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Flor-de-são-miguel (Petrea volubilis)

Essa todos aí conhecem, né? É a Petrea volubilis, popularmente chamada de “flor-de-são-miguel”, “viuvinha”… É uma espécie nativa do Brasil.
 
Finalmente consegui achar um local bom para plantá-la.
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Como é trepadeira, a ideia é deixá-la crescer rumo ao telhadinho do portão, a fim de cobrí-lo de flores.
 
Uma curiosidade? As folhas, quando mais novas em tom verde claro…,
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… e quando mais velhas em verde escuro…,
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… parecem lixa!
 
Descobri que aqui em Araruama ela não gosta nem de muita água nem de muito adubo. É bem resistente à seca e gosta de bastante sol.
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Abraços!
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50 espécies da Mata Atlântica que podem ser plantadas na calçada

Manual Técnico de Arborização Urbana de Salvador com espécies nativas da Mata Atlântica

Os cidadãos passam a contar, a partir desta semana, com um importante instrumento que orienta, de forma simples e didática, quais espécies mais indicadas e como plantar árvores em calçadas na capital baiana. O Manual Técnico de Arborização Urbana de Salvador foi lançado esta semana pela Prefeitura, e contém um guia com 50 espécies do bioma da Mata Atlântica indicadas para plantios.

Com a chancela da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana (SBAU), a publicação é uma das primeiras regulamentações do Plano Diretor de Arborização Urbana (Lei Municipal 9187/2017), do PDDU (Lei Municipal 9069/2016) e da Lei Municipal de Ordenamento e Uso e Ocupação do Solo – LOUOS (Lei 9148/2016).

Com ilustrações, diagramas e explicações técnicas de plantio de fácil assimilação pela população, o livro foi elaborado de forma participativa, em colaboração com técnicos e estudiosos da área, com o objetivo de servir de guia para intervenções na capital baiana.

De acordo com o secretário municipal da Cidade Sustentável e Inovação (Secis), André Fraga, a produção do manual é uma demanda antiga do município. “Salvador nunca possuiu regras ou orientações técnicas para plantio de árvores na cidade. Além disso, outro objetivo dessa publicação é de popularizarmos nossas espécies nativas do bioma Mata Atlântica”, ressalta.

Orientações técnicas – Para plantios em passeios, por exemplo, o manual destaca a necessidade de verificar a largura do corredor, para harmonizar a circulação dos pedestres e o desenvolvimento da árvore. Considerando que Salvador possui ruas estreitas e calçadas ainda mais estreitadas, buscou-se encontrar uma largura mínima que pudesse compatibilizar a acessibilidade com a arborização e outros elementos urbanos. Além disso, é preciso usar espécies com sistemas radiculares que reduzem danos nas calçadas e sistemas subterrâneos como água, esgoto e telefonia.

O Manual explica ainda os fatores que devem ser levados em conta na hora do plantio – como porte, formato da copa (reduzindo a demanda constante e dispendiosa por podas) e adaptação ao clima. A distância da árvore de mobiliários urbanos como sinalização de trânsito, semáforos e hidrantes, é outro elemento importante considerado no manual.

Guia de espécies – Um dos diferenciais do documento é o guia com fotografias e a ficha técnica contendo informações e características de cada uma das de 50 espécies indicadas para serem plantadas em ambiente urbano, como ambiente de origem, porte, locais para plantio e folhagem. Todas as plantas citadas são nativas da Mata Atlântica, bioma nativo de Salvador. A publicação está disponível para download gratuito no site do projeto Salvador, Capital da Mata Atlântica, no endereço mataatlantica.salvador.ba.gov.br ou em [ LINK2 ].

Fonte: [ SECOM – Prefeitura Municipal de Salvador ]

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[ edit futuro – Link alternativo para download: ]

[ Manual Técnico de Arborização Urbana de Salvador com espécies nativas da Mata Atlântica ]

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Espécies Nativas da Flora Brasileira de Valor Econômico Atual ou Potencial – região Sul

Espécies Nativas da Flora Brasileira de Valor Econômico Atual ou Potencial - Plantas para o Futuro - Região Sul -

Espécies Nativas da Flora Brasileira
de Valor Econômico Atual ou Potencial
– Plantas para o Futuro – Região Sul –

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Empaer repassa 3 milhões de mudas nativas para produtores da Baixada Cuiabana

Cuiabá / Várzea Grande

Nos últimos 12 anos de atividade, o viveiro de mudas de espécies nativas e frutíferas da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) produziu três milhões de mudas, que foram doadas aos produtores rurais da Baixada Cuiabana, usadas para reflorestamento de áreas degradadas e matas ciliares. O trabalho faz parte do Projeto de Conservação e Recuperação da Bacia do Rio Cuiabá que amplia a atuação este ano, estendendo para o Rio Paraguai com a parceria do Instituto Ação Verde.

O coordenador do viveiro, Antônio Rocha Vital, explica que a intenção é produzir 400 mil mudas por ano. Com uma área de 18 mil metros quadrados, no viveiro são multiplicadas 66 espécies diferentes de plantas. As espécies mais produzidas são jatobá, cumbaru, ipê (roxo, amarelo, rosa e branco), angico, tarumã, bordão de velho, dama da noite, mogno, goiaba, caju e outras. O convênio com o Instituto Ação Verde será assinado no início de junho.

Conforme Vital, o trabalho não restringe somente a produção de mudas e sim orientação sobre os cuidados com o meio rural preservando a mata ciliar, os cuidados na produção de mudas, escolha correta da muda ou semente, preparo da terra, plantio, irrigação e evolução da planta. As orientações são repassadas aos produtores rurais, alunos das escolas públicas e privadas. Foram desenvolvidas atividades nos municípios Rosário Oeste, Nobres, Jangada, Acorizal, Nossa Senhora do Livramento, Nova Brasilândia, Chapada dos Guimarães, Planalto da Serra, Santo Antônio de Leverger, Várzea Grande e Cuiabá.

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A opção pela Fruticultura

por Engº Agrº Valerio Pietro Mondin¹

Frutas Nativas


O Brasil, pelas suas grandes dimensões e variações climáticas, é um grande produtor de frutas. Tem boas condições tanto para produzir frutas de clima tropical, como de clima subtropical e também de clima temperado. Por essas características, pode-se dizer que o país pode dispor de frutas durante todo o ano, com grande diversidade e isso é interessante.

No aspecto alimentar e dietético, a produção e o consumo de frutas é muito importante. Dentro dos critérios aprovados pela Organização Mundial de Saúde – OMS, é recomendável consumir de 3 a 5 porções diárias, ou seja, uma porção a cada refeição. Cabe lembrar, também, que essas porções de frutas, podem ser substituídas por hortaliças.

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Instituto Pró-endêmicas denuncia Lei contra plantas com espinhos

Logo Instituto Pró-Endêmicas


O Instituto Pró-Endêmicas está mobilizado os amantes da natureza contra lei absurda recentemente aprovada em Lagoa Santa, Minas Gerais, PROIBINDO a existencia em locais publicos de arvores com espinhos…!

Essa lei é voltada contra a vida das dezenas de “paineiras” ou “barrigudas” (Chorisia speciosa, Malváceas) existentes na Avenida João Daher (trecho urbano da Rodovia MG-10).

Essas plantas incomodam algumas pessoas, mas são maravilhosas quando em flor.

A “barriguda” é espécie nativa do município, ocorrendo nos afloramentos calcários e em seu entorno.

A lei também proibe implicitamente muitas outras especies nativas, como:

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