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Financiamento coletivo: projeto Multiplica!

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Multiplicar sementes, conhecimento, sabedoria, respeito, diversidade, cultura e iniciativas.

Projeto itinerante que promove o fortalecimento e multiplicação das sementes crioulas valorizando a sabedoria ancestral, através de ações para a troca de conhecimentos e registro de iniciativas, integrando comunidades tradicionais e ecovilas.

Conheça melhor nossa proposta e colabore como puder
http://catarse.me/pt/multiplica

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Cada dia somos mais os que percebemos a necessidade de uma mudança em nossa maneira de viver como sociedade. As cidades já não se sustentam… Talvez por isso cada vez mais surgem novas ecovilas no Brasil. Um êxodo urbano se iniciou, e com isso, muitas iniciativas interessantes, porém, precisamos nos informar para que estas não interfiram de maneira negativa na biodiversidade local.

Conhecendo bem a terra e reconhecendo os povos locais podemos evitar colapsar os espaços preservados ou esgotar os recursos naturais que ainda existem.

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Arquivado em Alimentos, Biodiversidade, Cultivo, Ecologia, Entrevistas, Etnobotânica, Parcerias, Projetos

Ação anti-tumoral e antibiótica reconhecidos no Ipê Roxo

1564778288_cc744eb078Lapachol e outras naftoquinonas são creditadas como substâncias antitumorais e antibióticas, presentes no Ipê-Roxo (Tabebuia impetiginosa, também chamado de Pau D’arco ou Lapacho e Taheebo).

Ele tem um poderoso antioxidante, cuja presença é associada a habilidade da plantas de sobreviver em altitudes com grande concentração de ozônio.

O Ipê-Roxo também contém indol, que estão presentes na família das crucíferas e são conhecidos por tornarem-se ativos na desintoxicação carcinogênicas e na promoção de atividade anti-oxidante.

18 quinonas fazem parte de seus constituintes mais importantes, incluindo naftoquinonas e antraquinonas, que raramente ocorrem juntos numa mesma planta. As naftoquinonas lapachol, B-lapachona e xiloidona são consideradas importantíssimas.

O Ipê-roxo também contém quercetinas, lapachenol, carnosol, indol, coenzyma Q, alcalóides como tecomina, ácidos hidroxibenzóicos, e saponinas.

A primeira substância pesquisadas extensivamente foi descoberta em 1956, no Brasil: o lapachol, bactericida. No ano seguinte, a mesma equipe isolou o a- e b-lapachona, e a xyloidona. Esses constituintes são comprovadamente fungicidas e bactericidas.

O Ipê-roxo também demonstra atividades anti-parasitária e anti-virais, e tem se mostrado efetivo como fungicida no tratamento de infestações por Candida albicans e micoses.

(Excerto de artigo publicado por Oswald, Edward H. “Lapacho”. British Journal of Phytoterapy, Vol. 3, No.3, 1993/94, pp 112-117, adaptado por Arnaldo V. Carvalho)

Fonte: [ Portal Verde ]

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