Entre o conhecimento popular e o científico

Entre o conhecimento popular e o científico

http://www.comciencia.br/reportagens/fito/fito1.htm

A fitoterapia tem se tornado cada vez mais popular entre os povos de todo o mundo. Há inúmeros medicamentos no mercado que utilizam em seus rótulos o termo “produto natural”. Produtos à base de ginseng, carqueja, guaraná, confrei, ginko biloba, espinheira santa e sene são apenas alguns exemplos. Eles prometem, além de maior eficácia terapêutica, ausência de efeitos colaterais. Grande parte utiliza plantas da flora estrangeira ou brasileira como matéria-prima. Os medicamentos à base de plantas são usados para os mais diferentes fins: acalmar, cicatrizar, expectorar, engordar, emagrecer e muitos outros.

É essa utilização das plantas para o tratamento de doenças que constitui, hoje, um ramo da medicina conhecido como fitoterapia. A fitoterapia, apesar de ser considerada por muitos como uma terapia alternativa, não é uma especialidade médica, como a homeopatia ou a acupuntura, e se enquadra dentro da chamada medicina alopática.

O uso das plantas como remédio é provavelmente tão antigo quanto a própria humanidade. Nas Ilhas Oceânicas, por exemplo, há séculos a planta kava kava (Piper methysticum) é usada como calmante. Durante muito tempo, foi utilizada em cerimônias religiosas, para um tipo de “efeito místico”. Depois, cientistas alemães comprovaram que seu extrato tem efeito no combate à ansiedade.

No entanto, é preciso ter cautela. A crença popular de que as plantas não fazem mal, estimulada ainda mais por fortes apelos de marketing, faz com que o quadro fique um tanto distorcido. “Havia um conceito pré-estabelecido, popular, de que o que vem da natureza não faz mal. Isso não é correto”, lembra Elisaldo Carlini, pesquisador do Departamento de Psicofarmacologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

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Um pé de que? Cannabis !

A idéia é um programa de TV sobre as árvores brasileiras.

Em 2010 o “Um pé de que?” faz dez anos de programas no ar, com mais de 120 árvores retratadas, espécies de todos os biomas brasileiros.

[[ Clique aqui para mais informações sobre o programa ]]

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Selos especiais com imagens de plantas têxteis serão lançados nesta quinta


Uma edição especial de selos com o tema Plantas têxteis será lançado nesta quinta-feira (12), na Embrapa Algodão, em Campina Grande (PB). O bloco de selos, com tiragem de 600 mil exemplares, retrata quatro plantas têxteis muito conhecidas no Brasil por sua importância econômica e social: o algodão, o cairo (fibra de coco), a juta e o sisal.

Cada um dos selos mostra produtos como bolsas, cordas, tecidos e vasos, confeccionados com a matéria-prima derivada desses vegetais . Para a criação das imagens, foram utilizadas as técnicas de desenho em calcografia e computação gráfica. A arte é da artista Cecília Langer. Os selos foram impressos pela Casa da Moeda do Brasil e custam R$ 2,00.

Durante a apresentação oficial dos selos, o chefe geral da unidade da Embrapa, Napoleão Beltrão, vai fazer um relato sobre a História do Algodão na Paraíba. A produção dos selos especiais faz parte de uma parceria entre os Correios na Paraíba e a Embrapa Algodão.

Fonte: EMBRAPA

Também disponível online em: [ BRASIL.gov.br ]

Plantas aquáticas são fontes promissoras de biocombustíveis

por Redação do Correio do Brasil, com Agência Fapesp – de São Paulo

Elas têm estruturas mais simples e se reproduzem em velocidades muito maiores do que as dos outros vegetais. Essas características colocam as microalgas e as pequenas plantas aquáticas da família das Lemnaceaes na fronteira das pesquisas sobre novas fontes de biocombustíveis.

Especialistas nessas duas matérias-primas apresentaram resultados de seus estudos no 2º Congresso Pan-Americano sobre Plantas e Bioenergia, que termina nesta quarta-feira, em São Pedro (SP).

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Por que assinar o projeto Tudo Sobre Plantas ?

Para se cadastrar, <<< [  CLIQUE AQUI ] >>>

Ao longo de 08 (oito) anos de projeto, testamos várias fórmulas para tentar criar um projeto que se mantivesse “sozinho“, sem ajuda financeira de empresas patrocinadoras.

Vejamos as tentativas:

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Óleo de Cannabis cura câncer terminal

por Fernando Augusto

Esse documentário me tocou profundamente. Tenho ciência que em parte foi por que minha mãe e meu pai morreram de câncer. Vários parentes também. Vários amigos e conhecidos. E muitas e muitas pessoas. E a cura é tão simples, tão fácil, encontra-se no óleo essencial de uma planta feita por Deus: Cannabis.

O óleo essencial da Cannabis cura câncer em estado terminal, e não só. Cura AIDS, diabetes, pressão alta, artrite, glaucoma, hemorróida e muitas outras doenças.

Rick Simpson, guerreiro canadense, que revela essa verdade verde ao mundo, nesse vídeo se pergunta que doença o óleo de Cannabis não é capaz de curar. Talvez a doença mental do preconceito. Como uma planta criada por Deus pode ser satanizada pelo homem?

Assista aos 6 vídeos e reveja seus conceitos.

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Aveloz ou avelós

Por Lelington lobo Franco
lelingtonevergreen@bol.com.br

AVELOZ ou AVELÓS

Arbusto exótico pode ser a chave para a vitória na batalha contra o câncer!

O avelós agora está sendo usado para tratamento de redução de tumor de câncer.

Estas são apenas algumas das frases usadas para a publicidade do aveloz, um remédio preparado a partir da seiva leitosa de um arbusto brasileiro de nome cientifico Euphorbia tirucalli. Hoje é vendida nos Brasil em forma líquida ou nos Estados Unidos e em glóbulos por médicos naturalistas.

Euphorbiaceas (eufórbio) produzem uma seiva branca semelhante ao látex que é extremamente irritante para a pele e membranas mucosas e podem produzir inflamação na pele, conjuntivite nos olhos, queimação na boca e garganta, diarréia e gastrenterite.

LIVRO DO PROFESSOR LELINGTON

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