis
AL / Alagoas Craibeira Tabebuia aurea
AP / Amapá Amapazeiro Parahancornia fasciculata
AM / Amazonas Castanheira Bertholletia excelsa
BA / Bahia Umbuzeiro Spondias tuberosa
CE / Ceará Carnaúba Copernicia prunifera
DF / Distrito Federal Buriti Mauritia flexuosa
ES / Espírito Santo Jequitibá Cariniana legalis
GO / Goiás Pau-papel Tibouchina papyrus
MA / Maranhão Palmeira Babaçu Orbignya speciosa
MT / Mato Grosso Seringueira Hevea brasiliensis
MS / Mato Grosso do Sul Ipê-rosa Tabebuia heptaphylla
MG / Minas Gerais Pequizeiro Caryocar brasiliense
PA / Pará Castanheira Castanea sativa
PB / Paraíba Gameleira Ficus doliaria
PR / Paraná Araucária Araucaria angustifolia
PE / Pernambuco Oiti Coró Couepia rufa
PI / Piauí Caneleiro Cenostigma macrophyllum
RJ / Rio de Janeiro Jequitibá-açu Cariniana ianeirensis
RN / Rio Grande do Norte Cajueiro Anacardium occidentale
RS / Rio Grande do Sul Erva-Mate Ilex paraguariensis
RO / Rondônia Chichá / Xixá Sterculia apetala
RR / Roraima Caraipé Licania octandra
SC / Santa Catarina Imbuia Ocotea porosa
SP / São Paulo Jequitibá-rosa Cariniana legalis
SE / Sergipe Mangabeira Hancornia speciosa
TO / Tocantins Fava-de-bolota, faveira, faveira-preta, Badoqueiro Parkia platycephala

 

Sobre a pesquisa:

Cada árvore símbolo, de cada Estado, só aparece na listagem como validada se for apresentada confirmação de publicação no Diário Oficial, ou do Estado, ou da federação.

Se alguém souber de mais alguma, por favor, deixem comentários !!!

Os Estados, portanto, que não possuem até o presente momento (02/06/2011) Árvore-símbolo oficiais e validadas (por publicação em diário oficial) são as seguintes:

  • AC / Acre:
  • GO / Goiás:
  • MS / Mato Grosso do Sul:
  • PA / Pará:
  • PB / Paraíba:
  • PE / Pernambuco:
  • RN / Rio Grande do Norte:
  • RO / Rondônia:
  • RR / Roraima:

Esta listagem surgiu da solicitação / necessidade de uma participante de nosso grupo de estudos, Marcela Badolatto.

A pesquisadora liduinamcg@hotmail.com apresentou, mediante pesquisas em sites da Internet, as seguintes espécies como sendo as árvores símbolo por Estado:

GO / Goiás: MULUNGU – Erythrina velutina
PB / Paraíba: Gameleira – Ficus doliaria

O pesquisador Alex Ribeiro apresentou, mediante pesquisas em sites da Internet, as seguintes espécies como sendo as árvores símbolo por Estado:

PA / Pará: Castanheira – Castanea Sativa
PE / Pernambuco: Oiti Coró – Couepia rufa

Temos também a seguinte informação (ainda não confirmadas):

AC / Acre: Seringueira ou Gameleira
RO / Rondônia: chichá (Sterculia chicha)


Fonte: [ blog Tudo Sobre Plantas ]


[Editado: 02/06/2011] – Listagem alterada para o formato de tabela;
[Editado: 03/06/2011] – Links diretos para as fichas das espécies;
[Editado: 23/09/2012] – Inserida a espécie Castanheira (Castanea Sativa) em PA / Pará; Oiti Coró (Couepia rufa) em PE / Pernambuco;
[Editado: 27/05/2013] – Aguardando confirmação de listagem final;

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As plantas aquáticas no contexto da Botânica

Por: Miguel Angelo Pandini

Introdução

Todo aquarista, seja iniciante ou veterano, lidando com seus peixes ou plantas aquáticas, às vezes se depara com uma situação peculiar: a identificação precisa dos seres vivos os quais está criando ou cultivando. Quando falamos em identificação precisa, nos referimos ao seu nome científico, acompanhado de sua posição taxonômica, ou seja, sua posição dentro da grande escala de classificação dos seres vivos. Mas, o que seria isso, para nós, aquaristas? Não seria mais conveniente, e menos trabalhoso, se conhecêssemos nossos peixes e plantas apenas pelos seus nomes vulgares?

Histórico

Chamamos Sistemática ou Taxonomia a área da Biologia que cuida da identificação dos indivíduos e de seus respectivos agrupamentos, sendo estes os mais conhecidos o gênero e a espécie. Mas, esse ramo da ciência é praticamente recente.

Desde a antiguidade até fins do século XVII, os seres vivos eram classificados arbitrariamente, pois não havia um critério de consenso que determinasse qualquer característica em comum entre eles. Cada cientista empregava seu método, resultando em algo bem pior do que listagens de nomes vulgares.

Somente no século XVIII, o naturalista sueco Carl von Linné, que depois ficou mundialmente conhecido como Linnaeus, elaborou um criterioso sistema de classificação, baseado no conceito de espécie formulado pelo inglês John Ray no final do século anterior, que classificava os seres vivos de acordo com a sua semelhança a diversos tipos preestabelecidos. Em meados do século XIX, com a descoberta dos cromossomos e dos genes, e consequente confirmação da Teoria Evolucionista de Charles Darwin, o sistema foi definitivamente aperfeiçoado, sendo que o agrupamento dos seres vivos passou a ser feito segundo uma ordenação filogenética (do grego phile = ordem, série; genesis = criação), ou seja, de acordo com o grau de parentesco entre eles.

A Sistemática de Linnaeus

Considera-se, para efeito de classificação, que a afinidade entre os diversos organismos é tanto maior quanto mais próximos estiverem de um mesmo ancestral, evolutivamente. Assim, espécies de um mesmo gênero possuem mais características comuns, assim como os gêneros de uma mesma família, e assim por diante. Esse sistema natural utiliza o maior número possível de dados, obtidos, entre outros, da morfologia externa e interna, fisiologia, ecologia e análise dos cromossomos, levando-se em conta, também, os eventuais resultados de estudos de fósseis.

Assim, podemos definir espécie – unidade básica do sistema de classificação – como sendo um agrupamento de indivíduos semelhantes e procedentes de um ancestral comum que, pela seleção natural, sob a influência do meio ambiente, adquiriu características próprias que o diferenciam de todos os demais seres vivos, sendo que tal conceito de espécie é confirmado na prática pela possibilidade de reprodução sexuada entre os indivíduos que dela fazem parte.

Na nomenclatura dos seres vivos, escolheu-se utilizar uma língua já extinta – o latim– tanto para escrita como para a pronúncia, sendo que para cada categoria sistemática entre Divisão (Filo) e Família há um sufixo latino característico (havendo exceções). Categorias intermediárias também são utilizadas para indicar com maior exatidão a filogenia.

Para a designação da espécie, ficou convencionado o uso de nome binário, em caracteres grifados – negrito ou itálico – se impresso, ou sublinhado, se manuscrito, o primeiro relativo ao gênero – palavra única, no nominativo singular, com a primeira letra maiúscula e as demais minúsculas – e o segundo à espécie propriamente dita – palavra simples ou composta, gramaticalmente concordante com o nome genérico, e com todas as letras minúsculas – havendo, ainda a possibilidade da existência de um terceiro nome, precedido de um termo às vezes abreviado, que poderá indicar variações intraespecíficas, que em Botânica recebem o nome de subespécie (ssp.), variedade (var.) e forma. Exemplificando: Rorippa nasturtium-aquaticum;
Sagittaria subulata
var. kurziana; Vallisneria spiralis forma
nana
.

Quando se quer referir a uma espécie ainda não totalmente classificada ou simplesmente desconhecida, da qual só se conhecesse o gênero, usa-se o primeiro nome seguido de "sp.": Echinodorus sp.; de maneira semelhante, refere-se ao nome de subespécie desconhecida, acrescentando-se "ssp.".

Muitas vezes, os nomes referem-se a alguma característica marcante (morfológica, fisiológica, ou ecológica), região ou localidade onde a espécie foi encontrada, ou pessoa que se queira homenagear. E tudo isso em latim, é claro.

Em trabalhos científicos e folhas de herbário é obrigatória indicação do nome – inteiro ou abreviado – da pessoa que fez a classificação pela primeira vez. Quando são duas, usa-se a conjunção latina "et" entre seus nomes. Caso a espécie seja reclassificada, passando de um gênero para outro, coloca-se o nome do autor ou autores da primeira classificação entre parênteses, seguido do nome da pessoa (ou pessoas) que fez a reclassificação. Por exemplo: Schott classificou certa espécie de planta como sendo Cryptocoryne gomezzi, sendo que, futuramente, Bogner e Jacobsen a reclassificaram como Lagenandra gomezzi; assim, de acordo com as convenções científicas, Cryptocoryne gomezzi Schott passou a se chamar Lagenandra gomezzi (Schott) Bogner et Jacobsen. Há ainda outras regras para alterações de nomes, que devido à pouca utilidade para nós, amadores, serão omitidas. Por comodidade, usaremos os nomes científicos de forma mais simplificada.

Em Botânica, são as seguintes as categorias sistemáticas, em escala descendente, com os respectivos sufixos mais usados, para o caso das algas e cormófitas (vegetais com raízes, caule e folhas):

Categoria

Sistemática

Sufixos

Algas

Cormófitas

Divisão

-phyta

-phyta

Subdivisão

-phytina

-phytina

Classe

-phyceae

-opsida

Subclasse

-phycidae

-idae

Ordem

-ales

-ales

Subordem

-inae

-inae

Família

-aceae

-aceae

Subfamília

-oidea

-oidea

Tribo

-eae

-eae

Subtribo

-ineae

-ineae

A seguir, apresentamos uma tabela com a classificação simplificada das principais plantas de aquário (ou melhor dizendo: plantas hidrófilas) conhecidas, com as divisões, famílias e os principais gêneros, lembrando que as condições de pH, dureza, luz, temperatura, exigências quanto ao substrato, etc., via de regra costumam ser semelhantes entre as mais próximas na hierarquia de parentesco:

DIVISÃO

FAMÍLIA

GÊNERO

Tipo predominante das espécies (*)

CHAROPHYTA

(algas pluricelulares)

Characeae Nitella Aquáticas obrigatórias.

BHYOPHYTA

(Musgos e hepáticas)

Ricciaceae Riccia Flutuantes e submersas.
Hypnaceae Vesicularia Anfíbias.
Pallaviciniaceae Symphyogyna Anfíbias

PTERIDOPHYTA

(Samambaias, avencas, licopódios)

Isoetaceae Isoetes Aquáticas e anfíbias.
Acrostichaceae Acrosticum Palustres adaptáveis ao meio aquático.
Azollaceae Azolla Flutuantes.
Ceratopteridaceae Ceratopteris Anfíbias.
Marsileaceae Marsilea Anfíbias.
Pilularia Anfíbias.
Polypodiaceae Bolbitis Anfíbias.
Microsorium Anfíbias
Salviniaceae Salvinia Flutuantes.

SPERMATOPHYTA

(Plantas superiores)

Acanthaceae Hygrophila Palustres adaptáveis ao meio aquático.
Alismataceae Echinodorus Aquáticas obrigatórias, palustres, adaptáveis ao meio
aquático e anfíbias.
Sagittaria Aquáticas obrigatórias e aquáticas com folhas flutuantes.
Amaranthaceae Alternanthera Aquáticas obrigatórias e anfíbias.
Amaryllidaceae Crinum Palustres adaptáveis ao meio aquático.
Apiaceae Hydrocotyle Aquáticas com folhas flutuantes e anfíbias.
Lilaeopsis Anfíbias.
Aponogetonaceae Aponogeton Aquáticas obrigatórias e aquáticas com folhas flutuantes.
Araceae Anthurium Anfíbias.
Acorus Anfíbias
Anubias Anfíbias.
Crytocoryne Palustres adaptáveis ao meio aquático, aquáticas
obrigatórias e anfíbias.
Lagenandra Palustres adaptáveis ao meio aquático e anfíbias.
Pistia Flutuantes.
Spathiphyllum Anfíbias.
Syngonium Anfíbias.
Barclayaceae Barclaya Aquáticas obrigatórias.
Brassicaceae Cardamine Palustres adaptáveis ao meio aquático.
Rorippa Aquáticas obrigatórias.
Cabombaceae Cabomba Aquáticas com folhas flutuantes.
Callitrichaceae Callitriche Palustres adaptáveis ao meio aquático e aquáticas
obrigatórias.
Ceratophyllaceae Ceratophyllum Aquáticas obrigatórias.
Crassulaceae Crassula Anfíbias.
Cyperaceae Cyperus Anfíbias.
Eleocharis Anfíbias.
Eriocaulaceae Eriocaulon Anfíbias.
Euphorbiaceae Phyllanthus Flutuante.
Haloragaceae Myriophyllum Palustres adaptáveis ao meio aquático, e aquáticas
obrigatórias.
Proserpinaca Palustres adaptáveis ao meio aquático.
Hydrocharitaceae Blyxa Aquáticas obrigatórias.
Egeria Aquáticas obrigatórias.
Hydrilla Aquáticas obrigatórias.
Lagarosiphon Aquáticas obrigatórias.
Limnobium Flutuantes.
Ottelia Aquáticas obrigatórias.
Vallisneria Aquáticas obrigatórias.
Lamiaceae Hyptis Anfíbias.
Lemnaceae Lemna Flutuantes.
Pseudowolffia Flutuantes.
Spirodela Flutuantes.
Wolffia Flutuantes.
Wolffiella Flutuantes.
Wolffiopsis Flutuantes.
Lentibulariaceae Utricularia Aquáticas obrigatórias e flutuantes.
Lilaeaceae Ophiopogon Anfíbias.
Limnocharitaceae Hydrocleys Palustres adaptáveis ao meio aquático.
Lobeliaceae Lobelia Anfíbias.
Lythraceae Ammania Palustres adaptáveis ao meio aquático.
Didiplis Palustres adaptáveis ao meio aquático.
Rotala Palustres adaptáveis ao meio aquático e aquáticas
obrigatórias.
Mayacaceae Mayaca Palustres adaptáveis ao meio aquático e anfíbias.
Melastomaceae Aciotis Palustres adaptáveis ao meio aquático.
Menyanthaceae Nymphoides Aquáticas com folhas flutuantes.
Villarsia Aquáticas com folhas flutuantes.
Najadaceae Najas Aquáticas obrigatórias.
Nymphaeaceae Nuphar Aquáticas obrigatórias e aquáticas com folhas flutuantes.
Nymphaea Aquáticas com folhas flutuantes.
Onagraceae Ludwigia Palustres adaptáveis ao meio aquático e aquáticas
obrigatórias.
Plantaginaceae Littorella Aquáticas obrigatórias.
Podostemonaceae Mourera Aquáticas obrigatórias.
Polygonaceae Polygonum Palustres adaptáveis ao meio aquático.
Pontederiaceae Eichhornia Palustres adaptáveis ao meio aquático, anfíbias e
flutuantes.
Heteranthera Palustres adaptáveis ao meio aquático e aquáticas com
folhas flutuantes.
Potamogetonaceae Potamogeton Aquáticas com folhas flutuantes.
Primulaceae Hottonia Palustres adaptáveis ao meio aquático.
Lysimachia Palustres adaptáveis ao meio aquático.
Samolus Anfíbias.
Saururaceae Houttuynia Anfíbias.
Saururus Palustres adaptáveis ao meio aquático.
Scrophulariaceae Bacopa Palustres adaptáveis ao meio aquático e anfibias.
Glossostigma Palustres adaptáveis ao meio aquático e aquáticas
obrigatórias.
Limnophila Palustres adaptáveis ao meio aquático.
Micrantemum Anfíbias.
Trapaceae Trapa Aquática com folhas flutuantes.

Fonte: [ Revista @qua ]

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