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Documentário: Nuvens de Veneno

A nuvem se espraia pelas plantações. Em vez de molhar, seca. Ela não traz a chuva, traz o veneno. O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de soja, algodão, milho e também um dos maiores consumidores de fertilizantes químicos e agrotóxicos. Nuvens de veneno expõe as preocupações com as consequências do uso desses agroquímicos no ambiente, especialmente, na saúde do trabalhador. Um documentário revelador que faz refletir sobre a forma que crescemos e sobre o tipo de desenvolvimento que queremos.

Realização: Secretaria de Saúde de Mato Grosso, Terra Firme e VideoSaúde

Direção: Beto Novaes

Distribuição: VideoSaúde — Distribuidora da Fiocruz

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Brasileiros descobrem que casca de banana pode despoluir a água

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São Paulo – Cascas de banana trituradas podem funcionar como um remédio eficaz em águas poluídas por pesticidas. Esse poder de despoluir a água por um custo zero foi descoberto por uma equipe de cientistas liderados pela pesquisadora Claudineia Silva, do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da USP, em Piracicaba.

Para chegar nessa conclusão, os pesquisadores coletaram amostras nos rios Piracicaba e Capivari, e na estação de tratamento de água da cidade. Nesses rios, as águas ficam poluídas pelos pesticidas atrazina e ametrina, muito usados em plantações de cana-de-açúcar e milho.

Em seguida, os pesquisadores secaram cascas de banana maduras em um forno a 60ºC por um dia, resultado que também pode ser obtido ao expor o material ao Sol durante uma semana. Após essa primeira etapa, as cascas foram trituradas e peneiradas. O processo gerou um pó de consistência parecida com a de uma ração. Esse material foi, então, misturado com a água, agitado por 40 minutos e filtrado. “A reposta foi ótima. Essa biomassa conseguiu absorver 90% dos pesticidas”, afirma Claudineia.

Esse método tem uma vantagem sobre procedimentos tradicionais. Atualmente, os tratamentos de água não são suficientes para remover resíduos de agrotóxicos de tal forma a atingir o padrão de potabilidade e evitar riscos à saúde humana.

O carvão ativado (o mecanismo mais usado), por exemplo, é um método caro de despoluição. “A casca de banana teria custo zero. Qualquer um poderia usar essa técnica, principalmente em regiões mais pobres. Qualquer pessoa pode pegar uma casca de banana, secar ao sol, bater no liquidificador e jogar na água”, diz Claudineia.

Fonte: [ INFO ]

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Monsanto renuncia a cultivar OGM na Europa

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A Monsanto renunciou aos projetos de cultivo de OGM na Europa, [ noticia Die Welt ].

O grupo norte-americano de biotecnologia anunciou, a 17 de julho, a retirada de todos os pedidos de autorização para o cultivo de milho, soja e beterraba açucareira geneticamente modificados que apresentara à Comissão Europeia, porque, explica o jornal, “já não vê perspetivas comerciais”. Apenas o pedido de autorização do cultivo de milho geneticamente modificado do tipo MON810 será renovado.

Neste momento, esse milho é a única planta útil geneticamente modificada cultivada comercialmente na Europa, recorda o Welt. Quanto ao resto, a Monsanto deseja concentrar-se na comercialização de sementes tradicionais na Europa. Esta decisão, considera o Welt, “reflete a deceção de muitas empresas na área da biotecnologia perante o ceticismo da UE em relação aos OGM”:

Em muitos casos, a UE toma as decisões com vários anos de atraso. Apesar de o milho geneticamente modificado do tipo MON810 ter sido admitido na UE, alguns Estados-membros, entre os quais a França, a Alemanha e a Itália, proibiram-no a nível nacional, na sequência de iniciativas dos seus cidadãos. Já no ano passado, o grupo químico alemão BASF entregou os pontos e deslocalizou a sua central de biotecnologia vegetal para os Estados Unidos, porque a engenharia genética é alvo de forte oposição na Europa.

Fonte: [ Presseurop.eu ]

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Como fazer um papiro?

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Como fazer Papiro com Palha de milho seco

a- Corte as palhas secas (amareladas) em retângulos
b- Cole os retângulos com cola branca em papel sulfite
c- Coloque um peso (pode ser um livro grosso) sobre o papiro e deixe descansar até a cola secar.
d- Escreva com caneta preta ou canetinha ponta fina um versículo de sua preferência

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SiSTSP – Milho (Zea mays)

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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis
| Projeto Tudo Sobre Plantas
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NOME CIENTIFICO: Zea mays
NOME(S) POPULAR(ES): Milho, Abati, Auati, Avati
FAMILIA (Cronquist): Gramineae
FAMILIA (APG2): Poaceae
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É um conhecido cereal, cultivado em grande parte do mundo.

O milho é extensivamente utilizado como alimento humano ou ração animal, devido às suas qualidades nutricionais.

Todas as evidências científicas levam a crer que seja uma planta de origem mexicana, já que a sua domesticação começou 7.500 a 12.000 anos atrás na área central da Mesoamérica.

É um dos alimentos mais nutritivos que existem, contendo quase todos os aminoácidos conhecidos, sendo exceções a lisina e o triptofano.

Tem um alto potencial produtivo e é bastante responsivo à tecnologia.

Seu cultivo geralmente é mecanizado, se beneficiando muito de técnicas modernas de plantio e colheita.

Atualmente, somente cerca de cinco por cento da produção brasileira se destina ao consumo humano e, mesmo assim, de maneira indireta na composição de outros produtos.

Isto se deve principalmente à falta de informação sobre o milho e à ausência de uma maior divulgação de suas qualidades nutricionais, bem como aos hábitos alimentares da população brasileira, que privilegia outros grãos.
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=372068
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Registro atualizado em: 02/06/2013 02:13:18, por Anderson Porto.
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Hungria destrói todas as plantações da Monsanto

Propane-Field-Burning-290x290A Hungria deu uma machadada no tronco infectado da gigante Monsanto e as suas modificações genéticas destruindo quase 500 hectares de culturas de milho plantadas com sementes geneticamente modificadas.

De acordo com o o secretário de estado húngaro e Ministro do Desenvolvimento Rural Lajos Bognar, ao contrário de muitos países europeus (como Portugal) a Hungria é uma nação onde as sementes geneticamente modificadas estão banidas e proibidas, tomando uma posição semelhante ao Peru que instituiu uma lei que bane e proíbe as sementes e alimentos geneticamente modificados por pelo menos 10 anos.

Os quase 500 hectares de milho destruídos estavam espalhados pelo território húngaro e haviam sido plantados há pouco tempo, explica o Ministro Lajos Bognar, o que quer dizer que o pólen venenoso do milho ainda não estava a ser dispersado.

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Pesquisadores suíços confirmam efeito letal de toxina Bt sobre joaninhas

Pesquisadores do Instituto Federal de Tecnologia da Suíça (ETH), em Zurique, confirmaram a descoberta anterior de que a toxina Bt Cry1Ab produzida por plantas de milho transgênico aumenta a mortalidade de larvas jovens de joaninha de duas pintas (Adalia bipunctata L.) em testes de laboratório.

Esses insetos são típicos “organismos não alvo” que supostamente não seriam afetados pelo milho transgênico. Além disso, são insetos benéficos, que promovem o controle biológico de outras pragas.

"É necessária uma revisão das autorizações comerciais vigentes para o cultivo de plantas transgênicas." (Dr. Hartmut Meyer, coordenador da Rede Europeia de Cientistas para a Responsabilidade Social e Ambiental (ENSSER)

Em 2009 a equipe de pesquisadores liderados pela Dra. Angelika Hilbeck publicou o [ estudo original ], que foi incluído, juntamente com muitas outras pesquisas, entre as provas utilizadas pelo governo alemão para justificar o banimento do plantio comercial de milho transgênico que expressa a toxina testada.

Não demorou para que a pesquisa começasse a ser atacada pelos defensores dos transgênicos, que em fevereiro de 2010 publicaram um conjunto de artigos na revista “Transgenic Research” acusando o estudo de ser baseado em “pseudo-ciência” e apresentando pesquisas próprias com o objetivo de desmentir o trabalho de Hilbeck.

Agora, em 15 de fevereiro de 2012, a equipe da Dra. Hilbeck [ publicou ] os resultados de testes complementares que confirmam as descobertas publicadas em 2009.

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Transgênicos ultrapassam os 80%

Autor: DCI

Rótulo de um produto transgênico

Soja e milho transgênicos atingiram 28,68 milhões de hectares nesta temporada no Brasil, mostra indicador elaborado pela equipe técnica da Expedição Safra Gazeta da Povo. Essa área corresponde a 86% dos 33,36 milhões de hectares dedicados às duas culturas na safra de verão e mostra que a transgenia continua avançando de norte a sul no país.

O milho geneticamente modificado (GM) começou a ser cultivado comercialmente em larga escala em 2009/10 e, na estreia, teve 50% da área. Em três safras, avançou 33 pontos. No mesmo período, a soja GM, que está em sua sexta temporada, ganhou 17 pontos, chegando a 87%. O avanço verificado na safra atual, de 2 e 6 pontos, respectivamente, foi medido a partir de 270 entrevistas realizadas em campo com produtores e especialistas das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Cen­­tro-Norte (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) de outubro do ano passado a fevereiro deste ano.

O Brasil se consolida como o segundo país que mais cultiva grãos transgênicos no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, que dedicam 69 milhões de hectares às sementes GM, conforme o Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações Biotec­­no­­­ló­­gicas Agrícolas (Isaaa, na si­­gla em inglês). Os 21,59 milhões de hectares da soja GM representam 3,12 vezes a extensão total cultivada com a oleaginosa em Mato Grosso, líder nacional na cul­­tura, e 4,6 vezes o tamanho dessa lavoura no Paraná, segundo colocado. No milho de verão, a área com transgenia é 7,63 vezes maior que a paranaense nesta estação.

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Praga do milho cria resistência a planta transgênica da Monsanto

Por SCOTT KILMAN

Pés de milho que a Monsanto Co. modificou geneticamente para bloquear um inseto voraz estão virando alimento dessa mesma praga em umas poucas plantações nos Estados Unidos, a primeira vez em que uma praga desenvolve resistência a uma lavoura fruto de engenharia genética na região agrícola americana.

A descoberta suscita temores de que a maneira como alguns produtores estão usando lavouras alteradas possa alimentar pragas resistentes.

O entomologista Aaron Gassmann, da Universidade Estadual de Iowa, descobriu que em quatro plantações no noroeste do Estado de Iowa a praga conhecida como diabrótica do milho passou a resistir ao pesticida natural produzido pelo milho da Monsanto. A descoberta pode estimular alguns produtores a passar a usar sementes resistentes a insetos vendidas por concorrentes da firma de biotecnologia de Saint Louis e a voltar a borrifar inseticidas sintéticos sobre suas plantações.

“Esses são casos isolados, e não está claro o quanto o problema vai se espalhar”, disse Gassmann ao Wall Street Journal. “Mas é um primeiro alerta de que as práticas de manejo precisam mudar.”

A descoberta acirra a disputa entre firmas rivais de biotecnologia agrícola para localizar a próxima geração de genes capazes de proteger as plantas de insetos. Cientistas da Monsanto e da Syngenta AG, que tem sede em Basiléia, na Suíça, já estão pesquisando como usar um avanço da medicina chamado interferência por RNA para, entre outras coisas, tornar as plantas agrícolas fatais para os insetos. Se isso funcionar, um inseto que coma tal planta pode ingerir um código genético que desativa um de seus genes essenciais.

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Sementes crioulas

Agricultura ecológica preserva mais de vinte variedades de milho, como o vermelho, o roxo e o branco.

Nos últimos 50 anos, a monocultura, a produção em larga escala e a introdução de produtos sintéticos nas plantações alteraram a diversificação agrícola e, consequentemente, a alimentação. Hoje, o trigo, o arroz, o milho e a soja representam 85% do consumo de grãos no mundo. Enquanto isso, há mais de 10 mil espécies de plantas comestíveis, das quais muitas precisam ser resgatadas. No interior do Rio Grande do Sul, agricultores trabalham para garantir a diversidade do milho.

O grão que a maioria das pessoas está acostumada a consumir é um tipo híbrido, resultado do cruzamento de diferentes variedades para aumento da produtividade. Na natureza, porém, existem dezenas de outros tipos, como preto, roxo, vermelho, branco e mesclado. As sementes dessas espécies são denominadas “crioulas”. São nativas e foram conservadas pelos produtores rurais ao longo dos anos.

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