Arquivo da tag: Produção

Análise Territorial e Políticas para o Desenvolvimento Agrário

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Lançado ontem, em Brasília, o livro Análise territorial e políticas para o desenvolvimento agrário é fruto da parceria ‪MDA‬ e ESALQ – USP.

A publicação, além de dados, conta com mapas e gráficos que retratam o desempenho econômico da produção agropecuária, a aptidão agrícola das terras e o interesse para a conservação ambiental.

Faça o download no link: http://www.nead.gov.br/portal/nead/nead-estudos/download_orig_file?pageflip_id=13632768.

Fonte: [ MDA ]

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Produção de Tomate Orgânico

Tomate produzido de forma orgânica, sem pesticidas ou agrotóxicos.

Tomate produzido de forma orgânica, sem pesticidas ou agrotóxicos.

PDF: [ Produção de tomate orgânico ]

VÍDEO: [TudoSobrePlantas] Devorando um tomate colhido na horta

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Produção indígena é alvo de pesquisa

O aproveitamento sustentável dos recursos naturais de aldeias indígenas no Maranhão e no Pará é o objetivo de projeto de pesquisa desenvolvido no âmbito do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia da Biodiversidade, mantido pelo Museu Paraense Emílio Goeldi.

O laboratório de práticas sustentáveis em terras indígenas próximas ao arco de desmatamento, coordenado por Claudia López, reúne diversas iniciativas de investigação. Dentre elas está uma pesquisa desenvolvida em nível de pós-graduação que faz levantamento de produtos florestais não-madeireiros em duas aldeias no Pará: Moikarakô na terra indígena Kayapó e Las Casas, na terra indígena do mesmo nome.

O estudo desenvolvido, no âmbito da etnobotânica, pela mestre Sol González Pérez, aborda aspectos do conhecimento e uso de recursos vegetais, assim como das possibilidades de comercialização e possível geração de renda através do artesanato. Pesquisas dessa natureza atendem demandas das próprias comunidades, encaminhadas por seus representantes aos cientistas que se dedicam a estudar populações indígenas.

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O Raleio na Fruticultura

por Eng° Agr° Valério Pietro Mondin¹

O raleio ou desbaste de frutas é a retirada ou eliminação do excesso de frutas produzidas pela planta, bem como daquelas defeituosas ou não desejáveis.

Objetiva deixar a produção em equilíbrio com o vigor e a capacidade da planta, mantendo melhores frutos, bem distribuídos, bem como, manter a capacidade produtiva para a safra seguinte.

Poderá ser adaptado ao tipo e intensidade de poda, ao sistema de condução, ao vigor da planta, à densidade do pomar, à fertilidade do solo, à situação fitossanitária, à disponibilidade de água, entre outros fatores.

Pode-se acreditar, às vezes, que a poda bem feita possa dispensar o raleio. Isso é praticamente impossível. Só com a poda não se consegue deixar a quantidade adequada de frutas, da melhor qualidade e na melhor distribuição.

O raleio não é obrigatório para todas as espécies e cultivares. Existem aquelas que não respondem bem a esta prática. Apresenta, no entanto, para outras, uma série de benefícios à produção e à qualidade das frutas, no transcorrer das safras, com repercussão positiva nos aspectos econômicos.

BENEFÍCIOS DO RALEIO

Evitar alternâncias de safras
Muitas variedades tendem a produzir frutas em excesso, enfraquecendo a planta e as suas reservas nutricionais para a safra seguinte. Com o raleio, consegue-se melhor equilibrar o estado nutricional da planta. Obtém-se, assim, boa produção de frutas, na safra em andamento, bom desenvolvimento vegetativo e boa formação de gemas frutíferas para a próxima safra.

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ENEREDE – REDE RACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA

ENEREDEREDE RACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA

Revisão: Agosto 2011, dedicada ao e-jornal RD.

Por: Thomas Renatus Fendel

Engenheiro Mecânico, FEG – UNESP, thomas@fendel.com.br

ENEREDE ou ENERNET é o uso recíproco das redes de Energia Elétrica (EE), com seus milhões de consumidores, que também devem e podem gerar e injetar EE nas redes existentes, aumentando em várias vezes sua capacidade de distribuição.

As redes de baixa tensão são superdimensionadas, principalmente aqui no Brasil, terra dos chuveiros elétricos, exclusividade nossa.

Um único chuveiro elétrico de 6 kW consome a EE de duas mil lâmpadas LED de 3 W. Como milhões de brasileiros tomam banho entre as 18 e 21 horas, resultam 3 horas diárias de altíssimo consumo de EE, conhecido como horário de ponta. Nas outras 21 horas, a utilização de muitas redes é irrisória, chegando a menos de 5% em trechos consideráveis.

A EE descentralizada, substitutiva e adicional da ENEREDE será gerada por co-geração e por fontes diversas, como por exemplo, pequenas quedas de água, biodigestores e combustíveis convencionais.

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Rosas são as flores de maior popularidade e comercialização

Para produzir rosas é preciso, além de dedicação, muita técnica

Quando se fala em flores, a primeira imagem que chega à mente é a rosa.

Quando se fala em flores, a primeira imagem que chega à mente é a rosa. A roseira sempre desempenhou papel de destaque entre as plantas ornamentais, sendo hoje uma das floríferas mais apreciadas no mundo, propiciando efeitos raros de harmonia e beleza. Seu cultivo data das mais remotas eras e, assim, a rosa tem atravessado os tempos e as civilizações como medicamento, representando medalhas, condecorações, dinheiro, beleza e amor.

O gosto pelas flores atravessou séculos, culturas e, hoje, seu uso é muito popular em datas como o dia dos namorados, aniversários e comemorações. Têm diferentes significados e, portanto, devem ser adequadamente escolhidas para as diferentes situações. Dentre elas as rosa são as mais vendidas e mais divulgadas no mundo. Além de serem símbolo nacional da Inglaterra e dos Estados Unidos, pode-se dizer, sem medo, que não existe nenhuma outra que as alcance em popularidade e comercialização.

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Cultivo de violetas agrada aos produtores, floricultores e amantes das flores

No Brasil, mais de 100 cultivares estão disponíveis para o plantio

A grande quantidade de tipos existentes varia quanto ao formato e quanto à coloração.

A violeta é uma espécie florífera perene, pertencente à família Gesneriáceas. Quando adequadamente cultivada, floresce com abundância o ano todo. No Brasil, tem apresentado, nos últimos anos, uma demanda crescente, sendo seu consumo mais acentuado em algumas datas comemorativas, tais como dia dos namorados, dia das mães, dentre outras.

Seu cultivo envolve, na cadeia produtiva, uma série de profissionais e direcionamento para os produtos, pois tanto poderão ser cultivadas flores que atendam à demanda de amantes da jardinagem, quanto para comercialização pelas floriculturas. Esse setor, no Brasil, compreende mais de 5.000 produtores e 4.000 lojistas, distribuídos entre os principais estados brasileiros, respondendo, anualmente, por negócios em torno de 150 milhões de dólares. As violetas africanas proporcionam, aos seus cultivadores, um rendimento anual de 504.000 dólares por hectare, podendo a margem de lucro ser estimada em torno de 20 a 40%.

A violeta possui cerca de 125 gêneros e mais de 2000 espécies conhecidas; entretanto, apenas 300 espécies têm sido cultivadas. No Brasil, mais de 100 dessas cultivares estão disponíveis para o plantio. A grande quantidade de tipos existentes, que surgiram de sucessivos cruzamentos, variando quanto ao formato, com flores de pétalas lisas, crespas, dobradas; e quanto à coloração, indo de rosa pálido ao roxo, passando por vários tons de azul e lilás, tem despertado a curiosidade das pessoas e levado à formação de coleções domésticas.

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PRODUÇÃO DE MUDAS: frutíferas e florais

por Carlos Josafá de Oliveira

Exemplo de um viveiro abero

CONCEITUAÇÕES:

MUDA – estrutura vegetal de qualquer espécie ou cultivar, proveniente de reprodução sexuada ou assexuada convenientemente produzida e que tenha finalidade específica de plantio.

a) Fruteira – muda de espécie botânica produtora de frutos,comumente cultivada em pomares.
b) Ornamental – muda de espécie botânica, comumente usada para ornamentação.
c) Seminal – muda originária de semente
d) Clonal – muda originária da parte vegetativa da planta
e) Muda de torrão – muda com o sistema radicular envolvido por porção do solo devidamente acondicionado.
f) Muda de raiz nua – muda com o sistema radicular exposto, devidamente acondicionado.
g) Pé franco – muda obtida de semente, estaca, ou raiz, sem o uso de enxertia.
h) Estaca – ramo da planta matriz usado para a multiplicação por enraizamento.
i) Planta matriz – planta-mãe de onde se extrai as hastes (garfos, borbulhas etc).
j) Clone – planta ou conjunto de plantas genéticamente iguais à planta-mãe.
l) Enxertia – método de propagação vegetativa usado para substituição de copa da planta.
m) Porta-enxerto ou cavalo – parte da enxertia que entra com as raízes.
n) Enxerto ou cavaleiro – parte da enxertia que fornece a copa.
o) Propagação vegetativa – processo de reprodução assexuada das plantas.
p) Reprodução sexuada – processo de reprodução com a participação de células reprodutivas.
q) Viveiro – área convenientemente demarcada para a reprodução de mudas.
r) Produtor de mudas – pessoa física ou jurídica que produza sementes ou mudas, com a finalidade específica de semeadura ou plantio, assistida por um responsável técnico.
s) Responsável Técnico – Engenheiros Agrônomo ou Florestal com registros no CREA – Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia que, apresentando Termo de Compromisso ao órgão de Registro de Produtor de Sementes e Mudas do Ministério da Agricultura e Abastecimento, atenda às normas estabelecidas para todas as fases de produção.

LEGISLAÇÃO DA PRODUÇÃO DO COMÉRCIO DE MUDAS

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A safra pioneira de alcaparras no Brasil

Num sítio no sul de MG o produtor Sérgio Di Petta ainda colhe pouco, mas já conseguiu formatar um método de cultivo

Fernanda Yoneya – O Estado de S.Paulo

É preciso observar com muita atenção os arbustos protegidos por uma cobertura plástica no Sítio São Camilo, em Brasópolis, no sul de Minas Gerais, na Serra da Mantiqueira, para saber que aqueles pequenos botões florais, colhidos diariamente, são alcaparras. A planta, que nasce de forma espontânea no Mediterrâneo, está em produção no Brasil graças à persistência do engenheiro Sérgio Di Petta, que há dez anos estuda, de maneira empírica, a viabilidade do cultivo da alcaparreira no País e é o pioneiro na pesquisa de características botânicas da planta.

Ex-produtor de leite, Di Petta cultiva também eucalipto e pode se considerar autodidata no plantio de alcaparras em terras brasileiras, pois não há registro de pesquisas ou cultivos por aqui, diz a diretora do Centro de Horticultura do Instituto Agronômico (IAC-Apta), da Secretaria de Agricultura de São Paulo, Arlete Marchi Tavares de Melo. “A alcaparra é um condimento de uso incomum no Brasil e não conheço produtor ou alguém que a estude”, diz a pesquisadora.

Autodidata. Várias tentativas e muitos erros com as primeiras sementes

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Cidade dos EUA aprova produção industrial de maconha

Grandes fazendas prejudicam pequenos agricultores locais e plantação caseira

A cidade norte-americana de Oakland, na Califórnia, aprovou um plano para autorizar a operação de quatro fábricas que vão cultivar, processar e embalar maconha.

Com isso, a cidade pode ser a primeira dos Estados Unidos a autorizar o cultivo da planta em escala industrial.

A Câmara Municipal de Oakland aprovou o projeto ontem [20 de julho de 2010], após uma votação de cinco votos a dois, com uma abstenção. A proposta voltará ao órgão do governo para votação final, mas espera-se que o resultado não mude.

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