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A maconha pode salvar o nosso mundo

maconha

A maconha é a única planta que pode salvar o planeta. Não é questão de fazer os mesmos produtos que outras matérias primas. Ela faz produtos de melhor qualidade e mais ecológicos.

Atualmente é proibido cultivar cânhamo no Brasil, o que é um grande prejuízo. O nosso Nordeste tem condições perfeitas para essa prática, com seu clima seco e sol abundante. Desmatamento de florestas, queima de combustíveis fósseis, pulverização de grandes quantidades de pesticidas, entre outros malefícios ao meio ambiente poderiam ser evitados a partir da produção de maconha para uso industrial.

Só para esclarecer, o produto é o cânhamo (hemp) e não a maconha de consumo recreativo ou medicinal de efeito psicoativo. O hemp não da brisa, pois não tem quantidades suficientes de THC para isso. Se você o fumar provavelmente só acabará com dor de cabeça e muita tosse.

Por conta de sua aparência semelhante à maconha tradicional, preconceito, proibição e muita ignorância, o cânhamo continua proibido no Brasil. Mas a informação ainda não está proibida, apesar de tentarem. Então aqui vão algumas maneiras de como o cânhamo pode nos ajudar.

 

Papel

O hemp se regenera em questão de meses e cresce muito rápido, o que é um ótima solução para a fabricação de papel. Ao contrário do eucalipto (árvore que pode levar mais de 30 anos para estar pronta para colheita), o cânhamo está pronto para ser usado em cerca de 4 meses. Um campo de cânhamo fornece a mesma quantidade de polpa que quatro campos de árvores.

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Presidente do Consea pede rigor com os transgênicos

Em discurso de posse como presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), Maria Emília Lisboa Pacheco defendeu ontem [17/04/2012], no Palácio do Planalto, a “restauração” da preocupação do governo com os produtos geneticamente modificados.

“É socialmente inaceitável que o mercado seja o regulador das decisões tecnológicas. A consciência dos consumidores e a manifestação de suas incertezas devem ser consideradas. Defendemos a rotulagem obrigatória de todos os alimentos transgênicos, assegurando ao consumidor o direito à informação”, afirmou a nova presidente do Consea diante da presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto.

Criado em 2003, o Consea tem caráter consultivo e auxilia a Presidência da República na formulação de políticas e diretrizes ligadas ao direito à alimentação.

A posição crítica de Maria Emília sobre os transgênicos contraria a posição defendida pelo novo presidente da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), Flávio Finardi Filho.

Em entrevista ao Valor, Finardi declarou considerar necessário “ter mais organismos geneticamente modificados para que seja garantido o aumento da produção na agricultura e a saúde dos animais”.

Há um embate ideológico no governo em relação aos transgênicos que se arrasta desde 1997, quando a CTNBio autorizou a comercialização da soja produzida pela multinacional Monsanto.

A nova presidente do Consea também pediu que o governo mantenha o veto à utilização da chamada tecnologia genética com restrição de uso (GURT), defendida pelos produtores rurais. Essa manipulação produz sementes estéreis e seria utilizada para manter a capacidade produtiva das plantas, muitas vezes afetada pelo florescimento.

Pelo menos dois projetos em tramitação no Congresso Nacional pretendem derrubar a proibição: um do deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS) e outro da senadora Kátia Abreu (PSD-TO), ambos representantes da influente bancada ruralista no Congresso.

Fonte: [ CEBES ]

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Zona Franca de Manaus quer criar selos verdes para diferenciar produtos sustentáveis

por Gilberto Costa

Manaus – Representantes da indústria e do governo e trabalhadores da Zona Franca de Manaus estão propondo acrescentar aos produtos da região selos que identifiquem a origem amazônica, assim como a sustentabilidade ambiental e também social.

No final de 2012, deve entrar em vigor a certificação do Selo Amazônico, proposta por empresários à Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), para produtos que contenham matérias-primas extraídas da floresta.

Serão certificados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) alimentos, cosméticos e fitoterápicos produzidos nos nove estados da Amazônia Legal que, além de serem ecologicamente sustentáveis, remunerem o conhecimento das populações tradicionais e não explorem trabalho escravo ou infantil.

O Sindicato dos Metalúrgicos de Manaus também propôs ao governo estadual e à Suframa agregar ao selo que já acompanha os produtos da Zona Franca um selo “verde e social”, que ateste a qualidade do produto e o respeito à legislação trabalhista.

“O Brasil e o mundo vão saber que aquele produto foi feito com mais dignidade para todos”, ressalta o presidente do sindicato, Valdemir Santana, que pretende encaminhar a proposta do selo ambiental e trabalhista ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Para ele, os selos podem agregar valor atestando qualidade e distinguindo os produtos da Zona Franca de Manaus das mercadorias de países que não respeitem direitos de trabalhadores, reconhecidos pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Internamente, o selo proposto pelo sindicato pode servir como recurso para evitar casos de abuso, como agressões físicas e assédio a trabalhadores que ocorreram recentemente em empresa de capital asiático instalada no Polo Industrial de Manaus.

*O repórter viajou a Manaus para acompanhar a Feira Internacional da Amazônia (Fiam), a convite da Suframa // Edição: Juliana Andrade

Fonte: [ Agência Brasil ]

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Pesquisa identifica de matérias-primas para produção de óleo e produtos fitoterápicos

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo, Fapes, está apoiando uma pesquisa sobre identificação de matérias-primas vegetais com potencial econômico para produção de óleo e produtos fitoterápicos.

O projeto é coordenado pelo pesquisador do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), José Aires Ventura, que realiza a análise de plantas como a arnica, aroeira, boldo baiano, agriãozinho do Pará e malva. Através do conhecimento maior da composição dessas plantas é possível determinar quais os princípios ativos e como estas matérias-primas podem ser utilizadas.

José Aires destaca que algumas dessas plantas já são conhecidas por suas atividades antibacteriana e antifúngica. Este projeto abrange áreas como agronomia, botânica, química, farmácia, medicina e odontologia. No caso da aroeira, por exemplo, esperamos que através da caracterização multifuncional da planta e do óleo obtido de seus frutos e folhas, consigamos agregação de valor à matéria-prima vegetal, com o desenvolvimento de novos produtos químicos e o crescimento da indústria química capixaba, disse o pesquisador.

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Bio Brazil Fair 2011 – Feira Internacional de Produtos Orgânicos e Agroecologia

Feira Internacional de Produtos Orgânicos e Agroecologia

21-24 de julho de 2011

de 11h às 20h

Bienal do Ibirapuera
São Paulo – SP

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O princípio

por Juliana Faber
www.plantavidaprodutosconscientes.blogspot.com

Ter a Natureza como mestra, e observa-la em todas as suas dimensões e interações é o princípio mor da Permacultura, a medida que adentramos nesse mundo vemos e sentimos que a Vida é um grande mistério e que este vai se desvendando aos nossos sentidos e ao nosso coração toda vez que nos dispomos a compreende- la e a interagir verdadeiramente com ela.

Teoricamente todos sabemos disso, mas é só quando começamos a interagir com a Natureza, quando botamos a mão na terra, sentimos seu cheiro, vemos os seres que trazem a vida pra terra, quando realmente sentimos o pulsar da vida na profundeza do nosso ser.

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UEM vai produzir medicamentos para vitiligo e câncer de próstata

por Flávia Martini

O medicamento para o vitiligo entra agora em fase de ensaios clínicos avançados

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) vai produzir dois produtos farmacêuticos destinados ao tratamento do vitiligo e do câncer de próstata. O governo do Estado já autorizou a assinatura do convênio com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, e a Steviafarma Industrial S.A. O projeto tem recursos da ordem de R$ 1,1 milhão, 20% dos quais serão investidos pela Steviafarma.

O medicamento para o vitiligo, à base de extrato de plantas e cujos resultados in vitro demonstraram grande potencial, entra agora em fase de ensaios clínicos avançados. Será testado em portadores da doença supervisionados por dermatologistas do Hospital Universitário. Coordenado pelo professor Celso Vataru Nakamura, o projeto, denominado “Desenvolvimento e Produção de Formulações Farmacêuticas para o Tratamento do Vitiligo e de Câncer de Próstata”, está sendo conduzido pelo Departamento de Análises Clínicas e pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da UEM.

O medicamento para a prevenção e o tratamento do câncer de próstata será produzido a partir de isoflavona de soja. Segundo o professor Benedito Prado Dias Filho, responsável por esta parte do projeto, a literatura especializada indica que os fermentados de soja possuem um tipo de isoflavona mais eficiente do que as encontradas naturalmente em grãos. Com base nisso, a Unicamp desenvolveu um processo de fermentação, patenteado pela empresa Steviafarma.

A intenção, conforme Dias Filho, é utilizar a nanotecnologia (ciência aplicada em escala nanométrica – um nanômetro equivale a um bilionésimo de metro) no sentido de produzir nanopartículas dessa substância com o objetivo de melhorar a liberação e a absorção da droga pelo organismo. As nanocápsulas serão ministradas por via oral para a prevenção e o tratamento da doença.A previsão de lançamento dos produtos, no mercado, é de dois a três anos. Estão envolvidos nos projetos um grupo de 24 pesquisadores da UEM e da Steviafarma.

Fonte: [ Jornal da UEM ]

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